08/06/2026
A história da educação pública e da democracia no Rio Grande do Sul não pode ser contada sem o protagonismo da juventude. O Colégio Estadual Júlio de Castilhos, apelidado carinhosamente de Julinho, formou gerações de lideranças que ousaram desafiar o autoritarismo e lutar por direitos, tornando-se alvo direto do aparato repressivo do Estado.
Hoje, resgatamos a trajetória de Luiz Eurico Tejera Lisbôa, o Ico. De líder estudantil perseguido dentro da escola a um dos nomes emblemáticos da luta contra a ditadura civil-militar, a história de Ico simboliza a busca incansável de tantas famílias por memória, verdade e justiça.
O AHRS reafirma que preservar a memória da resistência estudantil é um dever institucional para garantir o direito à verdade. É por isso que levamos o acervo para dentro do ambiente escolar com o novo projeto "Inventários da Resistência".
Convidamos todos os estudantes do Colégio Júlio de Castilhos para a atividade inaugural "Inventários da Resistência – Memória Estudantil do Julinho".
📅 Data: 09 de junho de 2026
🕒 Horário: 10h30
📍 Local: Auditório Ico Lisboa (Colégio Júlio de Castilhos)
👤 Atividade exclusiva para estudantes do Julinho
13/05/2026
13 de maio é o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo.
A Diáspora Africana trouxe ao Brasil até 4,8 milhões de pessoas escravizadas. Ao menos 150 mil chegaram ao Rio Grande do Sul. Seus deslocamentos foram registrados em guias de transporte e passaportes preservados no acervo do Arquivo Histórico do RS.
A cultura africana não foi apagada. Línguas, saberes, religiões e tradições de povos como cassange, congo, mina, angola, benguela, nagô e gege permanecem presentes na sociedade brasileira até hoje.
Neste 13 de maio, o AHRS usa seus acervos para tornar visível o que o racismo estrutural ainda insiste em apagar. 📜
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03/05/2026
Em 2026 celebramos quatro séculos de uma história profunda e complexa em nosso território. Da fundação da redução de São Nicolau em 1626 à declaração das ruínas como Patrimônio Mundial pela UNESCO, o legado missioneiro é um pilar da identidade gaúcha. 🏛️
O acervo do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS) preserva mais de 10 milhões de documentos que nos permite revisitar esse passado. Através de fotografias e registros do século XX, podemos observar como essas estruturas foram ressignificadas. 📜
Consultar o Arquivo Histórico é entender que o patrimônio é uma construção viva, feita de memória, resistência e hibridismos culturais.
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01/05/2026
O 1º de Maio no Rio Grande do Sul é uma história de resistência que atravessa décadas, partindo do chão da Praça da Alfândega até as mobilizações atuais. ✊
Neste Dia do Trabalhador, o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS), instituição da , apresenta registros que revelam a longa disputa pelo tempo e pela dignidade do trabalho em nosso estado.
A abordagem histórica nos convida a revisitar esses arquivos não apenas como documentos do passado, mas como ferramentas para entender as demandas do presente. 📜
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20/04/2026
Pensando no 19 de abril, o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac) propõe uma reflexão necessária: como os documentos oficiais foram usados, ao longo dos séculos, para silenciar e controlar os povos originários? ✊🏾
A abordagem decolonial nos convida a reler esses arquivos não apenas como registros do passado, mas como ferramentas de denúncia e provas de resistência.
Os dados do Censo de 2022 confirmam o que as trajetórias ancestrais já anunciavam: a presença indígena no Rio Grande do Sul é viva, vibrante e definidora da nossa identidade política e cultural. 🏛️✨
O convite é para o exercício da escuta e da justiça histórica. Que a memória indígena ocupe o centro da nossa história!
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07/04/2026
O Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS), instituição da Secretaria da Cultura do RS , anuncia a conclusão de um projeto fundamental para a memória histórica do país: a organização e digitalização do Arquivo Particular Tarso Dutra, focado nos documentos do Ministério da Educação e Cultura durante a ditadura brasileira (1967-1969). 📂
Este trabalho não apenas preserva registros cruciais, mas também expande drasticamente o acesso público a eles. A série Ministério da Educação e Cultura revela provas de vigilância e perseguição política a estudantes, funcionários e professores do ensino superior.
Agora, esse material está à disposição de pesquisadores, estudantes e de toda a sociedade, reafirmando nosso compromisso com a transparência e a construção democrática.
Esta organização e digitalização do Arquivo Particular Tarso Dutra foi realizada com o apoio financeiro dos países membros do Programa Iberarchivos e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) com cargo à convocatória de 2021.
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governodors
31/03/2026
📅 O dia 31 de março marca o início da ditadura civil-militar no Brasil e representa a luta por Memória, Verdade e Justiça.
Para isso, o Arquivo Histórico do RS (AHRS), instituição da , reassegura seu compromisso com a preservação de documentos que revelam as marcas desse período. A abertura e o acesso aos arquivos da repressão e da resistência são fundamentais para que a história não seja apagada e para a promoção dos direitos humanos.
A partir do filme O Agente Secreto (2025), refletimos sobre como os arquivos são os fios condutores que nos permitem reconstruir trajetórias interrompidas e combater o silêncio. Indicado ao Oscar 2026, o longa de Kleber Mendonça Filho acompanha o professor Marcelo (Wagner Moura) fugindo da repressão no Recife de 1977.
Neste 31 de março, o AHRS reafirma que o documento é a prova material contra o esquecimento. 🏛️✊🏽
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