27/03/2026
Memorial da Justiça do Trabalho no RS
Preservar, organizar e disponibilizar ao público a documentação da Justiça do Trabalho na 4ª Região - RS, patrimônio da humanidade.
27/03/2026
26/02/2026
| Processos Judiciais Trabalhistas dos Ferroviários em Santa Maria
Em 2025, a Justiça do Trabalho no Brasil completou 82 anos, consolidando seu papel essencial na construção e evolução das relações trabalhistas ao longo da história. Segundo Moraes (2017, p.24), “a consolidação das leis trabalhistas no Brasil é fruto de um processo deflagrado pela gama dos trabalhadores, que de diversas maneiras, em múltiplos setores, buscaram validar as leis promulgadas de forma organizada e agrupada em 1943”.
A pesquisa mapeou os processos trabalhistas da Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS), entre 1943 e 1953 destacando a importância histórica no contexto das relações de trabalho. Essa análise foi fundamental para compreender como se estabeleceram os primeiros processos judiciais trabalhistas, especialmente na cidade de Santa Maria, durante os anos iniciais da CLT. O objetivo foi identificar a causa dos reclamantes para buscar seus direitos e avaliar os resultados desses processos.
O trabalhador Antônio Vicente Astarita ingressou com uma reclamação trabalhista em 1951, após ser dispensado de suas funções como escrituário e controlista de carros, cargo que exerceu por mais de dez anos, de 1939 até 1951. O ferroviário recebia horas extras, porém, a direção da VFRGS visando economia, resolveu cortar gastos. Astarita pedia seus valores de hora extra, porém a dinâmica entre trabalhadores e empregadores frequentemente apresenta uma desigualdade de poder considerável.
Frederico Gonçalves Cezar (2008, p.1) descreve que “a Consolidação das Leis Trabalhistas é uma reunião de direitos individuais e coletivos do trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho”. Através da consolidação foi possível cada um saber sua “obrigação” e “direitos” ao longo dos parágrafos e incisos. No entanto, através das análises feitas nos processos judiciais, notou-se que muitos reclamantes desistiam da ação e faziam acordo, porque era demorado o processo até sua finalização.
26/02/2026
| Processos Judiciais Trabalhistas dos Ferroviários em Santa Maria
Em 2025, a Justiça do Trabalho no Brasil completou 82 anos, consolidando seu papel essencial na construção e evolução das relações trabalhistas ao longo da história. Segundo Moraes (2017, p.24), "a consolidação das leis trabalhistas no Brasil é fruto de um processo deflagrado pela gama dos trabalhadores, que de diversas maneiras, em múltiplos setores, buscaram validar as leis promulgadas de forma organizada e agrupada em 1943".
A pesquisa mapeou os processos trabalhistas da Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS), entre 1943 e 1953 destacando a importância histórica no contexto das relações de trabalho. Essa análise foi fundamental para compreender como se estabeleceram os primeiros processos judiciais trabalhistas, especialmente na cidade de Santa Maria, durante os anos iniciais da CLT. O objetivo foi identificar a causa dos reclamantes para buscar seus direitos e avaliar os resultados desses processos.
O trabalhador Antônio Vicente Astarita ingressou com uma reclamação trabalhista em 1951, após ser dispensado de suas funções como escrituário e controlista de carros, cargo que exerceu por mais de dez anos, de 1939 até 1951. O ferroviário recebia horas extras, porém, a direção da VFRGS visando economia, resolveu cortar gastos. Astarita pedia seus valores de hora extra, porém a dinâmica entre trabalhadores e empregadores frequentemente apresenta uma desigualdade de poder considerável.
Frederico Gonçalves Cezar (2008, p.1) descreve que "a Consolidação das Leis Trabalhistas é uma reunião de direitos individuais e coletivos do trabalho, de fiscalização do trabalho e de direito processual do trabalho". Através da consolidação foi possível cada um saber sua "obrigação" e "direitos" ao longo dos parágrafos e incisos. No entanto, através das análises feitas nos processos judiciais, notou-se que muitos reclamantes desistiam da ação e faziam acordo, porque era demorado o processo até sua finalização.
