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08/04/2018

Todos nós passamos em crises amorosas, e de certeza que o nosso maior desejo é ter um relacionamento saudável. Por isso, aqui vão algumas dicas:

➖➖10 Conselhos para ter um relacionamento saudável👇🏼👇🏼👇🏼👇🏼

1. Quando Começares Um Novo, Relacionamento Não Tenha Pressa Em Expôr Ele Diante das Pessoas & Ao Mundo, Porque Estás São As Fases De Conhecer Melhor O Parceiro & As Pessoas Irão Atrapalhar Com Opiniões

2. Por Mais Que O Teu Parceiro Viver Distante Não Pense Nunca Que Ele(a) Está Com Outra Pessoa, Quem Ama Confia Então Não Dá Motivos Pra Ele (a) Desconfiar De Ti & Nem Você Dele ,Namoro Com Confiança É Bem Melhor. Há menos que haja motivos pra isso.

3. Quando Estiveres Com Problemas Na Sua Relação, Não Adianta Nada Prolongar As Coisas, Tente Resolver O Mais rápido Possível, Porque Vocês Estão Juntos Pra Serem Felizes & Não ParaBrigarem Todo Momento e evite expor os mesmo diante das pessoas ou redes sociais.

4. Não Leve Sempre O Seu Namoro Na Estrada Do S**o & em Redes Sociais, Namoros Assim Perdem A Emoção Rápido, Tente Sempre Fazer Algo Diferente Como Passeios & Presentes, se poder cozinhe pra ele, Assim O Namoro Terá Mais Acção.

5. Ame, Valorize, Respeite O Seu Parceiro(a) Acima De Tudo & Não Tente Fazer As Pessoas Sentirem Inveja De Vocês, Mas Sim Mostre As Pessoas Que Vocês São Felizes Um Ao Lado Do Outro...

6. Tenha limites com os seus amigos. Evite que eles liguem ou te enviem mensagens a qualquer hora, e evite que eles te chamem de: meu bem, bebe, amor, ou até mesmo gostosa. Porque se assim você permitir estarias a criar ilusões para eles e dar motivos para o teu parceiro desconfiar de ti o que levaria mesmo até enumeras brigas.

7. Redes sócias, as redes sócias tem sido grade motivos de destruição de relacionamentos. Não Porque você não deve usar, mas sim da forma que você chega a usar. Evite aceitar pedidos de amizades de pessoas desconhecidas, pois para além de colocar a tua vida em risco estarias a colocar o teu relacionamento também.

8. Privacidade, hoje em dia as pessoas acham que pegar no telefone do parceiro é invadir a privacidade dele. Pois saiba que a privacidade deixa de existir a partir do momento em que você começa a se relacionar com alguém. Por tanto, é a partir deste momento que vocês devem partilhar tudo. E se na realidade não tiverem nada a esconder um do outro isso não será motivo para brigas, muito pelo contrário chega a aumentar a confiança.

9. Saídas, é como hoje em dia, pessoas saírem com os amigos. Mas se você quer ter um relacionamento saudável, não faça uso desta pratica. Pois pessoas de s**o diferentes quando começam a sair uma, duas, três vezes, isto chegaria a causar briga com o parceiro. E que muita das vezes chega mesmo ao ponto de terminar o relacionamento.

10. Diferenças, com certeza que os pares são diferentes uns dos outros. Mas isso não pode chegar a ser motivo para desentendimento. Num casal tem sempre um que chega a ser mas atencioso do que o outro, que não para de enviar mensagens de Bom dia, Boa tarde, Boa Noite,,, Como passou o dia em fim... Mas nunca pare de fazer isto só porque o teu parceiro não está a retribuir da mesma forma. Continue a fazer a tua parte.

15/03/2018

1 Ato ou efeito de sedimentar ou de formar sedimentos.

2 GEOL Processo geológico que consiste na acumulação de materiais de origem detrítica, físico-química e biogênica e que leva à formação das rochas sedimentares ou estratif**adas.

15/03/2018

Noestudodageometriaanalítica,as diversas figuras geométricas sãoestudadas dopontode vistaalgébrico. Ponto,retas,circunferências são esquematizadas comoauxíliodaálgebra. As cônicas,que sãofiguras geométricas oriundas de secções transversais realizadas emumcone, tambémsãomuitoexploradas. A própria circunferência,aelipse,aparábolae a hipérbole sãoclassif**adas de cônicas. Vejamos comoahipérbole pode serexploradadoponto de vistadageometriaanalítica.

