Mana Venância

Mana Venância

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Este País é nosso
Salve Moçambique
Povo no Poder
ANAMOLA
ANAMALALA
VM7
🇲🇿✊

05/06/2026

Saudações Revolucionárias às vozes que soam mais alto que o barulho das armas.
Não godolemos✊️

04/06/2026

𝐎 𝐌𝐄𝐃𝐎 𝐍𝐀̃𝐎 𝐆𝐎𝐕𝐄𝐑𝐍𝐀𝐑𝐀́ 𝐌𝐎𝐂̧𝐀𝐌𝐁𝐈𝐐𝐔𝐄

O Coordenador Distrital do ANAMOLA em Moma terá sido levado por agentes da UIR, segundo informações preliminares avançadas pelo Coordenador Provincial do partido em Nampula, Castro Niquina.

Se estas informações se confirmarem, estaremos diante de mais um sinal preocupante de um Estado que parece preferir perseguir cidadãos em vez de responder às suas preocupações.

Quando a força substitui o diálogo, quando a intimidação tenta ocupar o lugar da democracia, f**a evidente que há quem tema a voz do povo.

𝐄𝐱𝐢𝐠𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐢𝐦𝐞𝐝𝐢𝐚𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞.

Que ninguém se engane: a perseguição não mata ideias, não apaga convicções e não derrota um povo determinado a lutar pelos seus direitos.

𝐏𝐎𝐃𝐄𝐌 𝐍𝐎𝐒 𝐌𝐀𝐓𝐀𝐑, 𝐌𝐀𝐒 𝐍𝐀̃𝐎 𝐕𝐀𝐌𝐎𝐒 𝐃𝐄𝐒𝐈𝐒𝐓𝐈𝐑.

04/06/2026

PODEMOS só ficou conhecido graças ao Presidente Venâncio Mondlane
Negar isso é o mesmo que dar remédio a um morto.
Mais não disse😎

04/06/2026

✊️✊️✊️

04/06/2026

QUANDO O POVO SE UNE POR UMA CAUSA JUSTA E NOBRE

Confesso que fico inexplicavelmente emocionada quando vejo um povo que tira do pouco que tem, um pouco para ajudar um irmão.

Tanto para a realização da Convenção do Partido ANAMOLA, quanto para o caso do Professor Adriano Nuvunga, tenho visto muita gente a contribuir com 10, 20, 30, 50, 100 meticais e isto me remete a uma reflexão: "NÃO É SOBRE VALOR, É SOBRE GESTO".

Ainda que as condições sejam limitadas, a vontade de ajudar supera toda e qualquer limitação, fazendo assim com que seja possivel alcançar o objectivo esperado.

A UNIÃO FAZ A FORÇA e é esta união que tem mantido o povo de pé apesar de todas as dificuldades que enfrenta.

Que esta união prevaleça eternamente.
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES✊️✊️✊️

Ignorem o nome do autor do comentário😁

04/06/2026

Amordaçando o Cão de Guarda: Prender Adriano Nuvunga é uma Sentença Contra a Democracia Moçambicana

Por Solomon Mondlane

Quando o Prof. Adriano Nuvunga, Diretor Executivo do Centro para a Democracia e Desenvolvimento, foi condenado por difamação e calúnia, a sentença atingiu muito mais do que um só homem. Lançou um calafrio sobre cada moçambicano que acredita que fazer perguntas difíceis é um dever cívico, não um crime.

A democracia funciona com barulho. Precisa de jornalistas que investiguem, ativistas que denunciem e cidadãos que se recusem a desviar o olhar. Se cada alegação tiver de ser blindada antes de poder ser dita, então só os poderosos falarão. O resto aprenderá a gramática do silêncio. A liberdade de expressão nunca foi desenhada para ser confortável. Foi desenhada para ser corretiva.

Vimos este padrão com o escândalo das Dívidas Ocultas. O governo lutou contra o julgamento do antigo ministro das Finanças nos EUA, insistindo que a justiça podia ser feita em casa. Os Estados Unidos não aceitaram isso porque sabiam que não haveria justiça. Não em Moçambique. Com o caso de Nuvunga, também não esperávamos qualquer justiça. Esta é a jornada que todo político e ativista que ousa falar poderá enfrentar, ou pior.

