O Presidente do PODEMOS e Líder da Oposição Albino Forquilha fez uma comunicação a nação através de uma conferência de imprensa alusivo ao dia de África assinalado dia 25 de Maio.
Acompanhe a matéria da STV.
Partido Podemos Moçambique
Fundado em 2019.
O Partido Povo Optmista para o Desenvolvimento de Moçambique, é uma organização política de Ideologia centrista que advoga a justiça social, separação de poderes e liberdade de expressão.
25/05/2026
NOTA PÚBLICA
POR OCASIÃO DO DIA DE ÁFRICA
África unida na diversidade: responsabilidade histórica, integração política e cidadania continental
O Partido PODEMOS (Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique) dirige-se à nação moçambicana, aos povos irmãos do continente africano e à comunidade internacional para reafirmar a sua convicção de que o futuro de África depende da sua capacidade de transformar a diversidade que a caracteriza numa base efectiva de cooperação, cidadania e progresso comum.
A nossa moçambicanidade é inseparável da nossa pertença à comunidade africana. Mas entendemos que a unidade africana, para ser duradoura e significativa, não pode assentar na negação das diferenças, mas na sua integração política e institucional. A verdadeira força de África reside na sua pluralidade histórica, cultural, linguística e social. O desafio do nosso tempo consiste em transformar essa pluralidade numa base de confiança, cooperação e responsabilidade partilhada entre os povos e os Estados do continente.
Neste espírito, consideramos que a integração africana deve assentar em quatro pilares fundamentais:
O primeiro pilar é o reconhecimento da diversidade cultural como fundamento de pertença comum. As nossas línguas, tradições, memórias históricas e manifestações artísticas não constituem obstáculos à unidade africana, mas recursos preciosos para a construção de uma consciência continental inclusiva. A integração não exige uniformidade. Ela exige respeito mútuo e capacidade de convivência política.
O segundo pilar é a integração económica orientada para a criação de condições de prosperidade partilhada. África não pode continuar a ser um espaço fragmentado por barreiras que limitam o comércio, a mobilidade do talento e a complementaridade económica entre regiões. A cooperação económica africana deve deixar de ser apenas uma aspiração diplomática e tornar-se um projecto concreto de criação de oportunidades, de valorização das capacidades locais e de fortalecimento da autonomia económica do continente.
O terceiro pilar é a paz e a segurança como bens públicos africanos. Não haverá integração sustentável num continente em que a instabilidade de uma região rapidamente se transforma em vulnerabilidade colectiva. A paz não deve ser entendida apenas como ausência de conflito, mas como resultado de instituições capazes de prevenir crises, proteger vidas humanas e criar condições de convivência política estável e digna.
O quarto pilar é a cidadania africana. O PODEMOS entende que a integração continental só ganhará significado real quando o africano deixar de ser tratado como estrangeiro no seu próprio continente. Defendemos a consolidação progressiva de um estatuto efectivo de cidadania africana, que permita maior liberdade de circulação, residência, iniciativa económica e protecção de direitos fundamentais. A União Africana deve assumir com maior determinação a liderança deste processo, não apenas como ideal político, mas como compromisso institucional.
A responsabilidade de remover barreiras
A história política do continente deixou-nos fronteiras, burocracias e hábitos institucionais que frequentemente dificultam aquilo que deveria ser natural: a circulação, a cooperação e a convivência entre africanos. O desafio da integração exige coragem política, mas também pragmatismo institucional.
O PODEMOS defende a redução progressiva das barreiras administrativas, económicas e mentais que continuam a fragmentar África. Os cidadãos africanos devem poder circular, trabalhar, empreender e contribuir para o desenvolvimento do continente com maior liberdade e previsibilidade. A integração africana não será construída apenas por discursos simbólicos, mas por reformas concretas que ampliem a cidadania, fortaleçam as instituições e aproximem os povos.
Nesta data, o PODEMOS reafirma a sua convicção de que a unidade africana não é apenas uma memória histórica ou um ideal retórico. É uma tarefa política concreta, que exige liderança responsável, instituições eficazes e compromisso cívico.
Celebrar o Dia de África é, para nós, reconhecer que a liberdade política conquistada pelas gerações anteriores deve agora traduzir-se numa nova etapa: a construção de um continente em que a dignidade africana se exprima não apenas na soberania dos Estados, mas também na liberdade efectiva dos seus cidadãos.
Moçambique, pela sua história, localização e vocação africana, tem razões particulares para participar activamente neste esforço. O PODEMOS reafirma, por isso, o seu compromisso com uma visão de África fundada na cooperação, na responsabilidade partilhada e numa cidadania continental progressivamente mais efectiva.
Albino Forquilha: Presidente do PODEMOS e Líder da Oposição em Moçambique
Comunicação sobre assassinato do Delegado do ANAMOLA e a situação económica actual no país.