Definiçãode hipérbole: Considere F1e F2como sendodois pontos distintos doplanoe 2ca distânciaentre eles. Hipérbole é oconjuntodos pontos doplano,tais que adiferença,emvalor absoluto,das distâncias àF1e F2é aconstante 2a(0

15/03/2018

estão 1 (Petrobrás – Cesgranrio 2010). Os vértices imaginários da hipérbole de equação abaixo são:

a) (2,1) e (2,3)

b) (2,0) e (2,2)

c) (2,0) e (1,2)

d) (1,1) e (1,2)

e) (1,0) e (1,2)

Resolução

O primeiro passo é identif**ar as informações contidas na equação da hipérbole:

O centro é (1,1)

a = 2 e b = 1

Com as informações acima, podemos desenhar a seguinte hipérbole:

Nele é possível observar que os eixos imaginários B1 e B2 são, respectivamente, (1,2) e (1,0).

14/03/2018

A erosão eólica e seus impactos ao meio ambiente

Redação Pensamento Verde| out 29, 2013

Foto: agentesexternosintemperismo

A erosão eólica é um dos tipos de degradação do meio ambiente existentes. Ela se dá pela ação dos ventos e pode provocar transformações que impactam o meio ambiente, como a retirada de finos fragmentos superficiais do solo, transportando-os para outros locais e assim modif**ando dois ou mais ambientes.

Existem quatro processos erosivos provocados pela ação dos ventos:

1) Corrosão – É o desgaste físico das rochas através do atrito e impacto das partículas que são transportadas pelo vento. Esse processo também pode ser feito pela ação das águas e geleiras, mas é o vento que “esculpe” as rochas, dando as formas.

2) Abrasão – Um processo erosivo semelhante à corrosão. É o desgaste de rochas pelo atrito e impacto de partículas ou fragmentos carregados por correntes eólicas. Também pode ser causada por ações glaciais, fluviais e marinhas, como turbidez e o vai e vem de ondas.

3) Eólico – Processo de depósito sedimentar que tem o vento como agente geológico. Praias são exemplos de depósitos eólicos.

4) Deflação – É a erosão provocada pelo vento fazendo com que fragmentos superficiais mais finos sejam retirados do local, restando pedras e pedregulhos. Ocorre normalmente em campos de dunas e regiões desérticas. Também pode ocorrer forte corrosão associada à deflação.

Muitos locais próximos às regiões costeiras do mundo inteiro possuem dunas, que são montanhas compostas pelo efeito eólico. No Brasil, as regiões mais famosas estão nos estados do Ceará e Santa Catarina. Esse tipo de erosão, se provocada por um grande período de tempo, pode modif**ar completamente o cenário natural, como acontece em vários pontos do Deserto do Saara, na África.

Jericoacoara, Ceará. Foto: bonitas

Rochas esculpidas, zonas rebaixadas e aparecimento de pequenos lagos são resultados de fortes deflações. Com o solo seco f**a mais fácil o movimento de fragmentos da superfície, por isso, as fortes concentrações de erosões eólicas estão próximas das costas (onde a incidência de ventos é maior) e em desertos.

Menos ef**az, a erosão eólica em paredes rochosas acontece em todos os locais do planeta, porém sua ação demora centenas de anos para modif**ar as pedras. Além disso, desastres naturais como furacões, tornados e grandes tempestades aceleram os efeitos da erosão eólica.

13/03/2018

🎀 Sobre viver, e ser feliz 😺🔔
*
Felicidade não é sinônimo de um céu sem tempestades.
As reviravoltas da vida devem ser bem vindas, pois servem para nos sacudir.
As vezes a vida está uma bagunça, as vezes a vida nos bagunça, e em meio ao caos, com paciência e fé, vamos organizando cada cantinho com compaixão, e respeito às nossas dores e batalhas, afinal foram elas que nos transformaram em quem, hoje somos.

13/03/2018

Dinâmica externa

5. Ação geológica dos ventos

5.1. Formação dos ventos

Entre duas regiões com pressões atmosféricas diferentes, estabelece-se uma corrente de ar, ou vento, cuja direção é da região de pressão elevada para a região de pressão mais baixa.

A força do vento depende primordialmente da diferença das pressões atmosféricas; essa diferença de pressão é devida aos diferentes graus de aquecimento solar.

Animação

Formação dos ventos

Zona fria → Zona quente

Zona de alta pressão → Zona de baixa pressão

5.2. Fatores que influenciam o intemperismo

velocidade quantidade de partículas transportadas constância sentido qualidade da rocha

5.3. Regiões áridas e semiáridas

Animação

Ventos nas regiões áridas e semiáridas

5.4. Tipos de deserto

5.4.1. Rochoso (hamada)

Superfície rochosa exposta, ocorrendo solapamento constante.

5.4.2. Pedregoso (reg)

Superfície coberta por fragmentos; predominam os seixos (com menos de 25cm de diâmetro) e os matacões (com mais de 25cm de diâmetro). Esses seixos e matacões são denominados ventifactos.

5.4.3. Arenoso (erg)

Formam-se as dunas e os campos de areia.

Obs.: 1/5 dos desertos é coberto por areia.

5.5. Fases do deserto

5.5.1. Juvenil

G randes elevações (deserto rochoso).

