ATDI IP - Agência de Transformação Digital e Inovação, Instituto Publico

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30/03/2026

PCA da ATDI, IP desafiado a acelerar transformação digital e integração dos serviços públicos

A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Delfina Levi, lançou, esta segunda-feira (30 de Março de 2026), um conjunto de desafios estratégicos ao novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Agência de Transformação Digital e Inovação, Instituto Público (ATDI, IP), Engenheiro Adilson Gomes, durante a cerimónia de tomada de posse realizada na cidade de Maputo.

Na sua intervenção, a governante afirmou que a criação da ATDI,IP resulta da necessidade de responder à fragmentação tecnológica ainda existente na Administração Pública, sublinhando a urgência de acelerar a modernização integrada dos serviços do Estado.

Neste contexto, apontou como um dos principais desafios a harmonização e interoperabilidade das plataformas digitais do Estado, defendendo que os sistemas devem comunicar entre si de forma eficiente, eliminando redundâncias e promovendo uma Administração Pública mais ágil, coordenada e orientada para resultados.

Segundo a Primeira-Ministra, há necessidade de garantir que a transformação digital seja inclusiva e abrangente. Para o efeito, urge a necessidade de desenvolvimento de infra-estruturas digitais resilientes e acessíveis, assegurando que nenhum moçambicano fique para trás no acesso aos serviços digitais, independentemente da sua localização geográf**a.

Ainda na sua intervenção, desafiou o novo PCA a liderar a concepção e implementação de soluções tecnológicas transversais, com enfoque no fortalecimento do Governo Electrónico. O objectivo, segundo referiu, é simplif**ar processos, reduzir a burocracia e aproximar os serviços públicos do cidadão.

Por outro lado, sublinhou a importância de reforçar a coordenação entre instituições públicas e privadas no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), encorajando a promoção de parcerias estratégicas que potenciem a inovação e a partilha de recursos tecnológicos.

A governante destacou igualmente a necessidade de expandir os serviços de assistência técnica, consultoria e formação, como forma de fortalecer as capacidades institucionais e humanas no domínio digital.
Na ocasião, a Primeira-Ministra manifestou confiança na experiência do empossado, sublinhando que o seu percurso de mais de duas décadas no sector tecnológico constitui uma mais-valia para liderar o processo de transformação digital no país. Apelou, igualmente, ao novo dirigente para que paute a sua actuação por princípios de boa governação, transparência, integridade e trabalho em equipa, considerados fundamentais para o sucesso da instituição.
A ATDI, IP é chamada a assumir um papel central na construção de um Estado moderno, eficiente e orientado para o cidadão, num momento em que a transformação digital se afirma como um dos principais pilares do desenvolvimento nacional.

25/03/2026

Conselho de Ministros nomeia Adilson Gomes para liderar a ATDI

O Conselho de Ministros aprovou, esta terça-feira, a Resolução que nomeia Adilson dos Santos Cousin Gomes para o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Agência de Transformação Digital e Inovação (ATDI, IP.), numa decisão que reforça o posicionamento do Estado moçambicano na consolidação da governação digital e na modernização da Administração Pública.

A nomeação recai sobre um quadro com mais de duas décadas de experiência nos sectores das tecnologias de informação, telecomunicações e transformação digital, com um percurso marcado pela participação em iniciativas estruturantes de alcance nacional.

Engenheiro Informático de formação, Adilson Gomes construiu grande parte da sua carreira no Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), onde exerceu funções de direcção em áreas críticas ligadas à regulação e operação tecnológica. Ao longo desse percurso, destacou-se pela liderança de projectos associados ao controlo do tráfego de telecomunicações, ao registo de subscritores e ao reforço dos mecanismos de segurança e integridade das redes nacionais.

No mesmo contexto institucional, foi responsável pela definição e implementação de estratégias de sistemas de informação, assegurando a gestão de infra-estruturas tecnológicas e a digitalização de processos, com impacto directo na eficiência operacional e na prestação de serviços.

Entre os marcos mais relevantes da sua trajectória profissional, consta a participação na elaboração da proposta da Estratégia Nacional de Cibersegurança, instrumento central para a protecção das infra-estruturas digitais do país. Destaca-se igualmente o seu envolvimento na migração da radiodifusão analógica para o sistema digital, bem como a coordenação de iniciativas de inclusão tecnológica, com destaque para o projecto “1000 Vilas com TV por Satélite”.

O seu percurso inclui ainda a implementação de sistemas críticos de suporte à regulação das comunicações, o desenvolvimento de infra-estruturas tecnológicas e a participação em projectos de digitalização em diferentes sectores do Estado, incluindo saúde, transportes, obras públicas e agricultura.

