Flec Cabinda Independente

Flec Cabinda Independente

Compartilhar

FLEC FAC CABINDA, UNIDOS NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA DO ENCLAVE

24/09/2019

Cabinda independente of Repúblic Democrátic

27/05/2018

CABINDA CLAMA PELA INDEPENDÊNCIA

07/11/2017

Jean Lourant EM CABINDA PARA VER
OU SÓ PARA SER VISTO?

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, iniciou hoje uma visita de 24 horas a Republica Democratica Independente de Cabinda para constatar “in loco” a realidade política e sócio-económica da região. Talvez o Presidente consiga ver, ou sentir, o estado degradante que a cidade capital e arredores apresentam, a miséria social, moral e económica.
Se conseguir visitar a face não cosmética do Hospital Central verá, acreditamos que com amargura, o estado lastimável e até mesmo nojento em que se encontra. Verá que, para além da exiguidade de espaço, não há medicamentos, não há pessoal médico qualificado suficiente, não está minimamente dotado de equipamentos de diagnóstico complementares, não tem as diferentes especialidades, nomeadamente urologia, endocrinologia, cardiologia, nefrologia, neurocirurgia, otologia e outras consideradas importantes-
Os detentores dos poderes político e económico e respectivos familiares, quando estão doentes vão imediatamente para o estrangeiro, com dinheiro público, tratar-se. Só isso justifica que Cabinda, um território rico em recursos minerais, principalmente, o petróleo, não tenha um hospital devidamente equipado e de referência regional.
Si Joao Precisa de fazer de Angola um verdadeiro país onde todos sejam iguais, respeitando sempre os anseios das diferentes correntes político-sociais de Cabinda, com quem se deve dialogar, procurando o melhor estatuto administrativo e não pensar-se só na extracção de petróleo, impondo a lei da bala. Matar os Cabindas que reclamam os seus direitos....
Como é do conhecimento de João Lourenço, foi instituído pela Cabinda Gulf Oil Company o Programa “MOVAS OUT”, que em português significa a saída de todos os expatriados do campo petrolífero de Malongo, para todos os expatriados e trabalhadores se fixarem na cidade, para com essa mudança, contribuírem para o desenvolvimento económico da região, gerando mais trabalho…
Sabem o que aconteceu? Os detentores do poder político apressaram-se em construir condomínios na comuna do Malembo, financiados com dinheiro de bancos públicos, face ao facilitado tráfico de influência. Estamos certos, não estamos Presidente João Lourenço?
Assim, sob coacção política, os expatriados foram direccionados para o conhecido condomínio “MBC”, pertencente a altos dirigentes do partido no poder, pagando rendas chorudas e, prejudicando desse modo o desenvolvimento de Cabinda, marimbando-se, enquanto dirigentes do MPLA, para o desemprego em alta, com as consequências nefastas para o equilíbrio de muitas famílias.
Isto torna a região quase como uma colónia de uns poucos, alojados nas poltronas em Luanda.
Nenhum cidadão natural de Cabinda faz parte de uma empresa de petróleos e teve licença de concessão, para exploração do ouro, na região do Maiombe, pois ap***s foram concedidas às empresas dos detentores do poder político, dos generais e dos filhos do ex-Presidente da República. Assim irá continuar?
Recorde-se ter o desenvolvimento e crescimento de Cabinda iniciado com a exploração da madeira e só depois impulsionado com a exploração do petróleo, altura em que alguns mais abastados começaram a erigir habitações que foram posteriormente arrendadas aos trabalhadores estrangeiros que operavam no campo petrolífero de Malongo.
Numa reportagem aqui publicada em Dezembro de 2016, falámos dos trabalhadores da Cabinda Gulf Oil Company e denunciámos a transferência, por orientação e ou omissão de Luanda, de todos os serviços administrativos e trabalhadores desta petrolífera para Luanda, com todas as consequências negativas para a região e famílias, dos trabalhadores, alguns dos quais com mais de 50 anos de idade e fortemente implantados nesta região.
