Frente Popular de Luta

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16/09/2025

Sua Excelência Senhor Primeiro-Ministro, Braima Camará, visitou na manhã de hoje a Embaixada da Guiné-Bissau em Dakar, onde foi calorosamente recebido por Sua Excelência o Senhor Embaixador Albino Arafã.

Durante a visita, o Chefe do Governo percorreu as diferentes dependências da missão diplomática e foi informado pelo Embaixador sobre diversos aspectos das suas actividades, destacando-se a actual fase de grande dinamismo que caracteriza a cooperação entre a Guiné-Bissau e o Senegal.

Esse impulso renovado nas relações bilaterais é fruto da intensa acção diplomática conduzida por Sua Excelência o Senhor Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, General Umaro Sissoco Embaló.

15/09/2025
07/09/2025

Sua Excelência, o Senhor Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, General Úmaro Sissoco Embaló, efetuou na manhã de hoje uma visita de cortesia e solidariedade a Sua Excelência, o Senhor Primeiro-Ministro Braima Camará, que se encontra em convalescença no Hospital Militar Principal de Dakar, República do Senegal.

Durante o encontro, o Chefe de Estado transmitiu ao Primeiro-Ministro votos de pronta recuperação, expressando, em nome das instituições da República e do povo guineense, profunda solidariedade e confiança na sua plena restauração da saúde.

O gesto de Sua Excelência o Presidente da República traduz o espírito de coesão institucional, respeito humano e sentido de responsabilidade nacional que devem nortear a vida política e governativa da Guiné-Bissau.

02/08/2025

RECONCILIAR PARA FORTALECER: COM BRAIMA CAMARÁ NA VANGUARDA DA UNIDADE DO MADEM-G15

Num momento em que a Guiné-Bissau precisa de serenidade, estabilidade e visão estratégica, o MADEM-G15 é chamado a dar o exemplo. A nossa pátria exige de nós maturidade política, responsabilidade histórica e coragem para reencontrar os caminhos da união. A família MADEM, nascida do sacrifício coletivo e da ambição patriótica de construir uma nova esperança para os guineenses, não pode permitir-se dividir-se nem vacilar.

É nesta hora decisiva que se impõe reconhecer e enaltecer a figura de Braima Camará, Coordenador Nacional do MADEM-G15, cujo percurso, coerência e sentido de Estado continuam a inspirar milhares de militantes e simpatizantes em todo o país e na diáspora. Desde a génese do nosso Movimento até às etapas mais difíceis da sua consolidação, Braima Camará tem sido a voz da firmeza, da unidade e da construção.

A sua abertura ao diálogo, a sua capacidade de escuta, e a sua disposição para colocar o interesse nacional acima de qualquer vaidade pessoal fazem dele o rosto natural da reconciliação e o pilar central da nossa coesão. A sua liderança não se impõe por imposição, mas por respeito conquistado — pelo exemplo, pela entrega e pela confiança que soube merecer ao longo dos anos.

É por isso que, sob a sua orientação, lançamos hoje um apelo firme e fraterno a todos os militantes e dirigentes do MADEM-G15: É tempo de reencontro. É tempo de curar feridas. É tempo de voltar à casa-mãe com humildade e grandeza.

A unidade da nossa família política é condição indispensável para cumprir o destino de mudança que os guineenses nos confiaram. Não há projeto político consistente sem reconciliação interna. E não há reconciliação sem liderança clara, ética e comprometida. É com Braima Camará que esta ponte está a ser construída. E é com todos os filhos do MADEM que ela deve ser atravessada.

Sejamos dignos da nossa história e da confiança do nosso povo.

MADEM-G15: Reconciliar com Coragem. Reerguer com Braima Camará. Vencer com o Povo.

Bissau, 2 de Agosto de 2025
João de Deus

07/07/2025

Em Defesa da Memória de Amílcar Cabral

A tentativa de manchar a figura de Amílcar Cabral com acusações infundadas e fabricadas revela um perigoso desvio ético e político. Cabral é um património moral e histórico da Guiné-Bissau e de África. A sua visão, coragem e humildade continuam a inspirar gerações;

Num tempo em que a nossa Nação carece de líderes à altura dos desafios, evocar Cabral é relembrar que a política deve ser serviço ao povo — e não palco para vaidades ou ajustes de contas com a História.

Atacar a sua memória é trair os valores da nossa libertação. Cabral uniu-nos. Cabe-nos, agora, defender com dignidade o seu legado de Unidade e Luta.

