Qual é a origem da Língua Portuguesa?
Aulas de Gramática da Língua Portuguesa
Desenvolvimento das capacidades cognitivas!
Qual é o plural da palavra "qualquer"?
Desafio básico a vista.
25/07/2024
25/07/2024
Hora de aprender
28/06/2022
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3.º SUMÁRIO - MORFOLOGIA.📚
ADJETIVOS.
PARTE 1
O ADJETIVO ➜ é uma classe de palavras que atribui características aos substantivos, ou seja, ele indica suas qualidades e estados.
Essas palavras variam em:
- Gênero (feminino e masculino);
- Número (singular e plural);
- Grau (normal, comparativo e superlativo).
Exemplos de adjetivos:
¹ garota «bonita»;
² garotas «bonitas»
³ criança «obediente»
⁴ crianças «obedientes»
Os adjetivos são classif**ados em:
① ADJETIVO SIMPLES.
→ apresenta somente um radical. Ex.: pobre, magro, triste, lindo, bonito etc.
② ADJETIVO COMPOSTO.
→ apresenta mais de um radical. Ex.: luso-brasileiro, superinteressante, rosa-claro, amarelo-ouro etc.
③ ADJETIVO PRIMITIVO.
→ palavra que dá origem a outros adjetivos. Ex.: bom, alegre, puro, triste, notável etc.
④ ADJETIVO DERIVADO.
→ palavras que derivam de substantivos ou verbos.
Ex.: articulado «verbo articular», formoso «substantivo formosura», tristonho «substantivo triste» etc.
⑤ ADJETIVO PÁTRIO/GENTÍLICO.
→ indica o local de origem ou nacionalidade de uma pessoa. Ex.: brasileiro, carioca, paulista, europeu, espanhol.
O GÊNERO DOS ADJETIVOS.
⇨ Em relação aos gêneros (masculino e feminino), os adjetivos são divididos em dois tipos:
* Adjetivos UNIFORMES → apresentam uma forma para os dois gêneros (feminino e masculino).
Ex.: menino «feliz»; menina «feliz». [Outros exemplos - incrível, infeliz, leal, interessante etc.]
* Adjetivos BIFORMES → a forma varia conforme o gênero (masculino e feminino).
Ex.: homem «carinhoso»; mulher «carinhosa».
O NÚMERO DOS ADJETIVOS.
Os adjetivos podem estar no singular ou no plural, concordando com o número do - substantivo - a que se referem. Assim, a sua formação se assemelha à dos substantivos.
Ex.: ¹ Pessoa «feliz» - pessoas «felizes»; Vale «formoso» - vales «formosos»; Casa «enorme» - «casas enormes» etc.
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Duplo particípio passado
Verbos com duplo particípio passado são os verbos
que utilizam, na formação dos tempos compostos, a
forma regular (em -ado ou -ido ), geralmente com os
auxiliares ter e haver ; e a forma irregular, mais curta,
também chamada forma erudita por provir do latim,
habitualmente utilizada com os auxiliares ser e estar.
Foi gasto muito dinheiro nas obras da igreja.
Ela tinha gastado muito dinheiro em roupa.
1.ª conjugação
• Aceitar – aceitado, aceito
• Entregar – entregado, entregue
• Expressar – expressado, expresso
• Expulsar – expulsado, expulso
• Matar – matado, morto
• Salvar – salvado, salvo
• Soltar – soltado, solto
2.ª conjugação
• Acender – acendido, aceso
• Benzer – benzido, bento
• Eleger – elegido, eleito
• Morrer – morrido, morto
• Prender – prendido, preso
• Romper – rompido, roto
• Suspender – suspendido, suspenso
3.ª conjugação
• Emergir – emergido, emerso
• Exprimir – exprimido, expresso
• Extinguir – extinguido, extinto
• Frigir – frigido, frito
• Imergir – imergido, imerso
• Imprimir – imprimido, impresso
• Inserir – inserido, inserto
• Submergir – submergido, submerso
• Tingir – tingido, tinto
Os verbos apresentar, empregar e encarregar
tradicionalmente só aceitam as formas apresentado,
empregado e encarregado, no entanto há gramáticas
e dicionários que já aceitam as formas encarregue e
empregue, dada a proliferação do seu uso.
Exercícios
1. Preenche com a palavra correta:
Ela tinha ____________ (aceitado/ aceite) o trabalho na
Bélgica.
O jogo estava ____________ (completado/ completo).
O ladrão tinha sido ____________ (preso/ prendido) em
pleno assalto.
O teu pedido foi _____________ (aceitado/aceito).
Eles tinham ___________ (gasto/ gastado) o dinheiro em
obras de melhoramento.
2. Coloca a forma do particípio passado (regular ou
irregular) no espaço em branco consoante o verbo
indicado entre parênteses.
a) – Eu tenho __________ (aceitar) os teus convites
todas as semanas.
b) – A luz está __________ (acender)
desnecessariamente
01/04/2021
Acentuação gráf**a
24.abr.2019
A vírgula, a exemplo de outras pontuações,
exerce 3 funções principais na linguagem
escrita:
1ª: representar uma pausa ou uma mudança
na entonação;
2ª: separar palavras ou orações que precisam
de destaque;
3ª: eliminar ambiguidades e esclarecer o
conteúdo da frase.