Um governo responsável obrigará a Cabinda Gulf Oil Company a construir não só uma clínica médica, como a sua sede principal em edifício condigno, e aí funcionarem todos os serviços administrativos, técnicos e de prospecção. Se o petróleo é explorado aqui, não faz sentido, a direcção e os serviços administrativos estarem a milhares de quilómetros, em Luanda.
Respeitado povo de Cabinda, no cumprimento da Constituição e da Lei, é preciso continuar a reivindicar e a questionar os políticos que tratam esta parcela, como se fosse uma colónia.
E assim sendo, onde está o Porto Comercial de Cabinda, que o MPLA e o ex-Presidente, José Eduardo dos Santos, prometeram construir? Onde estão as centralidades que o executivo prometeu edificar, na região do labe? Onde está o fomento da produção agro-pecuária? Onde está o fomento e apoio das serrações, para o fomento da produção da madeira e seus derivados?
O Porto Comercial foi, aliás, uma forma engenhosa que o então Presidente José Eduardo dos Santos usou para calar a boca de grande parte dos cidadãos de Cabinda, pese isso, a “vox populi” acusa-o de alocar dinheiro para a empresa do filho Zénu dos Santos, a quem entregou o Pólo Industrial do Fútila, antevendo-se que suceda o mesmo com as centralidades, caso venham a ser construídas.
Actualmente, apregoam aos quatro ventos, estar a situação em paz. Mentira! A guerra está aí, em cada buala da Cabinda profunda, onde nos chegam relatos de violações, destruições de lavras, espancamentos arbitrários e assassinatos de inocentes acusados de pertencerem à guerrilha da FLEC.
João Lourenço sabe que não pode comprar o silêncio de um povo durante todo o tempo, oprimindo-o, coarctando-lhe as liberdades mais elementares, quando este ap***s clama e, justamente, por melhor governação, oportunidades iguais e uma justa e equitativa distribuição de riqueza.
É lamentável, na província onde se explora o petróleo, não se conhecer qualquer desenvolvimento de realce, no sector produtivo, como forma de compensar os efeitos nefastos da exploração petrolífera, quantas vezes, irresponsável da Cabinda Gulf Oil Campany, causando prejuízos com o derrame de crude, à fauna, flora e à geração futura.
Os mares de Cabinda estão poluídos e a maioria do peixe e outros produtos do mar, estão contaminados e são impróprios para o consumo humano.
As autoridades angolanas sabem disso, mas o peso de um punhado de dólares, corrompe quem deveria punir, exemplarmente, uma companhia que visando ap***s o lucro põe em cheque, deliberadamente, a saúde pública.
A sociedade civil do país e os políticos de bem, que não se envergonham de assumir a especificidade de Cabinda deveriam estar determinados, a alterar esta situação, visando transformar a região numa zona de verdadeiro desenvolvimento industrial com produtos acabados, desde madeireiros, minerais, agro-pecuários, etc..
Cabinda não precisa de ter a obsessão de se transformar num segundo Koweit, mas de superar-se e estar ao nível de regiões onde os recursos exploráveis de hoje são a alavanca para o desenvolvimento do amanhã e das gerações vindouras, tornando-se numa província onde as suas gentes e visitantes tenham orgulho de viver, em harmonia e liberdade.
Isto porque, após 42 anos de independência, Cabinda, vergonhosamente, continua a não ter energia eléctrica e água corrente, para não falar de água potável, na maioria das casas nas zonas urbanas e bualas.
A capital de Cabinda, à noite, parece uma cidade fantasma, completamente às escuras, onde as ruas, nomeadamente, a tão conhecida rua Nova, também conhecida por das Forças Armadas, no período colonial, transformou-se em mercado, e antro de bandidagem nocturna.

