22/05/2026
4° Curso de Estudos Africanos:
Impacto dos Conflitos Contemporâneos Globais e Regionais nos Estados Africanos
(Implicações Estratégicas para Angola)
As mudanças geopolíticas e os conflitos internacionais continuam a influenciar o futuro de África no geral e de Angola em particular.
S. Excia Embaixador Miguel Bembe, vai abordar sobre: Visão da União Africana sobre os Conflitos contemporâneos, globais e regionais em Africa.
Uma abordagem essencial para compreender os cenários actuais e desenvolver uma visão estratégica sobre África e Angola.
Faça já a sua inscrição.
❗Atenção: Vagas limitadas❗
De 25 à 29 de Maio
Contactos: +244 929 883 991 | 929 883 993
22/05/2026
4° Curso de Estudos Africanos:
Impacto dos Conflitos Contemporâneos Globais e Regionais nos Estados Africanos
(Implicações Estratégicas para Angola)
As mudanças geopolíticas e os conflitos internacionais continuam a influenciar o futuro de África no geral e de Angola em particular.
S. Excia Doutor Patricio Batsikama, vai abordar sobre: Metodologias de Análise Estratégica e Prospectiva
Uma abordagem essencial para compreender os cenários actuais e desenvolver uma visão estratégica sobre África e Angola.
Faça já a sua inscrição.
❗Atenção: Vagas limitadas❗
De 25 à 29 de Maio
Contactos: +244 929 883 991 | 929 883 993
21/05/2026
LEADS DE NOTÍCIAS - IDN
O Exército sudanês anunciou, na sexta-feira, que as suas forças tomaram o controlo da área de Khor Hassan, no estado do Nilo Azul, às Forças de Apoio Rápido (RSF).
Em comunicado, o exército confirmou a “libertação de Khor Hassan, no estado do Nilo Azul, após batalhas com a milícia RSF e os seus aliados do Movimento Popular de Libertação do Sudão-Norte (SPLM-N)". As forças infligiram pesadas baixas e perdas de equipamento à milícia rebelde, referiu o comunicado. Khor Hassan possui importância geoestratégica, pois aproxima o exército da retoma do controlo da cidade de Kurmuk, que se encontra junto à fronteira com a Etiópia.
Nas últimas semanas, o Nilo Azul tem assistido a confrontos crescentes que levaram à deslocação de milhares de pessoas de diversas áreas e cidades dentro do estado. O Sudão enfrenta uma das piores crises humanitárias do mundo desde que a guerra eclodiu em Abril de 2023 entre o exército e as RSF devido a uma disputa sobre a integração da força paramilitar nas forças armadas. O conflito provocou fome, matou dezenas de milhares de pessoas e desalojou milhões de outras.
Duas semanas de intensos confrontos no Sul do Sudão fizeram mais de 61 mortos, incluindo nove crianças, informou ontem um grupo médico local. Os combates fazem parte de uma guerra maior que assola o país africano desde 2023.
Ler mais em: jornaldeangola.ao
21/05/2026
CURSO DE ESTUDOS AFRICANOS — IDN
Como os conflitos globais e regionais estão a transformar África?
E o que isso significa para Angola?
O Instituto de Defesa Nacional apresenta uma formação estratégica avançada para decisores civis e militares.
🎯 O que vais explorar
• Competição entre grandes potências e impactos no continente
• Conflitos contemporâneos e implicações político‑militares
• Efeitos económicos e geoeconómicos
• Reconfiguração diplomática e novas alianças
• Riscos e oportunidades estratégicas para Angola
📅 Duração
5 dias · 20 horas · 6 módulos estratégicos
🎓 Certificação
Certificado oficial do IDN.
Formação essencial para reforçar a capacidade nacional de análise e resposta estratégica.
21/05/2026
4° Curso de Estudos Africanos:
Impacto dos Conflitos Contemporâneos Globais e Regionais nos Estados Africanos
(Implicações Estratégicas para Angola)
As mudanças geopolíticas e os conflitos internacionais continuam a influenciar o futuro de África no geral e de Angola em particular.
S. Excia Eng. Alberto Mendes, vai abordar sobre: Impactos Económicos e Geo-Económicos
Uma abordagem essencial para compreender os cenários actuais e desenvolver uma visão estratégica sobre África e Angola.