19/06/2025

DIVIDIR PARA ENFRAQUECER? A APOSTA PERIGOSA NA INCOERÊNCIA POLÍTICA

A recente declaração pública de José Carlos Macedo Monteiro, anunciando um suposto apoio de Braima Camará e do MADEM-G15 à recandidatura de Úmaro Sissoco Embaló para um segundo mandato, não passou despercebida — e tão pouco agradou, nem à "gregos", nem à "troianos". A tentativa de normalizar uma aproximação entre figuras antagónicas, utilizando a boca de alguém que durante anos se destacou mais pelos ataques pessoais e traições do que pela coerência ou lealdade, é, no mínimo, um sinal de profundo desnorte político.

José Carlos Macedo Monteiro, conhecido pela sua retórica agressiva, foi um dos mais virulentos críticos de Braima Camará. Revelou, sem escrúpulos, informações sigilosas de conversas privadas com o líder do MADEM-G15, caluniou-o publicamente, e empenhou-se em desconstruir a sua imagem. Tudo isto depois de ter beneficiado do apoio político, financeiro e moral de Braima Camará. Hoje, sem o mínimo sentido de autocrítica, reaparece a proclamar-se “amigo e irmão” de quem quase destruiu. Eis um retrato fiel da incoerência transformada em cálculo político.

Mais grave, porém, do que a incoerência de José Carlos, é a estratégia que ele corporiza. O Presidente da República, ao longo dos últimos anos, investiu num plano sistemático de divisão dos partidos e de ataque às suas lideranças legítimas, com destaque para o MADEM-G15, o PRS e o próprio PAIGC. Para isso, contou com uma rede de intermediários sem peso político, sem base social e sem legitimidade orgânica. Utilizou-os para corroer por dentro os aparelhos partidários e para tentar isolar os líderes com maior capital de influência — entre eles, Braima Camará.

Contudo, nem todos se calaram. Muitos quadros políticos, com grande lucidez e verticalidade, alertaram a tempo o Presidente da República para os riscos dessa estratégia. Denunciaram o erro de virar os canhões contra Braima Camará. Advertiram que dividir os partidos da oposição, em vez de fortalecer o campo presidencial, teria o efeito oposto: alimentaria ressentimentos, desmobilizaria as bases e isolaria politicamente o próprio Presidente.

Esses quadros — homens e mulheres de coragem, dignidade e visão — não foram ouvidos. Pelo contrário, foram afastados, humilhados e privados dos seus cargos e salários. Pagaram com o desemprego e o ostracismo o preço da sua lealdade à verdade e da sua fidelidade a Braima Camará. Mas não cederam. Permaneceram firmes ao lado de quem sempre os respeitou, mesmo nas horas mais difíceis.

Esses exemplos de integridade e coerência contrastam com a leveza com que certas figuras são recicladas, hoje bajuladoras do poder, ontem detratoras violentas, amanhã... sabe-se lá o quê. A história recente mostra que construir uma base política sólida a partir da instabilidade moral é uma ilusão perigosa.

A tentativa de encenar uma aproximação entre o Presidente e Braima Camará, se realmente existir, não pode ser feita à custa de figuras que descredibilizam mais do que somam. A reconfiguração de alianças, num país como a Guiné-Bissau, exige mais do que teatro político — exige memória, humildade e sentido de justiça.

O povo guineense sabe distinguir entre alianças forjadas na confiança e estratégias montadas por conveniência. E reconhecerá sempre aqueles que, mesmo no silêncio e sem benefícios, souberam dizer “não” ao erro e “sim” à verdade.

A história julgará. E será implacável com os oportunistas — mas generosa com os que escolheram ficar do lado certo, mesmo que isso lhes tenha custado tudo.

12/06/2025

Resposta à Circular Informativa n.º 22/GMF de 15 de Maio de 2025

O COLAPSO ANUNCIADO DAS FINANÇAS PÚBLICAS DA GUINÉ-BISSAU

Com espanto, mas sem surpresa, somos confrontados com a Circular Informativa n.º 22/GMF, de 15 de Maio de 2025, emitida pelo Ministério das Finanças, que comunica, com a maior das desfaçatezes, a suspensão de todas as despesas relacionadas com missões de serviço público ao estrangeiro.

A justificação?

A habitual: "imperiosa necessidade de cumprimento das obrigações com o FMI, falta de liquidez e necessidade de contenção de despesas públicas".

Este anúncio não é senão a confissão formal da falência do Estado, arrastado por anos de má governação, ausência de planeamento, desvios colossais de fundos públicos, lavagem sistemática de capitais, e sobretudo, uma elite dirigente que fez do poder um instrumento de enriquecimento pessoal e de submissão total aos interesses estrangeiros.

Como chegámos a este abismo?

