ONU Superintendência Geral

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O mundo humano atingiu um nível, bastante contrário, ao conservadorismo, aonde a intervenção de um soberano incomum é imprescindível para "Restituir a Ordem Moral do mundo". –

09/11/2025

– Olá, cidadão mundial! Eis-me aqui para saudá-lo neste espaço político e todo dedicado ao interesse comum de qualquer indivíduo, parte da sociedade mundial. Com imenso prazer, honra e satisfação o tenho nesse espaço ilustre, isso para dar-lhe as boas-vindas.
Esta página tem o objetivo social de esclarecer o cidadão mundial, acerca de certas dúvidas, quanto ao regimento, adjunto da ONU, perante um Poder Executivo Mundial.

Introdução:

A "Organização das Nações Unidas" surgiu na década de quarenta, naquele século passado para dar início, ao preâmbulo profético, assim anunciando o “Juízo Final”, ou "Julgamento Final". (Porque “Deus escreve certo, por linhas tortas”). – Sim! Porque de certo modo, isso parece até uma piada. Mas não é o caso aqui porque a “Nova Ordem Mundial” surgiu como conceito, também na década de quarenta. (Assim bastante influenciada pelas ideias filosóf**as e proféticas do pensador alemão, Friedrich Nietzsche). Esse autor profético elaborou as nuances iniciais de uma aparição surpreendente de um possível Super-Homem, (nesse caso Jesus); ou seja: o "Pacif**ador do Universo". (Isso ao formular ideias, muito convincentes, sobre a missão profética de alguém “Restituir a Ordem Moral do mundo" e viabilizar o "Eterno regresso das coisas"). Em outras palavras, isso faz menção e influencia de forma direta, o conceito de “Nova Ordem mundial”. E quem seria esse personagem principal para representar um ícone insuperável, perante a história humana? – ou seja: o próprio Super-Homem, amigo, leitor! (Nesse caso, o então reformador mundial e “Pacif**ador do Universo”, Jesus). Um soberano máximo e insuperável, também dotado de uma aptidão excepcional, perante os assuntos diplomáticos de um "Poder Executivo e Legislativo" mundial. Quem diria?! (Pois é cidadão)! Você, leitor.
Cá estou diante de ti leitor redigindo estas entrelinhas.

Nota sobre esta introdução: a ONU é um Poder Executivo Mundial que funciona a partir de agora, como um colaborador, adjunto de muitos assuntos internos de cada nação. (Mas sempre respeitando a soberania interna de cada país). Esses assuntos internos, inclusive mal resolvidos se proliferam demais em meio à problemas nacionais, (porque nem tudo de errado se resolve da noite para o dia).

Nota de esclarecimento, sobre esta anunciação:

Esta revelação inédita, até então sobre o retorno de Jesus, desta vez adornado de Super-Homem reflete uma anunciação, muito bombástica e impactante. (Porque os incontáveis homens de instrução filosóf**a, jamais pensariam em uma aparição, bastante chocante). Mas voltando ao assunto principal, dessa anunciação surpreendente; agora até mesmo os ateus f**arão bastante sem chão, diante dessa proclamação extraordinária. (Isso ao contrário do que supunha aquela corrente ateísta, muito influenciada pelas ideias proféticas do Anticristo, Nietzsche). Até mesmo o autor aqui ficou bastante impressionado com essa bomba atômica, contra o intelecto de diversos homens instruídos). Já que a presunção intelectual do saber humano, sempre engana o limite da célebre sabedoria). E agora, como f**am os bons entendedores de Nietzsche? – Bons entendedores e não porque nesse caso, todos “caíram feio do cavalo”; (pois diante desses esclarecimentos reveladores que "colocam por terra, o ateísmo contraditório). Agora leitor portanto vale a seguinte pergunta; ou seja: Deus está morto?! (Porque essa raça debilitada de apóstatas não atinou para o fato de que Zaratustra foi um profeta messiânico, persa do século V antes de Cristo). E perante uma verdade inimaginável, os ateus foram bastante enganados, pelo próprio ídolo deles, (nesse caso, o Anticristo predestinado Nietzsche). Ou então a partir disso será que não teremos um Julgamento Final? – Se "Deus está morto", como defendem, os ateus, assim f**a bastante difícil de isso ocorrer de fato. (Mas isso é o que nós veremos logo, neste decorrer do século XXI).

