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Comunidade Esteio Direcionamento e posição sem bandeira política. A verdade que que ninguém vê !

Ontem, dia 22 de setembro de 2026, na sessão da Câmara de Vereadores de Esteio, tivemos a presença do Assis Brasil, que ...
23/09/2026

Ontem, dia 22 de setembro de 2026, na sessão da Câmara de Vereadores de Esteio, tivemos a presença do Assis Brasil, que fez questão de estar presente para agradecer por todo o carinho, reconhecimento e pelos 35 anos de caminhada em nossa cidade.

Uma trajetória marcada por trabalho, amizade, respeito e, principalmente, pela disposição em ajudar as pessoas, sempre independente de partido ou posição política.

Assis passou por dificuldades, enfrentou momentos difíceis e, mesmo assim, nunca deixou de ser a pessoa que sempre foi: simples, verdadeira, de coração puro e disposta a estender a mão para quem precisasse.

Foram 35 anos construindo histórias, amizades e deixando sua marca em Esteio. E talvez uma das maiores recompensas de uma vida seja poder olhar para trás e saber que, de alguma forma, você fez a diferença na vida de muitas pessoas.

Tenho certeza de que sua família sente muito orgulho da pessoa que você é e de toda a história que construiu.

Assis, nós é que agradecemos por tudo. Pela amizade, pelo respeito, pela parceria e por todos esses anos dedicados às pessoas e à nossa cidade.

Que Deus abençoe essa nova etapa da sua vida, ilumine seus caminhos, proteja você e sua família e permita que você siga colhendo todo o bem que plantou ao longo desses 35 anos. 🙏❤️

Obrigado, Assis Brasil. Que venha uma nova fase, cheia de paz, saúde e novas histórias para contar!

23/09/2026

🚨 A insegurança de empreender também deveria preocupar a cidade.

Hoje foi uma loja de cosméticos e perfumaria, no centro, na esquina com a Presidente Vargas. Levaram tudo.

Mas isso não é um caso isolado.

Já levaram ferramentas de trabalhadores no Aliança. Já vimos material sendo levado em plena luz do dia. Até alumínio de banner estão levando.

E aí eu fico pensando…

O comerciante já enfrenta carga tributária, aluguel, funcionários, fornecedores, queda nas vendas, prejuízos com enchentes e o risco de perder tudo de uma hora para outra.

Agora também precisa trabalhar com a sensação de que, quando fechar a porta no fim do dia, pode não encontrar mais aquilo que construiu com tanto esforço.

E talvez essa seja uma das maiores inseguranças de quem empreende: não saber se amanhã ainda vai ter o patrimônio que levou anos para construir.

Não é sobre apontar o dedo para A, B ou C.
É sobre olhar para o comércio e perguntar:

Quem está olhando por quem trabalha?
Quem está cobrando soluções?
Quem está pensando na segurança de quem empreende?

Porque para fazer uma homenagem sempre aparece.
Mas diante de tudo isso acontecendo, qual seria a moção que realmente faria diferença para o comerciante?

🤔 Quero saber de vocês: o que está faltando para o comércio se sentir mais seguro?

👇 Comenta aqui. Vamos conversar sobre isso.

O que você faria?Em plena luz do dia, uma situação como essa acontece nas ruas. As autoridades já foram avisadas.Mas f**...
22/09/2026

O que você faria?

Em plena luz do dia, uma situação como essa acontece nas ruas. As autoridades já foram avisadas.

Mas f**a a pergunta: se fosse na frente da sua casa, na sua rua, no seu comércio… o que você faria?

No fim do dia, não é apenas sobre política. É sobre a realidade que acontece diante dos nossos olhos e que precisa ser discutida.

E você, o que faria?

🚨 Às vezes, o alerta está na nossa frente — e mesmo assim, a gente não escuta.Temos meteorologistas que avisam muito ant...
22/09/2026

🚨 Às vezes, o alerta está na nossa frente — e mesmo assim, a gente não escuta.