5.5.2. Maduro

Diminuição das elevações e grande quantidade de seixos, matacões e areia (deserto pedregoso).

5.5.3. Senil

Grandes áreas aplainadas (deserto arenoso). Neste tipo de deserto encontramos rochas resistentes chamadas inselbergs.

5.6. Lagos desérticos

São temporários. Formam-se em bacias desérticas. Pela ação do vento o nível da superfície do terreno alcança o nível freático. Posteriormente, outros materiais são depositados ritmicamente, soterrando o lago. Ocorre evaporação da água e formam-se depósitos de diversos sais.

Animação

Formação de lago desértico

5.7. Oásis

É necessário que, no lugar onde ocorreu a ação do vento, com a formação de uma depressão que alcança o nível freático, existam rochas. Essas rochas irão proteger as sementes contra a ação do próprio vento.

Com a presença da água, as sementes vão germinar, produzindo vegetais que servirão de proteção contra o vento.

Com isso, o lago não será soterrado, transformando-se em um oásis, que se não for permanente será intermitente.

Animação

Formação do oásis

5.8. Intemperismo

O poder destrutivo do vento está nas partículas em suspensão, e a competência delas está na velocidade do vento. O vento com partículas de areia choca-se contra as rochas, provocando desgaste. Quando isso ocorre, as rochas f**am polidas e sofrem arredondamento.

Quando o vento predomina em certa direção, formam-se sulcos orientados, chamados sulcos de corrasão.

Isso ocorre com qualquer tipo de rocha, mas em rochas sedimentares ou cimentadas irregularmente produzem-se formas curiosas.

Animação

Formas produzidas pelos ventos

Um bom exemplo está nas formações de Vila Velha-PR. São formas diversas produzidas na rocha sedimentar arenito.

Obs.: Ao observarmos os sulcos de corrasão podemos descobrir a orientação do vento.

Os sulcos definem a orientação do vento

5.9. Erosão

É um processo de rebaixamento do terreno num solo desértico. O terreno vai perdendo material e é rebaixado, podendo atingir o nível do lençol freático, formando lagos que podem ser transformados em oásis. Esse processo de erosão denomina-se deflação.

5.10. Transporte eólico

São dois tipos:

5.10.1. Suspensão

Pequenas partículas são transportadas pela ação do vento; depende, portanto, da sua energia cinética.

5.10.2. Arrasto

Os materiais pesados sofrem arrastamento, podendo ocorrer de duas maneiras:

Rolamento → Os pedaços de rochas se deslocam pela superfície, sem que haja obstáculos.

Animação

Arrasto por rolamento

Salto → Os pedaços de rochas se deslocam pela superfície, que apresenta obstáculos.

Animação

Arrasto por salto

A formação do seixo rolado é mais rápida quando ocorrem saltos, mas independentemente do tipo de arrasto, a rocha f**ará com essa forma.

Os furacões podem transportar blocos de 10cm de diâmetro.

5.11. Atividades construtivas

Conforme o vento vai perdendo a sua energia cinética, os materiais transportado, tanto por suspensão ou por arrasto, vão se depositando seguindo uma sequência desde o mais grosseiro até o mais fino.

Portanto, teremos dois tipos de depósitos: dunas e depósitos de seixos.

5.11.1. Dunas

5.11.1.1. Origem do material

erupções vulcânicas. praias regiões áridas áreas periglaciais (loess)

5.11.1.2. Classif**ação quanto à formação

Falsas → formam-se graças a um obstáculo.

Animação

Formação das dunas falsas

Verdadeiras → formam-se sem que haja obstáculo

Animação

Formação das dunas verdadeiras

A forma das dunas depende de:

suprimento de areia velocidade do vento constância do sentido do vento distribuição da cobertura vegetal.

Classif**ação quanto à forma

Seif forma ondulada pequena altura ondulações paralelas pouca quantidade de materiais cobre a maior parte do deserto senil

Dunas tipo seif

Barcana forma de lua crescente grande altura (até 100m) grande quantidade de materiais cobre algumas partes do deserto senil

Dunas tipo barcana

Animação

Formação das dunas tipo barcana

As barcanas se deslocam pelo deserto, mudam de sentido conforme o sentido do vento. A região de sotavento é usada como proteção contra os ventos. As barcanas podem ser cobertas por seif.

5.12. Desertos no Brasil

Originaram-se há aproximadamente 200.000.000 anos.

São encontrados desde o sul de Goiás até o Rio Grande do Sul.

Formaram-se a partir da rocha sedimentar chamada arenito botucatu, que se apresenta amarelada, de grãos bem selecionados, arredondados. Os desertos podem ter espessura de até 100m.

5.13. Importância econômica dos depósitos eólicos

As areias são de alta porosidade e alta permeabilidade; devido à sua estrutura, são reservatórios de água e de petróleo.