No plano académico, é mestre em Gestão de Empresas com especialização em Tecnologias de Informação e Comunicação, formação obtida na Universidade Politécnica de Madrid, e possui pós-graduações nas áreas de gestão de sistemas de informação, análise de dados e cibersegurança. Conta igualmente com certif**ações internacionais relevantes em protecção de dados, segurança de sistemas de informação e governação da Internet.

Paralelamente à actividade técnica e de gestão, desenvolveu experiência na docência universitária, leccionando disciplinas ligadas às redes de computadores, sistemas operativos, programação e segurança, contribuindo para a formação de quadros na área tecnológica.

A sua nomeação ocorre num contexto em que Moçambique intensif**a os esforços para acelerar a transformação digital, reforçar a cibersegurança e promover a interoperabilidade dos sistemas do Estado, factores considerados determinantes para a eficiência dos serviços públicos e para o desenvolvimento económico.

11/03/2026

Governo cria Agência de Transformação Digital e estrutura nacional para Inteligência Artificial

O Conselho de Ministros aprovou, na terça-feira, 10 de Março de 2026, durante a sua 7.ª Sessão Ordinária, um conjunto de decisões que reorganizam a arquitetura institucional responsável pela transformação digital em Moçambique e introduzem novas estruturas para coordenar o uso de tecnologias emergentes no país.

Entre as principais deliberações está a aprovação do decreto que cria a Agência de Transformação Digital e Inovação, Instituto Público (ATDI, IP), entidade que passa a assumir um papel central na condução das políticas de digitalização do Estado. Com a criação desta nova agência, f**a revogado o Decreto n.º 61/2017, de 16 de Novembro, que instituiu o Instituto Nacional do Governo Electrónico.

A nova agência surge como uma pessoa colectiva de direito público, de regime especial, classif**ada na Categoria A, com personalidade jurídica própria e autonomia administrativa, financeira e patrimonial. Na prática, a ATDI passa a ser responsável pela prestação de serviços e pela coordenação do processo de transformação digital no sector público.

Entre as suas atribuições destacam-se a harmonização e interoperabilidade de plataformas digitais do Estado, a gestão e integração de centros de dados, a racionalização dos processos de aquisição de soluções tecnológicas e o desenvolvimento de sistemas digitais de prestação de serviços ao cidadão. A criação desta estrutura procura responder aos desafios de fragmentação tecnológica na Administração Pública e acelerar a modernização dos serviços públicos.

Na mesma sessão, o Governo aprovou também o decreto que institui a Comissão Nacional para a Inteligência Artificial (CNIA). Trata-se de um órgão de consulta e assessoria técnica ao Governo em matérias relacionadas com investigação científ**a, desenvolvimento tecnológico, inovação e segurança da informação no domínio da inteligência artificial.

A nova comissão deverá apoiar o Executivo na formulação de políticas públicas, estratégias e orientações sobre o uso responsável e seguro da inteligência artificial, área que tem vindo a ganhar peso nas economias e sistemas administrativos contemporâneos.

Outra decisão tomada foi a aprovação da resolução que cria a Comissão Técnica Multissectorial de Coordenação e Implementação da Transformação Digital (CTD). Este órgão terá natureza técnica e será responsável por coordenar a implementação das iniciativas de transformação digital em diferentes sectores da Administração Pública.

A CTD deverá funcionar como uma plataforma de articulação entre instituições do Estado, assegurando que as políticas e projectos de digitalização avancem de forma integrada e coerente. A comissão terá igualmente a missão de apoiar os processos de modernização administrativa e a digitalização dos serviços públicos.

Com estas decisões, o Governo pretende estruturar de forma mais clara o ecossistema institucional responsável pela digitalização do Estado, reforçando a coordenação entre entidades, promovendo a inovação tecnológica e criando condições para uma administração pública mais eficiente, conectada e orientada para o cidadão.

18/02/2026

Ecos da Conferência Nacional sobre Transformação Digital.

03/02/2026

📢 Não perca!

O Director-Geral Adjunto do INAGE, IP, Sérgio Arnaldo Mapsanganhe, estará no programa Fala Moçambique para abordar a I Conferência Nacional sobre Transformação Digital.

🗓️ 3 de Fevereiro | ⏰ 14h

TV Miramar

Fique ligado e acompanhe a conversa sobre o futuro digital de Moçambique!

