18/06/2026
O Bloco de Esquerda da Freguesia de Santo António apresentou um requerimento a solicitar esclarecimentos sobre a acumulação do cargo de Presidente da Junta com funções técnicas remuneradas na mesma autarquia.
Esta situação levanta dúvidas que exigem respostas claras. A transparência, a separação de funções e a integridade na gestão pública são princípios fundamentais da democracia local.
17/06/2026
O Tribunal de Contas avaliou o Plano de Saúde Lisboa 65+ e o resultado é claro: redundante, ineficiente e muito aquém do prometido.
De 130.000 munícipes elegíveis, apenas 12% se inscreveram. A execução ficou em 21% nas teleconsultas e assistência domiciliária, 11% nos cuidados dentários, 5% na oftalmologia e 0% no transporte em ambulância. E os valores gastos em publicidade, pareceres jurídicos e conceção gráfica (289.542€) foram quase iguais ao investimento em cuidados de saúde efetivos (292.424€).
Em 2022, o Bloco de Esquerda propôs que o programa fosse integrado no SNS, garantindo continuidade de cuidados e uma utilização eficiente dos recursos públicos. Carlos Moedas rejeitou. A auditoria do Tribunal de Contas concluiu que a não integração no SNS tornou o plano redundante e ineficiente.
Por isso, entregamos um Requerimento a Carlos Moedas a exigir esclarecimentos e a defender a reformulação do Plano Lisboa 65+ com integração efetiva no SNS, tal como o Tribunal de Contas recomenda.
16/06/2026
Encontramo-nos para a décima sessão dos Ciclos Marxistas no dia 18 de junho de 2026 (5.ª feira), às 18:30, na Sede Nacional do Bloco de Esquerda - Rua da Palma, n.º 270.
O tema é «Ideologia e Indústria Cultural». Discutiremos um excerto de “Dialética do Esclarecimento”, de Theodor W. Adorno e Max Horkheimer.
Podem aceder ao excerto escolhido no link da bio.
13/06/2026
Para Junho, mês do orgulho, recordamos um clássico de 1956, em que Baldwin, autor negro, quebrou tabus ao escrever sobre o amor entre dois homens brancos:
📍 “O Quarto de Giovanni” - James Baldwin
🗓️ Dia 24 de junho, às 19h, na Sede Nacional do Bloco de Esquerda.
📚 “Ler à esquerda”, o clube de leitura para conversa horizontal sobre literatura, livros e luta social.
30/05/2026
Famílias de Lisboa continuam sem resposta da Câmara aos danos das tempestades.
Após as tempestades deste ano, 93 famílias de Lisboa pediram apoio à Câmara para recuperar a sua casa. A CML não analisou nenhum pedido. Este é o pior registo do país.
Lisboa é a maior câmara do país, com o maior orçamento e mais recursos humanos. Por isso, entregamos um requerimento a Carlos Moedas a exigir explicações e uma atuação urgente.
As famílias afetadas não podem continuar à espera.
25/05/2026
Sob a tutela de Carlos Moedas, a EGEAC aprovou um apoio de 250 mil euros para um espetáculo integrado no festival Tribeca.
Segundo o contrato, estavam previstas duas sessões, mas apenas uma foi confirmada. Mesmo com lotação esgotada, a receita de bilheteira ficaria muito longe do valor do apoio público atribuído.
Enquanto isso, falta uma política de cultura para as pessoas em Lisboa e trabalhadores da EGEAC continuam em luta por melhores condições de trabalho.
Que política cultural está a ser construída para Lisboa?
Uma cultura voltada para artistas, estruturas e trabalhadores?
Ou uma estratégia baseada em grandes eventos para turistas e parcerias com grupos privados de comunicação?
O Bloco de Esquerda já questionou não apenas o valor deste apoio, mas também a falta de transparência na decisão.
24/05/2026
Encontramo-nos para a oitava sessão dos Ciclos Marxistas no dia 27 de maio de 2026 (4ª feira), às 18:30, na Sede Distrital do Bloco de Esquerda (Sede do Rato) - Rua de São Bento, n.º 694.
O tema é «Ideologia e Indústria Cultural».
Discutiremos um excerto de “Dialética do Esclarecimento”, de Theodor W. Adorno e Max Horkheimer.
Podem aceder ao excerto escolhido no link da bio.
19/05/2026
As escolas públicas de Lisboa precisam de intervenção estrutural urgente.
Algumas estão classificadas como urgentes ou muito urgentes.
17 não têm qualquer financiamento garantido.
Estes são os dados do observatório independente Metaprof e confirmam o que temos denunciado há meses.
Os problemas são graves: infiltrações, instalações elétricas degradadas, presença ou suspeita de amianto. Na última reunião da Câmara, uma associação de encarregados de educação relatou casos de crianças e assistentes atacados por ratazanas numa escola de Lisboa.
E a resposta do Executivo de Carlos Moedas? Um anúncio de 45 milhões de euros para dez escolas, muitas vezes apenas para elaborar projetos, não para fazer obras. E a decisão de não usar os fundos europeus do PRR para reabilitar as escolas, apesar de existirem verbas elegíveis. Verbas que o mesmo Executivo tentou usar para o “hub dos unicórnios marinhos”, projeto que falhou.
Já em fevereiro alertamos formalmente para esta situação. Foi ignorado.
Este mês, entregamos um novo Requerimento a Carlos Moedas, exigindo que esclareça quais as escolas sem financiamento, que calendário de intervenção existe e que responsabilidades políticas assume.
Não há inovação nem projetos simbólicos que justifiquem o abandono das escolas públicas.
Reabilitar as escolas é uma prioridade básica.