Manuel Cornélio

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Manuel Cornélio Advogado | Escritor | Analista Político | Avaliação e Monitoria Eu Não Defino o Angolano
Pela Cor, Seja Ele Branco, Preto ou Mulato. "Jonas Malheiro Savimbi"

Eu Defino o Angolano Como Aquele
Que Ama Angola e Luta por Ela.

01/10/2026

Uma questão juridicamente curiosa da minha parte.

E se estiveres a ser detido, qual será a primeira coisa que farás?

A CORRIDA DOS ADVOGADOS E OS 30 ANOS DA ORDEM DOS ADVOGADOS DE ANGOLAA advocacia exige muito da mente.Exige estudo, disc...
18/09/2026

A CORRIDA DOS ADVOGADOS E OS 30 ANOS DA ORDEM DOS ADVOGADOS DE ANGOLA

A advocacia exige muito da mente.
Exige estudo, disciplina, resistência, equilíbrio e, sobretudo, compromisso.

Mas há uma verdade simples que também merece ser lembrada: um corpo saudável ajuda a sustentar uma mente preparada para os desafios da profissão.

Foi neste espírito que se realizou a Corrida do Advogado, integrada nas celebrações dos 30 anos da Ordem dos Advogados de Angola.

Mais do que uma corrida, foi uma oportunidade para celebrar a nossa classe, fortalecer a confraternização e recordar que a advocacia também é feita de pessoas, relações e comunidade.

Porque defender direitos exige preparação. E cuidar de quem defende direitos também importa.

Que venham os próximos 30 anos.
Que venham mais corridas.
Que venham mais encontros e celebrações.

07/09/2026

Advogado | Escritor | Analista Político | Avaliação e Monitoria

27/08/2026
O ASSASSINATO DE CARÁCTER NAS REDES SOCIAISVivemos numa época em que uma acusação pode destruir uma reputação antes que ...
22/08/2026

O ASSASSINATO DE CARÁCTER NAS REDES SOCIAIS

Vivemos numa época em que uma acusação pode destruir uma reputação antes que a verdade tenha tempo de ser conhecida. As redes sociais transformaram-se, muitas vezes, em tribunais instantâneos onde se condena sem investigação, sem contraditório e sem respeito pela presunção de inocência.

O imediatismo, o sensacionalismo, a exposição da vida privada e a busca desenfreada por protagonismo estão a substituir a prudência, a responsabilidade e o rigor. Uma fotografia, um vídeo ou uma narrativa unilateral tornam-se suficientes para transformar um cidadão em culpado aos olhos da multidão.

É preciso lembrar: acusação não é condenação; exposição não é prova; viralização não é verdade.

O contraditório e a presunção de inocência não são favores concedidos a quem é acusado. São garantias fundamentais de todos nós. Hoje pode ser o outro; amanhã podemos ser nós.

Precisamos de um travão sério nesta penepleia de sacrilégio populista, em que a dignidade humana é sacrificada no altar das visualizações, do escândalo e do protagonismo.

Mais investigação, menos especulação. Mais contraditório, menos condenação. Mais Direito, menos tribunal das redes sociais.

Porque, quando permitimos que a multidão substitua a Justiça, deixamos de construir uma sociedade de Direito e passamos a construir uma sociedade de julgamentos.

O tempo pode tardar, mas continua a ser o grande mestre na separação entre a verdade e aquilo que foi construído para a esconder.

21/08/2026

DECLARAÇÃO À IMPRENSA

Na qualidade de mandatário judicial do Professor Nkikinamo Tussamba, cumpre-nos esclarecer, de forma breve e inequívoca, que o mesmo é inocente das acusações que lhe estão a ser imputadas. Ao contrário do que se pretende fazer crer, o Professor é a vítima dos acontecimentos e rejeita categoricamente qualquer imputação de conduta ilícita que lhe seja atribuída.

O que ocorreu foi uma situação previamente orquestrada com o propósito de o agredir. O Professor foi ludibriado e atraído para uma situação que, à luz dos elementos já disponíveis, apresenta sérias contradições e indícios de ter sido previamente construída com o propósito de o colocar numa situação de extrema vulnerabilidade e, posteriormente, atingir o seu bom nome, a sua honra e a sua reputação, tudo num contexto que aparenta estar relacionado com uma disputa de protagonismo institucional e com interesses que, por ora, permanecem inconfessáveis.

Não estamos perante uma ocorrência espontânea. Os elementos conhecidos e já denunciados no processo, que corre os seus trâmites legais, revelam indícios de uma actuação concertada, de preparação prévia e de uma exposição posterior destinada a associar o Professor a acusações graves antes do devido apuramento dos factos.

