Liga da Mulher Angolana - LIMA

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A LIMA, Organização feminina do Partido UNITA, foi criada a 18 de Junho de 1972, 8ª Conferência do Partido, no Massivi, Província do Moxico e ratificada pelo 3º Congresso Ordinario da UNITA, em 1973.

23/09/2026
23/09/2026
A CARNE E A LEALDADE: MEMBROS DA OMA - ORGANIZAÇÃO DA MULHER ANGOLANA, DISPUTAM PEDAÇO DE CARNE "Reflexão sobre a crise ...
16/09/2026

A CARNE E A LEALDADE: MEMBROS DA OMA - ORGANIZAÇÃO DA MULHER ANGOLANA, DISPUTAM PEDAÇO DE CARNE
"Reflexão sobre a crise das famílias angolanas e a fidelidade partidária que sobrevive à própria fome"
Luanda — Um vídeo que circula nas redes sociais angolanas mostra militantes do MPLA, partido no poder desde a independência do país em 1975, disputando fisicamente um pedaço de carne. As imagens, publicadas pela página GOTA TV no Facebook e classificadas como "escândalo", somaram centenas de partilhas e comentários em poucas horas — e reacenderam o debate sobre a relação entre a base partidária e o topo.
A cena, embora pontual, tornou-se símbolo de um fenômeno mais amplo: a degradação das condições de vida das famílias angolanas e a permanência, mesmo assim, de uma militância fiel ao partido que está no poder há cinco décadas.
O contexto: famílias sob pressão
A crise econômica em Angola tem atingido de forma severa o orçamento das famílias. O país, apesar de ser um dos maiores produtores de petróleo da África subsaariana e detentor de vastas reservas de diamantes, convive com altos índices de pobreza, desemprego juvenil elevado e um custo de vida que figura entre os mais altos do continente — com Luanda a figurar recorrentemente em rankings internacionais das cidades mais caras do mundo.
Para a maioria das famílias, a realidade traduz-se em dificuldades concretas: salários que não acompanham a inflação, cestas básicas cada vez mais restritas, falta de acesso regular a água potável e energia elétrica, e um mercado de trabalho formal incapaz de absorver os jovens que saem das universidades.
O fenômeno da lealdade partidária vs fome
O episódio do vídeo coloca em evidência uma questão sociológica e política recorrente no país: por que parcela significativa da base militante do MPLA continua a defender publicamente o regime, mesmo quando ela própria enfrenta carências materiais visíveis causadas pelas políticas erradas do governo sustentado pelo mesmo
Partido ao qual se mantêm fiéis?
Analisam -se e apontam -se vários fatores: a dependência de esquemas de distribuição de benefícios ligados ao partido, a ausência de alternativas econômicas fora das estruturas partidárias, e o peso histórico de uma cultura política forjada durante décadas de partido único. O resultado, observam, é um ciclo em que a fidelidade é recompensada com migalhas que a sustentam.
As imagens da disputa pela carne ilustram esse circuito com crueza: numa mesa em que os dirigentes se servem primeiro, a base divide o restante. E, no dia seguinte, parte dessa mesma base regressa às redes sociais para defender a estabilidade política do país.
ENTRE A INDIGNAÇÃO E A RESIGNAÇÃO
Para muitos, a cena representa a "vergonha de um sistema" que transformou o militante em dependente. Para outros, trata-se de um episódio isolado que não deve ser usado como instrumento de ataque político.
O que parece consensual é o diagnóstico de fundo: a crise das famílias angolanas é estrutural, e nenhum episódio viral, por mais simbólico que seja, a resolverá.
Contexto adicional: O vídeo circula num período em que a diplomacia angolana conquista visibilidade internacional — o presidente João Lourenço foi mediador no conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda e participou num fórum realizado na Casa Branca em dezembro, ao lado do Presidente norte-americano Donald Trump.
O contraste entre o protagonismo externo do Estado e a precariedade interna das famílias tem sido, aliás, um dos eixos centrais da crítica política no país.

Presidente Nacional da LIMA, Antonieta Cesaltina Fragoso Kulanda.

🙏PERDÃO | Neste domingo, o Evangelho coloca-nos diante de uma pergunta que não podemos evitar: quantas vezes devemos per...
13/09/2026

🙏PERDÃO | Neste domingo, o Evangelho coloca-nos diante de uma pergunta que não podemos evitar: quantas vezes devemos perdoar? Cristo responde-nos sem estabelecer limites, porque a misericórdia de Deus não conhece a aritmética da vingança.

Também Angola precisa de reaprender a perdoar. Não para esquecer as feridas, nem para absolver a injustiça, mas para impedir que a dor se transforme em ódio e que o passado continue a governar o futuro. O perdão é força de quem escolhe reconstruir, reconciliar e servir.

Como cristão e político, acredito que a nossa missão é transformar a política num instrumento de dignidade, justiça e fraternidade. Precisamos de uma Angola onde ninguém seja inimigo por pensar diferente e onde o poder sirva o povo.

Que Deus abençoe Angola e todos os angolanos.

Vamos avançar,⏩ Líder da alternância politica em Angola
09/09/2026

Vamos avançar,⏩ Líder da alternância politica em Angola

📌 COMUNICADO FINALSob orientação do Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, realizou-se, no dia 4 de Setembro de 20...
05/09/2026

📌 COMUNICADO FINAL

Sob orientação do Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, realizou-se, no dia 4 de Setembro de 2026, na Sala de Reuniões do Secretariado Provincial do Partido no Uíge, a IV Reunião Ordinária do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, que apreciou a situação política nacional, internacional e a vida interna do Partido.

