Sandra Oliveira - CHEGA

Sandra Oliveira - CHEGA Assembleia Municipal de Lagos
Lider de bancada

MAS AFINAL, EM QUE PAÍS VIVEMOS? ONDE ESTÁ A DEMOCRACIA?Uma manifestação sobre a crise da habitação transforma-se num pa...
21/10/2026

MAS AFINAL, EM QUE PAÍS VIVEMOS? ONDE ESTÁ A DEMOCRACIA?

Uma manifestação sobre a crise da habitação transforma-se num palco de confrontos ideológicos, onde há quem não respeite sequer a liberdade de quem exibe a bandeira de Israel.

Será que esta gente conhece a História? No dia 7 de outubro de 2023, o Hamas atacou Israel, assassinou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns. Entre as vítimas estavam jovens num festival de música, crianças e famílias inteiras. E agora? Defende-se o Free Palestine como se defender os palestinianos signif**asse ignorar as vítimas ou justif**ar o terrorismo do Hamas?

Defender os palestinianos não é defender o Hamas! É possível defender a paz sem apagar a memória de quem foi brutalmente assassinado.

A liberdade de manifestação é um direito, mas exige respeito, educação e civismo. A democracia não é propriedade de uma ideologia, nem dá a ninguém o direito de intimidar quem pensa diferente.

E quanto à habitação? Menos palavras de ordem, menos hipocrisia e mais soluções concretas para quem não consegue ter uma casa.

A solidariedade prova-se com ações. A democracia exige respeito. E a História não pode ser apagada conforme a conveniência ideológica de cada um.

Um casal de idosos terá, sido assaltado e deixado praticamente despido na via pública em França. Se os factos relatados ...
18/10/2026

Um casal de idosos terá, sido assaltado e deixado praticamente despido na via pública em França. Se os factos relatados se confirmarem, estamos perante um ato de uma crueldade inaceitável, que ultrapassa todos os limites do respeito pela dignidade

QUANDO UMA SOCIEDADE DEIXA DE RESPEITAR OS SEUS IDOSOS, ESTÁ A PERDER OS SEUS VALORES.

Quando o respeito pelos idosos se perde, não estamos apenas perante um problema de violência. Estamos perante um sinal preocupante de retrocesso civilizacional.

O idoso representa a memória viva , a sabedoria adquirida ao longo de uma vida, os valores transmitidos entre gerações e as marcas de uma cultura construída com trabalho, sacrifício e dignidade. Quem agride, humilha ou desrespeita os mais velhos atinge não só uma pessoa, mas também os princípios fundamentais de uma sociedade civilizada.

A multiculturalidade nunca poderá servir de justif**ação para a violência, para a impunidade ou para o abandono dos nossos valores fundamentais. O respeito pela diversidade deve caminhar sempre lado a lado com o respeito pela lei, pela dignidade humana e pelos direitos de todos.

E Portugal deve olhar atentamente para os sinais de violência e desrespeito que surgem noutros países. Não podemos esperar que os problemas se agravem para agir. A segurança dos cidadãos, a proteção dos idosos e a defesa dos nossos valores têm de ser priorizada

Respeitar os nossos idosos é respeitar a nossa história.
Imagem ilustrativa gerada por IA

18/10/2026
04/10/2026
Continuamos a trabalhar na defesa do Concelho de Lagos .Assembleia Municipal 28/09/2026Moção: Pelo reforço dos Profissio...
02/10/2026

Continuamos a trabalhar na defesa do Concelho de Lagos .
Assembleia Municipal 28/09/2026
Moção: Pelo reforço dos Profissionais de saúde como condição essencial para a segurança do doente -Aprovada por unanimidade
Moção:Dia Mundial do Turismo- Por um turismo de qualidade, seguro e sustentável em Lagos- Aprovada por maioria
Proposta: Pela segurança dos peões e pela restrição da circulação de trotinetas no centro Histórico de Lagos - Aprovada por maioria
Proposta: organização e regulamentação da tomada e largada de passageiros para veículos TVDE no Concelho de Lagos -Aprovada por maioria

Vergonha Nacional,  eu até diria que já nem tem vergonha ....a população cada vez mais pobre ....
25/09/2026

Vergonha Nacional, eu até diria que já nem tem vergonha ....a população cada vez mais pobre ....

