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27.º Domingo do Tempo ComumEvangelho: Mateus 21, 33-43O Evangelho deste domingo apresenta-nos a parábola dos vinhateiros...
04/10/2026

27.º Domingo do Tempo Comum
Evangelho: Mateus 21, 33-43
O Evangelho deste domingo apresenta-nos a parábola dos vinhateiros. Deus é o dono da vinha e confia-nos os seus cuidados. Ele oferece-nos dons, oportunidades e responsabilidades, esperando de nós frutos de justiça, amor, solidariedade e fé.
Muitas vezes, recebemos muito de Deus, mas esquecemo-nos de que aquilo que temos não nos pertence de forma absoluta. Somos administradores dos dons que recebemos. A pergunta que este Evangelho nos coloca é: que frutos estamos a produzir com aquilo que Deus colocou nas nossas mãos?
Jesus também nos recorda que a pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angular. Aquilo que é rejeitado pelos homens pode ser precisamente aquilo que Deus escolhe para realizar o seu projecto. Cristo é essa pedra angular: é n’Ele que a nossa vida encontra sentido e fundamento.
Que neste domingo saibamos olhar para a nossa própria “vinha” — a nossa família, comunidade, trabalho, Igreja e sociedade — e perguntar: estamos a cuidar dela ou apenas a usufruir dos seus frutos?
Que a nossa fé não permaneça apenas nas palavras. Que se transforme em gestos concretos de amor, serviço, justiça e esperança.
Senhor, ajuda-nos a cuidar da vinha que nos confiaste e a produzir frutos que testemunhem o teu amor. Amém.

ESPERAR QUANDO A VIDA PARECE DIFÍCIL“A esperança age como o profundo impulso que nos faz caminhar no meio das dificuldad...
03/10/2026

ESPERAR QUANDO A VIDA PARECE DIFÍCIL

“A esperança age como o profundo impulso que nos faz caminhar no meio das dificuldades, que não nos faz desistir no cansaço da viagem.”

Estas palavras são do Papa Leão XIV, na Audiência Geral de 26 de Novembro de 2025, dedicada ao tema “Esperar na vida para gerar vida”.

O Santo Padre recorda-nos que a esperança não significa viver sem problemas ou acreditar que tudo será fácil. Pelo contrário, significa continuar a caminhar mesmo quando a estrada se torna difícil.

Há momentos em que o cansaço toma conta de nós. Há dias em que as respostas parecem não chegar, as portas permanecem fechadas e aquilo que tanto esperamos parece cada vez mais distante.

É justamente nesses momentos que a esperança se torna necessária.

Leão XIV recorda-nos que “a vida invoca um sentido, um rumo, uma esperança” e que esperar significa confiar e entregar-nos ao amor de Deus.

Mas talvez a pergunta para nós, hoje, seja:

O que fazemos quando a esperança começa a faltar?

Continuamos a rezar?

Continuamos a acreditar?

Continuamos a fazer o bem, mesmo sem vermos imediatamente os frutos?

A fé cristã ensina-nos que Deus não está presente apenas nos momentos de vitória. Ele também caminha connosco nos momentos de silêncio, de espera, de dor e de incerteza.

Na sua mensagem para o IX Dia Mundial dos Pobres, Leão XIV recorda, a partir do Salmo 71, que “Tu és a minha esperança, ó Senhor Deus”, e afirma que, no meio das provações, a esperança é alimentada pela certeza do amor de Deus.

Talvez hoje alguém esteja cansado de esperar.

Alguém esteja a pensar em desistir.

Alguém esteja a atravessar uma situação que ninguém conhece.

Se for esse o seu caso, não deixe que o momento presente lhe faça esquecer que a história ainda não terminou.

Continue.

Reze.

Confie.

Faça a sua parte.

E, mesmo que ainda não consiga ver o caminho inteiro, dê o próximo passo.

Porque, como nos recorda o Papa Leão XIV, a esperança é aquilo que nos ajuda a caminhar.

