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Ama#Belém
Conhecer os candidatos à vereança em Belém é um passo importante para bem escolher seu candidato. Por amor a Belém do Pará!
Aqui apresentamos nossas propostas para melhorar a qualidade de vida em nossa terra, nossa vida.
10/11/2020
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08/11/2020
Só o Voto pode Acabar com a Corrupção... Saiba mais em: http://campanhamiguelangelo.com.br/
07/11/2020
O Amor é a melhor política...
07/11/2020
A Cultura é a alma de um povo...
04/11/2020
Liberdade para eleger, exerça seu direito de cidadania.
25/09/2020
A CULTURA PARAOARA
Cultura, como a maioria das pessoas sabe, é um termo polissêmico, ou seja, que comporta vários sentidos, várias significações e tem sido empregada em diferentes situações, sejam empresariais, artísticas, religiosas e por aí vai.
Por outro lado, nas sociedades complexas da modernidade, as atividades se articulam em campos especializados de ação (economia, política, arte) onde operam regras autônomas e funções particulares. Nesse sentido, falamos da existência de um setor cultural, como podemos falar do setor metalúrgico ou pesqueiro (diferentes áreas de atuação) e distinguimos entre o setor público e o privado (diferentes áreas de propriedade).
Mas, não é menos verdade que todos esses setores têm uma dimensão cultural na medida em que se baseiam em regras (propriedade pública, privada ou cooperativa) e na medida em que organizam modos de vida específicos (com universos de linguagem e padrões de comportamento socialmente distintos e distinguíveis).
Diante disso, é absolutamente necessário especificar a que cultura nos referimos.
Falamos de setor cultural ao mesmo tempo que falamos de setor criativo ou de conteúdo, indústrias culturais e/ou indústrias criativas etc., e essa linguagem tem muito a ver com uma abordagem econômica da cultura que nem sempre faz justiça à sua singularidade, enquanto os bens culturais não são redutíveis à mercadoria.
Do ponto de vista técnico e sociológico, devemos identificar o setor cultural com aquela esfera social de ação em que a produção / consumo de significados ou bens simbólicos prevalece sobre qualquer outra dimensão (econômica, política ou reprodutiva).
Isso inclui atividades como de leitura, visitas a equipamentos culturais (bibliotecas, arquivos, museus, exposições, galerias de arte ), assistir a espetáculos ao vivo (música, teatro, ópera, balé), ouvir e ver (rádio, cinema, televisão) e usar as tecnologias digitais (Internet) como plataformas de comunicação e interação culturais (as redes sociais, as mídias digitais, os sites de cultura e arte etc. e tal).
Nas próximas postagens iremos detalhar o que pode ser feito para alavancar o setor da cultura em nosso território, nossa terra - nossa vida.
17/09/2020
BELÉM VERDE, POIS TE QUERO BEM...!!
No mês de setembro é comemorado o Dia da Amazônia. O dia 5 de setembro foi escolhido para lembrar as pessoas que, ainda, existe esse importante bioma brasileiro, onde se encontram algumas das maiores riquezas da humanidade.
Belém faz parte desse bioma, dessa fonte de biodiversidade que inclui mais de 40 mil espécies de plantas diversas, mais de 400 tipos de mamíferos e em torno de 1.300 espécies de aves. Além de milhares de outras espécies de invertebrados e de 3 mil espécies de peixes.
Cuidar desse patrimônio natural é obrigação de todos, não só dos governos e de empresas particulares. Nossa terra – nossa vida possui extensas áreas ainda com razoável preservação e, sem bem geridas, poderão trazer para os belenenses, um padrão de qualidade de vida bem melhor e mais abrangente para todos.
A ideia-força que impulsionará uma nova relação social dos belenenses com seu meio ambiente é a de incentivar a integração de áreas verdes ao cotidiano de sua gente. Habitats preservados como o eixo EMBRAPA-UFRA-UFPA irão se constituir em novos espaços para a interação de crianças, jovens e adultos com a biodiversidade da Belém Amazônica.
Nosso território peninsular com suas diversas ilhas, particularmente a do Mosqueiro, também será espaço de integração das pessoas com seus ecossistemas. Mosqueiro possui recursos naturais que podem ser mais bem preservados se houver uma integração com a vida cotidiana dos belenenses. O esporte e a cultura se integram perfeitamente com o bioma amazônico quando feito de forma complementar de ações educacionais e cívicas, estimulando a cidadania das pessoas para com o seu entorno, seja o ecológico, o cultural e o esportivo.