04/09/2026

Conversa da esquerda vs. conversa da direita
CONVERSA DA ESQUERDA: “Sou cidadão do mundo. Venham todos!”
EU, DE DIREITA: Também sou cidadã do mundo. Gosto de viajar, conhecer outras culturas, respeitar o espaço dos outros e, no final, regressar ao meu país.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Eu apoio as mulheres de burca. Sou feminista. Coitadas, vivem oprimidas e quase não saem de casa. Temos de respeitar a sua cultura.”
EU, DE DIREITA: Temos é de defender a liberdade das mulheres. Mostrar-lhes que num país democrático têm direito a escolher como querem viver, sem imposições, opressão ou violência.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Sou muito humanista. Temos de receber todos os que querem vir para melhorar de vida.”
EU, DE DIREITA: Imigração, sim — mas legal, regulada e com respeito pelas nossas leis, valores, cultura, identidade e liberdade.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Nós também fomos um povo de emigrantes. Os portugueses também saíram para melhorar de vida.”
EU, DE DIREITA: Sim, emigrámos. Trabalhámos, cumprimos as leis dos países que nos receberam e procurámos integrar-nos nas suas sociedades. Não fomos para lá impor a nossa cultura, nem para cometer crimes ou desrespeitar quem nos acolheu.
CONVERSA DA ESQUERDA: “Temos de acolher todos, garantir-lhes habitação, apoios sociais e educação.”
EU, DE DIREITA: Eu trabalho e pago os meus impostos. É legítimo defender que os portugueses, as nossas famílias e os nossos filhos também tenham prioridade nas políticas do nosso próprio país.
Defender fronteiras, imigração regulada, segurança, identidade nacional e igualdade perante a lei não faz de ninguém desumano.
O que já começa a cansar é o cinismo político de quem confunde solidariedade com ausência de regras e humanismo com portas abertas sem limites.
Ser de direita não é odiar ninguém. É defender o nosso país, a nossa liberdade, a nossa segurança e o direito de Portugal decidir quem entra, quem f**a e em que condições.
🇵🇹 Primeiro, Portugal. Primeiro, as nossas famílias. Primeiro, os nossos filhos.
E isso não é falta de humanidade.
É responsabilidade.