Ex.:

água → Formação Botucatu (Paraná) petróleo → Formação Pirambóia (São Paulo

25/02/2018

❤ A Bela Adormecida Era uma vez, há muito tempo, um rei e uma rainha jovens, poderosos e ricos, mas pouco felizes, porque não tinham concretizado maior sonho deles: terem filhos. — Se pudéssemos ter um filho! — suspirava o rei. — E se Deus quisesse, que nascesse uma menina! —animava-se a rainha. — E por que não gêmeos? — acrescentava o rei. Mas os filhos não chegavam, e o casal real f**ava cada vez mais triste. Não se alegravam nem com os bailes da corte, nem com as caçadas, nem com os gracejos dos bufões, e em todo o castelo reinava uma grande melancolia. Mas, numa tarde de verão, a rainha foi banhar-se no riacho que passava no fundo do parque real. E, de repente, pulou para fora da água uma rãzinha. — Majestade, não fique triste, o seu desejo se realizará logo: Antes que passe um ano a senhora dará à luz uma menina. E a profecia da rã se concretizou, e meses depois a rainha deu a luz a uma linda menina. O rei, que estava tão feliz, deu uma grande festa de batizado para a pequena princesa que se chamava Aurora. Convidou uma multidão de súditos: parentes, amigos, nobres do reino e, como convidadas de honra, as treze fadas que viviam nos confins do reino. Mas, quando os mensageiros iam saindo com os convites, o camareiro-mor correu até o rei, preocupadíssimo. — Majestade, as fadas são treze, e nós só temos doze pratos de ouro. O que faremos? A fada que tiver de comer no prato de prata, como os outros convidados, poderá se ofender. E uma fada ofendida… O rei refletiu longamente e decidiu: — Não convidaremos a décima terceira fada — disse, resoluto. —Talvez nem saiba que nasceu a nossa filha e que daremos uma festa. Assim, não teremos complicações. Partiram somente doze mensageiros, com convites para doze fadas, conforme o rei resolvera. No dia da festa, cada uma das fadas chegou perto do berço em que dormia a princesa Aurora e ofereceu à recém-nascida um presente maravilhoso. — Será a mais bela moça do reino — disse a primeira fada, debruçando-se sobre o berço. — E a de caráter mais justo — acrescentou a segunda. — Terá riquezas a perder de vista — proclamou a terceira. — Ninguém terá o coração mais caridoso que o seu — afirmou a quarta. — A sua inteligência brilhará como um sol — comentou a quinta. Onze fadas já tinham passado em frente ao berço e dado a pequena princesa um dom; faltava somente uma (entretida em tirar uma mancha do vestido, no qual um garçom desajeitado tinha virado uma taça de sorvete) quando chegou a décima terceira, aquela que não tinha sido convidada por falta de pratos de ouro. Estava com a expressão muito sombria e ameaçadora, terrivelmente ofendida por ter sido excluída. Lançou um olhar maldoso para a princesa Aurora, que dormia tranqüila, e disse: — Aos quinze anos a princesa vai se ferir com o fuso de uma roca e morrerá. E foi embora, deixando um silêncio desanimador e os pais desesperados. Então aproximou-se a décima segunda fada, que devia ainda oferecer seu presente. — Não posso cancelar a maldição que agora atingiu a princesa. Tenho poderes só para modificá-la um pouco. Por isso, Aurora não morrerá; dormirá por cem anos, até a chegada de um príncipe que a acordará com um beijo. Passados os primeiros momentos de espanto e temor, o rei, decidiu tomar providências, mandou queimar todas as rocas do reino. E, daquele dia em diante, ninguém mais fiava, nem linho, nem algodão, nem lã. Ninguém além da torre do castelo. Aurora crescia, e os presentes das fadas, apesar da maldição, estavam dando resultados. Era bonita, boa, gentil e caridosa, os súditos a adoravam. No dia em que completou quinze anos, o rei e a rainha estavam ausentes, ocupados numa partida de caça. Talvez, quem sabe, em todo esse tempo tivessem até esquecido a profecia da fada malvada. A princesa Aurora, porém, estava se aborrecendo por estar sozinha e começou a andar pelas salas do castelo. Chegando perto de um portãozinho de ferro que dava acesso à parte de cima de uma velha torre, abriu-o, subiu a longa escada e chegou, enfim, ao quartinho. Ao lado da janela estava uma velhinha de cabelos brancos, fiando com o fuso uma meada de linho. A garota olhou, maravilhada. Nunca tinha visto um fuso. — Bom dia, vovozinha. — Bom dia a você, linda garota. — O que está fazendo? Que instrumento é esse? Sem levantar os olhos do seu trabalho, a velhinha respondeu com ar bonachão: — Não está vendo? Estou fiando! A princesa, fascinada, olhava o fuso que girava rapidamente entre os dedos da velhinha. — Parece mesmo divertido esse estranho pedaço de madeira que gira assim