03/02/2026

Moçambique consolida agenda de transformação digital como eixo da modernização do Estado

O esforço enquadra-se na linha política definida pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, que, no seu discurso de tomada de posse, reafirmou o compromisso com um Estado mais funcional, transparente e centrado no cidadão, defendendo a tecnologia como instrumento para simplif**ar processos, reforçar a governação e melhorar a prestação de serviços públicos.

Nesse contexto, o Ministério das Comunicações e Transformação Digital promove, nos dias 11 e 12 de Fevereiro, em Maputo, a Conferência Nacional sobre Transformação Digital, um encontro que reúne instituições públicas, sector privado, academia e parceiros de desenvolvimento para discutir prioridades, instrumentos e mecanismos de implementação da estratégia digital do Estado.

A abordagem adoptada pelo Governo, por sua vez, assenta em cinco pilares estruturantes: a certif**ação digital, para garantir assinaturas electrónicas com validade jurídica; um sistema nacional de interoperabilidade, que permita a articulação entre plataformas públicas e privadas; a identidade digital, como base para a autenticação remota dos cidadãos; uma plataforma única de pagamentos, destinada a simplif**ar o acesso a serviços públicos e privados; e o reforço das infra-estruturasdigitais, incluindo centros de dados e soluções de cloud.

Segundo o Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, a transformação digital deve ser entendida como um processo transversal de reorganização do Estado. Nesse sentido, “o nosso objectivo é garantir que qualquer cidadão, em qualquer ponto do país, possa aceder aos serviços do Estado de forma simples, segura e eficiente, sem deslocações desnecessárias. A transformação digital é um instrumento para servir melhor o cidadão, reforçar a transparência e modernizar o funcionamento da administração pública”, referiu.

A conferência surge, por isso, como um espaço de alinhamento estratégico, destinado a consolidar entendimentos entre os diferentes actores envolvidos na implementação da agenda digital, incluindo áreas como governação electrónica, interoperabilidade de sistemas, utilização de dados, segurança digital e capacitação institucional.

Ao integrar a transformação digital na reforma do Estado, o Governo procura reforçar a capacidade de resposta da administração pública e criar condições para uma prestação de serviços mais integrada e orientada para as necessidades da sociedade, em linha com as prioridades definidas para o actualciclo de governação.

03/02/2026

Governo impulsiona eficiência administrativa com agenda de transformação digital

O Ministério das Comunicações e Transformação Digital (MTD) realiza, entre os dias 11 e 12 de Fevereiro, em Maputo, a Conferência Nacional sobre Transformação Digital. O objectivo primordial deste encontro é reunir representantes de instituições públicas, do sector privado, da academia e parceiros de desenvolvimento para discutir as prioridades, instrumentos e mecanismos necessários à implementação da estratégia digital do Estado moçambicano. Esta iniciativa surge como um dos eixos centrais da estratégia de modernização administrativa, orientada para a eficiência institucional e para a melhoria profunda da relação entre o Estado, os cidadãos e as empresas.

O processo enquadra-se na visão política do Presidente da República, Daniel Chapo, que reafirmou o compromisso com um Estado mais funcional, transparente e centrado no cidadão, sendo a tecnologia um instrumento fundamental para simplif**ar processos e melhorar a prestação de serviços públicos.

A estratégia governamental assenta em cinco pilares estruturantes: a certif**ação digital para garantir assinaturas electrónicas com validade jurídica; um sistema nacional de interoperabilidade para a articulação entre plataformas; a identidade digital para autenticação remota; uma plataforma única de pagamentos; e o reforço das infra-estruturas digitais, como centros de dados e soluções de cloud.

De acordo com o Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, a transformação digital deve ser encarada como um processo transversal de reorganização do Estado. O governante sublinha que a meta é assegurar que qualquer cidadão possa aceder aos serviços públicos de forma simples, segura e eficiente em qualquer ponto do país, eliminando deslocações desnecessárias e aumentando a previsibilidade administrativa.

A Conferência Nacional pretende alinhar estrategicamente os diversos actores em áreas como governação electrónica, gestão de dados e segurança digital. Num contexto onde a tecnologia é vista como motor de coordenação e racionalização, a interoperabilidade entre sistemas torna-se central para que a digitalização produza impactos concretos.

24/12/2025

Festas felizes

18/12/2025

Ministro Muchanga defende interoperabilidade e serviços digitais inclusivos na III Edição do BFSI Moçambique 2025.

