Secretaria de Negras, Negros e Combate ao Racismo do Sintusp

Secretaria de Negras, Negros e Combate ao Racismo do Sintusp

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A secretaria traz uma discussão sobre o preconceito e o racismo na (USP), ela traz atividades e debates com funcionários e estudantes da universidade.

25/05/2025

Marcha do Dia da África de hoje contra o Imperialismo, o Neocolonialismo, o Racismo e o Capitalismo!!

Empresa Albatroz pune trabalhadora com os pés machucados pelo uniforme. A USP é responsável!

Uma trabalhadora  terceirizada da Albatroz,  que cuida da vigilância na USP, foi punida com um dia de suspensão e recolhida pela empresa depois de ter seu pé bastante machucado por causa do calçado oferecido pela empresa. A trabalhadora, apresentou o atestado e a recomendação para seu superior e,  seguindo recomendação médica,  foi trabalhar com um sapato próprio,  mais adequado para garantir a cicatrização e não gerar novas feridas e lesões.  No entanto, além da empresa não garantir uniformes adequados aos trabalhadores,  ela ainda foi duramente punida. 

Ao tentarmos apresentar essa queixa à COPERT, na última reunião do dia 22, para que a USP tome providências para garantir a saúde e segurança física dos trabalhadores da universidade,  fomos interrompidos pelo procurador que afirmou que não iria receber a denúncia,  que a Copert não iria tratar nada referente aos  trabalhadores terceirizados. Um absurdo que os interlocutores da reitoria sequer recebam as queixas trazidas pelo sindicato referente aos trabalhadores terceirizados.  O procurador  afirmou que deveríamos apresentar queixas referentes a quebras contratuais a Codage.

O absurdo é que não se trata apenas de quebras contratuais e de encaminhar e-mails que ficam sem respostas. Os trabalhadores dessa empresa estão sujeitos a todo tipo de desmandos da Albatroz, com transferências e substituições feitas na calada da noite, demissões entre outros absurdos.  E o problema é que a USP não só finge não ver como, ao avançar com a terceirização,  respalda esse tipo de política das empresas reforçando a ideia de que o trabalhador é uma mera mercadoria. 

A Albatroz,  para garantir a maior margem de lucro possível, pune os trabalhadores que ficam doentes. É preciso dar um basta nesses absurdos e cobrar a USP da sua responsabilidade sobre todos que trabalham nesta universidade. 

Por isso é fundamental a luta contra a terceirização exigindo a efetivação dos que aqui trabalham sem a necessidade de concurso público. 
Por igual direito e igual salário! 23/05/2025

https://www.instagram.com/p/DKATyWLx8y-/?igsh=aGphNWU2OHk4YXU2

Empresa Albatroz pune trabalhadora com os pés machucados pelo uniforme. A USP é responsável! Uma trabalhadora terceirizada da Albatroz, que cuida da vigilância na USP, foi punida com um dia de suspensão e recolhida pela empresa depois de ter seu pé bastante machucado por causa do calçado oferecido pela empresa. A trabalhadora, apresentou o atestado e a recomendação para seu superior e, seguindo recomendação médica, foi trabalhar com um sapato próprio, mais adequado para garantir a cicatrização e não gerar novas feridas e lesões. No entanto, além da empresa não garantir uniformes adequados aos trabalhadores, ela ainda foi duramente punida. Ao tentarmos apresentar essa queixa à COPERT, na última reunião do dia 22, para que a USP tome providências para garantir a saúde e segurança física dos trabalhadores da universidade, fomos interrompidos pelo procurador que afirmou que não iria receber a denúncia, que a Copert não iria tratar nada referente aos trabalhadores terceirizados. Um absurdo que os interlocutores da reitoria sequer recebam as queixas trazidas pelo sindicato referente aos trabalhadores terceirizados. O procurador afirmou que deveríamos apresentar queixas referentes a quebras contratuais a Codage. O absurdo é que não se trata apenas de quebras contratuais e de encaminhar e-mails que ficam sem respostas. Os trabalhadores dessa empresa estão sujeitos a todo tipo de desmandos da Albatroz, com transferências e substituições feitas na calada da noite, demissões entre outros absurdos. E o problema é que a USP não só finge não ver como, ao avançar com a terceirização, respalda esse tipo de política das empresas reforçando a ideia de que o trabalhador é uma mera mercadoria. A Albatroz, para garantir a maior margem de lucro possível, pune os trabalhadores que ficam doentes. É preciso dar um basta nesses absurdos e cobrar a USP da sua responsabilidade sobre todos que trabalham nesta universidade. Por isso é fundamental a luta contra a terceirização exigindo a efetivação dos que aqui trabalham sem a necessidade de concurso público. Por igual direito e igual salário!

