Jom Jose Saavedra - Página

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http://jomsaavedra12.BlogSpot.com Escritor de Política e Religião - Historiador Prático da História Antiguidade e Moderna.

Empresarial na área Comércio Exterior-Logística. Desenvolveu junto a UFRJ-COPPE-Lasup projeto do transporte sobre trilhos para area urbana da cidade do Rio de Janeiro,
http://jomsaavedra12.blogspot.com
Artista Plástico, escritor de 12 livros, 5 publicados, poeta, pintor com obras no exterior, Teólogo, radialista, jornalismo. Consultor em Mobilidade Urbana Câmara Municipal RJ; ex-Deputado Suplente

05/31/2026

MISSÃO EVANGELHO EM FAMÍLIA
Projeto Culto no Lar
Missionário José Saavedra

GRANDE CULTO MISSÃO EVANGELHO EM FAMÍLIA

Planejamento

Qualquer pessoa pode fazer seu Culto
(não precisa de autorização)

Dia e Horário: À escolha
Pregador: Missionário responsável pelo Culto. Citar nome.
Dirigente: Um dos responsáveis pelo Lar. Citar nome.
Forma de Culto: Oração – Cântico – Sermão. Citar Título do Sermão
Sermão Escrito: do Grupo Missão Evangelho em Familia de Gramado
Objetivo: Evangelização de vizinhos e familiares.
Ocasiões: Aniversários e motivos especiais.
Relatório: Número de pessoas presentes e convertidos e Ordem de Culto Órgão Divulgador: Grupo Missão Evangelho em Família na Internet.
Local de Culto: Bairro e nome do responsável pelo Lar.

05/26/2026
05/24/2026
05/24/2026

A DÚVIDA DE PEDRO SER A PEDRA DA IGREJA DE JESUS CRISTO.

Mateus 16:13-20 – A Confissão de Pedro, relata o diálogo entre Jesus e Pedro e a instituição da igreja divina nos céus. “Quem diz o povo ser o Filho do Homem?”, pergunta Jesus a seus discípulos que respondem: “Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros; Jeremias ou algum dos profetas”. Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”.

A altivez de Pedro em responder certas indagações de difícil compreensão aos discípulos, feitas por Jesus, Pedro, deduz com clareza que não poderia ser a pessoa humana que Jesus estava se referindo, como o povo o interpretava, então, deduziu com certeza, que Jesus queria outra resposta que não a do homem, mas sobre a sua divindade, e, responde com convicção: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus...”.
Jesus percebe que Pedro usou da alternativa de não sendo a resposta que o povo falava e os discípulos, de Jesus ser homem, lhe diz que assim como ele Pedro é carne e sangue, seria edificada a sua igreja do Reino dos Céus, que o inferno não conseguiria prevalecer das mãos do homem, Pedro e seus discípulos, aprovados no mesmo sistema da escola rabínica na da tradição judaica pela qual estudou sem seguir ao rabinato que ao fim dos estudos, prontos para o trabalho, quando recebem como diploma exemplarmente, as chaves do Reino dos céus, e o dítame de que tudo ligares na terra será ligado nos céus, como prova de estarem, os apóstolos discípulos de Jesus, prontos para a missão do evangelismo. Mas, ainda não queria que dissessem isso ao povo, que ele havia instituído a sua igreja no reino da terra, da qual era o Cristo.
A escola judaica nos tempos de Jesus incluía a faculdade para rabinos que ao se formarem tinham direito a ter o seu próprio jugo (estipulavam uma lei, como na lei mosaica de não trabalhar aos sábados e acrescentavam normas próprias de se andar por uma determinada distância..., para um e para outro, andar aquela distância sem levar uma mochila. Outro jugo era de sua casa pegando fogo no sábado, você retira tudo de dentro dela ou deixa queimar para não infringir a lei do Sábado?
Conforme o historiador dos judeus, Flávio Josefo, Jesus questionado certa ocasião, pelo rabino Hillel se tinha um jugo, porque o povo o chamava de rabino, Jesus lhe disse que o seu jugo era o amor, menos pesado do que os deles fariseus) e a formalização como conclusão dos estudos rabínicos, se dava em receber as chaves do céu, assim como Jesus falou para Pedro. Então é esclarecedor que Pedro, sendo preparado por Jesus, seria seu discipulado aprovado para a divulgação de seu Evangelho e não ser um dirigente religioso do seu povo.
(Esse estudo foi por mim, desenvolvido ao longo dos 50 anos de convertido na igreja Batista e por dois anos de Seminário Propedêutico católico, em criança. Se correto, a Deus compete seu esclarecimento a cada fiel digno do Seu Reino – extraído de “Você não Me Conhece... Sou Deus”, Jom José Saavedra, 2010)
“Que vos significam essas pedras? Por ocasião das conquistas das terras de Canaã e no Livro de Josué capítulo 4 versículos de 8 a 10, está escrito: E levantaram doze pedras do meio do Jordão”. As pedras representam as doze tribos de Israel. Com elas se erigiu uma coluna memorial em Gilgal. Deus, sabendo da tendência do seu povo como deficiência humana de esquecer seus preceitos, sempre facilita, por um meio ou outro, a lembrança dos grandes eventos relacionados com seu plano de salvação. Note-se, p.e., as festas de Israel e a Ceia do Senhor e, também, o batismo neotestamentário. Pressupõe-se que Deus ergueu sobre as doze pedras, representadas cada uma pelas tribos do seu povo, como a base de construção da nação de Israel terrena, primeira iniciativa de Deus para a preparação da vinda do Messias. Por isso era importante que todas as tribos atravessassem o rio e tirasse uma pedra, como marca da construção de uma nação. E que esse significado teria também outro propósito na formação da sua igreja, agora do seu reino espiritual, com Jesus Cristo, e dessa forma, pressupõe-se que Jesus Cristo faz alusão às doze pedras do Jordão quando diz: "E sobre esta pedra, edificarei a minha igreja”, formalmente se refere a igreja sobre a pedra de fundação na sua pessoa, alicerçada pelos seus doze apóstolos, figurativo às doze tribos de Israel, à instituição da igreja divina, como a derradeira iniciativa de Deus no seu plano para a humanidade. Agora não a pedra da natureza, retirada do fundo do leito do rio, lavada pelas águas do Jordão, mas a pedra vivificada e batizada pelas águas do mesmo rio, como marco, sobre a qual edificaria a sua igreja divina do reino dos céus e que viria citar com a pedra angular também no meio do leito do Jordão - para que se soubesse que as pedras são na realidade do mesmo local onde as águas secaram. E ironicamente Pedro pode ter pensado no momento que ele era a Pedra, assim como todos os seus seguidores dessa linha de crença. Possivelmente Pedro se penitenciou mais tarde na velhice do quanto fora impulsivo e de pouca fé, recebendo os cuidados de Jesus, se achando nele a fundação da igreja de Cristo a Pedra da profecia de Isaias como alicerce de firme fundamento, posta em Jerusalém provada por Deus, para aquele que crê, se referindo a missão de seu Filho Jesus Cristo”.