O segundo processo analisado e descrito foi do ferroviário Abílio Nicolau, o mesmo abriu seu processo judicial no ano de 1943, requerendo seu direito ao recebimento de férias de tempo adquirido. Sendo seu requerimento improcedente, este processo foi finalizado quando aprovado a Consolidação das Leis Trabalhistas, em 1943. Abílio foi escriturário da classe do armazém Matriz da Cooperativa dos ferroviários, não contente com as decisões entrou com recurso perante ao Conselho Nacional do Trabalho.
Logo, a importância do estudo dos Processos Judiciais Trabalhistas dos ferroviários nos traz a reflexão que devemos estar sempre atentos a manutenção e luta por melhorias no mundo do trabalho. A legislação trabalhista surgiu para que os trabalhadores obtivessem garantia de seus direitos conquistados frente ao Estado que permitia a iniciativa privada ao topo de suas produções e prestação de serviço.
Daiane de Souza
Arquivista, mestranda em Patrimônio Cultural (UFSM)
Glaucia Vieira Ramos Konrad
Arquivista e historiadora, doutora em História Social do Trabalho pela Unicamp, SP, professora associada do Departamento de Arquivologia e dos Programas de PósGraduação em História e Patrimônio Cultural (UFSM)
Fonte: Diário de Santa Maria
Tags que marcam a notícia:Pesquisa históricaProcessos TrabalhistasFerroviáriosSanta Maria
06/11/2025
| Tribunais gaúchos promovem encontro sobre preservação de processos e documentos em desastres climáticos
O evento ocorrerá das 9h às 18h, no Plenário Milton Varela Dutra (Av. Praia de Belas, 1.100, Porto Alegre), com entrada gratuita e transmissão ao vivo pelo canal da Escola Judicial do TRT-RS no YouTube (https://www.youtube.com/c/EscolaJudicialTRT4NucleodeEaD).
A atividade é destinada a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), estudantes das áreas de Direito, Arquivologia, Museologia, História e Gestão Ambiental, e demais interessados(as).
As inscrições podem ser realizadas até 17 de novembro, neste link: https://sisejud.trt4.jus.br/ejud/
A iniciativa é promovida em parceria entre o TRT-RS, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Tribunal Regional Eleitoral do RS (TRE-RS) e o Tribunal de Justiça Militar do RS (TJM-RS), com apoio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), da Unesco e do Arquivo Nacional.
O encontro tem como objetivo debater ações de resgate, recuperação e preservação de documentos e acervos atingidos pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, além de refletir sobre estratégias de gestão documental e memória institucional frente às mudanças climáticas.
Programação
8h30 – Credenciamento
9h às 9h45 – Solenidade de abertura
9h45 às 11h45 – Apresentações: Resgate e Recuperação de Arquivos dos Tribunais do RS - Ações institucionais de preservação e gestão de acervos atingidos pela enchente de 2024.
Painelistas:
Desembargadora Liselena Schifino Robles Ribeiro (TJRS)
Dr. Gerson Fischmann (TRE-RS)
Juiz Federal Paulo Paim da Silva (TRF4)
Desembargador Militar Rodrigo Mohr Picon (TJ Militar RS)
Juíza do Trabalho Anita Lübbe (TRT-RS/CNJ)
11h45 às 12h – Lançamento de e-book
12h às 14h – Intervalo para almoço
14h às 15h15 – Mesa 1: Arquivos Permanentes e Urgência Climática
Presidência: Desembargador Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha (CNJ)
Painelistas:
Dra. Marlova Jovchelovitch Noleto (Unesco Brasil)
Cel. Evaldo Rodrigues Oliveira Júnior (Defesa Civil de Porto Alegre)
Juiz Federal Rafael Martins Costa Moreira
15h15 às 15h30 – Coffee-break
15h30 às 17h – Mesa 2: Enchentes RS/2024 – Recuperação de Arquivos, Gestão e Biossegurança
Presidência: Juíza Anita Lübbe (TRT-RS/CNJ)
Painelistas:
Prof. Eutrópio Pereira Bezerra (Fundação Joaquim Nabuco)
Profa. Gertrudes Corção (UFRGS)
Médica Ana Ribeiro (TJRS)
Arquivista Flavia Rossato (Arquivo Nacional)
17h às 18h – Palestra e Mesa de Encerramento
Palestrante: Dr. Maurício Vicente Ferreira Júnior, Diretor do Museu Imperial e membro do MowLac/Unesco
Tema: “Preservação de documentos e memória do Judiciário: o Programa Memória do Mundo da Unesco”
Acessibilidade: A imagem apresenta o título “Desastre Climático RS/2024: Acervo e Memória do Poder Judiciário” sobre um fundo em tons de azul, com o contorno do mapa do Rio Grande do Sul em destaque. No interior do mapa, há cinco estrelas brancas, que simbolizam diferentes localidades do estado. Na parte inferior, aparecem as logomarcas das instituições envolvidas na realização do evento: Tribunal de Justiça do Estado do RS (TJRS), Tribunal de Justiça Militar (TJM), Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) sediará, no próximo dia 18 de novembro, o Encontro Desastre Climático RS/2024: Acervo e Memória do Poder Judiciário.