rápido. Posso experimentá-lo também? Sem esperar resposta, pegou o fuso. E, naquele instante, cumpriu-se o feitiço. Aurora furou o dedo e sentiu um grande sono. Deu tempo apenas para deitar-se na cama que havia no aposento, e seus olhos se fecharam. Na mesma hora, aquele sono estranho se difundiu por todo o palácio. Adormeceram no trono o rei e a rainha, recém-chegados da partida de caça. Adormeceram os cavalos na estrebaria, as galinhas no galinheiro, os cães no pátio e os pássaros no telhado. Adormeceu o cozinheiro que assava a carne e o servente que lavava as louças; adormeceram os cavaleiros com as espadas na mão e as damas que enrolavam seus cabelos. Também o fogo que ardia nos braseiros e nas lareiras parou de queimar, parou também o vento que assobiava na floresta. Nada e ninguém se mexia no palácio, mergulhado em profundo silêncio. Em volta do castelo surgiu rapidamente uma extensa mata. Tão extensa que, após alguns anos, o castelo ficou oculto. Nem os muros apareciam, nem a ponte levadiça, nem as torres, nem a bandeira hasteada que pendia na torre mais alta. Nas aldeias vizinhas, passava de pai para filho a história da princesa Aurora, a bela adormecida que descansava, protegida pelo bosque cerrado. A princesa Aurora, a mais bela, a mais doce das princesas, injustamente castigada por um destino cruel. Contos, fabulas e historinhas: A Bela Adormecida Alguns cavalheiros, mais audaciosos, tentaram sem êxito chegar ao castelo. A grande barreira de mato e espinheiros, cerrada e impenetrável, parecia animada por vontade própria: os galhos avançavam para cima dos coitados que tentavam passar: seguravam-nos, arranhavam-nos até fazê-los sangrar, e fechavam as mínimas frestas. Aqueles que tinham sorte conseguiam escapar, voltando em condições lastimáveis, machucados e sangrando. Outros, mais teimosos, sacrif**avam a própria vida. Um dia, chegou nas redondezas um jovem príncipe, bonito e corajoso. Soube pelo bisavô a história da bela adormecida que, desde muitos anos, tantos jovens a procuravam em vão alcançar. — Quero tentar também — disse o príncipe aos habitantes de uma aldeia pouco distante do castelo. Aconselharam-no a não ir. — Ninguém nunca conseguiu! — Outros jovens, fortes e corajosos como você, falharam… — Alguns morreram entre os espinheiros… — Desista! Muitos foram, os que tentarem desanimá-lo. No dia em que o príncipe decidiu satisfazer a sua vontade se completavam justamente os cem anos da festa do batizado e das predições das fadas. Chegara, finalmente, o dia em que a bela adormecida poderia despertar. Quando o príncipe se encaminhou para o castelo viu que, no lugar das árvores e galhos cheios de espinhos, se estendiam aos milhares, bem espessas, enormes carreiras de flores perfumadas. E mais, aquela mata de flores cheirosas se abriu diante dele, como para encorajá-lo a prosseguir; e voltou a se fechar logo, após sua passagem. O príncipe chegou em frente ao castelo. A ponte elevadiça estava abaixada e dois guardas dormiam ao lado do portão, apoiados nas armas. No pátio havia um grande número de cães, alguns deitados no chão, outros encostados nos cantos; os cavalos que ocupavam as estrebarias dormiam em pé. Nas grandes salas do castelo reinava um silêncio tão profundo que o príncipe ouvia sua própria respiração, um pouco ofegante, ressoando naquela quietude. A cada passo do príncipe se levantavam nuvens de poeira. Salões, escadarias, corredores, cozinha… Por toda parte, o mesmo espetáculo: gente que dormia nas mais estranhas posições. O príncipe perambulou por longo tempo no castelo. Enfim, achou o portãozinho de ferro que levava à torre, subiu a escada e chegou ao quartinho em que dormia A princesa Aurora. A princesa estava tão bela, com os cabelos soltos, espalhados nos travesseiros, o rosto rosado e risonho. O príncipe ficou deslumbrado. Logo que se recobrou se inclinou e deu-lhe um beijo. Imediatamente, Aurora despertou, olhou par ao príncipe e sorriu. Todo o reino também despertara naquele instante. Acordou também o cozinheiro que assava a carne; o servente, bocejando, continuou lavando as louças, enquanto as damas da corte voltavam a enrolar seus cabelos. O fogo das lareiras e dos braseiros subiu alto pelas chaminés, e o vento fazia murmurar as folhas das árvores. A vida voltara ao normal. Logo, o rei e a rainha correram à procura da filha e, ao encontrá-la, chorando, agradeceram ao príncipe por tê-la despertado do longo sono de cem anos. O príncipe, então, pediu a mão da linda princesa em casamento que, por sua vez, já estava apaixonada pelo seu valente salvador. Eles, então, se casaram e viveram felizes para sempre!