15/08/2026

NO ALGARVE - UMA VISITA DA MINISTRA NÃO RESOLVE UMA CRISE QUE SE ARRASTA HÁ ANOS
Ontem tivemos a visita da Ministra da Saúde ao Algarve.
É importante que uma ministra venha ao terreno. Mas visitar hospitais, ouvir profissionais e reconhecer que existem problemas não chega.
O Algarve precisa de soluções. E precisa delas agora.
No Hospital de Faro, doentes classif**ados com pulseira amarela — ou seja, urgentes — chegaram a ter 17 HORAS de espera para serem observados por um médico. A referência para um doente urgente é, em condições normais, até 60 minutos.
17 horas. Para um doente considerado urgente.
Isto não é aceitável. Não pode ser normalizado. E muito menos pode ser apresentado como uma resposta adequada do Serviço Nacional de Saúde.
E há outro problema gravíssimo: ambulâncias dos Bombeiros retidas durante sete e oito horas nas urgências algarvias, à espera que os doentes sejam recebidos pelas equipas hospitalares.
Uma ambulância parada à porta de um hospital deixa de estar disponível para acudir a uma pessoa que pode estar, naquele momento, a lutar pela vida.
Não estamos apenas perante um problema hospitalar. Estamos perante um problema de segurança e emergência pré-hospitalar. A própria AMAL e a Federação de Bombeiros do Algarve alertaram para o risco que esta situação representa para toda a região.
E depois temos as maternidades, que continuam a viver numa lógica de condicionamentos e funcionamento alternado, devido à falta de profissionais.
Faro fecha, Portimão recebe. Portimão fecha, Faro recebe.
É esta a solução que queremos para as mulheres algarvias?
Uma grávida não pode depender da escala médica disponível naquele fim de semana para saber onde poderá ter o seu filho.
E não podemos esquecer uma realidade que parece ser constantemente ignorada: o Algarve não tem a mesma população durante todo o ano.
No verão, a população presente na região aumenta exponencialmente, colocando uma pressão enorme sobre hospitais, centros de saúde, urgências, INEM e bombeiros.
É precisamente nesta altura que precisamos de uma resposta reforçada e planeada.
Anunciar 15 novos médicos de Medicina Geral e Familiar, que permitirão atribuir médico de família a mais de 26 mil utentes, é positivo. Mas não podemos fingir que isso resolve a crise estrutural da saúde no Algarve.
Não resolve as urgências.
Não resolve a falta de especialistas.
Não resolve as maternidades condicionadas.
Não resolve a falta de camas.
Não resolve as ambulâncias retidas.
Não resolve a pressão provocada pelo aumento brutal da população no verão.
O Algarve
Precisa de planeamento, investimento, profissionais, capacidade hospitalar e uma estratégia de saúde adequada à realidade da região.
Precisamos de reforçar os hospitais de Faro e Portimão, aumentar a capacidade de resposta do Hospital de Lagos, garantir as valências necessárias, reforçar os cuidados de saúde primários e criar respostas intermédias que impeçam que todos os doentes acabem nas urgências.
Precisamos também de uma verdadeira estratégia para o verão.
Porque todos os anos sabemos que o Algarve vai receber centenas de milhares de pessoas.
Não é uma surpresa. É previsível.
Por isso, não aceito que todos os anos se fale em "picos de procura" como se fossem acontecimentos inesperados.
O Algarve não pode continuar a ser tratado como uma região que, durante o verão, simplesmente tem de "aguentar".
O Algarve merece uma Saúde preparada para a sua população residente e para a sua população flutuante.
A visita da Ministra pode ser um primeiro passo.
Mas agora queremos ver decisões, investimento, profissionais e resultados.
Porque enquanto se fazem visitas e se anunciam medidas, há algarvios sentados durante horas numa urgência, grávidas sem saber onde serão atendidas e ambulâncias paradas à porta dos hospitais.
O Algarve não precisa de promessas.
O Algarve precisa de soluções.
E precisa delas com carácter de emergência.

Os acontecimentos recentes em Ceuta são mais um alerta para toda a Europa. Quando um país deixa de controlar as suas fro...
06/08/2026

Os acontecimentos recentes em Ceuta são mais um alerta para toda a Europa. Quando um país deixa de controlar as suas fronteiras, deixa também de controlar quem entra, quem permanece e quais serão as consequências para a segurança, a economia e a coesão social.
Portugal não pode continuar de braços cruzados. Um Governo que não protege as suas fronteiras não está a cumprir uma das suas funções mais básicas: defender os seus cidadãos.
Não é preciso estudar muito geopolítica para perceber que os fluxos migratórios podem ser instrumentalizados por interesses políticos e estratégicos. Ignorar esta realidade é fechar os olhos ao que está a acontecer à nossa volta.
A imigração só faz sentido quando é legal, controlada e acompanhada de uma verdadeira integração. Quem entra em Portugal deve respeitar as nossas leis, os nossos costumes, a nossa cultura e os valores que sustentam a nossa sociedade.
Quando a imigração é descontrolada, aumenta a pressão sobre a habitação, os serviços de saúde, a educação e a segurança. E ninguém pode aceitar que crimes graves, como agressões se***is, violência contra mulheres e crianças ou outras formas de criminalidade, sejam tolerados ou relativizados. A lei deve ser igual para todos e aplicada com firmeza.
Portugal tem de voltar a controlar ef**azmente as suas fronteiras, reforçar a fiscalização, impedir a entrada ilegal e garantir que apenas entra quem cumpre a lei e contribui para o nosso país.
Não é uma questão de racismo. É uma questão de soberania, segurança e responsabilidade.
Imigração, sim. Mas legal, controlada, integrada e sempre defendendo os interesses de Portugal e dos portugueses em primeiro lugar

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