A partir disso, é possível imaginar algumas
situações em que é imprescindível empregar a
vírgula, bem como outras em que ela não deve
ser usada. Para te ajudar, nós enumeramos
quinze casos principais. Confira!
Quando usar a vírgula
1- Separar elementos com a
mesma função sintática
Substantivos do sujeito composto:
João, Márcio, Lucas e Luciano foram ao
cinema juntos.
Enumerações e listas:
Fui ao mercado e comprei pão, ovos, açúcar e
leite.
Aonde você viajou nas férias?
Holanda, Espanha, França e Inglaterra.
Orações assindéticas:
Marcela chegou, Carlos saiu, Marcela voltou e
assim não se encontraram.
Eles andaram, pararam, se sentaram e saíram
novamente.
2- Separar orações
intercaladas
A vírgula pode ser usada para separar orações
que se intercalam dentro de uma oração
principal. Veja:
O jogo de hoje, disse o treinador, é uma
verdadeira decisão.
A saída, pontuou o presidente, é investir na
base da educação.
3- Separar orações adjetivas
explicativas
Coloca-se a vírgula antes e após a oração
subordinada adjetiva explicativa, como:
Manoel, que trabalha com o papai, ligou ontem
à noite.
Meu amigo Lucas, aquele que mora em Santos,
vai se mudar para o Chile.
4 - Separar expressões
explicativas
São utilizadas para ratif**ar ou explicar algo
dito anteriormente, juntamente com expressões
como isto é, ou seja, por exemplo, a meu ver.
Por isso, elas aparecem entre vírgulas. Veja os
exemplos:
A Holanda, por exemplo, é um local onde a
maioria da população fala inglês.
O time não se preparou adequadamente, isto é,
não estava se importando muito com o jogo.
5 - Separar conjunções
A vírgula deve ser colocada antes de
conjunções adversativas, como mas, todavia,
porém, entretanto. Confira:
Eu fui à festa, mas não o vi.
Nós não viajaremos semana que vem, porém
eu queria muito ir.
O mesmo vale para conjunções conclusivas,
como logo, por isso, então. Veja:
Eu cheguei e não vi nada, por isso fui embora.
Para mim não foi nada demais, então não
f**arei chateado.
Contudo, quando as conjunções forem
deslocadas na frase, devem f**ar entre vírgulas,
como em:
Ele sempre gostou de trabalhar lá. Nunca foi,
porém, valorizado.
Maria não se adaptou à escola. Não ficou, por
isso, o restante do ano letivo.
6 - Isolar o vocativo
A vírgula é colocada após o vocativo (termo
utilizado para evocar o interlocutor). Veja:
Carlos, pegue a caneta para mim.
Alunos, ouçam o que tenho a dizer.
7 - Isolar o aposto
A vírgula é colocada antes e após o aposto
(termo utilizado para tecer explicações ou
definições sobre um substantivo da frase).
Veja:
Matheus, o professor de química, me mandou
e-mail ontem.
João, o seu amigo, me adicionou no
Facebook.
8 - Isolar datas
A vírgula é colocada após o substantivo que
indica o local, como:
São Paulo, 3 de janeiro de 1996.
Já nos casos em que precisamos isolar o
número de um endereço, usa-se a vírgula antes
dos algarismos, como:
Rua dos Jacarandás, 345.
9 - Marcar zeugma
Zeugma é um tipo de elipse utilizado para não
se repetir termos de uma oração. Para indicá-
la é preciso utilizar uma vírgula no lugar do
termo não repetido, como no exemplo:
Eu gosto de futebol; Maria, de volêi.
No exemplo anterior, a oração omite o verbo
“gostar”. Para marcar tal ação, utiliza-se a
vírgula.
10 - Separar as orações
subordinadas adverbiais
Pode-se empregar a vírgula para separar
orações subordinadas adverbiais, como
causais, condicionais, temporais e concessivas.
Veja:
Ele foi demitido, porque nunca se dedicou
muito ao trabalho.
Maria só vai viajar, quando a casa f**ar
pronta.
A mesma regra vale com as orações reduzidas,
como:
O ladrão chegou à noite, assustando os
moradores.
Porém, o uso quando a oração subordinada
vem depois da principal não é o mais comum.
11 - Separar as orações
subordinadas adverbiais
deslocadas
Deve-se usar a vírgula após as orações
subordinadas deslocadas, tanto desenvolvidas
quanto reduzidas. Confira:
Quando o prazo for encerrado, ninguém mais
poderá se inscrever.
Encerrado o prazo, ninguém mais poderá se
inscrever.
12 - Separar adjuntos
adverbiais deslocados
Deve-se usar a vírgula para separar os
adjuntos adverbiais dos mais diversos tipos.
Veja:
Quem diria que, aos poucos, eles mudariam
seus hábitos.
Depois de assistir ao filme, fomos comer.
Porém, quando o adjunto adverbial tiver menos
de quatro palavras, pode-se omitir a vírgula,
como:
Dentro de casa eles mal se viam.