Museus naturais, salões de eventos, anfiteatros, arenas, trilhas ecológicas, pescarias sustentáveis, corredores para ciclistas e tantas outras atividades que se coadunam, podem ser implementados a partir da proposição na Câmara de instrumentos legais que abram as portas para a parceria com fundos nacionais e internacionais ligados à preservação dos ecossistemas naturais e sua utilização preservacionista.
Melhor incorporar essas áreas ao usufruto dos belenenses – desde que de forma racional e criativa – do que deixá-las à mercê de vagabundos, estupradores, desmatadores criminosos e outras espécies de gente desqualificada que só visam saciar seus instintos animalescos.
BELÉM VERDE, POIS TE QUERO BEM...!!
10/09/2020
ACESSO – UM BEM SOCIAL.
A sociedade digital é uma realidade no cenário contemporâneo, o que se evidencia com o advento da pandemia, quando as plataformas virtuais desempenharam um papel relevante no combate ao Covid-19, ao impedirem a propagação em massa do ma***to vírus.
O acesso às informações e procedimentos necessários para frear a propagação do vírus – por meio das plataformas digitais – proporcionou à sociedade uma organização espontânea e surpreendente, já que o poder público – principalmente o Federal – se fingiu de morto naquele momento crucial de enfrentamento da pandemia.
O conceito da palavra ‘acesso’ designa não apenas um direito social fundamental, crescentemente reconhecido; ele é também, necessariamente, o ponto central da moderna sociedade. Sua aplicabilidade se estende conforme as pessoas vão se conscientizando de sua importância no enfretamento de questões que deveriam estar sob a tutela do poder político instituído. Assim, “acesso” passa a ser um fim social, da mesma forma que a igualdade ou a liberdade ou a democracia ou o bem-estar.
Cabe à sociedade se reconhecer como dona de seu nariz, se deseja evoluir em seus conceitos e visão de mundo, ou não, ficar sujeita aos grupos políticos da elite – eternamente deitados em berço esplendido – que privilegiam seus interesses de classe social abastada, postergando as demandas das classes sociais mais carentes da comunidade belenense para serem solucionadas ‘sabe-se lá quando’.
Historicamente, são as novas tecnologias que determinam as mudanças mais radicais na dinâmica da sociedade, seja por bem ou por mal, vai depender da consciência de seus cidadãos sobre qual o futuro que pretendem construir para si e seus descendentes. Agora, isso implica no emprego do raciocínio, de usar a cabeça para visualizar e imaginar uma realidade que pode ser melhor, desde que o acesso aos bens materiais e imateriais seja uma deliberação socializada, compartilhada e vivenciada conscientemente pelo povo.
As tecnologias de comunicação e informação impõem ao Parlamento Municipal um novo comportamento para com as comunidades belenenses: o ACESSO TOTAL nas deliberações dos parlamentares e PARTICIPAÇÃO ATIVA nos processos de atendimento das demandas dos cidadãos de nossa terra-nossa vida, o que implicará na criação de novos modos de relação social entre os parlamentares e o povo, sendo os aplicativos móveis a nova ferramenta de gestão política, conectando on-line e ao vivo, os cidadãos com o plenário, onde debates e deliberações sobre as problemáticas de nossa terra-nossa vida estão em trâmites no propósito de solucioná-las.
02/09/2020
EMPRESÁRIOS BELENENSES E O MEIO AMBIENTE
O mercado – diga-se, os consumidores – já não suporta mais o mal uso do meio ambiente por parte dos empresários. Claro, não são todos. Mas, muitos deles ainda ignoram os grandes males que estão causando às suas próprias empresas e à sociedade em geral, quando desrespeitam o meio ambiente como princípio e fim de todas as coisas. Além disso, acabam induzindo os consumidores a se comportarem, também, de forma inadequada no uso e no descarte de produtos e serviços consumidos.
Daí a importância de se cuidar do meio ambiente já a partir de dentro da própria empresa. Os negócios funcionam melhor quando algumas regras são consideradas como prioritárias, como as que seguem abaixo.
1- Mudança de comportamento: querer explorar o meio ambiente só para gerar lucro econômico é um equívoco em uma sociedade cada vez mais bem informada. Os recursos naturais – orgânicos e inorgânicos – são preciosos e possibilitam a geração de riquezas de forma abrangente. As empresas verdes – um novo conceito de empreendimento – se adequam ao tripé formado por desenvolvimento econômico, meio ambiente e atendimento das necessidades humanas.
2- Convergência de obrigações: o desenvolvimento sustentável se apoia no alinhamento de tecnologias digitais e procedimentais. A atitude que flui de uma consciência coletiva sobre a empresa é que vai gerar um valor simbólico a favor da companhia.
