27/03/2026
A Revolução Solidária realizou, ao longo do último período, um amplo e qualificado debate com sua militância e com a direção do PSOL sobre os rumos da esquerda brasileira. Nesse processo, defendemos a construção de uma frente de esquerda no Brasil, capaz de fortalecer a unidade política e social do campo progressista, tanto para enfrentar os desafios eleitorais quanto para atuar de forma articulada nos debates estratégicos do país. Avaliamos que essa orientação também contribuiria para enfrentar o desafio da superação da cláusula de barreira.
No marco desse debate, registramos nossa posição em relação à decisão da maioria do Diretório Nacional do PSOL, que optou por não avançar na construção de uma federação com a Federação Brasil da Esperança. Trata-se de uma divergência política legítima, conduzida no interior das instâncias partidárias.
Ao mesmo tempo, reafirmamos nossa compreensão de que o PSOL desempenha um papel relevante na esquerda brasileira e que seu fortalecimento institucional é fundamental para o conjunto do campo progressista. Nesse sentido, permaneceremos no partido para a disputa das eleições de 2026, contribuindo para sua consolidação e para a superação da cláusula de barreira.
A Revolução Solidária seguirá desenvolvendo seu processo de reflexão estratégica, em diálogo permanente com sua militância e lideranças, buscando identificar as melhores formas de contribuir com a construção de uma maioria social comprometida com as transformações que o Brasil necessita.
Mantemos nosso compromisso com a defesa da democracia, com a ampliação dos direitos sociais e com o fortalecimento do projeto popular em curso no país. Diante dos desafios colocados para o próximo período, especialmente no enfrentamento às forças autoritárias, seguiremos atuando de forma responsável e comprometida com a unidade possível do campo progressista.
Estaremos mobilizados para as eleições de 2026, atuando junto ao povo brasileiro, nos espaços institucionais e na sociedade, com o objetivo de fortalecer a esquerda e contribuir para um Brasil mais justo, democrático e solidário.
20/03/2026
NOTA DA REVOLUÇÃO SOLIDÁRIA
Contra a mentira e a tentativa de confundir a militância
A nota intitulada “Nunca foi sobre federação” é mentirosa, perversa, cheia de insinuações, versões distorcidas e ataques pessoais.
Não se trata de divergência honesta. Trata-se de construir uma narrativa artificial para tentar deslegitimar uma posição política que não conseguiram derrotar no debate franco.
A federação esteve, sim, no centro da discussão. Foi defendida publicamente, debatida nas instâncias e apresentada como um caminho estratégico para enfrentar a extrema-direita, reeleger Luiz Inácio Lula da Silva e ampliar o campo progressista. Negar isso agora é reescrever os fatos de forma oportunista. Fato é que alguns poucos militantes não aceitam métodos democráticos, se acham iluminados, donos da verdade e, quando não convencem (porque não têm base), iniciam linchamento público e tentativas de divisionismo.
A verdade é que, desde que Guilherme Boulos se tornou ministro, esses companheiros, agora dissidentes, se alinharam com os mesmos que assinaram artigo na Folha intitulado: “O PSOL é o futuro da esquerda”, defendendo que Boulos não fosse ministro. O debate de federação apenas evidenciou a posição que, infelizmente, encontra maioria no PSOL hoje: querem o partido apenas como consciência crítica da esquerda, não querem crescer e disputar poder. Querem, para sempre, apontar problemas sem participar da solução.
A tentativa de reduzir esse debate a uma suposta “operação” pessoal de Guilherme Boulos é, além de falsa, politicamente pobre. Ignora deliberadamente que estamos falando de uma discussão que atravessou o partido, envolveu centenas de militantes, dirigentes e parlamentares, e que respondeu a um problema real: como a esquerda se organiza para disputar poder no Brasil.
20/03/2026
Time da Revolução Solidaria no Rio de Janeiro com o nosso Ministro Boulos. Conspirando e planejando as lutas que virão!
12/03/2026
Erika Hilton é a nova presidenta da Comissão da Mulher. E isso incomodou tanto que o apresentador Ratinho usou a TV para atacar mulheres trans.
Se Erika te representa, mostre seu apoio agora: erikamerepresenta.com
07/03/2026
Maioria do PSOL rejeita federação da esquerda
A decisão tomada pelo Diretório Nacional do PSOL de rejeitar a construção de uma federação com o PT representa um erro político grave. Num momento em que o país vive uma disputa estratégica contra a extrema-direita, o partido opta por fechar uma porta que poderia fortalecer o campo de esquerda e ampliar nossa capacidade de enfrentar o bloco conservador no país.
A rejeição à federação não fortalece o PSOL. Ao contrário, limita nossa capacidade de disputar o rumo do campo progressista, reduz nossa escala política e ignora os desafios colocados pela conjuntura nacional. O Brasil vive uma disputa dura contra forças reacionárias que seguem organizadas e com forte presença institucional.
O PSOL nasceu para ampliar a força da esquerda brasileira, não para se colocar à margem das grandes disputas políticas do país. A defesa de uma postura de isolamento, fantasiada de “preservação da identidade”, não responde aos desafios colocados pela realidade.