30/10/2017

Província de Cabinda
À
SUA EXCELÊNCIA PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE
ANGOLA Dr. JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO.
- LUANDA -
ASSUNTO: CARTA ABERTA
Os Signatários desta carta aberta são activistas da sociedade civil de Cabinda, animados do desejo da criação de um ambiente propício para uma abordagem mais ampla da questão de Cabinda, sem as respectivas barreiras ligadas á exclusão de todas as partes interessadas na solução pacífica e duradoura, temos a honra de dirigir à Vossa Excelencia as nossas mais sinceras e cordiais felicitaçoes pela sua eleição, formulando, ao mesmo tempo, os nossos melhores votos e que as suas qualidades pessoais e o seu petriótico zelo de que desempenhe da melhor forma a missão que lhe confiaram.
Ouvimos com atenção e apreenção o seu discurso à nação angolana na abertura do ano legislativo da quarta legislatura da qual somos a produzir os seguintes juizos.
Louvamos em ouvir a disposição reafirmando de Vossa Excelência em melhorar o que está bem e corrigir o que está mal.
Excelentíssimo Presidente , nós os subscritores desta carta somos a refutar que não está herdando do Sr, José Eduardo dos Santos um país em paz, livre e unido de Cabinda ao Cunene. Excelência, Cabinda não está pacificado e logo no ideal de corrigir o que está mal este é um aspecto candente por se corrigir.
Nesta conviccção, Excelência pasma-nos quando no seu discurso de tomada de posse, e tanto no discurso de estado da nação proferido no dia 16 de outubro de 2017 não fazer qualquer referência a questão de Cabinda, ignorando a existência do conflito que dura a décadas que ainda ceifa vidas humanas. Infelizmente, mais uma vez o MPLA e o seu governo ignora a identidade cultural, histórica, antropológica e jurídica do povo de Cabinda, seguindo o velho paradigma da governação belicista do Enginheiro José Eduardo dos Santos e articulada com uma política de exclusão, acomodação dos rendidos, perseguição, tortura e assassinato dos mais verticais.
Na mesma esteira, apraz-nos trazer à memória ao Presidente da República de Angola ao referir-se à reforma da justiça, na prática os cabindas não lhes é reservado qualquer direito constituicional, razão pela qual não é permitido a legalização das associações cívicas e o recurso da Associação Cívica Mpalabanda passam mais de dez anos no Tribunal Constituicional sem resposta, tal como o exercício do direito da cidadania é vetado aos Cabindas.
Vossa Excelência elencou de forma sublime na magna casa do poder legislativo que está mais aberto ao diálogo com os grupos de pressão, fazedores de opinião e sociedade civil, nesta persepectiva apelamos:
1- Quê à sua Excelência proclame uma nova era na gestão do diferendo que opõe Cabinda e Angola
2- Quê se crie mecanismos concretos que visa estabelecer um diálogo social e politico com todas forças vivas cabindeses
3- Quê o novo governo cesse as perseguições politicas, assassinatos, prissões arbitrárias e outras tácticas militares de busca de uma solução da questão de Cabinda.
4- Os subscritores predispoem-se colaborar com todos sectores nacionais e internacionais na busca de uma solução justa e pacífica, augurando maior abertura e esforços prementes no desenvolvimento do território Cabindês.
Aproveitamos o ensejo para reiterar à Vossa Excelência os protestos da nossa mais alta consideração.
Cabinda aos 17 de outubro de 2017
Aproveitamos o ensejo para reiterar à Vossa Excelência os protestos da nossa mais alta consideração.
Os subscritores
1- José Da Costa Lembe
2- Carlos Vemba Vemba
3- André Sebastião
4- Egídio Conde
5- José André Chiânica Brás
6- José Das Neves Lanzi
7- Antonio Tuma (Nelinho Tuma)
8- Mateus Domingos Massinga (Massinga de Cabinda)
9- Sebastião Macaia
10- Filipe Macaia