Fonte: Secom - TRT/RS
Memória Institucional
28/10/2025
| TRT-RS participa de homenagem e ministra oficina no Tribunal de Justiça Militar
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), por meio do seu Memorial, participou, na última terça-feira (21/10), de um ciclo de palestras em homenagem aos 100 anos de falecimento do Coronel Afonso Emílio Massot – ex-comandante-geral da Brigada Militar e primeiro presidente do Conselho de Apelação, órgão que deu origem ao atual Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul (TJMRS).
O evento foi promovido pelo TJMRS, em Porto Alegre, e integrou as ações voltadas à preservação da história da Justiça Militar.
O TRT-RS foi representado pela coordenadora da Comissão de Gestão da Memória, desembargadora Rosane Serafini Casa Nova.
Na oportunidade, a servidora Kátia Kneipp, chefe do Memorial do TRT-RS, ministrou a oficina “Como fazer sua própria Série Registros”. A atividade apresentou o trabalho desenvolvido pelo Memorial na "Série Registros", projeto que busca preservar a memória institucional por meio de depoimentos de magistrados, servidores, advogados e demais profissionais ligados à Justiça do Trabalho.
A programação contou ainda com painéis e oficinas sobre temas como “A trajetória do Coronel Massot e a formação da Justiça Militar Estadual”, “O legado institucional do Coronel Massot” e “Memórias de família e herança institucional”.
A abertura do evento foi conduzida pelo desembargador militar Sergio Brum, vice-presidente do TJMRS, e pelo coronel Douglas da Rosa Soares, subcomandante-geral da Brigada Militar.
Fonte: Secom/TRT-RS com informações do TJMRS
Fotografia geral dos participantes do evento
Foto do público presente na solenidade, de frente
27/10/2025
| TRT-RS abre chamamento público para locação de prédio destinado ao Arquivo-Geral
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) publicou, nessa quarta-feira (22), edital de chamamento público para locação de um novo prédio para seu Arquivo-Geral, onde são guardados processos físicos.
Edital: https://bit.ly/47vPR5X
As propostas devem ser enviadas até 09/12/2025, para o e-mail da Coordenadoria de Licitações e Contratos: [email protected]. Os critérios técnicos, documentos a serem apresentados e localização dos imóveis devem ser consultados no Edital 03/2025 e anexos.
A área de interesse abrange a Capital e os municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Eldorado do Sul, Estância Velha, Esteio, Glorinha, Gravataí, Guaíba, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul e Viamão. No entanto, a distância máxima da sede do TRT-RS (Avenida Praia de Belas, número 1100, Porto Alegre) deve ser de 65 km em trajeto veicular, por vias pavimentadas. A área mínima deve ser de 5.068 m², sendo admitida área maior, conforme avaliação a ser realizada pelo Tribunal. Áreas atingidas pela grande enchente de maio de 2024 serão desconsideradas.
Independentemente do atendimento dos critérios definidos no edital, antes do aceite pela Administração do TRT-RS os imóveis serão avaliados pelo corpo técnico da Secretaria de Manutenção e Projetos do Tribunal, para análise da viabilidade de utilização.
Todos os atos administrativos relativos ao chamamento público serão publicados neste espaço do site do TRT-RS.
Fonte: Sâmia de Christo Garcia (Secom/TRT-RS).