É igualmente grave que uma decisão como essa, com impactos no debate estratégico da unidade da esquerda, tenha passado pela construção de uma maioria aparentemente circunstancial dentro do PSOL, unificando setores que estiveram conosco na construção partidária nos últimos anos e setores que sempre optaram pelo sectarismo, que defenderam candidatura própria em 2022 e atuaram para que nossa bancada não estivesse na base de apoio ao governo Lula.
Diante disso, a direção da Revolução Solidária irá se reunir com seus parlamentares e sua militância para avaliar o novo cenário aberto por essa decisão e discutir coletivamente nossa intervenção política no próximo período.
Seguiremos atuando com responsabilidade política, compromisso com a luta do povo brasileiro e disposição para construir os caminhos que fortaleçam a esquerda e enfrentem a extrema-direita no Brasil.
07/03/2026
SOMOS MAIS DE 50 MIL PELA UNIDADE DA ESQUERDA
A luta pela mudança na correlação de forças na política brasileira, a unidade na diversidade e mais organização, mais mobilização e o crescimento da esquerda é o que nos une!
O projeto que defendemos é simples e profundo ao mesmo tempo:
um Brasil soberano, com desenvolvimento, justiça social e um Estado forte que planeje o futuro do país — e não entregue nossas riquezas ao mercado e à especulação.
O Brasil pode mais.
⏩️ Assine o manifesto em www.esquerdaunida.com.br
06/03/2026
O desafio de superar a cláusula de barreira de 2026 não é uma bravata e tampouco será decidida no discurso.
Ela será decidida estado por estado, voto por voto.
Os dados mostram que, em vários lugares, os resultados que garantiram a cláusula em 2022 não estão automaticamente assegurados para 2026.
Ignorar isso não é coragem política.
É fechar os olhos para a realidade.
Disputar o futuro da esquerda no Brasil exige projeto, unidade e estratégia eleitoral séria.
05/03/2026
SOMOS MAIS DE 20 MIL PELA UNIDADE DA ESQUERDA
Em menos de 24h, nosso Manifesto "Esquerda Unida: Por uma Federação da Esquerda no Brasil" já ultrapassa 20 mil apoiadores.
Somos trabalhadores, intelectuais, artistas, militantes, dirigentes partidários reunidos pelo ideal: A luta pela mudança na correlação de forças na política brasileira, a unidade na diversidade e mais organização, mais mobilização e o crescimento da esquerda.
O projeto que defendemos é simples e profundo ao mesmo tempo:
um Brasil soberano, com desenvolvimento, justiça social e um Estado forte que planeje o futuro do país — e não entregue nossas riquezas ao mercado e à especulação.
O Brasil pode mais.
⏩️ Assine o manifesto em www.esquerdaunida.com.br
04/03/2026
ESQUERDA UNIDA: Manifesto por uma Federação da Esquerda no Brasil
Em um tempo de ataques à democracia, às políticas públicas e aos direitos da classe trabalhadora, a resposta precisa ser clara: mais organização, mais mobilização e mais unidade da esquerda.
O projeto que defendemos é simples e profundo ao mesmo tempo:
um Brasil soberano, com desenvolvimento, justiça social e um Estado forte que planeje o futuro do país — e não entregue nossas riquezas ao mercado e à especulação.
Unir a esquerda não significa apagar diferenças.
Significa reconhecer que, diante das ameaças do autoritarismo e do ultraliberalismo, a tarefa histórica do nosso tempo é construir convergência para defender o povo brasileiro.
É nas ruas, nas redes, nos movimentos sociais e na política institucional que essa unidade se constrói.
Porque quando a esquerda se organiza,
quando a esquerda se encontra,
quando a esquerda luta junta…
o Brasil pode mais.
⏩️ Assine o manifesto em www.esquerdaunida.com.br
03/03/2026
Nessa conjuntura, a fragmentação do campo popular não é um luxo tático: é um risco estratégico. A Federação deve ser lida como instrumento de consolidação de um bloco político estável capaz de enfrentar um adversário que opera como bloco orgânico.
02/03/2026
O Brasil está diante de um momento decisivo: unir forças à esquerda não é apenas construir uma frente eleitoral, é disputar o futuro do país.
Nós, parlamentares e ministros do PSOL de diferentes estados do Brasil, publicamos hoje, na Folha de S.Paulo, um artigo para intervir de forma direta nesse debate que será central em 2026. Não se trata de uma discussão abstrata sobre arranjos partidários, mas de uma política concreta diante da correlação de forças no país.
Defendemos que a construção de uma federação no campo democrático e popular é uma escolha estratégica para enfrentar a extrema direita, sustentar avanços sociais e disputar condições reais para um projeto de desenvolvimento com justiça social. Unidade, neste momento histórico, não significa abrir mão de identidade ou programa, mas ter maturidade política para compreender o tamanho do desafio colocado.
Fragmentar forças progressistas agora interessa apenas a quem aposta no retrocesso. O futuro do Brasil será disputado pela capacidade de construir maioria social e política em torno de um projeto comprometido com democracia, direitos e transformação. É essa contribuição que levamos ao debate.