26/10/2017

FLEC ENVIA MENSAGEM AO PRESIDENTE ANGOLANO JOÃO LOURENÇO
A direcção da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) enviou nesta quarta-feira, uma mensagem ao novo Presidente angolano, João Lourenço, propondo um “diálogo inclusivo” para acabar com o conflito de Cabinda, passando por um cessar-fogo.
Posição consta de uma carta assinada pelo vice-presidente da FLEC, Anny António da Silva Kitembo, dirigida ao chefe de Estado angolano, empossado no cargo a 26 de Setembro, na sequência das eleições gerais de Agosto, em que o MPLA elegeu dois deputados, em Cabinda, contra os três eleitos dos partidos da oposição.
“Seria um erro histórico se todos não ouvirmos e levarmos a sério o que o povo queria passar como mensagem através desta escolha legítima, porque a guerra, para todos nós, seja qual for a razão, nunca mais deveria ser uma opção para pressionar ou resolver o conflito de Cabinda”, lê-se na carta, propondo ao Presidente angolano a situação do enclave como uma “prioridade nacional”.
A FLEC defende que o Tratado de Simulambuco, de 1 de Fevereiro de 1885, que tornou Cabinda num “protectorado português”, continua em vigor, lutando há quase 50 anos, através de várias facções, pela independência do território.
Neste âmbito, as Forças Armadas Cabindenses (FAC), braço armado da FLEC, já reivindicaram a morte de dezenas de militares angolanos só desde o início de 2016, quando se deu a retomada do conflito em Cabinda, de onde provem a maior parte do petróleo angolano.
Invocando o lema de campanha de João Lourenço, de “melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”, a FLEC aponta nesta carta, 11 anos depois, o insucesso do “Memorando de Namibe” e do “Estatuto Especial para Cabinda”, que decorrem da instituição do “Fórum Cabindês para o Diálogo”.
“O Memorando de Namibe foi mal negociado e não trouxe a paz desejada”, refere, acrescentando que o estatuto para Cabinda “continua a ser uma miragem” e “um mistério ilegível aos olhos do povo de Cabinda, especialmente com a juventude”.
“Sim, senhor Presidente, devemos corrigi-lo e melhorar a sua aplicação”, defende a carta da FLEC, acrescentando que há um “grupo de reflexão” daquela organização, que constitui “uma ampla corrente de opinião comprometido resolutamente com a não-violência, pela paz”, que “se opõe ao conceito de luta armada como instrumento de reivindicação”.
“O conflito em Cabinda deve ser resolvido através do diálogo inclusivo, com a participação de todas as forças políticas e civis de Angola e Cabinda, em torno de uma mesa redonda, verdadeira oportunidade para dissipar qualquer susceptibilidade de consciência”, acrescenta a carta.
Em simultâneo, aponta que aos “vários apelos e propostas de diálogo”, o Governo angolano “sempre respondeu aumentando o nível de repressão militar e com multiplicação de casos de intimidações, sequestros e assassínios de responsáveis da FLEC-FAC”, além de “prisões arbitrárias de certos membros da sociedade civil em Cabinda”.
Recordando que o conflito em Cabinda “já causou muitas mortes, vítimas e sofrimentos de ambos os lados”, a carta assinada por Anny António da Silva Kitembo exorta o chefe de Estado angolano a encarar esta “proposta de diálogo” como uma “oportunidade para acabar com a crise para o Governo angolano” e como “esperança para uma paz duradoura em Cabinda”.
“Mandar calar as armas e moderar a oposição dos militares para a paz em Cabinda serão grandes avanços no caminho da reconciliação nacional”, lê-se no apelo directo a João Lourenço, cuja eleição, para a FLEC-FAC.
“Excelência senhor Presidente, de vossa parte vamos esperar um sinal claro e forte em direcção à paz e ao diálogo, em resposta a esta iniciativa, que a questão de Cabinda seja inscrita como uma prioridade nacional na sua agenda política e que, juntos, possamos avançar para um ambiente pacífico, digno e alcançar uma paz duradoura, organizar juntos reuniões directas ou multipartidárias permanentes com vista a alcançar um acordo definitivo”, conclui a carta.

