29/09/2026
NOTA DE REPÚDIO
O MDB de Garibaldi repudia a afirmação dos vereadores Cássio Fachi e Gilberto Perin de que, no passado, não teriam sido realizados investimentos em drenagem e obras estruturantes porque “o que f**a embaixo da terra não dá voto”.
Mais do que equivocada, a afirmação desconsidera a história e os investimentos realizados por administrações do MDB em Garibaldi, que executaram importantes obras de drenagem e infraestrutura urbana, sempre de acordo com as demandas e necessidades de cada período. Algumas dessas obras estão, inclusive, documentadas nas imagens que acompanham esta manifestação.
Foram investimentos que enfrentaram e solucionaram problemas históricos e graves de alagamentos em diferentes pontos do município — obras que talvez não tenham a mesma visibilidade de uma praça, de uma pavimentação ou de uma inauguração, mas que fazem diferença concreta na vida da população.
Porque obra de drenagem não precisa aparecer para cumprir sua função. Precisa funcionar.
Garibaldi cresceu. A cidade mudou, a ocupação urbana aumentou, as demandas se transformaram e os eventos climáticos passaram a impor desafios cada vez maiores à infraestrutura dos municípios. Problemas novos exigem soluções novas — e exigem, sobretudo, planejamento, investimento, continuidade e responsabilidade.
O que não contribui para a cidade é transformar um problema complexo em discurso político ou tentar atribuir ao passado, de forma simplista, a responsabilidade por todos os desafios enfrentados hoje.
A população que teve sua casa, seu comércio ou seu patrimônio atingido pela água não precisa assistir a uma disputa sobre quem culpar. Precisa de respostas. Precisa de prevenção. Precisa de obras.
Governar é assumir responsabilidades, reconhecer avanços, identif**ar o que ainda precisa ser feito e trabalhar para resolver. Apontar culpados não drena uma rua, não protege uma casa e não resolve o problema de quem está sofrendo.
O MDB de Garibaldi respeita o direito de qualquer vereador exercer seu papel de oposição e fazer críticas à Administração. O que não podemos aceitar é que... CONTINUA NOS COMENTÁRIOS