Arlete Leona Chimbinda

Arlete Leona Chimbinda

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❤️💚Vice Presidente Da UNITA

04/06/2026

COMUNICADO FINAL DO
COMITÉ PERMANENTE DA COMISSÃO POLÍTICA

Sob a presidência de Sua Excelência Eng. Adalberto Costa Júnior, Presidente da UNITA, teve lugar a 3 de Junho de 2026, no Complexo Dr. Jonas Malheiro Savimbi, em Viana, Luanda, a III Reunião Ordinária do Comité Permanente da Comissão Política, para analisar a situação interna do Partido, a situação geral do País bem como as repercussões do contexto mundial sobre Angola e torna público o seguinte:

1- O Comité Permanente da Comissão Política tomou conhecimento do crescimento do Partido pelo País, apesar de vários constrangimentos.

2- O Comité Permanente da Comissão Política condena veementemente os actos de intolerância política que se verificam em vários pontos do País.


3- O Comité Permanente da Comissão Política saudou o 31 de Maio, data que marca o 35º aniversário dos Acordos de Paz para Angola, também conhecidos por Acordos de Bicesse, que deram origem à 2ª República, como Estado Democrático e de Direito.

4- O Comité Permanente da Comissão Política acolheu com satisfação o amplo debate sobre os conteúdos do Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional, facto que faz dele o documento da actualidade.

5- O Comité Permanente da Comissão Política discutiu e aprovou por unanimidade o Relatório de Actividades do Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política referente aos meses de Março, Abril e Maio de 2026.

6- O Comité Permanente da Comissão Política aprovou, de igual modo, o Relatório e Contas referente aos meses de Janeiro a Março de 2026. Outrossim, debateu e aprovou o Plano de Atividades dos meses de Junho, Julho e Agosto de 2026.



7- Não obstante a subida do preço do barril de petróleo no mercado internacional, o Comité Permanente da Comissão Política exprime grande preocupação em relação ao agravamento da crise social e apela o Executivo a tomar medidas para diminuir o sofrimento das populações.

8- Diante da subida do preço do barril de petróleo, o Comité Permanente da Comissão política insta o Executivo angolano a preparar e submeter à Assembleia Nacional o Orçamento rectificativo para o exercício de 2026.


9- O Comité Permanente da Comissão Política exprime grande preocupação em relação à escassez de combustíveis que se verifica em todo País. Insta o Governo para prestar esclarecimento sobre a situação e a tomada de medidas com vista à reposição do seu fornecimento regular.

10- O Comité Permanente da Comissão Política lamenta, profundamente, o estado de insegurança em que os angolanos se encontram, traduzindo-se, infelizmente, afectados pelas enxurradas ocorridas na Província de Benguela e o tratamento indigno aos sinistrados. Outrossim, lamenta também as vítimas do desabamento da mina artesanal de ouro na Província do Bengo e endereça às famílias enlutadas as mais sentidas condolências.


11- O Comité Permanente da Comissão Política presta singela homenagem à vida e obra de Dom Zacarias Kamwenho, Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Lubango e endereça à família enlutada e à Igreja Católica os mais profundos sentimentos de pesar.



12- O Comité Permanente da Comissão Política manifesta sérias reservas em relação ao último censo realizado em Angola pelo facto de vários cidadãos durante o processo de levantamento de dados não terem sido visitados e registados, pondo em causa a credibilidade dos resultados finais do processo censitário.


13- O Comité Permanente verificou com preocupação a incapacidade de atribuição de bilhetes de identidade aos cidadãos, documento principal para o exercício de voto.

14- O Comité Permanente da Comissão Política reitera o seu total engajamento na luta por uma Angola mais democrática, em que os cidadãos se sintam verdadeiramente realizados do ponto de vista político, económico e social.


LUANDA, 3 DE JUNHO DE 2026


O COMITÉ PERMANENTE DA COMISSÃO POLÍTICA DA UNITA

Photos from Adalberto Costa Júnior's post 03/06/2026
03/06/2026
02/06/2026
31/05/2026

DECLARAÇÃO ALUSIVA À ASSINATURA DOS ACORDOS DE BICESSE DO SECRETARIADO EXECUTIVO DO COMITÉ PERMANENTE DA UNITA

2026 – ANO DA CONSOLIDAÇÃO DA AMPLA FRENTE PATRIÓTICA PARA A ALTERNÂNCIA DO PODER

Angola comemora, neste 31 de Maio de 2026, o 35° aniversário dos Acordos de Paz para Angola, assinados em Bicesse, Portugal, entre o Governo da primeira República, pelo Eng.º José Eduardo dos Santos, Presidente da República, e a UNITA, pelo Dr. Jonas Malheiro Savimbi, Presidente Fundador. Esse acordo visava instaurar a paz em Angola por via da erradicação do regime totalitário de Partido-Estado, do respeito pelos direitos e liberdades civis, da fusão dos exércitos FAPLA e FALA num só – as Forças Armadas Angolanas (FAA) – e, fundamentalmente, da instauração de um novo regime político e económico, a democracia, a partir da consagração constitucional de um Estado de democrático de direito.

A data, 31 de Maio de 1991, tem, deste modo, um significado histórico muito importante, porquanto os Acordos de Bicesse estabeleceram os alicerces políticos e jurídicos para a paz, a reconciliação, a unidade nacional e o desenvolvimento do País, que tinha alcançado a sua Independência 16 anos antes, em 1975, e que nunca havia vivido em paz consigo mesmo.
Volvidos 35 anos, constata-se que o Estado democrático de direito foi sequestrado por um Regime que também asfixia as liberdades civis dos angolanos, subverte a democracia e o desenvolvimento do País.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA constata, com preocupação, que a reconciliação nacional, a unidade na diversidade, a tolerância política, o respeito pelas diferenças, a justiça social, a inclusão e a boa governação continuam desígnios nacionais por realizar.