3- Conhecimento das leis: existem leis específicas relacionadas à exploração do meio ambiente e sua preservação. Por exemplo, a Lei 9605/98 trata dos crimes ambientais. Já o manuseio de resíduos sólidos tem na Lei 12305/10 os dispositivos que explicam e delimitam o gerenciamento adequado desses materiais. Além de outras Leis que marcam os rumos a serem tomados na exploração e no uso do meio ambiente.
4- Patrimônio educação: não são as leis que irão, sozinhas, mudar o uso adequado do meio ambiente pelos empresários. Além delas, é preciso incorporar na cultura brasileira a educação ambiental. Uma formação escolar, desde o ensino básico, deve nortear a formação de uma consciência ambiental coletiva. Fazer da educação ambiental um patrimônio cultural onde as pessoas estejam engajadas com a causa do meio ambiente sustentável.
5- Nova cultura: desde a Conferência de Estocolmo, ocorrida no início de 1970, a preocupação com o meio ambiente passou a ser prioritária por diversos segmentos da sociedade, isto porque o ser humano foi percebendo que também faz parte dessa rede ecológica que envolve todos as espécies da natureza. Até então, o ser humano se imaginava distinto – separado – dos demais elementos da natureza, e se achava o “dono do pedaço”, aquele que tudo podia e a nada respondia pelos seus atos.
Os empresários de Belém, nossa terra-nossa vida, precisam ampliar essa percepção sobre o nosso meio ambiente. Eles devem ser os primeiros a impedir que os resíduos e descartes de suas empresas sejam jogados aleatoriamente nas baixadas e, principalmente, em nossos rios caudalosos Guamá e Pará.
27/08/2020
O PAPEL DO MUNICÍPIO NA GERAÇÃO DE RENDA E EMPREGOS.
A gestão do município de Belém poderia, perfeitamente, propor projetos para a geração de emprego e renda aos belenenses em situação de crise econômica. Examinando os desafios e oportunidades impostos pelos ecossistemas natural e cognitivo de nossa terra – nossa vida, poderíamos começar com uma discussão socializada, por meio dos ambientes virtuais alavancados pela epidemia, onde pudéssemos trocar ideias sobre os desafios da qualificação profissional de nossos jovens e adultos para enfrentar as limitações históricas de nossa realidade, no quesito produção econômica das camadas sociais desprovidas de qualificação profissional.
Aproveitando as bases de conhecimento de profissionais de diversas áreas, e mais os acadêmicos e estudantes, criaríamos debates coletivos com o objetivo de fornecer um instantâneo do que está acontecendo em nossa metrópole, em relação à geração de renda e emprego.
O sucesso econômico de uma comunidade depende do desenvolvimento de algumas atividades-âncora, como podemos observar em outros municípios do Brasil e do mundo. Ora é o setor da confecção, ora do artesanato diferenciado, ora da tecnologia da informação, ora do turismo e lazer, ora de serviços de restauração dos prédios e equipamentos antigos etc. e tal, e depois criando uma sinergia entra elas, desencadeando o que chamamos de redes produtivas geradoras de renda e emprego.
Cabe ao município – vereadores e prefeito – despertarem a consciência das pessoas e estimulá-las a participar na solução de problemas coletivos. Desenvolver nas pessoas a visão de que a economia de hoje é realmente uma competição entre redes, não de empresas. Oferecer espaços virtuais para que ocorram interações entre os diversos segmentos socioprodutivos – já que os presenciais limitam a participação física das pessoas – proporcionando uma consciência coletiva sobre a importância da inovação na produção econômica da sociedade.
Nesse sentido, começar identificando as qualidades natas que a cidade tem e como fortalecê-las. De imediato percebemos que Belém tem diversas qualidades natas, como sua natureza privilegiada que poderia ser melhor aproveitada para o turismo, o esporte, o lazer, o entretenimento, a cultura, tudo sob a ótica da preservação de seu ecossistema natural e social, respeitando as tradições de suas comunidades históricas, seja na área rural - as ilhas - seja na área urbana, cidade histórica, por exemplo.
Continuamos no próximo post.
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Nossa terra, nossa vida.
Toda semana apresentaremos informações sobre a realidade de nossa cidade Belém do Pará. Procuraremos refletir - a partir de uma abordagem humanista - as questões que assolam nossa terra de forma recorrente, nos diversos setores de nossas vidas de belenenses. Sua participação é bem-vinda! Traga informações e ideias para abrirmos novos caminhos.
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