Rodoviários seguem em greve em Rio Grande! A sua Luta é a nossa luta!
As/os trabalhadoras/es da empresa caloteira da noiva do mar, estão em greve há 5 (cinco) dias de greve pois estão com salários atrasados e parcelados, sem férias, 13º, FGTS, sem auxilio alimentação. Essa mesma empresa que impões aumentos absurdos nos preços da passagem, segue explorando a categoria e prestando um péssimo serviço de transporte na cidade, com ônibus que parecem carroças, lotados, sem ar condicionados, e pior, no momento atual, sem vacina, expostos totalmente ao vírus.
E o que faz a justiça? Joga do lado do patão e impõe muita diária aos trabalhadores grevistas em vez de cobrar a empresa o pagamento dos direitos aos trabalhadores!
E o que fazem os políticos da cidade ? Aprovam ontem, 23/03, fim do passe para estudantes em todos os níveis, tiram os passes dos idosos de 60 a 65 anos e a prefeitura segue repassando o dinheiro do contrato milionário direto para o bolso do patrão.
Sem auxilio emergencial digno, essa é única opção que o sistema capitalista te oferece: aceitar trabalhar em péssimas condições sanitárias, para não passar fome ou morrer de COVID, sem vacina. Essa condição esses trabalhadores não vão aceitar e tem todo o nosso apoio!
Sem salário, sem trabalho! Só a luta muda vida!
Toda solidariedade aos trabalhadores Rodoviário de Rio Grande!
Vacinação em massa já!
Compartilhem, divulguem essa luta também é nossa!
Coletivo Outros Outubros Virão
22/03/2021
RODOVIARIOS DE RIO GRANDE EM GREVE! TODO APOIO A LUTA!
Os trabalhadores da empresa Noiva do Mar estão em greve pelos seus direitos. Os empresários milionários da empresa de transporte público da cidade não estão cumprindo com o acordo firmado junto aos trabalhadores.
Além dos salários atrasados em meio a pandemia, onde estes trabalhadores estão diariamente expostos ao vírus, a empresa não está pagando FGTS, não pagou uma parcela do 13º salário e o desconto da pensão não está sendo repassado as famílias.
Os demitidos em março 2020 não receberam FGTS e alguns trabalhadores não receberam sua recisão. Os ônibus estão com péssima condição de circulação, sem licença.
Se a empresa não tem patrimônio que os sócios paguem !
Precisamos resistir a este ataque aos mínimos direitos trabalhistas. A greve é um instrumento de luta da classe trabalhadora e por isso reiteramos todo nosso apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da Noiva do Mar em Rio Grande.
FAMÍLIAS ESTÃO PASSANDO FOME!
SEM SALÁRIO NÃO TEM TRABALHO!
Os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios estão em greve há 22 dias, enfrentando os ataques a seus direitos historicamente conquistados com muita luta, e o projeto de precarização e privatização do serviço postal. São mais de 70 direitos atacados, desde o vale alimentação, até a licença maternidade!
Todo apoio à greve dos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios! Pela defesa da vida e dos direitos da classe trabalhadora e contra a privatização!
Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/intersindical.org.br
24/07/2020
🥁Chegou o grande dia da live Racismo e Luta de Classes, organizada pela INTERSINDICAL e o coletivo Outros Outubros Virão.
🔉A live acontecerá na página do coletivo facebook.com/outrosoutubrosvirão na sexta-feira, dia 24, às 19h do horário de Brasília
🚩Não fique de fora dessa!
23/07/2020
Falta 1 dia para a live de Racismo e Luta de Classes, organizada pela INTERSINDICAL e o coletivo Outros Outubros Virão.
A live acontecerá aqui na página do coletivo facebook.com/outrosoutubrosvirão na sexta-feira, dia 24, às 19h do horário de Brasília
23/07/2020
20/07/2020
O debate racial é demanda histórica do movimento de esquerda do Brasil e da luta dos trabalhadores. A base do nosso país capitalista nasce de mais de 300 anos de segregação racial e produção escrava com força de trabalho negra. A abolição foi necessária para alavancar o capitalismo e as leis que sucederam esse evento histórico não foram com o intuito de promover a igualdade racial. Portanto, assim como a escravidão foi necessária para o capitalismo alavancar, a exclusão e o genocídio da população negra é necessária para a manutenção do sistema capitalista.