07/08/2017

Comunicado
A direcção político-militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda
(FLEC/FAC) apela a todos os seus compatriotas a respeitarem uma paralisação total no território de Cabinda durante a quarta-feira de 23 de Agosto de 2017 dia de eleições gerais no país ocupante.
Cada Cabinda que colocar um voto numa urna angolana nas eleição de Angola de 23 de Agosto está a assumir que é angolano, a apoiar a repressão de Angola em Cabinda, a defender a humilhação do povo de Cabinda por Angola, a apoiar os assassinatos cometidos pelas Forças Armadas de Angola contra os nossos irmãos,a defender as prisões arbitrárias, a apoiar aqueles que praticam um genocídio identitário no nosso solo, e a consentir a corrupção e a lapidação de Cabinda pelas elites angolanas.
Votar em Cabinda nas eleições de Angola de 23 de Agosto de 2017 é abdicar da identidade Cabinda, aceitar a inaceitável integração belicista de Cabinda em Angola, é: conspurcar a memória de todos os nossos antepassados e mártires que
combateram o colonialismo português e o neocolonialismo angolano.
Não acreditem nas promessas dos partidos angolanos que nunca defenderam a nossa identidade e dignidade, nunca ouviram o nosso desespero e os nossos gritos, mas todos foram cúmplices da corrupção e do roubo generalizado do povo de Cabinda. Todos os partidos que participam na campanha eleitoral fazem parte da ocupação de Cabinda.
Qualquer Cabinda deverá unicamente votar no referendo para a autodeterminação do nosso povo. Eleições em Angola não são eleições em Cabinda.
Todos os Cabindas devem recusar votar 23 de Agosto de 2017 dia de eleições gerais no país ocupante.
Não vote no dia 23 de Agosto de 2017 e mostre ao mundo que Cabinda não é Angola!
Jean Claude Nzita
Secretario da Informação e Imprensa
Porta-voz da FLEC/FAC

30/06/2017

CABINDA FIRME NA LUTA PELA AUTONOMIA E INDEPENDENCIA TOTAL
Viva Povo de Cabinda

Photos from Flec Cabinda Independente's post 19/05/2017

A POLICIA ANGOLANA FALA ATOA
"Isso não é verdade e é mais uma manobra de diversão para chamar atenção. Não há nada de concreto em relação a isso. Não temos nenhuma informação que nos leva a acreditar nisso, até porque em conversa com o comandante de Cabinda e outras entidades locais não se confirma", afirmou à Lusa o porta-voz do comando-geral da Polícia Nacional de Angola, Orlando Bernardo.
guerrilha da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) divulgou nesta quinta-feira novas imagens dos quatros agentes da Policia Nacional feito reféns pelo seu braço armado desde o dia 15 de Maio, na povoação de Nhuca, região de Buco Zau.

Photos from Flec Cabinda Independente's post 19/05/2017

A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) divulga novas imagens dos quatros agentes da Policia Nacional feito reféns pelo seu braço armado desde o dia 15 de Maio, na povoação de Nhuca, região de Buco Zau
A FLEC-FAC pretende libertar estes prisioneiros, como "medida humanitária", lançando um "apelo" ao Comité Internacional da Cruz Vermelha "para mediar a libertação dos angolanos feitos prisioneiros".





As autoridades angolanas através do comando-geral da Polícia Nacional negam a veracidade do anúncio feito pelos independentistas da FLEC, considerando-o uma "manobra" para "chamar à atenção".
Quem estará a mentir? vejam as imagens

Photos 19/05/2017

FLEC faz quatro polícias reféns em Cabinda

Independentistas pedem mediação do Comité Internacional da Cruz Vermelha para libertar “prisioneiros de guerra”.
Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) anunciaram hoje que fizeram reféns quatro elementos da Polícia Nacional de Angola pedindo a mediação do Comité Internacional da Cruz Vermelha para a sua libertação.

“Comunicado de Guerra” da brigada de Maoimbe Sul das Forças Armadas Cabindesas.

uma patrulha mista de soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) e elementos da Polícia Nacional terá sofrido na madrugada de segunda-feira, 15 de Maio, uma “emboscada” das FAC na povoação de Nhuca, região de Buco Zau.

“Dois soldados das FAA foram mortos e quatro polícias do governo angolano foram capturados pelas FAC. Os quatro angolanos são nossos prisioneiros de guerra e como tal serão tratados”,

A FLEC-FAC pretende libertar estes prisioneiros, como “medida humanitária”, e “apela” ao Comité Internacional da Cruz Vermelha “para mediar a libertação dos angolanos feitos prisioneiros”.