Foto: Memorial TRT-RS
21/10/2025
| TRT-RS apresenta sistema que preserva documentos da Justiça do Trabalho
A programação desta terça-feira (21/10) da 8ª Reunião do ColeprecorAbre em nova aba incluiu um painel sobre o Repositório Arquivístico Digital Confiável (RDC-Arq), ferramenta voltada à preservação digital de documentos judiciais e administrativos da Justiça do Trabalho.
Confira o álbum de fotos (em atualização).Abre em nova aba
O painel foi conduzido pelo desembargador Ricardo Martins Costa, presidente do TRT da 4ª Região (TRT-RS), e pela juíza Anita Job Lübbe, também do TRT-RS.
O RDC-Arq é um sistema composto por componentes tecnológicos e normativos — hardware, software, metadados e procedimentos — que asseguram a autenticidade, integridade e acessibilidade dos registros digitais. A iniciativa busca preservar a memória institucional da Justiça do Trabalho conforme padrões internacionais de gestão documental.
Durante a apresentação, o desembargador Martins Costa destacou o papel pioneiro do TRT-RS na implantação do sistema:
“Esse projeto segue a Resolução do CNJ nº 324/2020, que prevê expressamente a instalação de um repositório arquivístico digital confiável”, destacou o magistrado, ao lembrar que parte do acervo do TRT-RS é reconhecido pela Unesco como patrimônio da humanidade.
A juíza Anita Job Lübbe apresentou em detalhes o funcionamento do projeto, seu histórico e a previsão de implementação nacional:
“Essa ideia do RDC-Arq nasce em 2017 ou 2018, quando recebemos o professor Daniel Flores, especialista em gestão documental. O TJDFT foi o primeiro tribunal do Brasil a implantar, mas na Justiça do Trabalho a proposta é inovadora por sua abrangência: envolve os 24 TRTs e o TST. Como usamos o mesmo sistema (PJe), isso possibilitou uma construção coletiva”, explicou.
A juíza enfatizou que a ferramenta garantirá a integridade e a cadeia de custódia dos documentos:
“Estamos construindo um verdadeiro cofre digital, à prova de alterações. A cadeia de custódia dos arquivos será garantida, algo essencial, inclusive do ponto de vista jurídico. O RDC-Arq permitirá preservar documentos natos digitais e também os digitalizados, usando extratores automáticos do PJe. O conteúdo será armazenado no sistema Archivematica e disponibilizado ao público por meio do sistema Atom, sempre observando a LGPD”, completou.
O projeto, segundo Anita, é estratégico para a Justiça do Trabalho:
“Com a padronização do sistema, conseguiremos não só preservar a memória, mas também desafogar os sistemas ativos, retirando do PJe documentos que já podem ser eliminados conforme as tabelas de temporalidade. Vamos garantir a segurança, a acessibilidade e a difusão dos documentos públicos, sem custo extra para os tribunais”, afirmou.
Ainda segundo a juíza, o projeto foi desenvolvido ao longo dos últimos dois anos e meio e está pronto para ser distribuído a todos os tribunais a partir de novembro. A previsão é que a implementação completa aconteça em até seis anos.
Ela finalizou a apresentação com uma homenagem às equipes envolvidas:
“Nada disso foi feito sozinho. Registro meu agradecimento às administrações, aos colegas da TI, da gestão de memória, ao CSJT e a todos os servidores que participaram ativamente desse projeto. Este é um exemplo de colaboração institucional que fortalece a Justiça do Trabalho”, concluiu.
O servidor Alex Risicato Fagundes, da Coordenadoria de Implantação de Sistemas da Secretaria-Geral de Tecnologia e Inovação do TRT-RS, também participou da apresentação.
Fonte: Coleprecor
Tags que marcam a notícia:tecnologia
05/10/2025
Desembargador Alexandre Corrêa da Cruz será o presidente da próxima Gestão. Cerimônia de posse dos eleitos ocorrerá em 5 de dezembro.
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) elegeu, nesta sexta-feira (3/10), a nova Administração e a Direção da Escola Judicial (EJud-4) para o biênio 2025/2027. O próximo presidente do Tribunal será o desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, atual vice-presidente.
