12/03/2026
Ontem, dia 11/03, os estudantes da UERJ - FFP decidiram dar um basta ao absurdo que a reitoria tem permitido acontecer com a alimentação dos estudantes, e com a situação absurda do atraso dos salários dos terceirizados, que estão a meses trabalhando sem receber.
Em um ato unif**ado, o bandejão foi ocupado e diversos estudantes serviram as marmitas para garantir a alimentação dos alunos do campus, que muitas vezes passam o dia sem comer devido ao atraso no serviço das refeições, além da incerteza de que vão ter acesso a alimentação ofertada pela universidade.
Hoje, os estudantes dizem que já chega! Terceirizado não é escravo e não pode trabalhar sem receber!
É estudante junto com trabalhador!
10/03/2026
No dia 12/03, às 18h, nós, do Movimento Correnteza estaremos no Hall do Queijo um ato exigindo o pagamento dos trabalhadores terceirizados, auxiliares administrativos e da segurança patrimonial, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que estão há 3 meses sem receber salário.
É inadmissível a precarização de quem mantém a nossa universidade funcionando todos os dias. Defender a UERJ também é defender seus trabalhadores.
É papel do Movimento Estudantil fortalecer essa luta e não naturalizar injustiças. Sem os terceirizados, não há universidade.
📢 Compareça, divulgue e fortaleça essa mobilização!
03/02/2026
🗣️ Justiça por Leonardo Ribeiro! 🌊
01/02/2026
🌊TODA SOLIDARIEDADE À CALOURA DUDA ODARA! 📣
Recentemente, ataques preconceituosos diminuindo a conquista da aprovação, legítima, no curso de Medicina da caloura Duda Odara, serviram de palanque político para a reprodução de discursos fascistas que buscam afastar a população negra, periférica e trans das universidades.
Os ataques, além de rascistas e transfóbicos, desqualif**am a importância das política públicas que possibilitam a entrada e permanência de pessoas que, por conta da falta de vagas em universidades públicas, desigualdade social e a barreira do vestibular, são as primeiras a terem acesso a universidade! Vale lembrar que Duda não só foi aprovada no vestibular, como também passou por todas as etapas de avaliação social e racial necessárias e foi aprovada em todas, tendo sua conquista validada, legal e moralmente.
Nós não nos calaremos diante dos ataques fascistas feitos à caloura e às cotas! A UERJ é a pioneira na inclusão de cotas e esse deve ser nosso objetivo como corpo estudantil sempre! Diversif**ar a universidade e fazer dela um espaço verdadeiramente democrático!
PELO FIM DO VESTIBULAR, TODA A POPULAÇÃO TEM O DIREITO DE ESTUDAR! 🌊
16/01/2026
🥳 BEM VINDES CALOURES 2026! 🥳
Hoje, entrar em uma universidade pública se tornou um privilégio de poucos por causa do processo seletivo que serve única e exclusivamente de filtro social de um sistema educacional que sofre diariamente com cortes de orçamento e não tem capacidade de receber todos os estudantes do nosso país! Mas essa falta de orçamento é proposital, enquanto os estudantes sofrem com falta de assistência estudantil adequada e falta de vaga nas universidades, os banqueiros e grandes empresários continuam lucrando com o arcabouço fiscal. Além disso, tiram vantagem da precarização da educação e da falta de vagas nas universidades públicas para lucrar com as universidades privadas, Por isso, parabenizamos es caloures que conseguiram entrar no curso dos sonhos e es convidamos a lutar com o Movimento Correnteza por uma universidade justa!
MARCA UM CALOURE QUE CHEGOU AGORA NA MELHOR DO RIO E VAI LUTAR MUITO NO MOVIMENTO CORRENTEZA COM VOCÊ! 🌊
13/01/2026
📚MAIS UM ANO DE MUITO ESTUDO E LUTA COMEÇA NA UERJ!✊
Para começar o ano de 2026 com tudo, veja o calendário acadêmico e já acompanhe o Correnteza para tocar luta em todos os Campi da UERJ!
QUEM VEM COM TUDO NÃO CANSA! 🌊
03/01/2026
CONTRA OS ATAQUES IMPERIALISTAS DE TRUMP NA AMÉRICA LATINA!
Na madrugada do dia 03 de Janeiro de 2026, tropas estadunidenses invadiram o território venezuelano e bombardearam cruelmente sua capital, Caracas, além de outras cidades do país latino, o que provocou a morte de dezenas de civis, além do sequestro do presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores, sua esposa.
O ataque imperialista teve como justif**ativa proteção da democracia venezuelana, no entanto, o verdadeiro objetivo é a dominação do território para a extração e roubo do petróleo do país.
Fora Trump e o imperialismo estadunidense da américa latina!
Pela soltura dos sequestrados e pelo fim dos ataques na Venezuela!
Todo apoio ao povo venezuelano e sua soberania!
05/12/2025
No dia 04/12 a Universidade do estado do Rio de Janeiro (UERJ) fez 75 anos, mas você conhece sua história? Em 4 de dezembro de 1950 pela promulgação da lei municipal nº 547, com o nome de universidade do distrito federal, desde de então muitas histórias e lutas cercam a universidade. Nos anos 1960, o então Governador da Guanabara, Carlos Lacerda, iniciou um projeto de remoção de favelas e expulsão de moradores e a favela do esqueleto, uma das maiores do Rio na época, estava inclusa. A maioria dos moradores dessa comunidade foram deslocados à força para a nova Vila Kennedy, em Bangu.
Foi nesse local que que o principal campus da UERJ, o Maracanã, foi construído.
Em 1968 durante uma manifestação contra a ditadura empresarial militar fascistas (1964 - 1985), o estudante de medicina Luiz Paulo da Cruz Nunes foi morto, atingido com um tiro na cabeça por um policial.