07/04/2017

FLEC/FAC mata 10 militares das FAA
COMUNICADO DE GUERRA

no dia 05-04-2017 - Uma viatura militar das FAA foi atacada por combatentes cabindeses
na estrada que liga as vilas de Buco-Zau e Dinge fazendo 6 mortos e varios feridos
do lado das forças angolanas. O ataque que ocorreu às 7H50 nas areas de Sassa
Zau deixou igualmente ferido Coronel das FAA.
Neste mesmo dia, 05-04-2017 - Na picada que conduz à aldeia de Chimbanza,
região de Necuto, 4 soldados das FAA, em patrulha, foram mortos numa outra acção
que teve lugar às 8h00 da manhã.
As forças cabindesas perderam neste confronto um combatente, Adriano Kinono
Balenda.
As Forças Armadas Cabindesas FAC alertam, mais uma vez, que todos os
estrangeiros que trabalham sob a tutela do governo neocolonial angolano serão
tidos como alvos enquanto Luanda não decidir negociar o fim do conflito com a
FLEC.
Tenente-general Alfonso Nzau, Chefe da Brigada de Maoimbe Sul, comandante das
Forças Armadas de Cabinda (FAC)
Feito em Maiombe aos 07 de Abril de 2017

23/02/2017

Activistas do MR pedem em Luanda e Benguela demissão de ministro que é candidato do MPLA
Activistas angolanos convocaram para sexta-feira, em Luanda e Benguela, manifestações contra a condução do registo eleitoral pelo ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, que concorre a vice-Presidente da República nas eleições gerais, pedindo a sua demissão.
As próximas eleições em Angola estão previstas para Agosto e o registo eleitoral, que envolve prova de vida dos eleitores que votaram em 2012 e o registo de novos eleitores, que no total já passou a marca dos oito milhões, decorre até final de Março, num processo liderado politicamente pelo ministro Bornito de Sousa.
"Exigimos a demissão imediata do senhor Bornito de Sousa (…) Tendo em conta o nosso compromisso com a transparência do processo eleitoral, como uma das formas é evitar a fraude eleitoral, sairemos às ruas em protesto", lê-se na carta que os activistas organizadores do protesto enviaram ao Governo Provincial de Luanda, informando da manifestação.
A carta, sobre a qual é desconhecida qualquer resposta, foi assinada por quatro ativistas angolano, entre os quais Hi**er Samussuku, Emiliano Katumbela, Fernando e Arante Kivuvu, que integraram o grupo de 17 jovens condenados em 2016, pelo tribunal de Luanda, a p***s de prisão e mais tarde amnistiados.
Em causa o facto de, simultaneamente, Bornito de Sousa ter sido anunciado este mês como número dois da lista candidata do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições gerais, concorrendo assim ao cargo de vice-Presidente. A lista do partido no poder em Angola desde 1975 é liderada pelo general João Lourenço, atual vice-presidente do MPLA e ministro da Defesa Nacional, que dessa forma concorre a Presidente da República.
O início da manifestação está previsto para as 15:00 (menos uma hora em Lisboa) de sexta-feira, 24 de fevereiro, com concentração no Largo 1.º de Maio, no centro de Luanda, e uma "marcha pacífica" até ao Ministério da Administração do Território.
Também o Movimento Revolucionário de Benguela agendou para o mesmo dia, mas às 14:00, uma manifestação "pacífica" idêntica, na cidade capital daquela província.
"Comprometidos com a transparência do processo eleitoral, sairemos às ruas com o propósito de exigir a demissão imediata do senhor Bornito de Sousa do cargo de ministro da Administração do Território", lê-se na carta informando o Governo Provincial de Benguela da realização do protesto, o qual não terá sido autorizado por aquele órgão.
Os partidos da oposição em Angola também já protestaram contra a condução do processo de registo eleitoral por parte do Governo, afirmando que a competência do mesmo seria da Comissão Nacional Eleitoral, mas o Tribunal Constitucional deu razão no final de 2016 aos argumentos do Executivo.
A Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país (total de 90).
O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorreram as eleições de 2012.
O número dois da lista assume o cargo de vice-Presidente da República.

Quer que o seu negócio seja a primeira Serviço Governamental em Luanda?

Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.

Localização

Telefone

118

Website

Endereço


Cabinda
Luanda