Senhor, fortalece a nossa esperança e ensina-nos a confiar em Ti, sobretudo quando a caminhada se torna difícil.

CÁRITAS EXPLICAFamília: lugar de proteção, cuidado e respeitoQuando pensamos em família, pensamos em casa, em afeto, em ...
02/10/2026

CÁRITAS EXPLICA

Família: lugar de proteção, cuidado e respeito

Quando pensamos em família, pensamos em casa, em afeto, em cuidado, em pessoas que caminham juntas. É na família que, muitas vezes, aprendemos as primeiras palavras, os primeiros gestos de carinho e também os valores que levamos para a vida.

Por isso, a família não deve ser apenas um lugar onde vivemos. Deve ser um espaço onde cada pessoa se sente respeitada, protegida e valorizada.

A Igreja tem chamado atenção para esta dimensão da família. O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, apresentou a família como uma das primeiras e mais importantes vias da vida humana.

Mas uma família também pode enfrentar dificuldades. E quando dentro de casa existem agressões, humilhações, ameaças ou outras formas de violência, aquele que deveria ser um espaço de segurança pode transformar-se num espaço de sofrimento.

O Papa Francisco foi directo sobre esta questão na Amoris laetitia. Ao falar sobre a realidade das mulheres, condenou a violência verbal, física e sexual e os maus-tratos familiares, sublinhando que essas práticas contradizem a própria natureza da união conjugal.

E há uma ideia importante aqui: violência doméstica não é um assunto que deve ser escondido por acontecer dentro de casa.

Prevenir começa por reconhecer que ninguém deve ser maltratado em nome do amor, do casamento, da autoridade ou das relações familiares.

O próprio Papa Francisco, ao falar sobre a não-violência, defendeu que a família deve ser um espaço onde os conflitos sejam enfrentados através do diálogo, do respeito, da misericórdia e da procura do bem do outro — e não pela força.

Também o Papa João Paulo II falou sobre a dignidade das mulheres e denunciou formas de abuso e domínio, recordando a necessidade de uma atitude de respeito, acolhimento e ternura.

Mais recentemente, o Papa Leão XIV voltou a chamar atenção para a família como um bem social fundamental e, numa intervenção de 2026, referiu expressamente a violência doméstica entre as realidades que atingem famílias frágeis e sofredoras.

Por isso, proteger a família também significa proteger as pessoas que fazem parte dela.

Significa ensinar os nossos filhos a respeitar.
Significa promover relações baseadas no diálogo.
Significa não normalizar a violência.
Significa não silenciar quem sofre.
E significa procurar ajuda quando uma situação ultrapassa aquilo que a família consegue resolver sozinha.

A comunidade também tem um papel. A paróquia, a escola, as organizações sociais, as instituições públicas, os líderes comunitários e religiosos podem ajudar a criar espaços de escuta, orientação, prevenção e encaminhamento.

Porque uma comunidade que protege não pergunta apenas: “O que aconteceu?”

Também pergunta:

“Como podemos ajudar?”

A família deve ser um lugar onde se aprende a amar. E amar nunca deve significar ferir, humilhar ou dominar.

Proteger a família é proteger a dignidade de cada pessoa que dela faz parte.

OUTUBRO ROSA: A PREVENÇÃO É O MELHOR CAMINHOO mês de Outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa, uma iniciativa de sen...
01/10/2026