Também foram eleitos:
Vice-Presidente Institucional e de Atuação em Demandas Coletivas: desembargador Cláudio Antônio Cassou Barbosa
Vice-Presidente Jurisdicional: desembargador Fernando Luiz de Moura Cassal
Corregedora Regional: desembargadora Maria Madalena Telesca
Diretora da Escola Judicial: desembargadora Maria Silvana Rotta Tedesco
Vice-Diretor da Escola Judicial: desembargador Ricardo Carvalho Fraga
A posse da nova Administração e da Direção da Escola Judicial ocorrerá no dia 5 de dezembro, no Plenário Milton Varela Dutra.
Eleição confirma Consulta Prévia
Os nomes eleitos foram os mesmos indicados pela magistratura na Consulta Prévia, realizada entre os dias 22 e 24 de setembro, com participação de 264 dos 291 juízes e desembargadores em atividade.
O presidente eleito, desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho da atual gestão, que fortaleceu a Justiça do Trabalho como “um órgão de solução e pacificação de conflitos, de respeito aos precedentes e de resistência ao não cumprimento das normas trabalhistas”. Segundo ele, a ideia é “dar sequência a esse trabalho e avançar em eixos fundamentais como efetividade processual, inteligência artificial, inovação tecnológica, saúde de servidores e magistrados e ambiente institucional”.
Mais detalhes em www.trt4.jus.br
Foto: Guilherme Lund (Secom/TRT-RS)
A foto é posada e mostra os desembargadores da Administração e Escola Judicial eleitos lado a lado no plenário.
27/09/2025
| Edital Aberto – Exposições no TRT4 2026
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), por meio do Edital GP.TRT4 nº 04/2025, abre inscrições para seleção de projetos artísticos que irão compor o calendário de exposições de seus Espaços Culturais em 2026.
Podem participar artistas individuais ou coletivos, brasileiros ou estrangeiros, amadores ou profissionais, de quaisquer linguagens artísticas.
Temáticas prioritárias:
Direitos Humanos e Inclusão
Mundo do Trabalho
Democracia
Crise Climática e Meio Ambiente
Conflitos Geopolíticos (O Mundo em Guerra)
Cultura Digital e Sociedade
Memória e Patrimônio
Período de inscrições: 01/10 a 15/12/2025
Envio exclusivo por e-mail: [email protected]
As propostas serão avaliadas pelo Memorial da Justiça do Trabalho, pela Comissão de Gestão da Memória (CMEMO) e homologadas pela Presidência do TRT4.
O resultado será divulgado até 28/02/2026.
Leia o edital completo e participe!
https://bit.ly/46ImH4z
Fonte: Memorial TRT4
Tags que marcam a notícia: Exposição Edital TRT4 Cultura
Descrição da imagem: Banner Exponha no TRT4 com o texto e quadros pendurados numa parede cinza
| E-book "Memórias do Desastre Climático" - Justiça Federal RS
A Seção Judiciária do Rio Grande do Sul e as Chuvas de 2024 laçou o livro eletrônico “Memórias do Desastre Climático" (https://www.trt4.jus.br/portais/media-noticia/50810760/Livro-Memorias-do-desastres-climatico-maio-2024.pdf). A obra promovida pela Comissão de Gestão da Memória da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul busca compreender, por meio de artigos científicos e relatos, o desastre climático que atingiu o solo gaúcho no ano passado. Registra, ainda, as respostas dadas no âmbito da Justiça Federal da 4ª Região durante a crise (pois as sedes em Porto Alegre e em Rio Grande, arquivos e as casas de muitas pessoas do corpo funcional e de colaboradores foram alagadas, além de ocorrerem prejuízos à prestação do serviço) e os esforços de reconstrução. Ao final, o livro traz reflexões sobre os impactos na judicialização de demandas das pessoas que sofreram os efeitos das chuvas.
Acesse o sítio eletrônico especialmente dedicado ao referido desastre climático (https://memoria.jfrs.jus.br/desastre-climatico-de-maio-de-2024) que conta com acervo de imagens, vídeos e textos que contam o que foi o desastre climático, seus impactos e como ele também afetou a Justiça Federal da 4ª Região.