13 - Separar termos que
desejamos destacar
Emprega-se a vírgula quando você usar algum
objeto pleonástico antes do verbo, como:
Aos pais, nada lhes foi solicitado.
O salário, o patrão se recusava a pagá-lo.
Quando não usar a
vírgula
Fique atento para não usar a vírgula em alguns
casos específicos! Afinal, estes usos incorretos
podem até resultar em uma redução da nota
da redação no vestibular, por exemplo. Veja:
1 - Não separar o sujeito do
predicado
A vírgula nunca deve separar o sujeito do
predicado. Quando há apenas um substantivo
simples no sujeito, isso f**a mais fácil de se
aplicar, como:
João saiu de casa à meia noite. (Correto)
João, saiu de casa à meia noite. (Incorreto)
Quando há outros nomes com o sujeito é
possível se confundir e pensar que se deve
empregar a vírgula, mas isso continua
incorreto. Veja:
Jogadores de várias nacionalidades atuaram
pelo mesmo time. (Correto)
Jogadores de várias nacionalidades, atuaram
pelo mesmo time. (Incorreto)
2 - Não separar o verbo do
complemento
A mesma lógica se aplica ao verbo e seus
complementos - tanto diretos quanto indiretos
-, como:
João pediu a Maria que fosse visitá-lo.
(Correto)
João pediu, a Maria, que fosse visitá-lo.
(Incorreto)
Eu entreguei o documento a ele. (Correto)
Eu entreguei o documento, a ele. (Incorreto)
Mesmo que a ordem dos objetos seja invertida,
você não deve usar a vírgula. Veja:
Marcela emprestou para seu primo o
computador. (Correto)
Marcela emprestou, para seu primo, o
computador. (Incorreto)
Marcela emprestou para seu primo, o
computador. (Incorreto)
É muito importante se concentrar e usar
corretamente a vírgula. Porém, para aprender
de fato todas as regras relacionadas ao uso
desse sinal de pontuação, é preciso estudar
atentamente cada um desses itens e praticar
bastante, lendo livros e escrevendo redações.
Os substantivos podem variar em número, gênero e grau.
Quanto à flexão de número, os substantivos podem estar:
a) no singular, quando designam um ser único, ou um conjunto de seres con siderados como um todo (substantivo coletivo):
Ex.: aluno, cão, mesa, povo, manada, tropa, etc.
b) no plural, quando designam mais de um ser, ou mais de um desses conjuntos orgânicos:alunos, cães, mesas, etc.
Formação do plural
Substantivos terminados em vogal ou ditongo
Regra geral: O plural dos substantivos terminados em vogal ou ditongo forma-se acrescentando-se -s ao singular.povos, manadas, tropas,
Singular-Plural:
mesa-mesas, pai-pais, estante-estantes, pau-paus, tinteiro-tinteiros, lei-leis, rajá-rajás, chapéu-chapéus, boné-bonés, camafeu-camafeus, javali-javalis, herói-heróis, cipó-cipós, boi-bois, peru-perus, mãe-mães,
Incluem-se nesta regra os substantivos terminados em vogal nasal. Como a nasalidade das vogais /e/, /i/, /o/ e /u/, em posição final, é representada graf**amente por -m, e não se pode escrever -ms, muda-se o -m em -n. Assim: bem faz no plural bens; flautim faz flautins; som faz sons; atum fàz atuns.
Regras especiais:
1. Os substantivos terminados em -ão formam o plural de três maneiras: a) a maioria muda a terminação -ão em -ões:
Singular-Plural:
balão-balões, gavião-gaviões, botão-botões, leão-leões, canção-canções, nação-nações, confissão-confissões, operação-operações, coração-corações, opinião-opiniões, eleição-eleições, questão-questões, estação-estações, tubarão-tubarões, fração-frações, vulcão-vulcões*
Fonema: é a reprodução do som a partir da escrita.
Grafema: é a representação da escrita a partir do som.
Ex1: Mesa.
Esta palavra tem 4 grafemas e 4 fonemas.
Por que? Vamos analisá-la letra por letra.
M- é um fonema porque emite som.
e- é um fonema porque emite som.
s- é um fonema porque emite som.
a- é um fonema porque emite som.
Ex2: Baptista.
Esta palavra tem 8 grafemas e 7 fonemas.
Podemos muito bem fazer análise da mesma palavra.
B- é um fonema porque emite som.
a- é um fonema porque emite som.
p- não é um fonema porque não emite som.
t- é um fonema porque emite som.
i- é um fonema porque emite som.
s- é um fonema porque emite som.
t- é um fonema porque emite som.
a- é um fonema porque emite som.
Ex3: Guerra.
A palavra tem 4 fonemas e 6 grafemas.
Analisando f**a:
"Gue" desdobra-se em "g, e" porque estão sendo pronunciados. "u" não é um fonema porque não emite som, "rr" representa um único som, logo, é um só fonema.
"a"- é um fonema porque emite som.
Obs: Fonemas são todos grafemas que quando inseridos numa estrutura frásica, emitem som (são pronunciados).
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