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De 25 à 29 de Maio
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20/05/2026
LEAD DE NOTÍCIAS
O Comandante do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, Capitão de Fragata Anselmo Azevedo da Silva, destacou a importância da cooperação entre o Brasil e Angola durante a recepção oficial realizada a bordo da embarcação, atracada no Porto de Luanda.
O Oficial deu as boas-vindas às autoridades civis e militares presentes e agradeceu pela disponibilidade em participar no encontro, marcado pelo reforço das relações históricas e estratégicas entre os dois países.
Durante o discurso, o Comandante recordou que o Brasil foi o primeiro país a reconhecer a Independência de Angola, em 11 de Novembro de 1975, gesto que simbolizou o apoio brasileiro ao processo de autonomia política angolana e consolidou uma relação de irmandade entre as duas nações.“Brasil e Angola se defrontam através da fronteira do Atlântico Sul e encaram-se como irmãos com uma história colonial compartilhada”, afirmou o comandante, ressaltando que os dois países mantêm cooperação em diversos sectores, como negócios, defesa e indústria agropecuária.
20/05/2026
VOCÊ SABIA?
Que muitos países perdem relevância estratégica por falta de visão geopolítica?
Num cenário marcado por conflitos e alianças internacionais, compreender os movimentos globais tornou-se essencial para pensar o futuro de Angola.
O 4° Curso de Estudos Africanos surge como uma oportunidade para aprofundar conhecimentos sobre geopolítica, segurança e os desafios estratégicos de África e Angola.
Faça já a sua inscrição.
❗ Vagas limitadas ❗
20/05/2026
4° Curso de Estudos Africanos:
Impacto dos Conflitos Contemporâneos Globais e Regionais nos Estados Africanos
(Implicações Estratégicas para Angola)
As mudanças geopolíticas e os conflitos internacionais continuam a influenciar o futuro de África no geral e de Angola em particular.
S. Excia Brigadeiro Daniel R. Saviemba, vai abordar sobre: Impactos Político-Militares dos Conflitos Contemporâneos
Uma abordagem essencial para compreender os cenários actuais e desenvolver uma visão estratégica sobre África e Angola.
Faça já a sua inscrição.
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De 25 à 29 de Maio
Contactos: +244 929 883 991 | 929 883 993
🇦🇴
19/05/2026
4° Curso de Estudos Africanos:
Impacto dos Conflitos Contemporâneos Globais e Regionais nos Estados Africanos
(Implicações Estratégicas para Angola)
As mudanças geopolíticas e os conflitos internacionais continuam a influenciar o futuro de África no geral e de Angola em particular.
S. Excia Brigadeiro Franscisco Ramos da Cruz, vai abordar sobre: Enquadramento Geopolítico de Angola e Inserção Regional
Uma abordagem essencial para compreender os cenários actuais e desenvolver uma visão estratégica sobre África e Angola.
Faça já a sua inscrição.
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De 25 à 29 de Maio
Contactos: +244 929 883 991 | 929 883 993
19/05/2026
LEADS DE NOTÍCIAS - IDN
O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), General de Aviação Altino dos Santos, exaltou o moral alto e a prontidão dos militares, na província da Huíla, após visita de quatro dias à Região Militar Sul.
“O ânimo das tropas é bom, o moral é alto e estão em condições de cumprir a missão”, disse o general de aviação aos jornalistas na cidade do Lubango, citado pela Angop, quando fazia o balanço de jornada de trabalho ao Sul de Angola.
Altino dos Santos exortou a tropa a manter-se vigilante na preparação e a investir na contínua formação, um desafio já assumido pelas FAA, dado que o conhecimento é um factor fundamental, por ser a base que garante a prontidão e a eficiência.
O General de Aviação pediu à tropa para continuar atenta, disciplinada e pronta para cumprir a missão da defesa da pátria e das instituições democráticas, garantindo a estabilidade e a segurança que permitam o desenvolvimento harmonioso de Angola.
A visita de ajuda e controlo do Chefe de Estado-Maior General das FAA à província da Huíla cingiu-se nas subunidades de subordinação regional nos municípios do Lubango, Matala e Jamba Mineira, e manteve contacto com as tropas. Além da Huíla, Altino dos Santos visitou, igualmente, os municípios de Ondjiva e Cahama, província do Cunene, com a mesma finalidade.
