PIB tem queda de 0,1% no segundo trimestre A trajetória de recuperação da economia brasileira, após o tombo causado pela covid-19 em 2020, passou por um soluço no segundo trimestre, segundo o Estadão. O Produto Interno Bruto (PIB, valor de todos os produtos e serviços produzidos na economia em determinado período) registrou ligeira q...
GT COMUNICAÇÃO
No mercado desde 1985, a GT Comunicação é pioneira no campo da comunicação organizacional no país.
Foi fundada pelo jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação, Gaudêncio Torquato. A GT é pioneira no campo da Comunicação Organizacional no Brasil. Está entre as primeiras a elaborar Planos Estratégicos para empresas privadas e entidades públicas.
04/08/2021
Minhas Porandubas desta semana: https://www.observatoriopolitico.org/post/porandubas-pol%C3%ADticas-727
16/12/2020
Gaudêncio Torquato conta sua história no programa Horário Nobre, da allTV
allTV - Horário Nobre (14/12/2020) - Gaudêncio Torquato Hoje, dia 14/12, às 21h, o Horário Nobre entrevista, pela AllTV, o jornalista, analista político, escritor e professor Gaudêncio Torquato. Ele aborda, entre ...
18/11/2020
"Tivemos um eleitor mais racional e lógico nestas eleições". Confira a entrevista e análise do professor e consultor político Gaudêncio Torquato para o jornalista Willian Corrêa, sobre as últimas eleições: https://youtu.be/or3qM4CRI30
26/10/2020
Leia o artigo do professor Gaudêncio Torquato, desta semana, no Blog do Noblat.
O negacionismo (por Gaudêncio Torquato)
“A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.” A frase do velho Karl Marx virou refrão para ancorar textos, análises e comentários. Mas muitos não concordam com ela e preferem o pensamento de Heráclito de Éfeso de mais de 2.500 anos: “Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio”. Tudo se transforma de maneira constante e permanente. Na segunda tentativa, o homem já mudou e as águas serão outras.
O que pode se registrar é a ocorrência de um fato que conserva semelhanças com o passado. Exemplo claro: a revolta da vacina.
O caso ocorreu em meados de 1904, quando internados no hospital São Sebastião, no Rio, incitaram a população pobre a não tomar a vacina contra varíola, o que era obrigatório. O cientista Oswaldo Cruz lutou muito pelo projeto.
E o que estava por trás daquilo? Política. Arrumava-se um pretexto para a forçar a deposição do presidente Rodrigues Alves. Dito isto, pulemos para os dias de hoje.
A revolta contra a obrigatoriedade da vacina, patrocinada pelo presidente da República, é mais uma jogada política, com clara conotação: trata-se de um remédio chinês, uma “vacina comunista”. Esse argumento parece emergir do QAnon, uma maluquice difundida nos EUA, que embala o pacote anticomunista: pedofilia, tráfico de crianças e outras coisas estapafúrdias.
O que diz a lógica? Que vacina não tem ideologia e qualquer das 130 em teste pelo mundo pode ser aplicada, desde que eficaz e aprovada. Incrível que alguns políticos e governantes (até astronautas), vestindo-se de médicos, continuem a receitar hidroxicloroquina e vermífugos. A ciência já provou que essas dr**as são ineficazes.
O fato é que o negacionismo reaparece sob o véu da ignorância num planeta que avança nos campos da ciência. Existe um núcleo forte no governo que tenta puxar para os tempos de Galileu Galilei, condenado à prisão por defender a tese de Copérnico de que a terra orbitava em torno do sol. Ele foi obrigado a negar sua pregação e a viver confinado em prisão domiciliar.
Até que, em 1992, o papa João Paulo II revisou os enganos cometidos pelo tribunal eclesiástico contra Galileu - 350 anos após sua morte.
Os olhos dos negacionistas, como o presidente Jair, parecem tapados. Para eles, o isolamento social é besteira. Não enxergam uma segunda onda do vírus na Europa. Nos EUA, negacionistas espalham versões e morrem às pencas.
Trump e Bolsonaro, que louva o magnata, e muitos assessores, foram pegos pelo bicho. Mas se acham super-heróis, como parcela de seu eleitorado. Há como mudar a mente de um radical empedernido? Fazê-los acreditar que, se uma parcela da população não for vacinada, outra poderá ser contaminada? Como provar a eles que isso não é ideológico?
Governantes, governem para todos, sejam justos e magnânimos. Como explica Platão: “o homem justo é aquele cuja alma racional impõe à alma desejante (prazeres e leviandade) a virtude da temperança e à alma colérica, a virtude da coragem, que deve controlar a raiva.” Eleitores radicais, aceitem o jogo dos contrários, isso é democracia.
Tentem aliviar o ódio, a atitude de quem está sempre chamando para a briga. Levantem a bandeira branca da Paz.
Gaudêncio Torquato é jornalista, professor titular da USP e consultor político
19/10/2020
19/10/2020
Leia a Oração da Pátria, artigo de Gaudêncio Torquato, no Observatório Político: https://www.observatoriopolitico.org/
14/10/2020
Leia a edição de hoje do Porandubas Políticas: https://bit.ly/3lQy7sH
13/10/2020
A Deusa Têmis morre de rir. Leia o artigo do professor Gaudêncio Torquato desta semana: https://bit.ly/3iVe7mE
08/10/2020
Protagonismo da comunicação escrita
Gaudêncio Torquato participa, hoje, às 16h, no canal da Memória da Eletricidade no YouTube, de live sobre uma sequência à Série "Uma história da comunicação", com comentários do curador Jorge da Cunha Lima, vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, controladora da TV Cultura de SP.
Acompanhe pelo link: https://youtu.be/a8HbfsJwkRk
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