1. Corrupção institucionalizada

O país tem sido saqueado por um pequeno grupo de dirigentes que, escudando-se na impunidade e na manipulação das instituições, fizeram desaparecer milhões de francos CFA através de contratos fraudulentos, compras públicas simuladas, e esquemas de branqueamento de capitais — envolvendo inclusive membros do executivo e figuras ligadas ao círculo do ex-Presidente Úmaro Sissoco Embaló.

2. Viagens presidenciais absurdas e ruinosas

Entre 2020 e 2024, o ex-Presidente da República protagonizou um verdadeiro carnaval diplomático internacional, realizando mais de 130 viagens ao estrangeiro, muitas das quais sem agenda clara, sem resultados concretos e sem relatórios públicos de missão. O custo médio de cada deslocação ultrapassava facilmente 100 milhões de francos CFA, contabilizando aviões fretados, ajudas de custo, comitivas de luxo e estadias em hotéis de cinco estrelas. Um verdadeiro escândalo de proporções imorais para um país classificado entre os mais pobres do mundo.

3. A falência do controlo institucional

Assembleia Nacional Popular (ANP): Reduzida a uma caixa de ressonância do poder executivo, sem capacidade de fiscalização, capturada por interesses partidários e sem legitimidade real para defender o povo.

Tribunal de Contas: Tornado um ornamento institucional, nunca auditou com seriedade as contas da Presidência da República, nem os fundos especiais movimentados ao arrepio da lei.

Inspecção Geral de Finanças e Ministério Público: Mudos, cúmplices ou silenciados, incapazes de exercer um verdadeiro papel de combate à corrupção.

4. A submissão ao "Senhor Rei Úmaro Sissoco Embaló.

Este descalabro financeiro e institucional é o resultado directo de um modelo de governação centrado no culto da personalidade, no autoritarismo de fachada e numa lógica de poder baseada no "sim, senhor Presidente" — em vez de políticas públicas coerentes e orientadas para o desenvolvimento sustentável.

O país foi gerido como um património privado, onde os recursos do Estado foram usados para recompensar lealdades políticas, pagar favores e silenciar opositores, enquanto as populações vivem sem acesso a água potável, saúde básica ou escolas com telhados.

O que esta Circular nos revela, na verdade?

- Que já não há dinheiro no Tesouro. O Estado guineense não tem capacidade para pagar as mínimas obrigações de funcionamento institucional, quanto mais investir no bem-estar da população.

- Que o Programa do FMI, tantas vezes usado como biombo de virtude financeira, é agora uma camisa de força imposta ao povo, para esconder os crimes orçamentais dos últimos anos.

- Que a prioridade do Ministério das Finanças não é reformar o sistema fiscal, nem recuperar ativos desviados, mas simplesmente cortar nos serviços públicos essenciais, começando pelas deslocações oficiais legítimas que podem servir o interesse nacional.

Conclusão: Hora de responsabilizar e reconstruir

Esta situação não é fruto do acaso, nem de fenómenos naturais, mas sim resultado direto de escolhas políticas desastrosas, da captura do Estado por redes mafiosas e da ausência de uma verdadeira cultura de prestação de contas.

Chegou o momento de:

- Exigir auditorias independentes às finanças públicas, com apoio internacional.

- Criar Comissões Parlamentares de Inquérito sobre o uso dos fundos públicos entre 2020 e 2024.

- Responsabilizar judicialmente os autores e cúmplices deste desastre.

- Reconstruir as instituições com base na ética, competência e soberania popular.

A Guiné-Bissau não pode continuar a ser o quintal de interesses pessoais nem o espelho da incompetência institucional. O povo merece mais — e a história não perdoará quem hoje se cala.

30/05/2025

EIS O PLANO DE SISSOCO EMBALO!

17/05/2025

HONRAR A PÁTRIA, DEFENDER A DEMOCRACIA: A Coragem dos Verdadeiros Patriotas Guineenses

Num tempo em que a política guineense tem sido marcada por traições silenciosas, oportunismos descarados e um sistemático esvaziamento dos valores republicanos, importa levantar bem alto os nomes dos que, com coragem, firmeza e sentido patriótico, escolheram estar do lado certo da história. Entre esses nomes destaca-se, com mérito e legitimidade, Braima Camará, figura incontornável na construção de uma nova esperança nacional, cuja firmeza política tem sido determinante para a reconfiguração do campo democrático guineense.

Ao lado de outros líderes visionários e comprometidos com o destino da Guiné-Bissau, Braima Camará esteve na linha da frente da criação das coligações API-CABÁS GARANDI e PAI-TERRA RANKA, duas plataformas políticas que simbolizam hoje a resistência ativa contra a captura do Estado, a degradação da democracia e a tentação autoritária que ameaçou submeter o país a um regime de medo, de corrupção e de imposição unilateral.