Temos meteorologistas que avisam muito antes. O Piter Scheuer alertou, muita gente tirou o cara pra louco e não acreditou.

Aqui em Esteio temos o Julio Sal , que faz um acompanhamento totalmente gratuito e há anos leva informação para a população. Temos também o Olho na Cidade , que avisa, mostra, acompanha e explica — e muitas vezes pouca gente dá a devida atenção.

Enquanto isso, são tantas moções, homenagens e reconhecimentos para pessoas e situações que, muitas vezes, pouco representam no dia a dia da população, enquanto quem realmente dedica tempo, conhecimento e trabalho para ajudar a comunidade acaba esquecido.

Hoje, temos 10 vereadores em Esteio. E f**a a reflexão: quantos deles realmente conhecem e valorizam essas pessoas que fazem um trabalho importante pela nossa região há anos?

Não estou dizendo que homenagens não sejam importantes. Mas também seria papel do vereador enxergar quem está aqui, trabalhando, informando, alertando e contribuindo para a comunidade — e ajudar a dar visibilidade a essas pessoas.

Porque não é só na época de campanha que devemos lembrar das pessoas, dos comerciantes e da comunidade. Depois que o voto passa, essas mesmas pessoas continuam aqui. São elas que colocam os representantes onde estão.

Então f**a aqui o meu parabéns, respeito e agradecimento ao Piter Scheuer , ao Julio Sal e ao Olho na Cidade , e a tantos outros que fazem esse trabalho diariamente, muitas vezes sem receber nada em troca.

👏 Obrigado por continuarem alertando, informando e fazendo a diferença.

Informação também é prevenção. E quem trabalha pela comunidade merece ser reconhecido por ela.

21/09/2026
16/09/2026

A imagem fala por si. E chega a ser constrangedor.

A grama do canteiro central da avenida cresce, o comerciante precisa pagar alguém para cortar e deixar o local apresentável.

E enquanto isso, passa uma carreata de campanha.

Passam na frente de quem está literalmente fazendo com as próprias mãos aquilo que deveria estar sendo feito pelo poder público.

Mas parece que, para quem não quer enxergar, esse cidadão simplesmente se torna invisível.

Não é sobre candidato. Não é sobre partido.

É sobre uma política que aparece para pedir voto, cargo e poder, mas que desaparece quando a população precisa do básico.

E no final?

A população sempre paga o pato.

Paga com imposto.
Paga com trabalho.
E, quando o serviço não vem, paga novamente do próprio bolso.

Porque pedir o voto de quem está na rua é fácil.

Difícil é olhar nos olhos de quem está trabalhando para fazer aquilo que o poder público deveria ter feito.

Imagens cedidas por um cidadão triste com a realidade, o óbvio que deveria ser visto!

10/09/2026

A questão nunca foi partido. A questão são as pessoas.

Nosso questionamento foi sobre uma realidade que está diante dos olhos de todos: a quantidade de banners nas ruas, a poluição visual e a dificuldade de visibilidade para quem está no trânsito e para quem precisa enxergar os comércios.

Mas existe também uma realidade ainda maior: lojas fechando, comerciantes lutando todos os dias para conseguir uma venda e empresas tentando sobreviver.

Se nós, comerciantes, pudéssemos colocar placas, banners e fazer publicidade nas principais ruas, certamente teríamos muito mais visibilidade. Mais pessoas veriam nossas lojas, conheceriam nossos produtos e, consequentemente, teríamos mais oportunidades de atrair clientes.

Mas existe uma regra que limita isso.

E aí f**a a pergunta: por que essa realidade não é defendida também?

Se um vereador teve tempo para gravar um vídeo dizendo que estava sendo atacado, poderia também ter usado esse mesmo tempo para mostrar a realidade das ruas e dos comerciantes.