12/05/2026
06/05/2026
ALBINO FORQUILHA (PRESIDENTE DO PODEMOS) REÚNE -SE COM JACOB ZUMA (PRESIDENTE DO MK PARTY) NA ÁFRICA DO SUL - DURBAN - EM ENCONTRO HISTÓRICO DE COOPERAÇÃO POLÍTICA REGIONAL
Os Presidentes dos partidos uMkhonto weSizwe (MK Party) e PODEMOS, Jacob Zuma e Albino Forquilha, respectivamente, realizaram nesta terça-feira (05), em Durban, na África do Sul, um encontro de elevada relevância política, marcado por um jantar de gala seguido de uma reunião bilateral reservada entre os dois líderes.
O jantar reuniu um círculo selecto de convidados, incluindo figuras proeminentes do MK Party, empresários de referência e representantes de diversos partidos políticos da região da SADC, evidenciando a dimensão regional e o alcance estratégico das duas formações políticas.
Uma Visão Partilhada para a Oposição Responsável
Nos discursos proferidos, ambos os Presidentes destacaram a necessidade urgente de uma oposição política madura, construtiva e humanista — uma oposição que:
“...não divide, mas une; não destrói, mas constrói; não rivaliza, mas coopera.”
Esta visão aponta para um novo paradigma político na região da África Austral, assente no diálogo, na responsabilidade institucional e no respeito pela democracia pluralista.
Cooperação Política, Socioeconómica e Cultural
O encontro foi marcado por um espírito de amizade e cooperação entre os dois países e movimentos políticos, com destaque para:
Domínio político: reforço do diálogo e da concertação entre forças da oposição na região;
Domínio socioeconómico: promoção de parcerias orientadas para o bem-estar dos cidadãos;
Domínio cultural: valorização dos laços históricos e identitários entre os povos da África Austral.
Emigração: Um Tema de Consciência e Dignidade
A questão da emigração mereceu especial atenção, com ambos os líderes a sublinharem a importância de um tratamento digno e humanizado dos emigrantes. Foi reafirmado o compromisso com políticas inclusivas, justas e solidárias, respeitando os direitos humanos e a dignidade das comunidades migrantes.
Perspectivas
O encontro entre Jacob Zuma e Albino Forquilha representa um passo concreto na consolidação de relações políticas entre a África do Sul e Moçambique. Num contexto regional que exige estabilidade, integração e visão estratégica, este momento reforça o papel das lideranças comprometidas com o futuro da região da SADC.
Alusivo ao 1º de Maio, o PODEMOS em Nampula, fez-se as ruas para comemorar. As ruas ficaram pequenas e mais uma vez o PODEMOS mostrou o porquê de ser o maior círculo eleitoral.
Comunicação á imprensa
Situação das agressões aos Moçambicanos na África dos Sul.
Salário Mínimo recentemente aprovado pelo governo.
01/05/2026
Feliz 1 de Maio - Dia Internacional do Trabalhador
11/04/2026
11 de Abril, Dia do Jornalista Moçambicano
Excelentíssimos senhores,
Caros profissionais da comunicação social,
Celebramos hoje, 11 de Abril, uma data de grande relevância para a nossa sociedade — o Dia do Jornalista Moçambicano.
Nesta ocasião, rendemos justa homenagem a uma das classes mais resilientes do nosso país: os jornalistas. Homens e mulheres que, com coragem, dedicação e elevado sentido de missão, trabalham incansavelmente para garantir que a informação chegue, de forma clara e atempada, a todos os cidadãos.
O vosso papel é, e continuará a ser, fundamental para a consolidação da nossa democracia. Sem o jornalismo, não há transparência. Sem informação, não há cidadania consciente. E sem cidadãos informados, não existe uma nação plenamente livre e participativa.
Os jornalistas são, por excelência, os olhos e ouvidos do povo. São a ponte entre os factos e a sociedade. Num contexto muitas vezes marcado por desafios, limitações e até riscos, continuam firmes, movidos pelo compromisso com a verdade e pelo interesse público.
É essa resiliência que mantém viva a chama da informação. É essa determinação que impede que o nosso povo caminhe na escuridão da desinformação.
Contudo, esta data também deve servir como momento de reflexão. Persistem desafios significativos que precisam de ser enfrentados com seriedade: a dignidade salarial, as condições de trabalho, a liberdade de exercício da profissão e a criação de espaços de convergência e valorização da classe.
O partido acredita que o futuro reserva conquistas importantes. Um futuro onde o jornalista será cada vez mais respeitado, protegido e valorizado. Um futuro onde o poder da informação será plenamente reconhecido como instrumento de desenvolvimento e justiça social.
Permitam-me, por isso, endereçar a todos os jornalistas moçambicanos uma palavra de profundo respeito, reconhecimento e gratidão.
Continuem firmes. Continuem comprometidos. Continuem a iluminar o caminho do nosso povo.
A todos vós,
Feliz 11 de Abril!
Muito obrigado.
Duclésio Chico
Porta-Voz do PODEMOS
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