OUTUBRO ROSA: A PREVENÇÃO É O MELHOR CAMINHO
O mês de Outubro é marcado pela campanha Outubro Rosa, uma iniciativa de sensibilização para a prevenção, o diagnóstico precoce e o cuidado com a saúde da mulher, particularmente no que diz respeito ao cancro da mama.
A Cáritas de Angola junta-se a esta campanha com uma mensagem de consciencialização: cuidar da saúde é também um acto de amor, responsabilidade e valorização da vida.
Conhecer o próprio corpo e estar atenta a possíveis alterações é um passo importante. Caroços ou espessamentos na mama, alterações no tamanho ou formato, mudanças na pele ou no mamilo e secreções anormais são alguns dos sinais que devem ser avaliados por um profissional de saúde.
A prevenção passa também pelo acompanhamento médico e pela procura atempada dos serviços de saúde. Dependendo da idade, dos factores de risco e das orientações médicas, podem ser recomendados exames de rastreio, como a mamografia. Por isso, manter consultas regulares e procurar orientação profissional é fundamental.
Adoptar hábitos de vida saudáveis, manter uma alimentação equilibrada e praticar actividade física são igualmente formas de cuidar da saúde e reduzir alguns factores de risco.
Neste Outubro Rosa, a Cáritas de Angola incentiva todas as mulheres a não ignorarem os sinais do seu corpo, a procurarem informação segura e a recorrerem aos serviços de saúde sempre que necessário.
Prevenir é cuidar. Procurar ajuda atempadamente é proteger a vida.
Que este Outubro Rosa seja também um momento de fé, esperança e persistência, lembrando-nos de que cuidar de si é um gesto de amor e que nenhuma mulher deve caminhar sozinha.
Juntas, somos mais fortes!

30/09/2026

Já se perguntou quem está por detrás da Direcção Geral da Cáritas de Angola?

Neste vídeo, apresentamos os rostos e os nomes de quem, todos os dias, planeia, coordena e apoia a nossa acção em todo o país. Cada um com a sua função, todos com o mesmo espírito de serviço.

A todos os colaboradores da Direcção Geral, o nosso reconhecimento e gratidão pelo empenho e dedicação.

Partilhe esta mensagem e ajude-nos a dar a conhecer quem faz a Cáritas chegar a quem mais precisa.

CÁRITAS DE ANGOLA: UMA MISSÃO QUE COLOCA A PESSOA NO CENTROMais do que responder às necessidades imediatas, a Cáritas pr...
29/09/2026

CÁRITAS DE ANGOLA: UMA MISSÃO QUE COLOCA A PESSOA NO CENTRO
Mais do que responder às necessidades imediatas, a Cáritas procura promover a dignidade, a autonomia e a participação das pessoas e comunidades.
Num contexto marcado por diferentes formas de vulnerabilidade social, falar de solidariedade é também falar de responsabilidade, dignidade e compromisso com o próximo.
É neste espaço que se insere a missão da Cáritas de Angola, enquanto expressão social da Igreja Católica, ao serviço das pessoas e comunidades, particularmente das que se encontram em situações de maior vulnerabilidade.
O seu trabalho não se limita à assistência. A Cáritas procura também contribuir para que as pessoas tenham acesso a oportunidades, desenvolvam capacidades, conheçam os seus direitos e participem activamente na construção de soluções para os desafios que enfrentam.
Ajudar é importante. Mas caminhar com as pessoas, escutá-las e criar condições para que possam transformar a sua própria realidade também faz parte da solidariedade.
Por isso, a missão da Cáritas passa pela promoção humana, pela inclusão, pela defesa da dignidade e pelo fortalecimento das comunidades.
Mais do que uma resposta para as dificuldades do presente, é um compromisso com um futuro em que cada pessoa possa viver com dignidade e participar na sociedade.
Cáritas de Angola — ao serviço da pessoa, da comunidade e da esperança.

Toda criança merece uma infância que a faça sonharUma criança não precisa apenas de alimento, roupa ou abrigo. Precisa t...
28/09/2026

Toda criança merece uma infância que a faça sonhar
Uma criança não precisa apenas de alimento, roupa ou abrigo. Precisa também de tempo para brincar, de alguém que a escute, de segurança para crescer e de oportunidades para descobrir o seu potencial.
Por detrás de cada criança existe uma história, um sonho e um futuro que ainda está a ser construído. Por isso, proteger uma criança é também proteger as possibilidades que ela carrega dentro de si.
Quando uma criança é privada da escola, exposta à violência, obrigada a trabalhar ou cresce sem os cuidados de que necessita, não estamos apenas diante de uma dificuldade do presente. Estamos diante de uma infância que pode estar a ser interrompida.
Cuidar das crianças é responsabilidade da família, da comunidade, das instituições e de toda a sociedade.
Porque toda criança tem direito a crescer com dignidade, a ser protegida, ouvida e respeitada.
Proteger uma criança hoje é ajudar a construir o adulto e a sociedade de amanhã.