Maputo, 17 de Dezembro de 2025 – O Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, defendeu esta terça-feira, na cidade de Maputo, a consolidação de um ecossistema financeiro digital interoperável, seguro e inclusivo, como eixo estruturante da modernização do Estado e do desenvolvimento socioeconómico de Moçambique.
Falando na cerimónia de abertura da III Edição do Banking, Financial Services and Insurance – BFSI Mozambique 2025, que decorre no Montebelo Indy Maputo Congress Hotel, sob o lema “Transformação Digital e um Ecossistema Financeiro Interoperável”, o governante destacou a convergência estratégica entre a agenda governamental de transformação digital e o papel estruturante do sector bancário, financeiro, de serviços e seguros (BFSI).
Na sua intervenção, Américo Muchanga sublinhou que a Transformação Digital constitui uma prioridade central do actual ciclo de governação (2025–2029), orientada para responder aos desafios críticos da Administração Pública, do sector privado e da sociedade civil, com particular impacto na juventude, na criação de emprego, na geração de riqueza e na promoção do desenvolvimento nacional sustentável.
“O lema deste evento reflecte, de forma clara, o desiderato da actuação do Ministério das Comunicações e Transformação Digital, ao colocar a interoperabilidade, a inovação e a inclusão digital no centro das reformas do Estado”, afirmou o Ministro, reiterando a satisfação do Governo em participar activamente neste fórum de diálogo entre decisores públicos e líderes do sector financeiro.
O titular da pasta das Comunicações e Transformação Digital recordou que a criação do MCTD, através do Decreto Presidencial n.º 1/2025, de 16 de Janeiro, veio conferir ao país um órgão governamental vocacionado para assegurar, de forma estratégica e coordenada, a implementação das políticas de transformação digital, com vista à prestação de serviços públicos mais eficientes, acessíveis e centrados no cidadão.

Photos from INAGE - Instituto Nacional de Governo Electrónico, Instituto Publico's post 18/12/2025

Capacitação em HPC e IA reforça a capacidade de previsão de fenómenos climáticos extremos

A necessidade de fortalecer as competências nacionais no uso de tecnologias de ponta para a análise, simulação e previsão de fenómenos climáticos extremos, contribuindo para a mitigação de riscos e o aumento da resiliência nacional, levou o Instituto Nacional de Governo Electrónico, Instituto Público (INAGE, IP), através da Rede de Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique (MoRENet), em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane (UEM), a realizar o Curso de Capacitação em Computação de Alto Desempenho (HPC) e Inteligência Artificial aplicada à Modelação e Previsão de Eventos Climáticos Extremos.
O curso é financiado pelo Projecto MozSkills do Banco Mundial e enquadra-se nos esforços do Ministério das Comunicações e Transformação Digital (MCTD), com vista a reforçar a capacidade do país na antecipação destes eventos, reduzir os seus impactos e contribuir para o aumento da resiliência nacional face às mudanças climáticas.
Com a duração de cinco dias, a cerimónia de encerramento foi conduzida por Moisés Mocelo, que felicitou os participantes pelo empenho, disciplina e dedicação demonstrados ao longo da formação, encorajando-os a aplicar os conhecimentos adquiridos nas suas instituições e projectos, de modo a fortalecer a capacidade científ**a e tecnológica do país.
Segundo o coordenador da MoRENet, Moisés Mucelo , este apoio tem sido estratégico para a MoRENet, contribuindo para o reforço da sua capacidade institucional e operacional, incluindo a expansão da conectividade internacional para a actual largura de banda de 60 Gbps, o fortalecimento do backbone e das ligações de acesso, a disponibilização de fibra escura para as principais universidades públicas, a ligação de 50 Instituições de Ensino Técnico-Profissional e 11 Instituições de Ensino Superior, o reforço da infra-estrutura tecnológica do RECIMO, a prestação de assistência técnica e operacional e a capacitação contínua das instituições beneficiárias.
De acordo com Mucelo, os 30 participantes — sendo sete mulheres e 23 homens — provenientes de instituições como a Agência de Desenvolvimento Geo-Espacial (ADE), Sistemas de Informação Geográf**a (GIS), Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Associação Moçambicana de Astronomia (AMAS), Escola Superior de Ciências Náuticas (ESCN), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), Universidade Pedagógica (UP) e o INAGE, IP, adquiriram competências avançadas em supercomputação, ciência de dados climáticos, machine learning e deep learning.
O grupo integrou profissionais de diferentes níveis académicos, nomeadamente doutoramento, mestrado, licenciatura, graduados e estudantes finalistas da área de TIC, bem como de diversas áreas de formação, com destaque para astrofísica, ciências da terra, sistemas de informação geográf**a (SIG), engenharia, estatística, física e meteorologia, incluindo analistas e oficiais de dados SIG, cientistas de dados, engenheiros informáticos e meteorologistas.
O curso foi ministrado pelos formadores Bionídio Banze e Lúcio Nhampimbe, da UEM, e Berny Chaimite e Martílio Banze da MoRENet, tendo combinado cerca de 75 por cento de componente prática aplicada. Esta abordagem permitiu que os participantes trabalhassem directamente com a infra-estrutura de supercomputação da MoRENet, aplicando ferramentas avançadas de HPC e IA em problemas reais, como a análise e projecção de sistemas solares e a avaliação de estratégias de eficiência energética no campus da UEM.
Stela Miambo, uma das beneficiárias da capacitação, destacou os ganhos da formação, afirmando que a utilização de ferramentas como Arquidis e drones permitiu aumentar a precisão dos seus dados e melhorar a resolução do trabalho em menos tempo, demonstrando a relevância prática da capacitação.