22/02/2018

↘ ❤ Cinderela Há muito tempo, aconteceu que a esposa de um rico comerciante adoeceu gravemente e, sentindo seu fim se aproximar, chamou sua única filha e disse: __Querida filha, continue piedosa e boa menina que Deus a protegerá sempre. Lá do céu olharei por você, e estarei sempre a seu lado.Mal acabou de dizer isso, fechou os olhos e morreu. A jovem ia todos os dias visitar o túmulo da mãe, sempre chorando muito. Veio o inverno, e a neve cobriu o túmulo com seu alvo manto. Chegou a primavera, e o sol derreteu a neve. Foi então que o viúvo resolveu se casar outra vez. A nova esposa trouxe suas duas filhas, ambas bonitas, mas só exteriormente. As duas tinham a alma feia e cruel. A partir desse momento, dias difíceis começaram para a pobre enteada. __ Essa imbecil não vai f**ar no quarto conosco! _Reclamaram as moças. __ O lugar dela é na cozinha! Se quiser comer pão, que trabalhe! Tiraram-lhe o vestido bonito que ela usava, obrigaram-na a vestir outro, velho e desbotado, e a calçar tamancos. __Vejam só como está toda enfeitada, a orgulhosa princesinha de antes! -disseram a rir, levando-a para a cozinha. A partir de então, ela foi obrigada a trabalhar, da manhã à noite, nos serviços mais pesados. Era obrigada a se levantar de madrugada, para ir buscar água e acender o fogo. Só ela cozinhava e lavava para todos. Como se tudo isso não bastasse, as irmãs caçoavam dela e a humilhavam. Espalhavam lentilhas e feijões nas cinzas do fogão e obrigavam-na a catar um a um. À noite, exausta de tanto trabalhar, a jovem não tinha onde dormir e era obrigada a se deitar nas cinzas do fogão. E, como andasse sempre suja e cheia de cinza, só a chamavam de Cinderela. Uma vez, o pai resolveu ir a uma feira. Antes de sair, perguntou às enteadas o que desejavam que ele trouxesse. __Vestidos bonitos- disse uma. __ Pérolas e pedras preciosas - disse a outra. __E você, Cinderela, o que vai querer? - perguntou o pai. __No caminho de volta, pai, quebre o primeiro ramo que bater no seu chapéu e traga-o para mim. Ele partiu para a feira, comprou vestidos bonitos para uma das enteadas, pérolas e pedras preciosas para a outra e, de volta para casa, quando cavalgava por um bosque, um ramo de aveleira bateu no seu chapéu. Ele quebrou o ramo e levou-o. Chegando em casa, deu às enteadas o que haviam pedido e à Cinderela, o ramo de aveleira. Ela agradeceu, levou o ramo para o túmulo da mãe, plantou-o ali, e chorou tanto que suas lágrimas regaram o ramo. Ele cresceu e se tornou uma aveleira linda. Três vezes, todos os dias, a menina ia chorar e rezar embaixo dela. Sempre que a via chegar, um passarinho branco voava para a árvore e, se a ouvia pedir baixinho alguma coisa, jogava-lhe o que ela havia pedido. Um dia, o rei mandou anunciar uma festa, que duraria três dias. Todas as jovens bonitas do reino seriam convidadas, pois o filho dele queria escolher entre elas aquela que seria sua futura esposa. Quando souberam que também deveriam comparecer, as duas filhas da madrasta f**aram contentíssimas. __Cinderela! - Gritaram.__ Venha pentear nosso cabelo, escovar nossos sapatos e nos ajudar a vestir, pois vamos a uma festa no castelo do rei! Cinderela obedeceu chorando, porque ela também queria ir ao baile. Perguntou à madrasta se poderia ir, e esta respondeu: __Você, Cinderela! Suja e cheia de pó, está querendo ir à festa? Como vai dançar, se não tem roupa nem sapatos? Mas Cinderela insistiu tanto, que afinal ela disse: __ Está bem. Eu despejei nas cinzas do fogão um tacho cheio de lentilhas. Se você conseguir catá-las todas em duas horas, poderá ir. A jovem saiu pela porta dos fundos, correu para o quintal e chamou: __ Mansas pombinhas e rolinhas! Passarinhos do céu inteiro! Venham me ajudar a catar lentilhas! As boas vão para o tacho! As ruins para o seu papo! Logo entraram pela janela da cozinha duas pombas brancas; a seguir, vieram as rolinhas e, por último, todos os passarinhos do céu chegaram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombas abaixavam a cabecinha e pic, pic, pic, apanhavam os grãos bons e deixavam cair no tacho. As outras avezinhas faziam o mesmo. Não levou nem uma hora, o tacho ficou cheio e as aves todas voaram para fora. Cheia de alegria, a menina pegou o tacho e levou para a madrasta, certa de que agora poderia ir à festa. Porém a madrasta disse: __ Não, Cinderela. Você não tem roupa e não sabe dançar. Só serviria