Imagem: Capa do livro Memórias do Desastre Climático
Fonte: Justiça Federal RS
Memória da Enchente
06/06/2025
| Espaço de Exposições do Memorial do TRT-RS é reformado e ampliado
O Espaço de Exposições do Memorial do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) foi reformado para voltar a exibir mostras sobre a história do Judiciário Trabalhista gaúcho. O local, severamente atingido pela enchente de maio de 2024, foi readequado e ampliado. Ele funciona no prédio 3 do Foro Trabalhista de Porto Alegre (Av. Praia de Belas, 1432). A reinauguração do espaço ocorrerá em data a ser divulgada oportunamente.
Além de mobiliários e objetos históricos do TRT-RS, o espaço agora também exibe itens relacionados à tragédia climática do ano passado. Volumes de processos físicos estão expostos para representar o trabalho de recuperação e restauração do acervo do Arquivo-Geral. A enchente comprometeu cerca um milhão de processos que estavam no local, incluindo volumes históricos que receberam o selo “Memória Mundo” da UNESCO.
Barco "Valente" foi usado pela equipe de segurança do TRT-RS durante a enchente.
A nova galeria também exibe o barco “Valente”, utilizado pela equipe de segurança do TRT-RS durante a enchente para vistoriar prédios, transportar itens e auxiliar a socorrer pessoas em situação de risco. Além disso, a exposição conta com a mesa que era utilizada pelo presidente do Tribunal no Plenário Milton Varela Dutra. O objeto ainda preserva as marcas do alagamento e representa a reconstrução de um dos espaços mais simbólicos da Justiça do Trabalho gaúcha.
No dia 28 de maio, o espaço foi visitado pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, e pelo presidente do TRT-RS, desembargador Ricardo Martins Costa.
Impactos da enchente
Bancada com a marca da enchente
Em maio de 2024, as águas da enchente chegaram a 40cm de altura no Espaço de Exposições do Memorial. Houve danos nas paredes e instalações. O mobiliário histórico foi atingido, mas a maioria dos itens foi preservada e está sendo restaurada pela marcenaria do Tribunal. Documentos e demais objetos do acervo não foram impactados. A Secretaria de Manutenção e Projetos realizou obras para recompor o espaço físico danificado, além de ampliar a área de exposições.
Inaugurado em novembro de 2023, o Espaço de Exposições do Memorial do TRT-RS foi projeto para abrigar mostras da Justiça do Trabalho gaúcha, abertas ao público interno e externo. Ele também pode ser utilizado para receber escolas em ações educativas.
Fonte: Guilherme Villa Verde (Secom/TRT-RS), com informações da Sempro e do Memorial do TRT-RS; fotos da Sempro, do Memorial do TRT-RS, Gabriel Borges Fortes e Eduardo Matos (Secom/TRT-RS)
memória
Fonte: Secom e Memorial TRT4
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Descrição acessível das imagens:
Nome do Memorial adesivado na porta de vidro
Entulhos da obra no espaço
Espaço sendo reformado
Abertura de parede no Espaço
Espaço antes da reforma
Espaço depois da reforma
Espaço depois da reforma
Foto geral da sala, com bancadas de madeira na esquerda, o barco ao fundo, a porta de vidro no fundo à esquerda, uma mesa ao centro, uma porta no centro ao fundo e um sofá na direta.
Espaço foi readequado e ampliado
Luiz Philippe está de pé, de braços cruzados, olhando objetos expostos em uma mesa com vitrine. Ele é branco, tem cabelo escuro. Usa terno azul marinho, camisa branca e gravata rosa.
Ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho
Martins Costa está de pé, olhando dois volumes de processos físicos em exposição. Atrás dele aparece o cartaz com fotos da enchente e o título "Juntos, TRT". Ele é branco, calvo, usa terno cinza escuro, camisa azul e gravata bordô. Usa óculos de armação redonda.
Desembargador Ricardo Martins Costa
Bancada de madeira com o brasão da República. Ao fundo aparece um cartaz com fotos da enchente e o título "Juntos, TRT"
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Localização
Categoria
Endereço
Rua João Teles, 369/2°and
Porto Alegre, RS
90035-121
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 10:00 - 18:00 |
| Terça-feira | 10:00 - 18:00 |
| Quarta-feira | 10:00 - 18:00 |
| Quinta-feira | 10:00 - 18:00 |
| Sexta-feira | 10:00 - 18:00 |
