Madem-G15/ Região de Bafatá

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Partido Político Na Guiné-Bissau

27/05/2026
24/05/2026

GUINÉ-BISSAU

Guiné-Bissau: Seis meses após o golpe, ativistas pedem diálogo

Bissau, 24 de maio de 2026 | Meio ano depois do golpe de Estado de 26 de novembro de 2025, a Guiné-Bissau vive um período de relativa acalmia, mas marcado por incertezas políticas e sociais. O presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, afirma que, embora a tensão inicial tenha diminuído, falta diálogo por parte dos militares que assumiram o poder.

Segundo Turé, nos primeiros meses após a tomada militar houve repressão e invasões a sedes de organizações civis, como a Casa dos Direitos. Nos últimos tempos, porém, a Liga tem conseguido retomar atividades sem grandes restrições, mantendo algum contacto com setores do governo, como o primeiro-ministro Ilídio Vieira Té e o Ministério do Interior.

Apesar da aparente normalidade, persistem graves problemas sociais: crises de oxigênio no Hospital Nacional Simão Mendes, paralisações nos setores da saúde e educação, falhas no fornecimento de energia elétrica e água potável. A suspensão de apoios internacionais após o golpe agravou ainda mais a situação.

Turé alerta que não há condições para eleições livres e transparentes, previstas para 6 de dezembro. As sedes partidárias continuam encerradas, liberdades fundamentais estão suspensas e a Comissão Nacional de Eleições foi desmantelada durante o golpe. “Sem recenseamento e sem reequipar a CNE, não se pode falar em eleições”, sublinha.

O ativista também denuncia a prisão domiciliária de Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC, sem processo judicial formal, e critica a falta de investigação em casos de violência política, como o homicídio do ativista Vigário Luís Balanta.

Nos últimos seis meses, os militares revisaram a Constituição, ampliando poderes presidenciais, alteraram leis eleitorais e criaram normas para controlar conteúdos digitais. Para Turé, tais medidas carecem de legitimidade democrática e deveriam ser submetidas a referendo ou a um parlamento eleito.

A Liga Guineense dos Direitos Humanos insiste que o futuro do país depende de um diálogo inclusivo entre autoridades, partidos, organizações civis e comunidade internacional. “Sem diálogo, não haverá soluções duradouras para a Guiné-Bissau”, conclui Bubacar Turé.

19/05/2026

| 𝗡𝗢𝗧Í𝗖𝗜𝗔 𝗗𝗘 Ú𝗟𝗧𝗜𝗠𝗔 𝗛𝗢𝗥𝗔 ‼️
𝗦𝗢𝗕 𝗣𝗔𝗧𝗥𝗢𝗖Í𝗡𝗜𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗥𝗜𝗠𝗘𝗜𝗥𝗢-𝗠𝗜𝗡𝗜𝗦𝗧𝗥𝗢, 𝗘𝗧𝗜𝗕𝗘𝗡𝗘 𝗞𝗢𝗦𝗦𝗢𝗞 𝗘 𝗣𝗘𝗡𝗦𝗔𝗗𝗢𝗥 𝗝𝗨𝗟Í𝗥𝗜𝗗𝗜𝗖𝗢 𝗖𝗛𝗘𝗚𝗔𝗥𝗔𝗠 𝗔𝗖𝗢𝗥𝗗𝗢

A agência musical ETIBENE KOSSOK e o artista Pensador Juliridico chegaram a um acordo extrajudicial, esta tarde, sob mediação do primeiro-ministro Ilídio Vieira Té, pondo fim ao litígio que opunha as partes desde dezembro de 2025.

De acordo com fonte próxima das negociações, o acordo prevê que o músico retire o trecho musical em que insultava o seu antigo agenciado. Em contrapartida, a ETIBENE KOSSOK comprometeu-se a remeter uma nota ao Tribunal de Comércio para solicitar a retirada do processo de providência cautelar em curso.

A mesma fonte afirmou à Rádio Jovem que o mediador assumiu a parte financeira devida pelo artista no âmbito do diferendo.

O entendimento surge após o Tribunal ter decretado a 15 de maio a suspensão das atividades musicais do Pensador Juliridico, na sequência de uma ação intentada pela agência para exigir o cumprimento do contrato de agenciamento assinado em agosto de 2025.

Por: Rádio Jovem

07/05/2026

ILÍDIO VIEIRA TÉ: O HOMEM QUE ARRUMOU A CASA EM TEMPO DE TEMPESTADE -- por Óscar Barbosa "Cancan"

Tem-se propalado, em certos círculos políticos, que o fim do período de transição na Guiné-Bissau marcará também o fim político de Ilídio Vieira Té, actual Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças. Trata-se de uma leitura precipitada, injusta e politicamente míope.

Ilídio Vieira Té não chegou à chefia do Governo em circunstâncias normais. Assumiu responsabilidades num dos momentos mais delicados da vida nacional, após os acontecimentos de 26 de Novembro, quando o país enfrentava condenações externas, incerteza institucional, retração dos parceiros e um ambiente de desconfiança generalizada. Muitos teriam hesitado. Outros teriam procurado desculpas. Ilídio Vieira Té aceitou a missão com coragem patriótica.

É verdade que a composição inclusiva do Governo de Transição não foi uma criação pessoal sua. Mas também é verdade que ele respeitou essa realidade, assumiu-a e deu-lhe direcção política e administrativa. Com os pés bem assentes na terra, começou a “arrumar os cantos da casa”, impondo disciplina, contenção, controlo e rigor onde antes havia dispersão, excesso e desorganização.