de caçoada para os outros. Como a menina começou a chorar, ela propôs: __Se você conseguir catar dois tachos de lentilhas nas cinzas em uma hora, poderá ir conosco. Enquanto isso, pensou consigo mesma: “Isso ela não vai conseguir…” Assim que a madrasta acabou de espalhar os grãos nas cinzas, Cinderela correu para o quintal e chamou: __ Mansas pombinhas e rolinhas! Passarinhos do céu inteiro! Venham me ajudar a catar lentilhas! As boas vão para o tacho! As ruins para o seu papo! E entraram pela janela da cozinha duas pombas brancas; a seguir vieram as rolinhas e, por último, todos os passarinhos do céu chegaram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombas abaixavam a cabecinha e pic, pic, pic, apanhavam os grãos bons e deixavam cair no tacho. Os outros pássaros faziam o mesmo. Não passou nem meia hora, e os dois tachos f**aram cheios. As aves se foram voando pela janela. Então, a menina levou os dois tachos para a madrasta, certa de que, desta vez, poderia ir à festa. Porém, a madrasta disse: __ Não adianta, Cinderela! Você não vai ao baile! Não tem vestido, não sabe dançar e só nos faria passar vergonha! Contos, fabulas e historinhas: Cinderela E, dando-lhe as costas, partiu com suas orgulhosas filhas. Quando ficou sozinha, Cinderela foi ao túmulo da mãe e embaixo da aveleira, disse: __ Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda de ouro e prata! Então o pássaro branco jogou para ela um vestido de ouro e prata e sapatos de seda bordada de prata. Cinderela se vestiu, a toda pressa, e foi para a festa. Estava tão linda, no seu vestido dourado, que nem as irmãs, nem a madrasta a reconheceram. Pensaram que fosse uma princesa estrangeira, para elas, Cinderela só poderia estar em casa, catando lentilhas nas cinzas. Logo que a viu, o príncipe veio a seu encontro e, pegando-lhe a mão, levou-a para dançar. Só dançou com ela, sem largar de sua mão por um instante. Quando alguém a convidava para dançar, ele dizia: __ Ela é minha dama. Dançaram até altas horas da noite e, até que Cinderela quis voltar para casa. __ Eu a acompanho - disse o príncipe. Na verdade, ele queria saber a que família ela pertencia. Mas Cinderela conseguiu escapar dele, correu para casa e se escondeu no pombal. O príncipe esperou o pai dela chegar e contou-lhe que a jovem desconhecida tinha saltado para dentro do pombal. “Deve ser Cinderela…”, pensou o pai. E mandou vir um machado para arrombar a porta do pombal. Mas não havia ninguém lá dentro. Quando chegaram em casa, encontraram Cinderela com suas roupas sujas, dormindo nas cinzas, à luz mortiça de uma lamparina. A verdade é que, assim que entrou no pombal, a menina saiu pelo lado de trás e correu para a aveleira. Ali, rapidamente tirou seu belo vestido e deixou-o sobre o túmulo. Veio o passarinho, apanhou o vestido e levou-o. Ela vestiu novamente seu vestidinho velho e sujo, correu para casa e se deitou nas cinzas da cozinha. No dia seguinte, o segundo dia da festa, quando os pais e as irmãs partiram para o castelo, Cinderela foi até a aveleira e disse: __ Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda de ouro e prata! E o pássaro atirou para ela um vestido ainda mais bonito que o da véspera. Quando ela entrou no salão assim vestida, todos f**aram pasmados com sua beleza. O príncipe, que a esperava, tomou-lhe a mão e só dançou com ela. Quando alguém convidava a jovem para dançar, ele dizia: __ Ela é minha dama. Já era noite avançada quando Cinderela quis ir embora. O príncipe seguiu-a, para ver em que casa entraria. A jovem seguiu seu caminho e, inesperadamente, entrou no quintal atrás da casa. Ágil como um esquilo, subiu pela galharia de uma frondosa pereira carregada de frutos que havia ali. O príncipe não conseguiu descobri-la e, quando viu o pai dela chegar, disse: __ A moça desconhecida escondeu-se nessa pereira. “Deve ser Cinderela”, pensou o pai. Mandou buscar um machado e derrubou a pereira. Mas não encontraram ninguém na galharia. Como na véspera, Cinderela já estava na cozinha dormindo nas cinzas, pois havia escorregado pelo outro lado da pereira, correra para a aveleira, e devolvera o lindo vestido ao pássaro. Depois, vestiu o feio vestidinho de sempre, e correu para casa. No terceiro dia, assim que os pais e as irmãs saíram para a festa, Cinderela foi até o túmulo da mãe e pediu à aveleira: __ Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda