Sala Multifuncional - EEFM Tomaz Pompeu

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Ser diferente é normal.

Photos 14/07/2014

Unganda (1980) olharemos ainda atentamente aos mãos dadas, é um contraste aterrorizante, lembrando são nossas crianças.

Photos 14/07/2014

Fotografia publicada em março de 1993 no “New York Times” e responsável pela ascensão de Kevin Carter como fotógrafo. Em 1994, Kevin ganhou o Prêmio Pulitzer de Fotografia. Embora a fotografia seja impactante, o abutre não estava tão próximo do menino como a fotografia sugere — fato que continua causando controvérsias entre jornalistas e fotógrafos. O garoto da foto chamava-se Kong Nyong e sobreviveu ao abutre, morreu em 2007. Kevin Carter, o fotógrafo, se matou em 1994. Fotografia: Kevin Carter!obs: comentário>>> Comovente, surreal até, mexe com nosso lado mais obscuro o da revolta e indignação! é apenas uma criança e já tão vitima do descaso social.

Photos 14/07/2014

Porque a tantas desigualdades ? se somos todos irmãos ? Abrace a causa, juntos somos fortes! transmita amor & paz a todos.

Photos 14/07/2014

A grande chegada de uma vidinha tão frágil deixa todos emotivos, mas em muitos casos esses pequeninos vem com necessidades especiais, mas não nos deixam em um momento tristes, muito por contrário mostram-nos o quanto são fortes para estarem aqui. Viva a todos, Viva as nossas diferenças, e o que amor nunca nos falte. (Ana Carolina )

Photos 14/07/2014

Pensamento Reflexivo do dia ! e serve para todos!

Photos from Sala Multifuncional - EEFM Tomaz Pompeu's post 14/07/2014

Alguns jogos manuais ! fonte: internet

Photos from Sala Multifuncional - EEFM Tomaz Pompeu's post 14/07/2014

O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)


Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.

Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.

Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.

Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.

Como lidar com o TGD na escola?
Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.

Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.

Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

Photos 14/07/2014

Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a educação
Autoras: Alunas Isabel Cristina de Lima e Maria José de Lima

O presente trabalho propõe um estudo sobre a Língua Brasileira de Sinais, entendendo desde seu surgimento aqui no Brasil até dias atuais. Outro fator importante que será mencionado neste trabalho é fato de LIBRAS se tornar uma disciplina obrigatória, assim tornando possível maior abertura para o processo de inclusão. Trata-se de uma resenha conceitual embasada nos textos referendados na bibliografia citada no final do trabalho.

A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) constitui como uma das mais importantes linguagens para possibilitar o estabelecimento de comunicação entre os indivíduos com deficiência auditiva como também destes com os ouvintes, estabelecendo relações sociais que os integram. Na sociedade ouvinte a LIBRAS representa uma forma natural de linguagem emergida da necessidade de comunicação social. Além de ter o papel de compreensão da língua a LIBRAS representa a expressão cultural.

Segundo Menezes (2006), o Brasil passava pelo o período de colonização portuguesa, governado pelo o Imperador Pedro II, quando a língua de sinais para surdo chegou aqui no Brasil. O conde francês Ernest Huet que era surdo foi o que teve iniciativa de trazer um manual francês e alguns sinais.

Atualmente, entende-se por Libras de acordo com a Legislação de Libras do Brasil da Lei nº 10. 436 de 24 de abril de 2002 art. 1º, parágrafo único:
A forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

Photos 14/07/2014

Alfabeto libras! a arte de falar com mãos.

Photos 29/05/2014

Alfabeto Braille!

Photos from Sala Multifuncional - EEFM Tomaz Pompeu's post 09/04/2014

CÃO-GUIA

No Brasil quase não observamos deficientes visuais com cão-guia, porém nas Regiões do Sul e Sudeste temos notícias da presença de alguns destes belos animais usados como auxílio da mobilidade dos deficientes.

Algumas escolas que preparam cães-guias fazem gratuitamente, muitas delas existem nos Estados Unidos, isto não é de impressionar pois o espírito filantrópico do povo Americano já é bem conhecido. O deficiente visual que desejar ter um cão-guia somente gastará com o transporte e as despesas durante o período que ficar recebendo as instruções para utilizar e tratar o seu cão corretamente, em geral o treinamento dura um mês.

Várias entidades de um modo geral, sempre exigem alguns requisitos básicos para que um deficiente visual possa ter um cão-guia gratuitamente; quando ele liga para uma entidade solicitando seu animal, é então remetido ao solicitante uma série de questionários a serem preenchidos pôr vários profissionais ligados à área de saúde tais como: Clínico Geral, Oftalmologista, Psicólogo e pôr uma pessoa ligada a alguma instituição que trabalhe com deficientes visuais, pessoas estas que possam atestar que o deficiente visual que hora solicita seu cão-guia possui condições físicas, mentais e econômicas de manter e

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