📖 Domingo, 27 de Setembro de 202626.º Domingo do Tempo ComumEvangelho: Mateus 21, 28-32Reflexão: Mais do que dizer “sim”...
27/09/2026

📖 Domingo, 27 de Setembro de 2026
26.º Domingo do Tempo Comum
Evangelho: Mateus 21, 28-32
Reflexão: Mais do que dizer “sim”, é preciso viver o nosso “sim”
No Evangelho deste domingo, Jesus apresenta-nos a parábola de dois filhos: um diz que não vai trabalhar na vinha, mas depois arrepende-se e vai; o outro diz que vai, mas não vai.
A mensagem é simples e profunda: Deus olha para as nossas atitudes, não apenas para as nossas palavras.
Também nós, muitas vezes, dizemos “sim” a Deus, ao próximo e ao serviço, mas nem sempre transformamos esse “sim” em gestos concretos. Por outro lado, podemos errar, afastar-nos ou dizer “não”, mas ter a humildade de reconhecer o erro e mudar de caminho.
Este Evangelho convida-nos, por isso, a olhar para a nossa própria vida:
O nosso “sim” está apenas nas palavras ou também nas nossas atitudes?
Que saibamos transformar a nossa fé em amor, serviço, misericórdia e compromisso com o próximo.
Porque, diante de Deus, não basta dizer “sim”. É preciso viver esse “sim”.

UTILIDADE PÚBLICANA TERCEIRA IDADE, OS DIREITOS CONTINUAMEnvelhecer faz parte da vida. E chegar à terceira idade não sig...
26/09/2026

UTILIDADE PÚBLICA
NA TERCEIRA IDADE, OS DIREITOS CONTINUAM
Envelhecer faz parte da vida. E chegar à terceira idade não significa perder direitos, dignidade ou capacidade de participar na sociedade.
Em Angola, encontramos muitos idosos que continuam a cuidar dos netos, a trabalhar, a participar na vida das suas comunidades e a transmitir conhecimentos e tradições. Mas também existem idosos que enfrentam abandono, violência, negligência, isolamento ou dificuldades no acesso a serviços essenciais.
Por isso, é importante lembrar:
🔹 Um idoso tem direito a ser tratado com respeito e dignidade.
🔹 Tem direito a não sofrer violência, abandono ou maus-tratos.
🔹 Tem direito a ser ouvido e a participar nas decisões que lhe dizem respeito.
🔹 Tem direito a procurar serviços de saúde e outros serviços essenciais, sem ser discriminado por causa da idade.
🔹 Tem direito à protecção da família, da comunidade e das instituições.
🔹 E, sobretudo, não deixa de ser sujeito de direitos porque envelheceu.
Quando um idoso é abandonado, humilhado, privado dos seus bens ou tratado como alguém sem voz, não estamos apenas diante de um problema familiar. Estamos perante uma situação que merece atenção, protecção e encaminhamento adequado.
A idade pode mudar as nossas necessidades, mas não diminui os nossos direitos.
Cuidar dos idosos é reconhecer o seu valor, proteger a sua dignidade e garantir que continuem a fazer parte da nossa sociedade.

Está oficialmente encerrado o tempo de envio de currículos para a vaga de Secretário(a) para apoio à recepção, ao Gabine...
25/09/2026

Está oficialmente encerrado o tempo de envio de currículos para a vaga de Secretário(a) para apoio à recepção, ao Gabinete da Directora-Geral e às tarefas administrativas.
A proxima etapa está reservada para a avaliação dos currículos.
Siga a nossa página e fique atento às próximas publicações.
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