No plano financeiro, reforçou o controlo da execução orçamental, estimulou a arrecadação das receitas fiscais e manteve diálogo responsável com as instituições de Bretton Woods, nomeadamente o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Não se limitou a gerir a crise: procurou demonstrar que, mesmo em contexto difícil, o Estado podia funcionar com seriedade.

No plano administrativo, impôs restrições à circulação abusiva de viaturas do Estado e promoveu a regularização nacional das viaturas em circulação, com pagamento de seguros, fundo rodoviário, inspeção e demais documentos exigidos pelas autoridades competentes. São medidas que podem parecer simples, mas que representam uma ideia essencial: o Estado deve começar por dar o exemplo.

Perante a crise no Médio Oriente e os riscos de impacto sobre os preços internacionais, criou mecanismos de acompanhamento para prevenir ruturas no abastecimento de combustíveis e gás, evitando que o país ficasse paralisado. Ao mesmo tempo, reduziu drasticamente despesas consideradas não essenciais, sem abandonar sectores prioritários como saúde, educação e fornecimento de água potável.

Estas medidas não foram cosméticas. Foram medidas de sobrevivência nacional.

E os parceiros repararam. Lentamente, mas de forma consistente, a percepção externa começou a mudar. O Banco Mundial, o FMI, a UEMOA, o Banco Africano de Desenvolvimento e outros parceiros passaram a reconhecer sinais de disciplina, responsabilidade e capacidade de gestão. A confiança não se recupera com discursos; recupera-se com actos. E foi isso que Ilídio Vieira Té fez.

Por isso, a pergunta impõe-se: quem foi o principal obreiro desta viragem?

A resposta é clara: Ilídio Vieira Té.

Naturalmente, a Guiné-Bissau entrará numa nova fase política. Poderão surgir novas configurações de poder, novas alianças e novas lideranças institucionais. Mas seria um erro grave imaginar que Ilídio Vieira Té deve simplesmente desaparecer do xadrez político nacional.

Pelo contrário. Ele transformou-se. Passou de bom Ministro das Finanças a figura de primeiro plano da governação guineense. Demonstrou capacidade de decisão, sentido de Estado, disciplina administrativa e coragem política num momento em que o país precisava de alguém que não tremesse perante a tempestade.

Os que hoje desejam apagar o seu papel talvez o façam por medo, inveja ou cálculo político. Mas a verdade é que os factos permanecem. E os factos mostram que Ilídio Vieira Té ajudou a salvar o Estado de uma situação extremamente delicada.

O futuro político da Guiné-Bissau não deve ser construído com ingratidão. Deve ser construído com memória, justiça e reconhecimento. Ilídio Vieira Té pode não agradar a todos, mas conquistou um lugar próprio na história recente do país.

E quem conquista esse lugar pelo trabalho, pela coragem e pelo sentido de responsabilidade, não desaparece por decreto de adversários políticos.

Bxo, 07 de Maio de 2026

21/04/2026

IVT ka pudi bata pabia ku F. DIAS, pabia se eles e irmãos de longas datas?

21/04/2026

A final e qué?
É fala nu ba kuma Problema e GUSE-PR , gos militares fassi golp. Até goss adversários continua ku mesma narrativas!

15/04/2026

UNIVERSIDADE DE LONDRES ATRIBUI O TÍTULO DE DOUTORA HONORIS CAUSA A SUZI BARBOSA.👇_____SCB🇬🇼&

Cara Excelentíssima Senhora Suzi Carla Barbosa,

Em nome do Programa de Doutoramento Honoris Causa da EuroKnowledge, temos o prazer de a informar formalmente sobre a sua nomeação para a atribuição do título de Doutora Honoris Causa em Liderança e Serviço Humanitário, a ser entregue na próxima cerimónia de atribuição de títulos de Doutora Honoris Causa da EuroKnowledge, na Câmara dos Lordes, Palácio de Westminster, Londres, no dia 17 de julho de 2026.

Este prestigiado reconhecimento está reservado a indivíduos ilustres cuja liderança, empenho humanitário e serviço público tenham contribuído de forma mensurável e duradoura para a sociedade.

O seu mandato como Ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau e Presidente do Conselho de Ministros da CEDEAO elevou os padrões da diplomacia africana, consolidando-a como uma "vanguarda do novo Atlântico" que prioriza a estabilidade regional em detrimento dos interesses individuais. Através da sua incansável defesa da Lei das Quotas para as Mulheres e do seu papel fundamental na condução da CEDEAO através de complexas mudanças geopolíticas, não só redefiniu a visibilidade internacional da Guiné-Bissau, como também estabeleceu um legado de liderança inclusiva em termos de género que continua a inspirar em todo o continente.

A atribuição do título de Doutor Honoris Causa pela EuroKnowledge reconhece líderes globais, decisores políticos, filantropos e funcionários públicos de destaque cujo trabalho contribui significativamente para o progresso da sociedade e para o desenvolvimento humano.

No passado, a Euroknowledge premiou, entre outros:
Bola Ahmed Tinubu, Presidente da República Federal da Nigéria https://punchng.com/tinubu-kessington-honoured-in-london/
Salimo Abdula, empresário, empreendedor e filantropo moçambicano, https://www.diarioeconomico.co.mz/2020/11/03/negocios/salimo-abdula-vence-premio-euroknowledge/

Seria uma grande honra contar com a sua presença em Londres para receber este prestigiado reconhecimento.


Atentamente
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Photos from Umaro S. Embaló/Presidente de Concórdia Nacional's post 30/03/2026
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