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O PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL
O Assistente Social é um profissional generalista, gestor de pessoas, voltado a proposição de programas e projetos sociais que desenvolvam e emancipem as pessoas tornando-as atores sociais de suas próprias vidas.

A Cara da Loucura está na Revista Revista Conexão Literatura Fico imensamente feliz ver esta obra ganhando o mundo afora...
05/10/2026

A Cara da Loucura está na Revista Revista Conexão Literatura

Fico imensamente feliz ver esta obra ganhando o mundo afora…

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Vou compartilhar com vocês algumas das minhas marcações de destaque de A Cara da Loucura. 📖✨São trechos que me atravessa...
03/10/2026

Vou compartilhar com vocês algumas das minhas marcações de destaque de A Cara da Loucura. 📖✨

São trechos que me atravessaram, que dizem muito sobre o que está por trás da loucura, do cuidado, do território e das histórias que carregamos.

Compartilhem comigo aqui nos comentários aquele trecho que marcou, provocou alguma reflexão, emocionou ou fez vocês pararem para pensar. 📖✨

Quero muito saber a experiência de vocês ❤️〰️💌🫶🏾

A Cara da Loucura atravessada pelas lentes da fotografia.Hoje recebi esta fotografia do meu amigo e parceiro de projeto,...
03/10/2026

A Cara da Loucura atravessada pelas lentes da fotografia.

Hoje recebi esta fotografia do meu amigo e parceiro de projeto, Luiz Leles , e fiquei alguns instantes olhando para ela em silêncio. Há imagens que não apenas registram um momento, elas parecem guardar aquilo que os olhos não conseguem dizer.

Luiz aceitou meu convite para embarcar comigo no projeto audiovisual de A Cara da Loucura, a princípio, em um áudio de apenas um minuto e meio. Talvez ele ainda não soubesse, naquele instante, o quanto esse convite nos levaria para dentro de uma história feita de encontros, afetos, memórias e humanidade.

No dia 26 de setembro, ele esteve lá com sua equipe. Filmou cada detalhe. Fotografou olhares, registrou sorrisos e lágrimas, acompanhou gestos e silêncios. Mais do que fotografar pessoas, Luiz fotografou almas. Capturou corações.

Ao longo desta semana, tenho ouvido seus relatos sobre a construção do material audiovisual e, ao mesmo tempo, acompanhado seu mergulho na leitura do livro.

E há um detalhe que torna tudo ainda mais bonito: Luiz não é profissional da saúde mental.

Ainda assim, talvez justamente por chegar de outro lugar, conseguiu enxergar A Cara da Loucura de uma maneira extremamente particular, humana e sensível. Reconheceu, para além do rosto marcado pela loucura, o rosto humano que tantas vezes permanece escondido atrás dos diagnósticos, dos estigmas e das histórias que carregamos.

Agora, vocês também poderão acompanhar, por aqui, pelas redes sociais, esse projeto que começa a ganhar novas formas.

E todo o projeto audiovisual de A Cara da Loucura carrega o trabalho de excelência, a sensibilidade, a humanidade e o profissionalismo de Luiz.

Porque há quem tenha uma câmera nas mãos. Luiz tem, além dela, olhos que atravessam a alma e uma lente que parece saber onde moram os corações.

Luiz, obrigado por estar aqui comigo.

Obrigado por aceitar atravessar comigo essa loucura, não apenas pela lente de uma câmera, mas pela delicadeza de quem soube olhar.

📖✨ Da terra onde nasci para as páginas de um livro.O Jornal Norte de Minas publicou uma matéria muito especial sobre a m...
29/09/2026

📖✨ Da terra onde nasci para as páginas de um livro.

O Jornal Norte de Minas publicou uma matéria muito especial sobre a minha trajetória, desde o Vale do Jequitinhonha, filho de lavradores e de uma família marcada pela simplicidade, até a construção da minha caminhada na educação, na saúde mental e na literatura.

A reportagem também conta um pouco sobre “A Cara da Loucura: Território, Identidade Social e a Saúde Mental no Hospital”, livro que nasceu da minha pesquisa de mestrado e que carrega, junto à ciência, muitas das histórias, territórios e encontros que atravessaram minha trajetória.

É uma alegria imensa ver essa história contada pelas páginas de um jornal da minha terra. ❤️

📲 Convido vocês a conferirem a matéria completa e conhecerem um pouco mais dessa história de onde vim, do caminho que percorri e de como a pesquisa se transformou em livro.

🔗 A matéria completa está disponível no link da publicação: https://jornalnortedeminas.com.br/do-vale-do-jequitinhonha-a-literatura-cientifica-filho-de-lavradores-analfabetos-lanca-livro-sobre-saude-mental/?unapproved=59&moderation-hash=952fda73f0f68773496e18dea462bfa4 -59

ValeDoJequitinhonha NorteDeMinas LiteraturaBrasileira Pesquisa Mestrado Livro Trajetória OrgulhoDaMinhaTerra
Jornal Norte de Minas

27/09/2026
21/09/2026

A Cara da Loucura: Território, Identidade Social e a Saúde Mental no Hospital Geral nasceu da pesquisa, de encontros, escutas, histórias e dos muitos corpos que atravessam os territórios da saúde mental.