A UERJ foi uma das primeiras universidades a implementar o ensino noturno e o sistema de cotas, trazendo cada vez mais a classe trabalhadora para dentro da universidade, essas conquistas foram frutos de muita luta de todos os estudantes, mas sabemos que mesmo assim ainda não é o suficiente.
Nesses 75 anos passamos por diversas greves e ocupações, cada vez que algum direito é cortado os estudantes da UERJ vão a luta sem descansar, a história de nossa universidade é uma história de luta, uma história de quem quer entrar e permanecer, uma história de resistência.
Nesses dias lembraremos disso e manteremos viva a memória de todos que lutaram por ela e continuaremos na luta por uma UERJ sem vestibular, verdadeiramente para a classe trabalhadora, uma UERJ popular, uma UERJ para honrar todos que já vieram e para todos que ainda estão por vir.
20/11/2025
Há anos os estudantes de Artes são obrigados a conviver com a falta de salas de aula e com a completa decadência estrutural do ateliê. Muito antes da pandemia o espaço já sofria com infiltrações, e mesmo assim a universidade se manteve inerte, ignorando reiteradamente as denúncias e pedidos de solução.
No dia 2 de outubro, um cano estourou no teto do ateliê e molhou muito o espaço, interrompendo aulas, danif**ando materiais e colocando em risco obras produzidas pelos estudantes. Esse episódio não é um “acidente”, mas o resultado direto do abandono institucional.
É inaceitável que cursos que não são considerados “prioritários” continuem recebendo migalhas, enquanto suas demandas são sistematicamente empurradas para depois. Há anos a UERJ falha em garantir condições mínimas de estudo e trabalho aos estudantes de Artes.
Diante desse descaso, estamos organizando um abaixo-assinado para pressionar o IART e a Reitoria a finalmente assumir responsabilidade e resolver, com urgência, os problemas de falta de salas e da estrutura precarizada do ateliê.
30/10/2025
📢 Roda de Conversa: Plano Estadual de Assistência Estudantil & Orçamento da UERJ
Estudante da UERJ/FFP, na próxima segunda-feira (03/11) teremos uma roda fundamental sobre assistência estudantil e orçamento universitário, com a presença do deputado estadual Professor Josemar (PSOL)! 🗣️
Josemar é professor de Geografia, nascido em São Gonçalo, fundador da Rede Emancipa e militante antirracista, com uma trajetória marcada pela defesa da educação pública e do direito à permanência estudantil. ✊🏾
A atividade também contará com a presença de João Posis, presidente do Centro Acadêmico de Ciências Sociais e integrante da coordenação do Movimento Correnteza na UERJ, militante da Unidade Popular (UP). 🎓
📍 Local: Auditório do Bloco C, FFP
🕕 Horário: 18h
✅Certif**ados de horas complementares serão emitidos para participantes.
29/10/2025
Em memória das vítimas da chacina do CPX da Penha e Alemão
Mais uma vez assistimos pela televisão, internet e janelas o genocidio que o Governo do Estado do Rio de Janeiro promove nas periferias. Com a desculpa de prender chefes do crime organizado e parar o contrabando de armas, mataram 60 pessoas na maior carnificina em operações militares da história do Rio de Janeiro. Antes disso, o maior número de mortos em operações era de 28 pessoas durante a operação no jacarezinho em 2021.
Longe de ser novidade, o extermínio da nossa população periférica é transformado em "política de combate à violência". Difícil é explicar para a população que para acabar com a violência precisamos ver nossos filhos, irmãos e netos morrendo.
Desde 2020 pra cá, mais de 6 mil pessoas foram vítimas das operações militares no Rio de Janeiro. Então como disse o Oruam "na bandeira do Brasil tá faltando uma cor, vermelho que era do sangue do morador", e essa mesma cor, hoje estampa o asfalto do morro.
Portanto, f**a claro que a política de insegurança pública do fascista Cláudio Castro não é novidade, mas continuação do genocídio do povo negro que enfrentamos desde a Diáspora.
Por isso, nós do Movimento Correnteza, entendemos que hoje, mais do que nunca, é o momento de união dos movimentos estudantis e sociais na luta contra essa política que tentam impor à nossa população periférica.
Portanto, enquanto estudantes e trabalhadores que sofrem diretamente o impacto desse extermínio, entendemos que é crucial a criação de um protocolo da UERJ para lidar com os casos de operações militares e outros eventos de calamidade social, garantindo que estudantes e trabalhadores não fiquem ilhados na universidade.
Prestamos solidariedade a todas as vítimas e famílias dessa operação criminosa, e seguimos firmes pelo fim da Polícia Militar e na luta por uma universidade que garanta o acesso, a permanência e a segurança de nossa juventude.
20/10/2025
No dia 28 de outubro vamos realizar um cinedebate do filme vencedor do Oscar "No Other Land". Esse documentário escancara o genocídio desenvolvido pelo Estado nazi-sionista de israel nas terras palestinas, que já matou pelo menos 65 mil palestinos, dentre eles milhares de jovens, crianças e idosos, já destruiu 90% das casas na Faixa de Gaza, e destruiu todas as Universidades Palestinas.
Para debater sobre o tema convidamos o Felipe Annuziata, que é membro da redação da nacional do Jornal A Verdade, e nas últimas edições do jornal escreveu diversas matérias denunciando as atrocidades cometidas pelo estado nazi-sionista de israel.
Por isso, o Movimento Correnteza convida todos a participarem do cinedebate para conhecer mais sobre o que acontece em Gaza e na Cisjordânia e também compartilhar suas próprias experiências e visões.
🗓 28/10
🕣 14h30
📍 9042-F (Miniauditório Jaime Antunes)