Por isso chamamos a todos para acompanhar o debate organizado pela INTERSINDICAL e o Coletivo Outros Outubros Virão sobre Racismo e Luta de Classes. O debate será realizado no Facebook dia 24/07 às 19 horas (horário de Brasília), na página do Coletivo .
Precisamos de você para avançar no debate e seguirmos firmes na luta antirracista!
02/07/2020
Depois de meses sem uma proposta unif**ada de volta às aulas na UFRGS e com pouco diálogo com a comunidade acadêmica, a reitoria lança a proposta de Ensino Remoto Emergencial (ERE) com o principal argumento da garantia da não evasão dos estudantes nesse período de pandemia. Entretanto, desde o início da suspensão das aulas presenciais, os e as estudantes tem se posicionado contra qualquer implementação de ensino a distância pela falta de condições materiais para continuarem estudando e pela perda da qualidade de ensino.
As respostas da pesquisa elaborada pela PROGRAD sobre acesso a internet e equipamentos tecnológicos, além de ter sido respondida por somente 46% dos e das estudantes e não alcançar a parcela que não tem acesso a internet, escancara que o principal interesse para a implementação do ERE não é o atendimento das necessidades estudantis. Nela, 50,33% dos e das estudantes beneficiários PRAE, ou seja, que têm renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo, respondeu não ter acesso à notebook plenamente adequado de atender as demandas do ERE e 23,69% não apresenta nenhum tipo de acesso ao equipamento. Ainda, 52,29% dos e das estudantes declararam que o equipamento é compartilhado com outras pessoas, o que limita a disponibilidade para o estudo.
Outro dado que desmascara o argumento da reitoria, no próprio relatório produzido por ela, revela que 60,2% dos e das estudantes teria dificuldade em estudar por assumirem outras tarefas nesse período, como estágios, trabalho e cuidados familiares, sendo que em relação ao beneficiários PRAE, o número chega em 67,9%. Não podemos ignorar que essas tarefas estão completamente vinculadas à necessidade de renda, demonstrando uma maioria de estudantes trabalhadores/as na universidade e que os cuidados familiares se acentuam com a pandemia do Covid-19, expondo que os estudantes também são afetados pela crise econômica e sanitária que vivemos hoje no Brasil.
Por três meses a PRAE impôs aos estudantes beneficiários que não moram na casa de estudante a exposição à contaminação por Covid-19 para a retirada de marmitas no RU sem um plano de assistência estudantil emergencial que desse conta das demandas concretas dos e das estudantes durante a pandemia. No final de junho, a reitoria apresentou um plano de assistência que não garante acesso às tecnologias necessárias e vincula à assistência estudantil à implementação do Ensino Remoto Emergencial, revelando que a preocupação é a continuidade do semestre. Os benefícios de R$ 360,00 reais para compra de tablet e de R$ 70,00 reais para plano de internet são uma piada com os e as estudantes que precisam de melhores equipamentos, seja para acompanhar aulas, realizar os trabalhos ou porque seus cursos exigem programas e softwares incompatíveis com os que são suportados por tablet.
Por tudo isso, f**a evidente que a preocupação nunca foi com a evasão estudantil, já que a proposta de ERE é, em sua essência, excludente e promotora da evasão, principalmente dos e das estudantes trabalhadores/as, de baixa renda, negros e negras, indígenas e mães. Infelizmente, não surpreende essa posição autoritária da reitoria que, ano após ano, se utiliza da matrícula precária para provocar a expulsão de estudantes cotistas com indeferimentos político-burocráticos no ingresso à universidade.
Além de todas as questões específ**as da UFRGS, entendemos que a aplicação do ensino a distância é também mais uma forma de precarizar o ensino e caminhar em direção a privatização da educação pública.
Por isso, defendemos a manutenção e ampliação da assistência estudantil, não vinculada a implementação do ERE, como forma de garantir a permanência na universidade e o isolamento social necessário para esse período, que dará condições para o retorno às aulas presenciais quando possível. Não podemos esperar da reitoria uma proposta que atenda às nossas necessidades. Somente com o avanço da luta organizada e independente nos cursos vamos conseguir barrar o ERE e avançar nas conquistas de assistência e permanência estudantil.
NÃO À EXCLUSÃO PROMOVIDA PELO ENSINO REMOTO EMERGENCIAL!
PELA AMPLIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DESVINCULADA À IMPLEMENTAÇÃO DO ERE!
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Porto Alegre, RS