Comentários:

Esta pedra... Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (I Pe 2:4-8; cf Mt 21:42-44). Até certo ponto, todos os apóstolos são pedras fundamentais, mas só pelo fato de serem porta-vozes e testemunhas do evangelho, garantindo sua veracidade (Ef 2:20). N.Hom. “A edificação da igreja” depende: 1) Da revelação de Cristo por parte de Deus (17, conf. Jo 16:13); 2) De Cristo ser o fundamento (1 Co 3:11); 3) De Cristo exercer seu poder soberano (28:18-20) 4) Dos discípulos confessarem a Jesus (16; At 1:8; 8:4) 5) De levar o ataque até as portas do hades (At 5:29) Portas dos Inferno (grego hades “lugar dos mortos”. A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que o obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3:18).
Chaves do Reino. O direito especial concedido a Pedro e todo discípulo aprovado de abrir a porta da salvação para os judeus (At 2) e aos gentios (At 10). Todo discípulo que ganha uma só alma para Cristo exerce o poder das chaves (1Co 16:9). Na prática hebraica do rabinato, todo discípulo que concluía a Belt Sheifer, era digno de receber as chaves dos céus, e podia ter o seu próprio jugo, ditar uma lei dentro da lei de Moisés. A de Jesus que não foi rabino, seu jugo era o Amor, mais pesado de cumprir do que o dos fariseus em suas palavras.
“Se ele não os atender, dize-o a igreja; e, se recusar ouvir também a igreja considera-o como gentio e publicano.

05/23/2026
05/23/2026

O HOMEM E A PALAVRA DE DEUS.
Desde a antiguidade, Deus está presente na vida do homem como seu Criador e o homem nunca deixará de pensar em Deus, até em seus momentos finais, quando sentir que seu corpo está dando o último suspiro de vida. Mas passou a vida toda não querendo pensar em Deus. O que se passa então nesse pensamento. Assisti algumas pessoas darem seu último suspiro, em hospitais e mesmo em casa e levava a Bíblia em minhas mãos. Os que criam na Palavra de Deus e os que ignoraram o seu significado. Morreram em diferentes situações: tranquilidade e segurança com o que iriam passar após a morte e insegurança e temeridade expressa em seus olhos e comportamento de desespero corporal. Como entendemos isso:
A vida toda se ouve falar de Deus. Desde o nascimento a morte do ser humano, sempre Deus está presente. E quanto a Sua Palavra. Toda pessoa tem uma base de autoridade sobre a qual pensa e age. Inclusive quando se direciona a Deus. Para crer ou para não crer em Sua Palavra.
Outrora, tudo o que se precisava dizer para expressar convicção de que a Bíblia era plenamente inspirada era: “A Bíblia é a Palavra de Deus”. Depois, foi preciso acrescentar “a Palavra inspirada de Deus”. Mais algum tempo passou e a frase cresceu para “a Palavra verbalmente inspirada de Deus”. Daí, para dizer a mesma coisa, era preciso dizer: “A Bíblia é a Palavra de Deus, verbal e plenamente inspirada”. Depois, surgiu a necessidade de dizer: “... a Palavra de Deus, infalível, verbal e plenamente inspirada”. Hoje em dia, eu ouço falarem assim, como uma bateria de termos teológicos: “A Bíblia é a Palavra de Deus, infalível, inerrante nos manuscritos originais, verbal e plenamente inspirada”. Mesmo assim, com tudo isso, é possível não comunicar exatamente o que se quer dizer! Porque o mundo que ouve o pregador da Palavra de Deus, tem dúvidas de sua exatidão. E morre sem ter certeza do que ouviu porque tem convicção de ser mais importante sua palavra do que a de Deus.

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