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08/08/2026
25/07/2026

A ser verdade, é uma situação de extrema gravidade. O General Higino Carneiro, durante o seu inquérito na procuradoria, está a solicitar que chamem a Dona Júlia Ferreira, porta voz da CNE, de 2017, pra explicar como é que o João Lourenço ganhou as eleições?! Se o senhor general tiver as provas deveria expô-las, para pedirmos uma apreciação da Assembleia do povo. E exigir a reposição da legalidade e a verdade eleitoral.

Amanhã às 12h no xaa. Juventude lusófona
04/07/2026

Amanhã às 12h no xaa. Juventude lusófona

Venâncio Mondlane será o convidado da próxima edição do programa "Análise Real e Atual", conduzido por Edgar Kapapelo, para uma conversa sobre democracia, participação cívica e os desafios da representação política em Angola e Moçambique.

A entrevista será transmitida no dia 5 de julho, às 12h00, na página "Xe Agora Aguenta (XAA)", onde serão abordados temas ligados à participação cidadã e ao panorama político dos dois países.

Jornal português o Observador
27/06/2026

Jornal português o Observador

Jornal Observador: Ao banalizarem o ex-Presidente José Eduardo dos Santos, banalizaram também a instituição Presidência da República e toda a pouca credibilidade que ainda lhe restava.

Ao banalizarem os generais, banalizam igualmente toda a instituição das FAA (Forças Armadas Angolanas). E essas eram as instituições mais fortes do país, porque os ministros são auxiliares do Presidente, os governadores são fantasmas lunares que aparecem consoante as fases, e os empresários são prisioneiros do Estado. Mais não digo.

A única instituição que aumenta o seu poder a cada dia é a segurança. Com isso refiro-me aos serviços de inteligência e à polícia que, embora devesse ser republicana, é constantemente acusada de partidarismo. Contudo, pouco se percebe, mesmo que muito se diga, sobre a segurança, os seus agentes e a sua atuação. Uns dizem que é ela quem sustenta o governo de João Lourenço; outros afirmam que é ela quem está por detrás da destruição do MPLA. A verdade é que não se sabe.

Os conflitos internos do MPLA têm vários antecedentes. Claro que o mais grave e mais recente foi a morte do Presidente José Eduardo dos Santos. Mas hoje ouvimos a Procuradoria-Geral da República iniciar uma ação contra o General Higino Carneiro, um quadro histórico do MPLA e, inclusive, fundador das FAA (Forças Armadas Angolanas).

Compreendemos todos que, depois de tantos anos e perante uma cultura política marcada por roubos e saques ao erário público, possam existir razões para escrutínio. Mas o que mancha e descredibiliza as instituições é a pergunta inevitável: por que agora e não antes? Por que agora, depois de confirmada a sua condição de pré-candidato à liderança do MPLA?

Os tribunais e a Procuradoria são instituições de todos nós. Elas representam a nossa seriedade e o nosso prestígio enquanto Estado. Os problemas de um partido não podem, nem devem, manchar todo o povo angolano.

A prática de instrumentalização das instituições não é nova, mas penso que até um leão carnívoro não comeria a sua própria cria. Esta atitude é grave e representa um sinal muito perigoso.

“Eles serão capazes de tudo pelo poder.” E farão tudo pelo poder.

Assim, eu, Edgar Kapapelo, peço a todos os nossos amigos espalhados pelo mundo que pensem em nós e que, quando for necessário e lhes for possível, nos ajudem

A Banalização das Instituições em AngolaOs riscos da instrumentalização da justiça e das instituições do Estado.Ao banal...
26/06/2026

A Banalização das Instituições em Angola

Os riscos da instrumentalização da justiça e das instituições do Estado.

Ao banalizarem o ex-Presidente José Eduardo dos Santos, banalizaram também a
instituição Presidência da República e toda a pouca credibilidade que ainda lhe restava.
Ao banalizarem os generais, banalizam igualmente toda a instituição das FAA (Forças
Armadas Angolanas). E essas eram as instituições mais fortes do país, porque os ministros
são auxiliares do Presidente, os governadores são fantasmas lunares que aparecem
consoante as fases, e os empresários são prisioneiros do Estado. Mais não digo.
A única instituição que aumenta o seu poder a cada dia é a segurança. Com isso refiro-me
aos serviços de inteligência e à polícia que, embora devesse ser republicana, é
constantemente acusada de partidarismo. Contudo, pouco se percebe, mesmo que muito se
diga, sobre a segurança, os seus agentes e a sua atuação. Uns dizem que é ela quem
sustenta o governo de João Lourenço; outros afirmam que é ela quem está por detrás da
destruição do MPLA. A verdade é que não se sabe.
Os conflitos internos do MPLA têm vários antecedentes. Claro que o mais grave e mais
recente foi a morte do Presidente José Eduardo dos Santos. Mas hoje ouvimos a
Procuradoria-Geral da República iniciar uma ação contra o General Higino Carneiro, um
quadro histórico do MPLA e, inclusive, fundador das FAA (Forças Armadas Angolanas).
Compreendemos todos que, depois de tantos anos e perante uma cultura política marcada
por roubos e saques ao erário público, possam existir razões para escrutínio. Mas o que
mancha e descredibiliza as instituições é a pergunta inevitável: por que agora e não antes?
Por que agora, depois de confirmada a sua condição de pré-candidato à liderança do
MPLA?
Os tribunais e a Procuradoria são instituições de todos nós. Elas representam a nossa
seriedade e o nosso prestígio enquanto Estado. Os problemas de um partido não podem,
nem devem, manchar todo o povo angolano.
A prática de instrumentalização das instituições não é nova, mas penso que até um leão
carnívoro não comeria a sua própria cria. Esta atitude é grave e representa um sinal muito
perigoso.
"Eles serão capazes de tudo pelo poder.
" E farão tudo pelo poder.
Assim, eu, Edgar Kapapelo, peço a todos os nossos amigos espalhados pelo mundo que
pensem em nós e que, quando for necessário e lhes for possível, nos ajudem. Edgar Kapapelo

21/06/2026

👉Francisco Teixeira e comitiva do MSM sofrem ataque em Malanje

A comitiva do Movimento Cívico para a Mudança (MSM), liderada por Francisco Teixeira, terá sido alvo de um ataque na tarde deste domingo, no momento em que entrava na província de Malanje. De acordo com informações preliminares divulgadas pelo próprio movimento, os alegados autores do ataque são jovens identificados como membros da JMPLA em Malanje. Há registo de feridos no local, embora o número de vítimas e a gravidade dos ferimentos ainda não tenham sido oficialmente confirmados. Os membros do MSM aguardam esclarecimentos por parte das entidades competentes sobre o sucedido.

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