Por que não fez um vídeo do começo ao fim mostrando a quantidade de banners?
Por que não mostrou a falta de visibilidade de quem está dirigindo?
Por que não mostrou a realidade de quem está tentando manter uma loja aberta?

Não estamos falando de A ou B. Estamos falando de pessoas.

Estamos falando de quem acorda cedo, paga aluguel, funcionários, impostos e contas e precisa vender para continuar de portas abertas.

Se existe uma regra para o comércio, nós só queremos entender por que, em determinados momentos, parece existir uma realidade diferente.

E se houve tempo para falar sobre partido, por que não houve tempo para defender o comerciante?

Por que não usar a voz e o mandato para buscar uma solução que permita ao comércio ter mais visibilidade, mais divulgação e mais condições de vender?

Porque o que o comerciante precisa neste momento não é de briga política.

Precisa de cliente. Precisa vender. Precisa sobreviver.

No fim, é só isso que estamos pedindo:

menos disputa, mais realidade.
Menos discurso, mais ação.
E mais respeito por quem trabalha todos os dias.

09/09/2026

Interessante como algumas regras mudam conforme a época…

Para o comerciante, não pode banner na via pública.
Não pode ocupar espaço.
Não pode colocar placa.
Não pode divulgar como precisa.

Mas chega a época da política e, de repente, pode bandeira, pode banner, pode estrutura ocupando espaço, pode tudo — até cair e bater em carro.

E o comércio?

Quem está aqui todos os dias, pagando aluguel, funcionário, imposto e tentando manter as portas abertas… esse pode quase nada.

Enquanto isso, vemos lojas fechando, empregos desaparecendo e comerciantes lutando diariamente para sobreviver.

Não é ser contra política.
É ser contra dois pesos e duas medidas.

Se a cidade é pública, o espaço também deveria ser democrático.

Porque o comerciante não quer privilégio.
Quer apenas o mesmo direito de trabalhar e divulgar seu negócio.

Hoje, olhar para esse lugar dói.Onde antes existia uma casa, hoje existem apenas ruínas. Não existe mais porta, não exis...
04/09/2026

Hoje, olhar para esse lugar dói.

Onde antes existia uma casa, hoje existem apenas ruínas. Não existe mais porta, não existe mais acesso, não existe mais a possibilidade de voltar. Só f**aram as marcas, as lembranças e os registros de tudo o que um dia aconteceu aqui.

Mas, no meio de toda essa tristeza, eu penso na minha passagem por esse bairro, por essa rua.

Eu, Max, cheguei aqui e, muito mais do que uma casa, encontrei pessoas. Fiz amizades, conheci histórias, vivi momentos que vou carregar para sempre. E tenho certeza de que, mesmo depois de tudo isso, vocês podem contar comigo sempre.

Talvez a minha passagem por aqui tenha tido um propósito maior. Talvez eu tenha chegado justamente para que algumas coisas começassem a mudar, para que algo que há muitos anos não acontecia finalmente começasse a acontecer.

Isso não diminui a tristeza. Hoje eu olho e vejo tudo em ruínas, e é impossível não sentir.

Mas, ao mesmo tempo, fico feliz. Feliz por ter conhecido tanta gente. Feliz pelas amizades que f**aram. Feliz por tudo que essa casa representou e por tudo que, de alguma forma, conseguimos fazer por outras pessoas.

A casa não existe mais. O lugar mudou. Não existe volta.

Agora é seguir a vida, esperando que o justo e o certo aconteçam.

Ficam as marcas.
Ficam os registros.
Ficam as lembranças.
E f**am as pessoas.

E talvez, um dia, quando eu olhar para trás, eu consiga entender que, mesmo em meio a tanta dor, a minha passagem por aqui teve um motivo.

Hoje eu estou triste. Muito triste.

Mas sigo acreditando que lá na frente existe algo bom esperando por nós. ❤️‍🩹

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