Pelo mundo fora, a difamação criminal tornou-se o nome educado para censura. De Nairóbi a Manágua, o padrão repete-se: usar os tribunais para proteger dirigentes e punir quem os fiscaliza. As Nações Unidas e a Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos há muito alertam que estas leis corroem sociedades livres. A Constituição de Moçambique promete liberdade de expressão. Essa promessa foi paga com luta. Trocá-la por medo não é justiça. É amnésia.

Sim, as palavras carregam responsabilidade. Mas responsabilidade não pode ser uma mordaça. Os tribunais devem equilibrar o dano à reputação com o interesse público. Quando um defensor de direitos humanos levanta alertas sobre corrupção, captura do Estado ou fraude eleitoral, o interesse público não é abstrato — é urgente. A verdadeira pergunta é simples: Moçambique está mais seguro quando homens como Nuvunga são ouvidos, ou quando são silenciados?

Este momento testa-nos a todos. Se a difamação se tornar a nova sedição, teremos tribunais cheios de ativistas e uma praça pública vazia de verdade. Os parceiros internacionais que se importam com a democracia moçambicana não podem parar no financiamento eleitoral e no apoio técnico. Devem defender o espaço cívico que torna as eleições signif**ativas. E os moçambicanos devem lembrar que a democracia não é só o que acontece no Parlamento. É o que acontece quando um cidadão aponta para o poder e diz: “explique-se”.

O trabalho do Prof. Nuvunga tem sido seguir o dinheiro, defender o voto e documentar a violência. Isso não é calúnia. É serviço. Uma democracia confiante não prende a sua consciência. Ouve-a.

A história não registará se Nuvunga foi diplomático. Registará se fomos corajosos. Quando a verdade deixa de ser o objetivo, todos f**amos no banco dos réus. Liberdade de expressão. Libertem o Adriano. Libertem Moçambique.

03/06/2026

Forquilha já estava separado do povo.
Hoje formalizou a separação assinando o divórcio.(emoji de Anamalala)

03/06/2026
03/06/2026

𝐄𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐚 𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐚 𝐡𝐨𝐧𝐫𝐚

𝐏𝐨𝐫: 𝐃𝐣𝐢𝐧𝐢-𝐰𝐚𝐧𝐠𝐚 - 𝐌𝐚𝐭𝐜𝐡𝐚'𝐬 - 𝐌𝐚𝐜𝐡𝐚𝐯𝐚

Há notícias que valem mais pelo que nos obrigam a pensar do que pelo que anunciam. A condenação do Prof. Adriano Nuvunga por difamação e calúnia é uma dessas.

Num país onde a confiança nas instituições é frequentemente posta à prova, onde os cidadãos reclamam mais transparência e onde o combate à corrupção é uma exigência cada vez mais presente, esta sentença levanta questões que vão muito além do destino judicial de um único homem.

Vivemos tempos estranhos. Por um lado, exige-se aos cidadãos que sejam vigilantes, que denunciem abusos e que fiscalizem os que exercem poder. Por outro, qualquer denúncia que não seja sustentada por provas suficientemente robustas pode transformar-se numa arma apontada ao próprio denunciante.

A liberdade de expressão não pode ser uma licença para acusar sem fundamento. Mas também não pode transformar-se numa liberdade vigiada pelo medo constante de represálias judiciais. Quando o medo de falar se torna maior do que a vontade de denunciar, a democracia começa a perder oxigénio.

Num mundo dominado pelas redes sociais, onde uma acusação pode correr o país em poucos minutos, a responsabilidade de quem fala é tão importante quanto a responsabilidade de quem julga.

Mas há uma pergunta que continua a pairar no ar: será que estamos a criar uma cultura de responsabilização ou uma cultura de intimidação?

Entretanto, o cidadão comum observa. Observa os tribunais, observa os activistas, observa os políticos e procura perceber onde termina a verdade e onde começa a narrativa.

No fundo, esta não é apenas a história do Prof. Adriano Nuvunga. Até porque numa democracia madura, nem o silêncio deve ser imposto, nem a palavra deve ser irresponsável. Porque quando a verdade deixa de ser o objectivo, todos acabam derrotados.

03/06/2026

2 Anos depois Nikotina kf conseguiu devolver água ao Centro de Saúde 1 de Junho, graças ao ANAMOLA
As mães não precisam mais carregar 10 litros de água para sala de parto 🥹🥹✊🏽

Bem haja Herói do Povo✊️💚💚

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