A estabilidade democrática, a realização de eleições livres, justas e transparentes, e a confiança e segurança no futuro continuam adiadas pelos temores, receios e medo de perseguições, razão pela qual a UNITA propõe o Pacto de Estabilidade Democrática e Reconciliação Nacional.

O 35° aniversário dos Acordos de Bicesse ocorre num momento de elevada maturidade da consciência patriótica e política da juventude angolana que, ao longo dos últimos 50 anos, tem sabido impulsionar e gerir positivamente os obstáculos que o Regime tem colocado à concretização do sonho de liberdade, dignidade, prosperidade e felicidade.

A UNITA regozija-se pelo facto histórico de ter contribuído espiritual e materialmente para a mudança do Regime, o que de facto ocorreu no plano formal, constitucional. A sua plena concretização no plano real e material constitui tarefa de todos.

A UNITA lamenta que 35 anos depois da consagração do Estado democrático de direito se registem actos de violação sistemática dos direitos humanos, liberdades e garantias fundamentais, designadamente, do direito à liberdade, direito ao trabalho, direito à educação, saúde e protecção social, direito ao sufrágio, direitos dos detidos e presos e das garantias do processo criminal.
A UNITA enaltece a memória do seu Presidente Fundador, Dr. Jonas Malheiro Savimbi, e de todos os filhos de Angola que dos dois lados do conflito verteram o seu suor e sangue para que as negociações directas entre o Governo e a UNITA tivessem lugar com vista ao estabelecimento do regime democrático em Angola, que é o regime político da paz.

Finalmente, a UNITA insta o Executivo a cumprir as cláusulas dos Acordos de Paz celebrados para que o fim do conflito armado, em 2002, se traduza em paz social, justiça, solidariedade, estabilidade das famílias e empresas angolanas.
O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA manifesta a sua total disponibilidade para dialogar com todas as forças vivas da sociedade em prol de Angola e dos angolanos.

Luanda, 31 de Maio de 2026

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA

30/05/2026

🕊️DOM ZACARIAS KAMWENHO | OBRIGADO

Recebi com profunda consternação a notícia do falecimento de Sua Excelência Reverendíssima Dom Zacarias Kamwenho, Arcebispo Emérito do Lubango, Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento e incansável servidor do Evangelho, da paz e da reconciliação nacional. Um pai na fé, amigo e confidente que se foi.

Dom Zacarias Kamwenho viveu o mandamento de Mateus 5:9: 'Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.' Ele foi essa voz profética que, no silêncio do medo, clamou por justiça.

Angola perde uma das suas mais nobres consciências morais, um conselheiro incansável, um pastor que, à luz do Evangelho, soube erguer a voz em defesa da justiça, da unidade e da esperança nos momentos mais difíceis da nossa história.

O legado do Prémio Sakharov 2001 permanece como um apelo à nossa consciência colectiva para construirmos uma Angola mais justa e fraterna.

Neste momento de profunda dor para a Igreja e para Angola, em nome da UNITA e em meu nome pessoal, apresento as mais sentidas condolências à família enlutada e a toda a Arquidiocese do Lubango. Que o Senhor da vida o receba na Sua glória eterna e conceda co***lo à Igreja, à sua família espiritual e a todos os angolanos que nele encontraram um exemplo de fé, coragem e compromisso com a paz

Descanse em paz, servo bom e fiel

28/05/2026

NOTA DE IMPRENSA

O Secretariado Nacional da Comunicação e Marketing da UNITA vem, por este meio, comunicar que será realizada uma conferência de imprensa as 11:00 desta quinta-feira, dia 28 de Maio de 2026, na sala da Comissão Política, sita no Complexo Dr. Jonas Malheiro Savimbi(ex-Sovsmo), em Viana.

A referida conferência vai tratar dos últimos desenvolvimentos sobre a anotação do XIV Congresso da UNITA, pelo Tribunal Constitucional.

Dada a relevância do assunto, convida os órgãos de comunicação social para dela tomarem parte.

Luanda, 27 de Maio de 2026
O Secretariado Nacional da
Comunicação e Marketing da UNITA

27/05/2026

📍HÁ SOLUÇÕES | Precisamos de investir seriamente na educação, porque nenhuma nação se desenvolve na ignorância. Precisamos de industrializar as nossas economias para deixar de exportar apenas matéria-prima e importar pobreza.

Precisamos de valorizar a agricultura, a ciência, a tecnologia e o talento da juventude africana. Precisamos de tribunais independentes, imprensa livre e eleições transparentes. Precisamos devolver o Estado ao cidadão.

A África não pode continuar a ser um arquipélago de 55 ilhas isoladas. Não podemos ter mercados fragmentados, alfândegas que aprisionam em vez de libertar, e barreiras que impedem a nossa juventude de circular livremente na casa-mãe.

É preciso acelerar a criação de uma verdadeira zona de comércio livre continental, construir corredores logísticos que liguem o Índico ao Atlântico.

A integração económica africana não é uma opção, é um imperativo de sobrevivência. A Área de Livre Comércio Continental Africana representaria um mercado de 1,3 mil milhões de pessoas e uma oportunidade única para impulsionar a industrialização e o comércio intra-africano, servindo tanto a ambição global como a regional.

A isso, associado ao fortalecimento da boa governação são os alicerces para um futuro diferente. Como costumo afirmar, o desenvolvimento sustentável assenta num triângulo sagrado: Democracia, Boa Governação e Conhecimento.

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