A conclusão, sobre esta introdução:

Ainda sobre o propósito inicial, desta introdução, também dirigida aos leigos, quanto a este soberano máximo, sob à influência direta de Jesus, após retornar conforme prometido nas "Escrituras Sagradas; (o Super-Homem, também desempenha uma função reformadora de proporções globais). Porque esse soberano majestoso tem a incumbência diplomática, em favor de diversas melhorias para o bem comum da sociedade mundial. –

07/27/2024

Início:

1. Para dinamizar um serviço público exemplar acaba sendo indispensável, a princípio, um mínimo considerável de investimento, em qualquer área social. (O Brasil, por exemplo, ainda é um país, muito atrasado porque não investe quase nada, em serviços básicos de grande utilidade, ao cidadão). E um dos exemplos, desse descaso bobo diz respeito, ao sistema carcerário, bastante precário, nesse país. (Não existe dúvida nenhuma, quanto a diferença alarmante que distingue um país de "Primeiro Mundo" e outro, em desenvolvimento, ou de "Terceiro Mundo", como é o caso do Brasil). Porque é fato que aonde o investimento é alto, em segurança pública, os serviços básicos e de utilidade geral acabam se destacando mais; (isso no entorno mundial). Mas aonde o investimento é deficiente, em segurança não tem como ostentar um serviço prisional, mais exemplar. E isso acontece bastante, em todos, os países de "Terceiro Mundo", apesar de a alegação ser diferente, dessa verdade mundial; ou seja: nenhum, destes países, bastante atrasados possuem um sistema prisional eficiente. (Porque o investimento, nesse setor prisional, sempre foi baixíssimo).
Esta visão reformadora, sobre a precariedade do sistema carcerário mundial, em muitos países atrasados não deveria representar um problema sem solução; (porque esse problema antigo, destes países, mais atrasados não passa de uma situação opcional). Pois é muito fácil para os governantes locais disponibilizarem uma verba extra, em prol da cessação, desse problema desumano. (Nesse caso, no Brasil, por exemplo, aonde se fala bastante sobre desenvolvimento social, mas na prática, a situação é outra).
Diversos são os países de "Primeiro Mundo", aonde as prisões são exemplares, ao contrário, desses países, em desenvolvimento. E é aí que reside a diferença desproporcional, dessas nações desiguais, ao extremo. De um lado, celas, muito bem acabadas e espaçosas; (mas por outro lado, cubículos apertados e cheios de precariedades, em condições desumanas). E a solução primordial, para toda, essa desigualdade alarmante é bastante simples, leitor; ou seja: isso depende apenas de um investimento módico, porém de proporções fartas, nesse setor prisional. (Algo que deveria funcionar muito bem, no Brasil, como acontece nestes países de "Primeiro Mundo", aonde as prisões são bastante exemplares). Mas no Brasil, a situação é vergonhosa; (porque os governantes locais, ainda não atinaram para o fato de que essa medida imediata se faz necessária). E convenhamos que as verbas necessárias, para essa mudança nunca foi um problema nacional. (Porque é muito fácil para o Estado e distritos regionais viabilizarem, a verba necessária, para essa mudança radical). E como seria isso? – nesse caso, através de um investimento governamental, mais alto e dirigido a um progresso maior de cada estado, ou cidade. (Porque na verdade não está certo, o plano nacional, em vigor no Brasil de abrigar detentos, advindos de outros distritos, cidades ou estados). Isso está errado porque cada cidade deveria arcar com as despesas prisionais de seus detentos conterrâneos.
Diante desta ideia, agora parece que ficou mais fácil resolver um problema difuso, destes países de "Terceiro Mundo" e entender a diferença, entre um país de "Primeiro Mundo". –

Nota 1: agora diante desta ideia inovadora, os políticos nacionais deveriam se unir bastante, em parceria para viabilizar a verba sem importância, porém indispensável para esse projeto, bastante útil, ao cidadão.


2. Ainda que sob às ordens operacionais de uma autoridade superior, um soldado que se preza não embarca em um comboio, rumo a uma investida injusta. (Pois nada, em hipótese alguma justif**a qualquer missão militar horrenda e fruto de uma ação vil, em prol de uma intromissão indevida, contra a soberania nacional). (3/1/2026).

3. (...)

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