Fonte: Jornal de Angola
18/05/2026
Infraestruturas Críticas: Resiliência e Estratégia para o MININT
Pergunta de Partida
Até que ponto as infraestruturas do MININT estão preparadas para assegurar a continuidade operacional perante cenários de crise prolongada, sabotagem ou ciberataques?
Objectivo Geral
Analisar a relevância da resiliência estratégica e propor a adopção de modelos preventivos, descentralizados e integrados para a protecção das infraestruturas críticas do MININT.
Metodologia
Estudo de natureza qualitativa e aplicada, baseado no método analítico-sintético e na análise documental normativa e estratégica.
Resumo
Num contexto internacional marcado por ameaças híbridas, instabilidade geopolítica e crescente dependência tecnológica, a protecção de infraestruturas críticas tornou-se um elemento central da soberania dos Estados.
O presente artigo analisa a importância da resiliência estratégica das infraestruturas do Ministério do Interior (MININT), destacando a necessidade de adopção de modelos preventivos, descentralizados e integrados de segurança institucional.
Palavras-chave
Infraestruturas Críticas; Resiliência Estratégica; Segurança Nacional; Continuidade Operacional; MININT.
Desenvolvimento
A crescente complexidade das ameaças contemporâneas obriga os Estados a repensarem os seus mecanismos de protecção institucional. Alertas recentes de líderes africanos sobre a centralidade das infraestruturas críticas evidenciam que a segurança nacional já não se limita ao domínio militar convencional.
Neste contexto, importa reflectir sobre o nível de preparação das infraestruturas do MININT — incluindo centros de comando, esquadras, sistemas de comunicação, bases logísticas e plataformas digitais — para garantir continuidade operacional em cenários de crise prolongada, sabotagem, ciberataques ou falhas sistémicas.
O caso de Estados sujeitos a pressão externa demonstra que a resiliência institucional depende da capacidade de criar sistemas redundantes, descentralizados e operacionais mesmo sob stress extremo. Assim, a lógica contemporânea de segurança exige a transição de modelos reactivos para uma cultura de prevenção estratégica e autonomia operacional.
Para Angola, a dispersão geográfica das capacidades operacionais deve ser encarada como uma vantagem estratégica. A criação de nós regionais com autonomia funcional permitiria que estruturas provinciais do MININT mantivessem capacidade de resposta mesmo em situações de isolamento do centro político-administrativo, reduzindo vulnerabilidades sistémicas.
Paralelamente, a protecção física e a cibersegurança tornaram-se dimensões inseparáveis da defesa institucional.
Actualmente, um ataque cibernético pode produzir impactos equivalentes aos de uma sabotagem física. Assim, infraestruturas físicas, redes digitais, centros de dados e sistemas de comunicação devem ser tratados como um único ecossistema estratégico de segurança.
Neste domínio, a adopção da Matriz CARVER apresenta elevada relevância para a Direcção de Infraestruturas e Equipamentos (DIE), permitindo identificar activos críticos, avaliar vulnerabilidades e orientar investimentos estratégicos.
Importa ainda destacar que o reforço da resiliência institucional constitui não apenas uma necessidade estratégica, mas também um imperativo jurídico. A Lei n.º 15/24, de 7 de Outubro (Lei de Segurança Nacional), reforça a responsabilidade do Estado na protecção de infraestruturas vitais para a segurança nacional e estabilidade institucional. Em conformidade com o Artigo 209.º da Constituição da República de Angola, garantir a continuidade destas infraestruturas significa salvaguardar a soberania e a segurança dos cidadãos.
Conclusão
Conclui-se que o principal desafio contemporâneo não reside apenas na modernização física das infraestruturas, mas sobretudo na construção de uma cultura de resiliência estratégica, preventiva e sustentável, capaz de assegurar a continuidade operacional dos sistemas essenciais do Estado mesmo sob condições adversas.
Referências (APA 7.ª ed.)
Angola. (2010). Constituição da República de Angola. Imprensa Nacional.
Angola. (2024). Lei n.º 15/24, de 7 de Outubro — Lei de Segurança Nacional. Diário da República.
Força de Defesa e Segurança. (2025). Doutrina de Resiliência de Activos Críticos e Gestão de Riscos Sistémicos. Instituto de Defesa Nacional.
Autor: Ivory Augusto da Fonseca Tonga