O Comité Permanente adoptou o discurso de abertura da IV Reunião Ordinária do Comité Permanente e o Informe do Presidente Adalberto Costa Júnior, como instrumentos de trabalho, extraindo deles os modelos a serem replicados no País. As Sessões de trabalho foram exaustivas com calorosos debates e torna público o seguinte:

I. SOBRE A SITUAÇÃO POLÍTICA NACIONAL

1. O Comité Permanente analisou a actual situação política nacional e manifestou profunda preocupação em decorrência dos crimes políticos e de restrição das liberdades fundamentais, com particular destaque para os recentes acontecimentos registados nas Províncias do Uíge e do Moxico-Leste.

2. Neste contexto, o Comité Permanente condenou os referidos crimes e reafirmou a necessidade de ser garantido um ambiente político verdadeiramente plural, democrático e inclusivo, sobretudo nesta fase em que o País se aproxima das Eleições Gerais de 2027.

3. O Comité Permanente entende que a estabilidade nacional deve assentar no respeito pela Constituição, pelo Estado de Direito, pelos direitos e liberdades fundamentais e pela observância do princípio de igualdade de tratamento entre todos os actores políticos.

4. O Comité Permanente tomou boa nota sobre a recente comunicação Pastoral da CEAST, relativa aos acontecimentos do Uíge e do Moxico-Leste. A este respeito, o Comité Permanente reiterou o seu compromisso com o diálogo, com a paz e a genuína e verdadeira reconciliação nacional, cuja consolidação e aprofundamento passam pelo diálogo franco, aberto e permanente, como mecanismo privilegiado de resolução de quaisquer contradições.

5. O Comité Permanente encoraja os angolanos a continuarem o debate sobre o Pacto de Estabilidade, instrumento fundamental para a promoção de um Estado efectivamente decmocrático, livre e próspero.

6. O Comité Permanente apela as instituições envolvidas no processo de actualização de registo eleitoral e de atribuição de Bilhetes de Identidade nas zonas rurais e nos bairros desfavorecidos para a necessidade de dinamizar e aumentar o número de brigadas. A título de exemplo citamos as dificuldades nos Municípios do Chitado, Província do Cunene, do Golungo Alto, na Provcíncia do Cuanza Norte e tantos outros pelo País.

II. SOBRE A SITUAÇÃO INTERNACIONAL E A DIPLOMACIA PARTIDÁRIA

1. O Comité Permanente aplaude as iniciativas diplomáticas desenvolvidas pelo Presidente do Partido e considera importante a continuidade e o reforço da diplomacia partidária, com vista à projecção internacional das posições da UNITA sobre o modélo de cooperação, crescimento e desenvolvimento económico de Angola, baseado na reciprocidade de vantragens e no direito internacional, democracia, os direitos humanos, a reconciliação nacional e o processo eleitoral de 2027.

2. O Comité Permanente, reiterou a importância da observação eleitoral internacional independente, abrangente e credível, que deve acompanhar todas as fases do processo eleitoral.

​III. SOBRE A VIDA INTERNA DO PARTIDO​

1. O Comité Permanente apreciou e aprovou:
a) O Relatório de Actividades do Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política, referente aos meses de Junho, Julho e Agosto de 2026;
b) O Plano de Actividades para os meses de Setembro, Outubro e Novembro de 2026.

2. O Comité Permanente reiterou o compromisso da UNITA com a consolidação da Ampla Frente Patriótica para a Alternância do Poder, enquanto espaço de convergência de cidadãos, organizações e forças democráticas comprometidos com uma mudança pacífica, democrática, inclusiva e constitucional.

3. O Comité Permanente apela aos militantes, simpatizantes e cidadãos angolanos para que participem activamente na sensibilização dos cidadãos em idade eleitoral para a actualização dos seus dados eleitorais, como condição essencial para o exercício pleno do direito de voto em 2027.

4. Finalmente, o Comité Permanente saúda a forma alegre e afectiva como a população da Província do Uíge recebeu a Direcção do Partido no pretérito dia 03 de Setembro de 2026, como uma demonstração clara e inequívoca do seu apoio incondicional à UNITA para a vitória de 2027.

Uíge, 4 de Setembro de 2026

O COMITÉ PERMANENTE DA COMISSÃO POLÍTICA DA UNITA

“A política também se faz assim: olhos nos olhos, sem barreiras e junto do povo. Uma liderança próxima, uma juventude pr...
03/09/2026

“A política também se faz assim: olhos nos olhos, sem barreiras e junto do povo. Uma liderança próxima, uma juventude presente e a esperança de construir uma Angola para todos.”

📍NOTA DE IMPRENSA | O Secretariado Nacional da Comunicação e Marketing da UNITA comunica que terá lugar na cidade do Uíg...
01/09/2026

📍NOTA DE IMPRENSA | O Secretariado Nacional da Comunicação e Marketing da UNITA comunica que terá lugar na cidade do Uíge, nesta sexta-feira, 4 de Setembro de 2026, a 4.ª Reunião Ordinária do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA.

A reunião decorrerá sob o lema “Com Unidade e Inclusão, Realizar a Alternância do Poder em 2027, UNITA — a Esperança dos Angolanos” e será dedicada à análise da situação política, social e económica do País e, em particular, sobre o desempenho do Partido durante os meses de Junho, Julho e Agosto do ano em curso.

O encontro inscreve-se no quadro do regular funcionamento dos Órgãos de Direcção da UNITA.

Luanda, 1 de Setembro de 2026

O SECRETARIADO NACIONAL DA
COMUNICAÇÃO E MARKETING DA
UNITA

Endereço

Rua Frederico Welwitcha N82, Maculusso
Luanda

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