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18º Núcleo - CPERS/Sindicato Página oficial do 18º Núcleo do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS Sind

Nas eleições, cada voto tem seu peso.Antes de escolher, conheça as propostas, pesquise o histórico e observe os compromi...
02/10/2026

Nas eleições, cada voto tem seu peso.

Antes de escolher, conheça as propostas, pesquise o histórico e observe os compromissos de cada candidatura com a educação pública.

Valorizar a educação também passa pelo voto consciente e informado.

INFORME-SE. PENSE. PARTICIPE. VOTE COM CONSCIÊNCIA.

Nas Eleições 2026, o TSE disponibiliza informações oficiais sobre candidaturas, partidos e propostas para ajudar o eleitorado a se informar.

Get  •  Em nota divulgada nesta quinta-feira (1º), a CNTE informa que o julgamento do Tema 1218 no Supremo Tribunal Fede...
02/10/2026

Get • Em nota divulgada nesta quinta-feira (1º), a CNTE informa que o julgamento do Tema 1218 no Supremo Tribunal Federal (STF) está próximo de ser retomado. Na mesma data, foi registrada a liberação do pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que havia interrompido a discussão em maio deste ano. Agora, uma nova data deverá ser definida para a continuidade da análise.

O Tema 1218 discute a adoção do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério Público da Educação Básica, estabelecido pela Lei nº 11.738/2008, como base para o vencimento inicial da carreira, bem como seus reflexos nos demais níveis, faixas e classes.

Para a CNTE, o Tema 1218 é estratégico porque vai além da definição do valor mínimo pago no início da carreira: a discussão está diretamente relacionada à valorização profissional e à manutenção dos planos que organizam a evolução funcional do magistério.

➡️ Confira a nota da CNTE no site do CPERS!

As eleições de 2026 se aproximam e, com elas, a oportunidade de conhecer as propostas de quem pretende ocupar espaços de...
01/10/2026

As eleições de 2026 se aproximam e, com elas, a oportunidade de conhecer as propostas de quem pretende ocupar espaços de representação política.

Para a educação pública, escolhas políticas têm consequências concretas. Por isso, é importante olhar além dos discursos de campanha e conhecer os compromissos apresentados para a valorização dos profissionais, o fortalecimento da escola pública, a gestão democrática e a participação da comunidade.

Antes de votar, pesquise, compare propostas e verifique o histórico público das candidaturas.

Democracia também se fortalece com informação e participação.

🔎 O que o governo Eduardo Leite (PSD) chama de “14º salário” está longe de ser valorização!⚠️ Parece uma ótima ideia, ma...
29/09/2026

🔎 O que o governo Eduardo Leite (PSD) chama de “14º salário” está longe de ser valorização!

⚠️ Parece uma ótima ideia, mas o nome engana! Um verdadeiro 14º salário não deveria excluir parte da categoria. O que existe hoje é um bônus condicionado ao cumprimento de metas: só recebe quem estiver em uma escola ou estrutura administrativa que atinja os indicadores de desempenho definidos pelo governo. Ou seja, não é salário nem direito: é prêmio por resultado.

👥 Na prática, o valor ainda é individualizado conforme lotação, jornada e remuneração, mesmo que a educação seja um trabalho coletivo e a rede pública seja uma só. Além disso, o bônus não reflete em férias nem em outras parcelas remuneratórias e deixa de fora muitas(os) educadoras(es) da ativa e também as(os) aposentadas(os), que dedicaram a vida à construção da educação pública gaúcha.

📉 E a conta não fecha: segundo estudo técnico do DIEESE, mesmo descontada a revisão geral de 6% em 2022, a categoria acumula perdas de 41,26% no poder de compra nos últimos oito anos, o equivalente a 15 salários. Ganhar um “14º” parcial após perder 15 não é reconhecimento, especialmente quando não contempla toda a categoria.

🏫 Educadoras(es) produzem diariamente resultados que nenhuma planilha consegue mensurar. Por isso, o CPERS defende que a categoria e a escola pública não precisam de competição e meritocracia, mas de condições dignas de trabalho, valorização para todas(os) e garantia do direito de aprender para cada estudante.