O Professor foi vítima de agressão física e, simultaneamente, de uma tentativa de destruição da sua reputação. Não aceitará que uma narrativa previamente construída seja transformada em verdade apenas pela sua repetição e exposição pública.

A defesa respeita integralmente as instituições e confia na Justiça. É precisamente por isso que os factos já foram denunciados às instituições competentes e o respectivo processo segue os seus trâmites legais, estando a ser promovida a responsabilização criminal e civil de todos aqueles cuja conduta venha a ser comprovadamente associada aos factos, designadamente no que respeita à agressão, extorsão, chantagem, falsas qualidades, calúnia, difamação e demais ilícitos que possam resultar da investigação.

O Professor continuará a defender-se pelos meios legalmente previstos, com serenidade, firmeza e absoluta confiança na Justiça, porque quem não deve não teme.

Temos, porém, uma certeza: as narrativas podem ser construídas, as aparências podem ser manipuladas e a reputação pode ser momentaneamente atacada, mas a verdade não precisa de propaganda para prevalecer. Precisa apenas de tempo e de Justiça.

“O tempo é o grande mestre: no momento certo, encarrega-se de separar a verdade daquilo que foi cuidadosamente construído para a esconder.”

Luanda, aos 20 de Agosto de 2026.

JUSTIÇA | DIREITO | ÉTICA | COMPROMISSO

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(...) Ele peca por fazer esse trabalho para pessoas politicamente expostas. (...) São pessoas que trabalharam na função ...
26/07/2026

(...) Ele peca por fazer esse trabalho para pessoas politicamente expostas. (...) São pessoas que trabalharam na função pública. Têm dinheiro, podiam se sustentar.

""Não que está a fazer mal, mas está a fazer para pessoas erradas.

""Há muitos cidadãos pacatos que não conseguem ter essa digna condição de tratamento.

""O presidente estaria a fazer, de facto, um bom samaritano — mas deve olhar para as pessoas mais vulneráveis, não para quem já não precisa dessa muleta de apoio."

ENTRE O MENSAGEIRO E A MENSAGEM – O CASO ABEL CHIVUCUVUKU VS. ADRIANO SAPIÑALA – MANUEL CORNÉLIOA política angolana vive...
08/05/2026

ENTRE O MENSAGEIRO E A MENSAGEM – O CASO ABEL CHIVUCUVUKU VS. ADRIANO SAPIÑALA – MANUEL CORNÉLIO

A política angolana vive momentos de tensão em torno da denúncia pública feita pelo deputado Adriano Abel SapiñalaAdriano Sapiñala contra Abel Chivucuvuku, após a ter comentado abertamente sobre o “vídeo da caixa térmica azul” onde este último aparece recebendo valores monetários em circunstâncias suspeitas. O episódio ganhou contornos jurídicos quando Abel decidiu avançar com uma queixa crime contra o denunciante, em vez de questionar a autenticidade ou a autoria do vídeo que, segundo ele, teria sido manipulado pelo MPLA.

Se Abel afirma que o vídeo é uma montagem, a lógica mais prudente seria dirigir a sua ação contra quem produziu ou divulgou tal material. Ao optar por processar Adriano, Abel desloca o foco da questão: em vez de enfrentar a suposta manipulação, volta-se contra quem exerceu o direito de crítica política.

Essa postura levanta sérias dúvidas sobre a intenção real da queixa. Estaria Abel preocupado em defender a sua honra ou em silenciar uma voz crítica que expôs publicamente um indício de corrupção?
Adriano Sapiñala, como deputado, goza de imunidade material pelas opiniões proferidas no exercício da sua função política. A denúncia feita em Paris insere-se no contexto de fiscalização e crítica legítima, valores essenciais em qualquer democracia.

Processá-lo por exercer esse papel é um atentado contra a liberdade de expressão e contra o próprio princípio da representação parlamentar.

Ao mover a ação contra Adriano, Abel contribui para um perigoso precedente: transformar o denunciante em réu, enquanto o fato denunciado permanece sem investigação séria. Essa inversão mina a confiança pública e reforça a percepção de que a justiça pode ser instrumentalizada para fins políticos.

A iniciativa de Abel Chivucuvuku revela-se politicamente contraproducente e juridicamente questionável. Em vez de fortalecer a sua posição procesando quem diz que é o autor material do vídeo, sê alguma vez a teve, expõe fragilidades e alimenta a suspeita de que o objetivo é esconder uma verdade incomda coninivente.

