31/05/2026
O assunto do momento é Michael Jackson. Mas antes do filme, teve a passagem histórica do astro pelo Brasil. No acervo do Arquivo Geral da Cidade, uma lembrança de quando o Rei do Pop dominou as manchetes. 👑📰
27/05/2026
📂✨ A programação da 10ª Semana Nacional de Arquivos no Arquivo da Cidade já está no ar! No dia 10 de junho, o público poderá participar gratuitamente de atividades que discutem gestão documental, preservação digital e os desafios contemporâneos dos arquivos na garantia de direitos e no fortalecimento da democracia.
Promovida anualmente pelo Arquivo Nacional, a Semana Nacional de Arquivos tem como tema em 2026 “Arquivos, democracia e justiça social”, reconhecendo os arquivos como instrumentos fundamentais para a consolidação da cidadania, a transparência pública e o enfrentamento das desigualdades históricas e sociais. 🗂️🏛️
Os encontros abordam desde a produção e preservação de documentos até os debates sobre soberania digital, acesso à informação e memória institucional, reforçando o papel estratégico dos arquivos enquanto espaços de gestão, preservação e acesso à informação.
🎟️ Evento gratuito
📍 Inscrições abertas
🔗 Link na bio e nos destaques!
25/05/2026
Antes das chaminés, do movimento das fábricas e da expansão dos bairros operários, a cidade industrial começou no papel.
Entre o fim do século XIX e as primeiras décadas do XX, a industrialização transformou profundamente a paisagem do Rio de Janeiro e de outras regiões fluminenses. Linhas férreas, vilas operárias, galpões e complexos fabris passaram a reorganizar o território e o cotidiano urbano.
As plantas industriais preservadas pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro revelam não apenas projetos técnicos, mas também uma visualidade própria da modernização: geometrias, escalas, traçados e formas que ajudaram a desenhar novas paisagens para a cidade.
Os registros apresentados nesta publicação integram a coleção fotográfica da Companhia América Fabril, grupo ligado ao desenvolvimento de localidades como Pau Grande, em Magé, e do Andaraí, na região da Grande Tijuca, entre outras áreas marcadas pela presença da atividade fabril.
Mais do que documentos, essas imagens ajudam a compreender como a indústria também produziu memória visual, arquitetura e cidade.
21/05/2026
Entre traços, cenas urbanas e personagens do cotidiano, as obras de Jean-Baptiste Debret ajudam a construir uma memória visual do Rio de Janeiro no século XIX.
Produzidas a partir da observação da vida cotidiana na então capital do Império, suas pranchas registram costumes, relações sociais, festas populares, atividades comerciais e a presença da escravidão nas ruas da cidade. Mais do que expressões artísticas, essas imagens se tornaram importantes documentos históricos sobre a formação urbana e social do Rio de Janeiro.
Entre os diversos documentos preservados no acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, estão as pranchas e litogravuras de Debret, que seguem contribuindo para pesquisas e para a preservação da memória da cidade.
́ria
19/05/2026
Muito antes da limpeza urbana se tornar um serviço estruturado da administração pública, o Rio de Janeiro enfrentava sérios desafios ligados ao descarte de resíduos e às condições sanitárias da cidade.
Ao longo do século XIX e das primeiras décadas do século XX, os serviços de coleta e varrição passaram por um processo de modernização que acompanhou o crescimento urbano, as reformas sanitárias e a transformação da capital federal.
Neste carrossel, reunimos imagens e documentos que ajudam a contar a história da limpeza urbana no Rio — desde a atuação de Aleixo Gary, que deu origem ao termo “gari”, até a consolidação de departamentos públicos responsáveis pela organização, planejamento e profissionalização desses serviços.
18/05/2026
Hoje, no Dia Internacional dos Museus, celebramos instituições que preservam memórias, histórias e identidades coletivas.
E, para marcar a data, contamos a trajetória do Museu Histórico da Cidade, uma instituição irmã do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.
Entre objetos, fotografias, obras e narrativas, o MHC ajuda a contar diferentes capítulos da história do Rio de Janeiro, mantendo viva a relação entre cidade, patrimônio e população.
Museus e arquivos caminham juntos: enquanto uns preservam vestígios materiais e experiências da vida urbana, outros guardam documentos e registros que ajudam a compreender o passado e construir o futuro.
Preservar memória também é preservar cidade 💙
18/05/2026
📚 As inscrições para o dossiê temático da Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro foram prorrogadas até o dia 30 de junho!
A chamada convida pesquisadores, profissionais e estudantes a refletirem sobre os desafios contemporâneos da Arquivologia, com foco em temas como gestão documental, preservação e acesso aos documentos de arquivo.
Também são bem-vindas discussões sobre preservação digital, sistemas informatizados de gestão arquivística, relações entre público e privado e os diferentes suportes e formatos documentais na contemporaneidade.
🗂️ Quer contribuir para esse debate?
Submeta seu artigo e participe da construção de reflexões sobre memória, informação e preservação documental.
📌 Mais informações no link da bio.
15/05/2026
FÁBRICA PAU GRANDE | MEMÓRIA INDUSTRIAL E VIDA OPERÁRIA
A Fábrica Pau Grande, pertencente à Companhia América Fabril, marcou a história da industrialização fluminense e da formação de vilas operárias no estado do Rio de Janeiro. Instalada em Magé no fim do século XIX, a fábrica se consolidou como um dos principais polos têxteis do país, articulando trabalho, moradia e vida cotidiana em torno da produção industrial.
Ao redor da fábrica, desenvolveu-se uma vila operária com casas, escola, hospital, farmácia, clube recreativo e espaços de convivência destinados aos trabalhadores e suas famílias. Mais do que um centro de produção, Pau Grande representou um modelo de organização social e urbana que transformou profundamente a região.
As imagens e documentos preservados ajudam a compreender como o trabalho industrial moldou paisagens, relações sociais e modos de vida no Rio de Janeiro.
11/05/2026
TRABALHO E CIDADE | O Instituto Profissional Feminino foi uma das principais instituições de formação profissional para mulheres no Rio de Janeiro no início do século XX. Criado em 1897 e inaugurado em 1898, o espaço integrava um projeto público voltado à formação técnica feminina, em um momento de transformação da vida urbana e do mundo do trabalho.
As imagens preservadas pelo Arquivo da Cidade ajudam a compreender a inserção feminina no mercado de trabalho urbano, a valorização da costura como profissão e a relação entre educação e formação de mão de obra no contexto da industrialização.
Ao longo do mês, o editorial Trabalho e Cidade segue destacando diferentes profissões, espaços de trabalho e experiências que ajudaram a construir a cidade.