💰 Esse dinheiro pertence ao trabalhador e deve chegar ao seu contracheque, mas a opção do governo de fazer o pagamento em formato de bonificação exclui parte significativa das(os) trabalhadoras(es) e não elimina a necessidade de discutir a ausência de uma política salarial para a educação.

👉 Arraste para o lado, confira o conteúdo completo e compartilhe com as(os) colegas!

📌 MEMÓRIA TAMBÉM É INFORMAÇÃO! Em 18 de dezembro de 2019, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por 38 ...
25/09/2026

📌 MEMÓRIA TAMBÉM É INFORMAÇÃO! Em 18 de dezembro de 2019, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por 38 votos a 15, o PLC 503/2019, encaminhado pelo governo Eduardo Leite (PSD). A proposta integrou a Reforma da Previdência Estadual e ampliou a cobrança previdenciária sobre aposentadas(os) e pensionistas, além de alterar regras para a aposentadoria.

‼️ Passados quase sete anos, os efeitos dessas mudanças continuam presentes nos contracheques das(os) servidoras(es). Segundo análise do DIEESE, entre 2020 e 2025, cerca de R$ 2,3 bilhões foram arrecadados pelo Estado em contribuições previdenciárias de aposentadas(os) e pensionistas com benefícios abaixo do teto do RGPS. Somente em 2025, foram mais de R$ 415 milhões — uma média superior a R$ 32 milhões por mês.

💸 Para dimensionar o impacto na vida de quem é atingido pela cobrança: uma pessoa aposentada que recebe R$ 5 mil chega a ter R$ 4.939,22 descontados por ano em contribuição previdenciária, praticamente o equivalente a um salário bruto.

🔎 Neste post, recuperamos os registros dessa votação, mostramos como as(os) parlamentares se posicionaram e apresentamos dados sobre os efeitos da reforma.

✊🏾 Conhecer essas decisões é preservar a memória das lutas da categoria e compreender a origem de mudanças que ainda hoje afetam milhares de servidoras(es) públicas(os).

🔔 O CPERS segue na luta pelo fim do confisco previdenciário, pela valorização das(os) aposentadas(os) e pensionistas e em defesa dos direitos de quem dedicou a vida ao serviço público.

Arraste para o lado e confira! ➡️

Get  •  📊 Diante dos dados divulgados pela pesquisa “Apagão dos Professores”, do Instituto Semesp, que mostram a queda d...
23/09/2026

Get • 📊 Diante dos dados divulgados pela pesquisa “Apagão dos Professores”, do Instituto Semesp, que mostram a queda de 42,6% no número de docentes do Ensino Médio com até 24 anos no Rio Grande do Sul entre 2015 e 2025, o CPERS reforça o alerta: o estado corre risco real de falta de professoras(es) na Educação Básica.

🔍 Segundo análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) a partir do Censo Escolar, a rede estadual gaúcha vive um processo acelerado de esvaziamento do quadro efetivo. Entre 2019 e 2025, o número de professoras(es) concursadas(os) caiu de 23.681 para 13.424, redução de 43%.

💶 A remuneração é um dos principais fatores desse cenário. O Rio Grande do Sul ocupa a última posição no monitoramento da Meta 17 do Plano Nacional de Educação: as(os) docentes da rede pública recebem, em média, R$ 4.980 para uma carga de 40 horas, enquanto as(os) demais profissionais com nível superior recebem R$ 6.483, apenas 76,8% do rendimento equivalente.

🔔 Para o CPERS, enfrentar o risco de apagão docente exige uma política articulada e urgente: realização regular de concursos públicos e recomposição dos quadros efetivos; valorização salarial com reajuste real e recuperação da carreira; melhoria das condições de trabalho e prevenção do adoecimento; fortalecimento da formação inicial e continuada; e planejamento permanente da reposição de profissionais, considerando aposentadorias, afastamentos, matrículas e necessidades de cada escola e área de ensino.