de ouro e prata! E o pássaro atirou-lhe o vestido mais suntuoso e brilhante jamais visto, acompanhado de um par de sapatinhos de puro ouro. Ela estava tão linda, tão linda, que, quando chegou ao castelo, todos emudeceram de assombro. O príncipe só dançou com ela e, como das outras vezes, dizia a todos que vinham tirá-la para dançar: __ Ela é minha dama. Já era noite alta, quando Cinderela quis voltar para casa. O príncipe tentou segui-la, mas ela escapuliu tão depressa, que ele não pode alcançá-la. Dessa vez, porém, o príncipe usara um estratagema: untou com piche um degrau da escada e, quando a moça passou, o sapato do pé esquerdo ficou grudado. Ela deixou-o ali e continuou correndo. O príncipe pegou o sapatinho: era pequenino, gracioso e todo de ouro. No outro dia, de manhã, ele procurou o pai e disse: __ Só me casarei com a dona do pé que couber neste sapato. As irmãs de Cinderela f**aram felizes e esperançosas quando souberam disso, pois tinham pés delicados e bonitos. Quando o príncipe chegou à casa delas, a mais velha foi para o quarto acompanhada da mãe e experimentou o sapato. Mas, por mais que se esforçasse, não conseguia meter dentro dele o dedo grande do pé. Então, a mãe deu-lhe uma faca, dizendo: __ Corte fora o dedo. Quando você for rainha, vai andar muito pouco a pé. Assim fez a moça. O pé entrou no sapato e, disfarçando a dor, ela foi ao encontro do príncipe. Ele recebeu-a como sua noiva e levou-a na garupa do seu cavalo. Quando passavam pelo túmulo da mãe de Cinderela, que f**ava bem no caminho, duas pombas pousaram na aveleira e cantaram: __ Olhe para trás! Olhe para trás! Há sangue no sapato, que é pequeno demais! Não é a noiva certa que vai sentada atrás! O príncipe virou-se, olhou o pé da moça e logo viu o sangue escorrendo do sapato. Fez o cavalo voltar e levou-a para a casa dela. Chegando lá, ordenou à outra filha da madrasta que calçasse o sapato. Ela foi para o quarto e calçou-o. Os dedos do pé entraram facilmente, mas o calcanhar era grande demais e ficou de fora. Então, a mãe deu-lhe uma faca dizendo: __ Corte fora um pedaço do calcanhar. Quando você for rainha, vai andar muito pouco a pé. Assim fez a moça. O pé entrou no sapato e, disfarçando a dor, ela foi ao encontro do príncipe. Ele aceitou-a como sua noiva e levou-a na garupa do seu cavalo. Quando passavam pela aveleira, duas pombinhas pousaram num dos ramos e cantaram: __ Olhe para trás! Olhe para trás! Há sangue no sapato, que é pequeno demais! Não é a noiva certa que vai sentada atrás! O príncipe olhou o pé da moça, viu o sangue escorrendo e a meia branca, vermelha de sangue. Então virou seu cavalo, levou a falsa noiva de volta para casa e disse ao pai: __ Esta também não é a verdadeira noiva. Vocês não têm outra filha? __ Não!- respondeu o pai__ A não ser a pequena Cinderela, filha de minha falecida esposa. Mas é impossível que seja ela a noiva que procura. O príncipe ordenou que fossem buscá-la. __ Oh, não! Ela está sempre muito suja! Seria uma afronta trazê-la a vossa presença! - protestou a madrasta. Porém o príncipe insistiu, exigindo que ela fosse chamada. Depois de lavar o rosto e as mãos ela veio, curvou-se diante do príncipe e pegou o sapato de ouro que ele lhe estendeu. Sentou-se num banquinho, tirou do pé o pesado tamanco e calçou o sapato, que lhe serviu como uma luva. Quando ela se levantou, o príncipe viu seu rosto e reconheceu logo a linda jovem com quem havia dançado. __ É esta a noiva verdadeira! — exclamou, feliz. A madrasta e as filhas levaram um susto e f**aram brancas de raiva. O príncipe ergueu Cinderela, colocou-a na garupa do seu cavalo e partiram. Quando passaram pela aveleira, as duas pombinhas brancas cantaram: __ Olhe pare trás! Olhe pare trás! Não há sangue no sapato, que serviu bem demais! Essa é a noiva certa. Pode ir em paz! E, quando acabaram de cantar, elas voaram e foram pousar, uma no ombro direito de Cinderela, outra no esquerdo; ali f**aram. Quando o casamento de Cinderela com o príncipe se realizou, as falsas irmãs foram à festa. A mais velha ficou à direita do altar, e a mais nova, à esquerda. Subitamente, sem que ninguém pudesse impedir, a pomba pousada no ombro direito da noiva voou para cima da irmã mais velha e furou-lhe os olhos. A pomba do ombro esquerdo fez o mesmo com a mais nova, e ambas f**aram cegas para o resto de suas vidas.

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