16/05/2026
Sexta feira é dia de encontro, de estar com os amigos e por no mundo suas ideias.
E a última sexta do mês é dia de Sarau Palavra é Poder!
Vai ter microfone aberto, poesia, música, rima, leitura e muita alegria.
Chega junto pra fortalecer esse encontro com a gente!
🗓 Sexta-feira, 29 de maio a partir das 19h
📍 Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino
Rua Carandazinho, 50 — Jardim Olinda
A palavra tem poder ✨
15/05/2026
🎤 Quando a poesia toma conta, move as ações que pouco a pouco vão fazendo a diferença na nossa comunidade.
Registros do segundo Sarau Palavra é Poder!
Pra nós, ter os jovens ocupando a biblioteca, contribuindo no planejamento do evento e pondo no mundo suas artes autorais é uma alegria que vem de dentro. É poesia! 💖
🔸️Toda última sexta-feira do mês estaremos aqui e queremos vocês também.
29/04/2026
Registros do Bate Papo Sobre Saúde da Mulher que rolou aqui na ASSAJO.
Falar sobre a saúde da mulher nas periferias é olhar para realidades que muitas vezes ficam invisíveis. É reconhecer que o acesso ao cuidado, à informação e ao acolhimento ainda é atravessado por desigualdades sociais, raciais e territoriais.
Discutir esse tema fortalece redes, garante direitos e abre caminhos para que mais mulheres possam viver com dignidade, autonomia e bem-estar.
A próxima edição será no dia 08/05. Fiquem ligadas.
23/04/2026
📚 Mais do que celebrar o objeto livro, vale olhar pra quem mantém a leitura viva hoje...
Em 2025, o Brasil ganhou cerca de 3 milhões de novos leitores, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Nielsen BookData destacando um dado importante que enche a gente de alegria: mulheres pretas e pardas da classe C são hoje o maior grupo leitor do país!👩🏾🦱
Hoje, 18% da população adulta comprou ao menos um livro, e as mulheres representam a maioria desse público, sendo 30% do total de consumidores de livros e 50% do publico comprador de livros.
Pessoas negras já representam quase metade desse público e a leitura cresce principalmente entre jovens de 18 a 34 anos, muitas vezes encontrando espaço no cotidiano, no trabalho, no transporte público e nas redes sociais.
🔸️Ao mesmo tempo, o “Retratos da Leitura no Brasil”, pesquisa lançada em 2024, mostra que o acesso ainda não é igual pra todo mundo, o preço do livro, o tempo curto, a falta de espaços adequados e outros fatores sociais ainda afastam muita gente da leitura.
E é aí que as bibliotecas comunitárias seguem fazendo diferença: abrindo espaços, Criando caminhos, encurtando distâncias, colocando livro nas mãos de quem nem sempre pode comprar, mas quer ler.
Neste Dia do Livro, a gente celebra isso: quem lê, quem insiste, quem transforma a realidade através da leitura. 📖
Você pode contribuir com a Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino na missão de aumentar ano após ano esses números doando qualquer valor para nossa campanha no Apoia.se. Link na bio ou acesse: apoia.se/djeannefirmino
17/04/2026
No "Sarau Palavra é Poder" a poesia não pede licença, ela chega, ocupa e transforma.
A biblioteca vira palco, o silêncio vira escuta e cada verso encontra seu lugar.
Tem slam, tem sarau, tem gente que carrega o mundo na voz e divide em forma de poesia.
Chama os amigos, traz tua arte!
Dia 24/04 a partir das 19hs
📍 Rua Carandazinho, 50
09/04/2026
🥰 Ver nossa biblioteca cheia, enche também nossos corações de alegria e motivação.
Adultos, crianças e especialmente jovens, se expressando através da poesia, da música, do slam, compartilhando seus textos autorais, apreciando outros descobertos nas nossas prateleiras, contribuindo na produção do evento, trazendo suas ideias e personalidades. Assim foi a primeira edição do Sarau Palavra é Poder: Um sucesso!
Logo mais tem a segunda edição. Quem aí já está ansiose?
24/03/2026
✨ Temos a alegria de convidar você para o Sarau Palavra é Poder ✨
Tem encontros que são mais do que eventos…
São espaços onde a gente se escuta, se reconhece e se fortalece.
Nesta sexta-feira, vamos abrir o microfone e o coração.
A palavra vira ponte, vira abrigo, vira movimento.
🗓 Sexta-feira, 27 de março
⏰ A partir das 18hs
📍 Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino
Rua Carandazinho, 50 – Jardim Olinda
🎤 Microfone aberto
Chega junto pra falar, ouvir, sentir…
ou só estar.
Porque quando a gente fala…
o corpo escuta, o território responde
e a palavra ganha poder ✨
Te esperamos 💛
03/03/2026
Já está sabendo do Mega Bazar da ASSAJO?
🔹️Dia 14/03, das 09h às 14hs você pode comprar roupas, calçados e acessórios no precinho!
Não vai perder essa oportunidade. Todas as vendas serão revertidas em materiais para reforma do espaço.
17/02/2026
📖 Que tal tirar uns minutinhos no meio da folia pra ler esse conto de Clarisse Lespector?
RESTOS DE CARNAVAL:
Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano.
E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um s**o de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
🔸️CONTINUA NOS COMENTÁRIOS