📲 Leia a matéria completa no site!

O governo chama de “14º salário”, mas o benefício criado pelo Programa de Reconhecimento da Educação Gaúcha funciona com...
23/09/2026

O governo chama de “14º salário”, mas o benefício criado pelo Programa de Reconhecimento da Educação Gaúcha funciona como um bônus vinculado ao cumprimento de metas educacionais.

O valor não é automaticamente equivalente a um salário extra: ele é calculado de acordo com a evolução dos resultados da escola em relação às metas estabelecidas. A legislação também prevê outros critérios para o recebimento.

Para o CPERS, a discussão sobre valorização precisa ir muito além de uma bonificação condicionada a resultados. Quem trabalha diariamente nas escolas precisa de salários dignos, reposição das perdas, carreira valorizada, concursos públicos e condições adequadas para exercer seu trabalho.

A educação pública é construída coletivamente. Não pode ser reduzida a uma disputa por metas.

Valorização de verdade é direito, não prêmio.

Get  •  📢 Na última semana, o governo Eduardo Leite (PSD) anunciou o pagamento do bônus do Programa de Reconhecimento da...
22/09/2026

Get • 📢 Na última semana, o governo Eduardo Leite (PSD) anunciou o pagamento do bônus do Programa de Reconhecimento da Educação Gaúcha, chamado de “14º salário”, para professoras(es) e funcionárias(os) das escolas que alcançaram as metas estabelecidas pela Secretaria Estadual de Educação. Nos últimos dias, porém, diversas(os) educadoras(es) relataram ter ficado de fora da lista de escolas contempladas, inclusive em casos em que houve aumento do Ideb.

‼️ Desde a apresentação da proposta, o CPERS se posiciona contra a vinculação da remuneração a índices de desempenho e defende que os recursos destinados à valorização das(os) educadoras(es) sejam distribuídos de forma linear, contemplando TODA a categoria. O Rio Grande do Sul ocupa a última posição entre as 27 unidades da Federação no indicador de valorização das(os) professoras(es), que compara a remuneração do magistério público com a de outras(os) profissionais assalariadas(os) com ensino superior.

✊🏽 Diante desse cenário, bonificações condicionadas a índices escolares não enfrentam a raiz do problema. O Sindicato reafirma: meritocracia não é valorização. Condicionar uma parcela da remuneração ao cumprimento de metas desconsidera as profundas diferenças entre as comunidades escolares e as condições concretas em que professoras(es) e funcionárias(os) desenvolvem seu trabalho.

🔗 Leia a nota completa no site!

22/09/2026

O Instituto SEMESP, realizou uma pesquisa que apontou o processo de envelhecimento do quadro de professores(as) do Ensino Médio do Brasil.
Assista o vídeo da Diretora do 18º Núcleo do CPERS, analisando as causas do possível apagão na educação.

A educação pública gaúcha enfrenta um alerta que não pode ser ignorado: o quadro de professores está envelhecendo e a en...
18/09/2026

A educação pública gaúcha enfrenta um alerta que não pode ser ignorado: o quadro de professores está envelhecendo e a entrada de novos profissionais não acompanha o ritmo necessário para garantir a renovação da categoria.

Dados apresentados pelo Instituto Semesp mostram que, no Rio Grande do Sul, a relação entre professores com até 24 anos e docentes com 60 anos ou mais caiu de 0,49 em 2015 para 0,16 em 2025. A pesquisa também aponta a redução de jovens entre os professores do Ensino Médio.

Esse cenário coloca uma questão que precisa estar no centro do debate: quem estará nas salas de aula nos próximos anos?

Não basta falar em qualidade da educação sem discutir quem ensina. É preciso garantir concursos públicos, salários dignos, carreira valorizada e condições de trabalho que tornem a profissão atrativa para as novas gerações.

O futuro da escola pública também depende da capacidade de formar, atrair e manter novos professores na educação.

Valorizar quem já está na educação e garantir a renovação da categoria são compromissos que não podem ser adiados.

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