Mariama Bah Bintu, ativista imigrante de Gâmbia chama a todas as trabalhadoras e trabalhadores, jovens, mulheres e seus sindicatos e organizações a marcharem nesse 1o de Maio por justiça a Ngagne Mbaye e a todos os imigrantes mortos pela violência policial, pelo fim do racismo e da xenofobia!

Estaremos no MASP às 10h 01/05/2025

Mariama Bah Bintu, ativista imigrante de Gâmbia chama a todas as trabalhadoras e trabalhadores, jovens, mulheres e seus sindicatos e organizações a marcharem nesse 1o de Maio por justiça a Ngagne Mbaye e a todos os imigrantes mortos pela violência policial, pelo fim do racismo e da xenofobia!

Estaremos no MASP às 10h
https://www.instagram.com/reel/DJFxgQmRez8/?igsh=cWUwaG01cXNwdTUy

Mariama Bah Bintu, ativista imigrante de Gâmbia chama a todas as trabalhadoras e trabalhadores, jovens, mulheres e seus sindicatos e organizações a marcharem nesse 1o de Maio por justiça a Ngagne Mbaye e a todos os imigrantes mortos pela violência policial, pelo fim do racismo e da xenofobia! Estaremos no MASP às 10h

Todo apoio à luta dos estudantes da FAU em Defesa das Trabalhadoras Terceirizadas! Nenhuma demissão! Não ao fechamento da copa da FAU!

Os estudantes da FAU paralisaram no dia 29 de abril contra as demissões de 3 trabalhadoras terceirizadas da copa, que há anos trabalham na FAU.  A direção da FAU alega o encerramento do contrato e a compra de máquinas para substituir essas trabalhadoras.  Mas, a realidade é que, em nome de interesses alheios aos da classe trabalhadora, 3 mulheres negras que dedicaram anos de suas vidas ao trabalho na USP,  recebendo menores salários e estando sujeitas a atrasos de pagamento e benefício por parte da empresa terceirizada, vão para a rua, ficando sem o sustento de suas famílias. Isso porque a USP e a direção FAU insistem em precarizar o trabalho e tratar os trabalhadores,  sobretudo as terceirizadas ,  como objetos descartáveis. 

Nos colocamos ao lado dos estudantes e trabalhadores da FAU, manifestando nosso repúdio ao fechamento do serviço de copeiragem e às demissões e das trabalhadoras terceirizadas. Defendemos como princípio inegociável que se o trabalho é  igual, também devem ser iguais os direitos e os salários e que é preciso que todas as trabalhadoras terceirizadas da universidade sejam efetivados sem a necessidade de concurso,  pois já demonstram na prática que estão aptas ao trabalho. 

A política da reitoria, ao avançar na terceirização e cortar contratos, aprofunda a segregação racial e de gênero, negando a essas trabalhadoras direitos elementares, como o acesso ao transporte gratuito (BUSP), condições dignas de trabalho e igualdade de oportunidades. 

Reafirmamos que nenhuma demissão de trabalhadoras terceirizadas pode ser admitida! A saída para o fim do contrato de serviço de copeiragem não pode ser feita às custas do desemprego e da miséria de quem já sofre há décadas com a precarização.

Nenhuma Demissão!
Contra o fechamento do serviço de copeiragem!
Por igual direito e igual salário!
Pela efetivação de todos os trabalhadores terceirizados que hoje trabalham na USP sem a necessidade de concurso para acabar com a terceirização!