E agora quero encontrar vocês para celebrar esse livro.

📅 26 de setembro
⏰ 13h às 16h — Sessão de autógrafos
💬 15h — Roda de conversa: “Corpo, território e loucura”
✨ Com convidados especiais
🙋🏽‍♂️ Júlio César Barroso
🙋‍♀️ Nina Carolina

📍 Clarice café & cozinha Clarice café & cozinha
Rua Major Maragliano, 387 – Vila Mariana
São Paulo – SP

Será uma tarde para conversar, escutar, trocar e pensar juntos sobre aquilo que os corpos carregam quando atravessam determinados territórios.

Aprendi com a escrita do livro que falar de loucura é também falar de corpo.
De território.
De marcas que a vida deixa na gente e das possibilidades de continuar existindo apesar delas.

Espero vocês.

Para autografar o livro, mas também para compartilhar presença, palavra, escuta e território.

🌿 26/09, no Clarice.
Venha fazer parte desse encontro.

Aguardo vocês 🫶🏾
19/09/2026

Aguardo vocês 🫶🏾

Talvez você já tenha visto alguns posts meus começando com: “este é um dos melhores livros que já li”. E talvez seja ver...
16/09/2026

Talvez você já tenha visto alguns posts meus começando com: “este é um dos melhores livros que já li”. E talvez seja verdade, porque, em cada momento da vida, algumas histórias encontram exatamente o lugar que precisam ocupar.

Rosa Montero foi uma dessas descobertas. A ridícula ideia de nunca mais te ver foi meu primeiro encontro com a autora, e poucas leituras me atravessaram dessa maneira.

Começo pelo título: uma frase aparentemente simples, mas carregada de poesia, absurdo e brutalidade diante da experiência de perder alguém.

Depois, a linguagem. Um fluxo de pensamento fluido e preciso que atravessa tempos, personagens, memórias e acontecimentos. Aos poucos, temos a sensação de morar dentro da cabeça da autora, acompanhando de perto sua inteligência, suas associações e sua maneira singular de pensar a vida.

Montero parte da morte de Marie Curie e de sua própria experiência de luto para construir algo entre ensaio, memória e literatura. Fala da ausência, do amor, dos afetos, da solidão e da morte sem tentar domesticar a dor.

A força do livro esta em compreender que o luto não é apenas aprender a conviver com a ausência, mas reconstruir a própria existência depois dela.

É um livro sobre a morte, mas, sobretudo, sobre a difícil tarefa de continuar vivendo quando alguém que amamos já não pode mais ser encontrado no mundo.

A escrita, o corpo, a vida num mundo e a saúde mental se encontram onde a palavra deixa de ser apenas palavra e passa a ...
12/09/2026

A escrita, o corpo, a vida num mundo e a saúde mental se encontram onde a palavra deixa de ser apenas palavra e passa a ser vestígio daquilo que nos atravessa.

Em A Cara da Loucura: território, identidade social e a saúde mental no hospital geral, a escrevivência aparece como uma forma de olhar para a realidade uma maneira de compreender que toda história carrega um corpo, e que todo corpo carrega marcas de território, classe, raça, gênero, desigualdades, afetos, silêncios e resistências.

Escrever, nesse sentido, é também disputar o direito de existir na própria narrativa.

A escrevivência permite que a pessoa deixe de ser apenas objeto de uma fala produzida sobre ela e passe a ocupar o lugar de quem narra, interpreta e produz sentidos sobre a própria experiência. A dor deixa de ser apenas sintoma; torna-se também memória, contexto, história e denúncia.

É por isso que, no livro, a escrevivência se aproxima do cuidado em saúde mental: porque escutar uma vida é diferente de apenas classificá-la.

Há coisas que o diagnóstico não alcança. Há sofrimentos que não cabem numa palavra médica. Há histórias que adoecem porque durante muito tempo não encontraram lugar para serem contadas.

E talvez seja aí que a escrita encontre o cuidado:
quando a palavra devolve ao sujeito aquilo que a vida, as instituições e as desigualdades tantas vezes lhe roubaram — a possibilidade de contar a própria história.

Em A Cara da Loucura, escrever é também resistir.
É fazer do corpo memória.
Da memória, narrativa.
Da narrativa, existência.
E da existência, uma possibilidade de cuidado.

📚 E agora, essa história também ganha território: A Cara da Loucura estará na Feira Literária de Ribeirão Pires (FLIRP), levando para a feira a palavra, o corpo, o território e as muitas histórias que insistem em não permanecer em silêncio.
A data em breve 🔜

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Piracicaba, SP

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