25/09/2026
A assembleia geral do SINTUFSCar, realizada nesta sexta-feira (25), debateu o posicionamento político e a atuação do sindicato nas eleições de 2026.
A discussão foi promovida pelo Comitê Multicampi de Lutas da UFSCar (SINTUFSCar, ADUFSCar, APG e DCE), em atendimento às orientações da FASUBRA e do ANDES, para que suas bases promovam o debate e definam seus posicionamentos políticos.
Durante a assembleia, a professora Paula Serrão, presidenta da ADUFSCar, compartilhou os encaminhamentos aprovados por unanimidade na assembleia geral das/dos docentes, realizada no dia 17, que aprovou o apoio à candidatura de Lula à Presidência, bem como o apoio a Fernando Haddad para o Governo de São Paulo.
As servidoras e os servidores técnico-administrativos em educação também debateram a necessidade de defender um projeto de governo que defenda a educação, a ciência e o serviço público. Na avaliação da base, o SINTUFSCar assume postura frontalmente contrária ao bolsonarismo e à extrema direita, tendo em vista os impactos do autoritarismo contra os direitos sociais e as universidades federais.
Foi enfatizado, durante os debates, que, diante de um momento tão crucial para a classe trabalhadora, as organizações sindicais não podem se omitir: é papel do sindicato apontar o projeto que melhor atende aos interesses da categoria e defende a ciência, a democracia e a soberania do país. Nesse sentido, a categoria reafirmou a urgência de uma atuação consciente e articulada nas urnas para barrar os projetos de destruição do Estado brasileiro e eleger candidaturas comprometidas com a democracia, com o funcionalismo público e com a soberania nacional.
Por isso, foi votado e aprovado unanimamente o manifesto que contempla:
- Apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República;
- Apoio à candidatura de Fernando Haddad ao Governo do Estado de São Paulo;
- Apoio às candidaturas de Simone Tebet e Marina Silva para as duas vagas do estado de São Paulo para o Senado;
- Desenvolvimento de uma campanha de conscientização da categoria sobre a necessidade de votarmos em projetos que defendem a classe trabalhadora.