Ver mais: https://www.inage.gov.mz/?cat=19

15/12/2025

Sérgio Arnaldo Mapsanganhe participa no BFSI Mozambique 2025 trazendo a perspectiva do Estado sobre a construção de uma governação digital moderna, interoperável e segura, num momento em que a transformação digital se afirma como pilar da eficiência pública e da confiança institucional.

Na qualidade de Director-Geral Adjunto do Instituto Nacional de Governo Electrónico (INAGE, IP), tem estado directamente envolvido na concepção e implementação de infra-estruturas digitais críticas do Governo, que sustentam a modernização da Administração Pública e a prestação de serviços digitais aos cidadãos e às empresas.

A sua intervenção no BFSI Mozambique contribui para o debate sobre interoperabilidade, identidade digital, segurança, arquitectura de sistemas públicos e soberania tecnológica, destacando o papel das instituições públicas na criação de ecossistemas digitais fiáveis, inclusivos e alinhados com os processos de integração regional.

O seu contributo reforça a centralidade de uma transformação digital orientada para o interesse público, com impacto directo na eficiência do Estado, na competitividade da economia e na relação entre o Governo, o sector privado e a sociedade.

📌 17–18 de Dezembro | Indy Village, Maputo

Mais informações.
📞 +258 872 781 999 / 872 049 088
📧 [email protected]
| [email protected]





Ver mais: https://whatsapp.com/channel/0029Vb5RxFyE50UZ6EkLRW3i/259

Photos from INAGE - Instituto Nacional de Governo Electrónico, Instituto Publico's post 12/12/2025

INAGE, IP participa no Fórum das Cidades e Regiões para Parcerias Internacionais

A Delegada do Instituto Nacional de Governo Electrónico, Instituto Público (INAGE, IP) em Nampula, Isabel Macalia, participa desde o dia 06 de Dezembro no Fórum das Cidades e Regiões para Parcerias Internacionais, que decorre em Bruxelas, sob organização da União Europeia.
Trata-se de um evento que junta representantes de 62 países e quatro continentes, num espaço de diálogo sobre parcerias territoriais e investimentos orientados ao desenvolvimento sustentável.
O Fórum decorre no âmbito da iniciativa VaMoz Digital e centra-se na estratégia Global Gateway, visão da União Europeia que pretende impulsionar projectos estruturantes nas áreas de Saúde, Educação, Transição Digital, Energias Ecológicas e Transição Climática.
Segundo a delegada Isabel Macvalia, a iniciativa coloca as autoridades locais no centro das decisões, promovendo uma abordagem descentralizada e orientada para o impacto directo nas comunidades.
Durante os trabalhos, decorrem debates, sessões técnicas e encontros multilaterais que visam fortalecer a cooperação internacional e mobilizar novos investimentos para projectos que respondam aos desafios das cidades e regiões. A delegação moçambicana participa activamente nos painéis e encontros bilaterais, explorando oportunidades que possam beneficiar o país, com destaque para iniciativas que reforcem a transformação digital.
A presença do INAGE, IP no Fórum permite consolidar a parceria já existente com a União Europeia através do VaMoz Digital. Ao mesmo tempo, abre espaço para identif**ar novas áreas de colaboração e financiamento, com potencial para melhorar a infra-estrutura tecnológica, promover a inclusão digital e fortalecer a governação electrónica nas comunidades locais.
Importa referir que a participação de Moçambique permite a troca de experiências para o aperfeiçoamento das práticas de gestão digital adoptadas pelo país, bem como o reforço do compromisso nacional em alinhar-se às tendências globais de transformação digital e desenvolvimento sustentável, posicionando-se como um parceiro activo na arena internacional.

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