Estas coligações nasceram do imperativo patriótico de salvar a pátria forjada na luta, de resgatar a dignidade do Estado e de devolver ao povo guineense a confiança num projeto político sério, plural e inclusivo. Elas representam uma alternativa real e consistente ao ciclo de abusos, desgoverno e manipulação institucional promovido por um grupo que tentou reduzir o país a um instrumento de enriquecimento pessoal e de perpetuação no poder.

Braima Camará, ao recusar submeter-se aos interesses obscuros do regime cessante, escolheu a via mais difícil: a via da coerência, da verdade e do compromisso com os ideais da liberdade, da justiça social e da construção de uma Guiné-Bissau digna para todos. E essa escolha teve um preço — o preço que pagam todos os que preferem a ética à conveniência, a pátria ao conforto, e o povo ao poder.

A aliança entre a API-CABÁS GARANDI e a PAI-TERRA RANKA é hoje a única via credível para reerguer o país, restaurar a legalidade constitucional, reconstruir as instituições públicas e devolver à juventude guineense uma esperança de futuro. É um pacto entre patriotas, movidos pelo espírito de unidade nacional e pela vontade sincera de devolver à Guiné-Bissau o lugar que merece entre as nações livres e respeitadas.

Neste momento decisivo, os guineenses já não têm dúvidas sobre quem são os verdadeiros defensores da pátria e da democracia. O tempo dos impostores está a chegar ao fim. E com ele, nasce uma nova etapa da nossa história, escrita pelas mãos de homens e mulheres que não se vergam, não se vendem e não recuam diante das ameaças.

A honra venceu a traição. A coragem venceu o medo. E a Guiné-Bissau voltará a ser nossa.

Photos from Frente Popular de Luta's post 03/05/2025

MADEM-G15 REAFIRMA COMPROMISSO COM A LEGALIDADE E A UNIDADE PARTIDÁRIA NAS REGIÕES LESTE

Bafatá, 2 de Maio de 2025 – O Camarada Óscar Barbosa “Cancan”, membro da Comissão Permanente do MADEM-G15, dirigiu-se hoje com firmeza e clareza aos dirigentes regionais e sectoriais das regiões leste do país, Bafatá e Gabú, num encontro marcado por apelos à unidade, à legalidade e à mobilização militante.

Transmitindo as calorosas saudações do Coordenador Nacional, Braima Camará, Cancan agradeceu a presença dos militantes e destacou a importância do momento atual para o futuro do partido. Na sua intervenção, traçou um retrato corajoso da crise interna vivida pelo MADEM-G15, qualificando-a de “delicada e constrangedora”, resultado de ações ilegítimas levadas a cabo por um grupo de dirigentes com responsabilidades acrescidas.

Foram denunciadas demissões arbitrárias, perseguições internas e a tentativa de instrumentalizar o partido em benefício de um projeto presidencial à margem das normas estatutárias. “A ingerência nos assuntos internos do partido e a violação dos nossos direitos constitucionais são inadmissíveis”, afirmou Cancan.

Apesar das provocações, reafirmou que a direção legítima, liderada por Braima Camará, mantém aberta a porta para o diálogo e a reconciliação interna – não como sinal de fraqueza, mas como demonstração de grandeza política e responsabilidade patriótica. Sublinhou que este processo não admite insultos, vinganças, retaliações ou disputas alheias aos Estatutos do MADEM-G15, mas sim uma luta nobre e responsável para reforçar e dignificar o partido, com base num diálogo inclusivo e orientado pelos superiores interesses da Guiné-Bissau.

"A devolução da soberania partidária à sua liderança legítima é condição essencial para qualquer entendimento", frisou.

No plano político mais alargado, reiterou o compromisso inabalável do MADEM-G15 com a Aliança Popular Inclusiva – Cabas Garandi. A ausência na reunião de Paris, explicou, deveu-se à prioridade dada ao processo de reconciliação interna, entendido pelos parceiros da coligação como fundamental também para o reforço do PRS. “O nosso Coordenador Nacional sempre esteve em sintonia com os aliados da API, como confirmado publicamente pelo Presidente do PRS, Camarada Fernando Dias”, declarou.

Cancan encerrou apelando à unidade, firmeza e vigilância de todos os militantes: “O MADEM-G15 nasceu para servir a democracia e o povo. Juntos, vamos continuar a honrar essa missão histórica.”

Viva o MADEM-G15! Viva a Guiné-Bissau!

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