Para os que buscam consolidar a democracia, é imperativo que as instituições concentrem esforços na apuração dos indícios de corrupção, e não na perseguição de quem os denúncia. Afinal, como bem se diz, é mais prudente processar quem promove o ato ilícito do que quem a denúncia? Agindo ao contrário, é proteger o corrupto. Será que é isto que está por trás desta participação? a resposta, FICAMOS PRA DEPOIS YAH. Era só isso.

FERNANDO DA PIEDADE DIA DOS SANTOS “NANDÓ”, O HOMEM QUE ESCREVEU A SUA HISTÓRIA À LÁPISNandó, num país de lutas e sonhos...
21/12/2025

FERNANDO DA PIEDADE DIA DOS SANTOS “NANDÓ”, O HOMEM QUE ESCREVEU A SUA HISTÓRIA À LÁPIS

Nandó, num país de lutas e sonhos,
escreveu sua história à lápis,
em páginas de um livro vasto,
onde a política se entrelaça com a vida.

Exerceu quase todos os cargos do topo,
na hierarquia política angolana,
navegando mares tempestuosos,
de uma história difícil e conturbada.

Homem de posições de proa,
nos momentos mais decisivos,
um farol em noites escuras,
um timoneiro nas águas revoltas.

Mas após deixar a presidência,
da Assembleia Nacional, seu último posto,
o legado de Nandó parece apagar-se,
com a fragilidade do grafite, uma história triste.

Como eternizar essa grandeza,
que a lápis foi escrita com mãos firmes?
Como impedir que o tempo apague,
os traços de um homem que tanto fez?

Nandó, que em silêncio operou,
no coração da política angolana,
deixou marcas profundas,
embora finas como um traço de lápis.

Sua grandeza não se mede em tinta,
mas no impacto das suas ações,
no eco das suas decisões,
que reverberam na alma de Angola.

Há como eternizar-te, Nandó?
Talvez nos corações que tocaste,
nas vidas que mudaste,
nas histórias que ajudaste a escrever.

E mesmo que o lápis possa desvanecer,
a memória persistirá,
pois a grandeza de um homem,
não se apaga tão facilmente.

Nandó, teu nome gravado no tempo,
numa Angola em constante transformação,
não será esquecido, mesmo que a lápis,
pois a tua história vive em cada decisão,
em cada esperança plantada,
no solo de uma nação que não se curva.

E assim, entre linhas e versos,
eternizamos-te, Nandó,
na poesia do teu legado,
na memória de um povo,
que jamais esquecerá
o homem que escreveu sua história à lápis.
Nandó, na memória coletiva,
és a figura que se desenha,
com traços finos, porém firmes,
num quadro de lutas e esperanças.

Em cada cargo que ocupaste,
deixaste uma marca indelével,
mesmo que escrita à lápis,
num livro que Angola folheia com orgulho.

Teus passos ressoam nos corredores do poder,
ecoando decisões ponderadas,
em tempos de incerteza e conflito,
onde tua voz foi bússola e guia.

Agora, após o crepúsculo do teu último cargo,
a presidência da Assembleia Nacional,
parece que teu legado se desmancha,
como grafite sob a chuva do tempo.

Mas a poesia da tua vida,
não se apaga tão facilmente,
pois cada palavra, cada gesto,
é uma semente plantada na história.

Eternizar-te, Nandó, é um desafio,
mas também uma missão de justiça,
pois homens como tu, que escreveram
suas histórias em páginas frágeis,
merecem ser lembrados com tinta permanente.

Nos livros de história de Angola,
nas canções que celebram heróis,
nas memórias dos que viveram teu tempo,
tua figura se ergue, inapagável.

Assim, Nandó, entre o lápis e a eternidade,
navegas nas águas da lembrança,
um farol que, mesmo apagado,
guia os navegantes da nova Angola.

Tua grandeza, escrita em traços suaves,
é um cântico de coragem e serviço,
uma ode à persistência e à liderança,
que nem o tempo pode desfazer.

Nandó, teu nome é sinônimo de legado,
não apenas em grafite, mas em espírito,
pois a verdadeira eternidade
reside na memória dos corações.

E enquanto Angola continuar
a trilhar seu caminho de esperança,
teu nome, Fernando da Piedade Dias dos Santos,
permanecerá como um sussurro constante,
um lembrete de que a grandeza,
mesmo escrita à lápis, pode ser eterna.

Livro: Gotas Luz, lançado no dia 05 de setembro de 2023, autor: Manuel Cornélio

Link para o download’s: https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7878274

20/12/2025

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