@gfaud.usp 30/04/2025

Todo apoio à luta dos estudantes da FAU em Defesa das Trabalhadoras Terceirizadas! Nenhuma demissão! Não ao fechamento da copa da FAU! Os estudantes da FAU paralisaram no dia 29 de abril contra as demissões de 3 trabalhadoras terceirizadas da copa, que há anos trabalham na FAU. A direção da FAU alega o encerramento do contrato e a compra de máquinas para substituir essas trabalhadoras. Mas, a realidade é que, em nome de interesses alheios aos da classe trabalhadora, 3 mulheres negras que dedicaram anos de suas vidas ao trabalho na USP, recebendo menores salários e estando sujeitas a atrasos de pagamento e benefício por parte da empresa terceirizada, vão para a rua, ficando sem o sustento de suas famílias. Isso porque a USP e a direção FAU insistem em precarizar o trabalho e tratar os trabalhadores, sobretudo as terceirizadas , como objetos descartáveis. Nos colocamos ao lado dos estudantes e trabalhadores da FAU, manifestando nosso repúdio ao fechamento do serviço de copeiragem e às demissões e das trabalhadoras terceirizadas. Defendemos como princípio inegociável que se o trabalho é igual, também devem ser iguais os direitos e os salários e que é preciso que todas as trabalhadoras terceirizadas da universidade sejam efetivados sem a necessidade de concurso, pois já demonstram na prática que estão aptas ao trabalho. A política da reitoria, ao avançar na terceirização e cortar contratos, aprofunda a segregação racial e de gênero, negando a essas trabalhadoras direitos elementares, como o acesso ao transporte gratuito (BUSP), condições dignas de trabalho e igualdade de oportunidades. Reafirmamos que nenhuma demissão de trabalhadoras terceirizadas pode ser admitida! A saída para o fim do contrato de serviço de copeiragem não pode ser feita às custas do desemprego e da miséria de quem já sofre há décadas com a precarização. Nenhuma Demissão! Contra o fechamento do serviço de copeiragem! Por igual direito e igual salário! Pela efetivação de todos os trabalhadores terceirizados que hoje trabalham na USP sem a necessidade de concurso para acabar com a terceirização! @gfaud.usp

30/04/2025

Dia do Trabalhador
Dia de Luta!👊🏾

10/12/2024

*Dia 13 de Dezembro a partir das 17h é a Tradicional Festa de Final de Ano do SINTUSP*

Venha celebrar conosco as lutas da nossa classe para nos preparar para as batalhas de 2025!

Vai ter Grupo de Samba no Pé e Coletivo de Maracatu, além de churrasquinho e bebidas!

O evento é aberto à toda categoria.

Distribuição das fichas dos sócios a partir das 16h.

Chame os amigos e venham para a sede do nosso sindicato!

20/11/2024

*VEM AÍ: DIA 29/11 4° ENCONTRO DE TRABALHADORAS E TRABALHADORES NEGROS DA USP*

No dia 29/11 vai ocorrer o 4° Encontro de Trabalhadoras e Trabalhadores Negros da USP. Esse será um espaço muito importante para fortalecer a organização das trabalhadoras e trabalhadores negros da USP, efetivos e terceirizados para junto aos nossos aliados levar a frente a luta contra o racismo e o capitalismo dentro e fora da USP. Para participar é só mandar os dados através do link abaixo.Venha fortalecer a Secretaria de Negras e Negros e o SINTUSP!! 💪🏿💪🏿🍃

https://forms.gle/WFpnBsvHgDfPm4CW9

20/11/2024

*IV Encontro de Trabalhadoras e Trabalhadores Negros da USP – Dia 29 de Novembro no SINTUSP*💪🏿✊🏾👊🏿
*Almoço africano: Caldo de Mancarra (Guiné Bissau)*🇬🇼🇬🇼🇬🇼
Como parte da programação do IV Encontro de Trabalhadoras e Trabalhadores Negros da USP no dia 29 de novembro no Sintusp ocorrerá a partir das 12h 30 um delicioso almoço africano com Caldo de Mancarra, um prato da Guiné Bissau. Os almoços africanos são uma atividade que a Secretaria de Negras e Negros vem realizando há alguns anos como forma de através da culinária de países africanos divulgar e fortalecer a história, a cultura e a identidade negra.

20/11/2024

*IV Encontro de Trabalhadoras e Trabalhadores Negros da USP – Dia 29 de Novembro no SINTUSP*👊🏿✊🏾
*Baile Black no SINTUSP*🕺🏿🕺🏿🪩🎶
Como parte da programação do IV Encontro de Trabalhadoras e Trabalhadores Negros da USP no dia 29 de novembro no Sintusp ocorrerá a partir das 18h um baile black, recuperando uma das muitas potentes manifestações culturais negras no nosso país que tomaram os subúrbios e periferias a partir da década de 60. Venha dançar, curtir e se juntar à luta contra o racismo!

26/07/2024

Vila Gomes no Ar.
Samba e Pagode.
Música boa.
Toda a arrecadação será revertida para festa das criança em Dezembro.
5 festa especial com convidados top 100.
Não fique fora dessa.
Produção ARUB e Equipe da Vila Gomes.
Apoio cultural Beto do Social.

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