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14/10/2026

🧠 Sessão de Saúde Mental

Vamos falar sobre os males da mente! A Junta de Freguesia da Ucha, em parceria com a UMGGALO, o Município de Barcelos e a Rede Social de Barcelos, promove uma sessão de sensibilização sobre saúde mental, com a Dra. Psicóloga Tânia Costa.

📅 21 de outubro de 2026
🕗 20h00
📍 Sede da Junta de Freguesia da Ucha, Rua do Cruzeiro, n.º 13, 4750-769
✉️ [email protected]

Participe e deixe-nos ouvir a sua voz. Cuidar da mente também é cuidar de si!

04/10/2026

Edital de reunião extraordinária Junta de Freguesia de Manhente!
Roberto Alexandre Martins Bogas, Presidente da Junta de Freguesia de Manhente, torna público, nos termos e para efeitos do disposto no artigo 22° da lei n°75/2013, de 12 de Setembro, que terá lugar uma reunião extraordinária da Junta de Freguesia de Manhente, no dia 9 de Outubro de 2026, pelas 21:00 horas, no Edifício sede da Junta De Freguesia, sito na Travessa 25 de Abril, n°20,4750-566 Manhente, com a seguinte ordem de trabalhos:

29/09/2026

ℹ️ O Município de Barcelos inicia hoje a rubrica “A Verdade dos Factos”. A decisão deve-se à publicação frequente, por alguns órgãos de comunicação social, de notícias sobre a atividade da Câmara que contêm informações falsas ou que podem manipular a opinião pública. O objetivo é esclarecer e repor a verdade, uma vez que os pedidos de direito de resposta, previstos na lei, têm sido sistematicamente recusados com os mais variados pretextos.

𝗖𝗔𝗦𝗢 𝟭
Na sua edição de 24 de setembro de 2026, o jornal Barcelos Popular faz manchete acusando a Câmara Municipal de Barcelos de financiar órgãos de comunicação social “para fazerem propaganda”, numa alusão a contratos de publicidade feitos com empresas de comunicação social.

𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬: Os contratos com órgãos de comunicação social são contratos de publicidade institucional e têm uma função exclusivamente informativa. Servem para divulgar eventos organizados pelo Município ou outras informações consideradas de interesse público. Não têm qualquer objetivo propagandístico nem obrigam os órgãos em causa – não o poderiam fazer – à produção de quaisquer conteúdos de caráter jornalístico, assegurando, dessa forma, a sua independência editorial.

Aliás, o próprio jornal Barcelos Popular beneficiou, nos últimos anos, de contratos de publicidade num valor total de 23 846,94 euros. Naturalmente, isso não significou que o jornal tenha vendido a sua independência editorial relativamente à Câmara Municipal de Barcelos, conforme é, aliás, facilmente verificável pelos seus leitores.

No entanto, caso seja detetada qualquer irregularidade nos contratos existentes, o Município tomará, imediatamente, as medidas legais adequadas.

𝗖𝗔𝗦𝗢 𝟮
Ainda na sua edição de 24 de setembro de 2026, o jornal Barcelos Popular publica uma notícia com o título “Sexta-feira negra”, onde dá conta de uma manhã e tarde com grandes engarrafamentos na saída e entrada da cidade, estabelecendo uma relação entre esta situação e a obra do fecho da Circular Urbana.

𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬: A perturbação no trânsito ocorrida nesse dia deveu-se, conforme informação prestada pelo Município ao jornal, a obras de repavimentação da via da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal (IP). A empreitada de fecho da Circular Urbana não teve qualquer responsabilidade nos engarrafamentos ocorridos. Aliás, o próprio jornal dá conta dessa informação, não se entendendo, por isso, a referência à obra da Circular, a não ser à luz de uma intenção de criar uma narrativa destinada a fomentar falsas perceções junto dos seus leitores.

𝗖𝗔𝗦𝗢 𝟯
Também na sua edição de 24 de setembro de 2026, o Barcelos Popular volta a veicular uma informação falsa ao afirmar que “a requalif**ação da Avenida dos Combatentes da Grande Guerra (…) chegou 11 anos depois de ter sido aprovado o primeiro projeto”, acrescentando que “o novo elenco (…), no poder desde 2021, estagnou todo o processo” e que “Mário Constantino optou por voltar quase à estaca zero”.

𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬: É absolutamente falsa a alusão sobre a existência de um projeto aprovado em 2015. O que existia, conforme várias vezes explicado ao Barcelos Popular, era um estudo prévio aprovado. Foi com base nele que foi criado um conjunto de maquetas colocadas a discussão pública.

Explicando: um estudo prévio é a fase embrionária do projeto de execução, um esboço que serve para discutir e aprovar as ideias, sendo fácil fazer alterações nesta fase, para o cliente perceber qual é a ideia e pronunciar-se sobre se gosta do que é proposto. Por seu turno, um projeto de execução corresponde ao desenvolvimento completo e detalhado do estudo prévio aprovado, que o construtor vai seguir à risca, sendo por isso um documento puramente técnico e legal, muito mais complexo do que o estudo prévio.

Ou seja, como é óbvio de perceber, o facto de, em 2019, o anterior Executivo municipal ter convidado a população a dar os seus contributos à ideia então proposta constitui a prova mais do que provada de que a mesma se encontrava ainda na fase de estudo prévio e não de projeto de execução. Além disso, nenhuma obra está em condições de avançar no terreno com base, apenas, num estudo prévio e sem um projeto de execução aprovado.

𝗖𝗔𝗦𝗢 𝟰
Frequentemente, notícias na comunicação social associam contratos adicionais em empreitadas a situações de “derrapagem orçamental”. Trata-se, contudo, de um conceito que convém esclarecer, não só por estar errado, mas porque cria na opinião pública falsas perceções.

𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐅𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬: Nas empreitadas públicas, não existem “derrapagens orçamentais”. O que existe são *trabalhos complementares*, que se referem a trabalhos cuja natureza ou quantidade não estava prevista no contrato inicial, mas cuja execução é necessária para a conclusão da obra (por exemplo, por ter sido encontrada uma linha de água subterrânea que não estava mapeada nas sondagens geológicas). A sua essência não é uma melhoria discricionária, mas sim uma necessidade objetiva para que a obra inicial possa ser concretizada. O valor dos trabalhos complementares não pode exceder, de forma acumulada, 50% do preço contratual inicial. Os trabalhos complementares têm de ser, obrigatoriamente, aprovados em reunião de Câmara e informados previamente por fiscalização externa. E são, ainda, validados pelo Tribunal de Contas.

Aproveitamos, também, para esclarecer o que signif**a revisão de preços, que é uma obrigatoriedade prevista na lei. O preço das empreitadas de obras públicas, a que se refere o Código dos Contratos Públicos, f**a sujeito a revisão em função das variações, para mais ou para menos, dos custos de mão-de-obra, dos materiais e dos equipamentos de apoio, relativamente aos correspondentes valores no mês anterior ao da data limite fixada para a entrega das propostas. Os índices de revisão de preços em empreitadas de construção civil são calculados e publicados mensal e trimestralmente pelo IMPIC - Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção.

26/09/2026

💡 Mais segurança e melhores condições para as nossas crianças!

A Associação de Pais vem partilhar uma intervenção realizada no Jardim de Infância, onde existiam sete postes de iluminação que se encontravam inoperacionais, alguns deles bastante sujos, com casquilhos danif**ados/partidos e lâmpadas fundidas.

Perante esta situação, a Associação de Pais assumiu integralmente os custos necessários à reparação, garantindo a substituição dos elementos danif**ados e a reposição da iluminação dos postes.

Foi também reparada a campainha exterior do Jardim de Infância, que se encontrava com o botão danif**ado, permitindo assim repor o seu normal funcionamento. 🔔🔧

Para além do apoio financeiro, os elementos da Direção da Associação de Pais colocaram mãos à obra e realizaram todo o trabalho necessário, contribuindo diretamente para que estas melhorias fossem concretizadas.

Queremos deixar um agradecimento muito especial a todos os elementos da Direção, pelo tempo, esforço, dedicação e disponibilidade demonstrados nesta intervenção. 👏

E porque estas coisas também se fazem com espírito de entreajuda, queremos igualmente agradecer a todas as pessoas que, não fazendo parte da Associação de Pais, se disponibilizaram para ajudar e deram o seu contributo nesta intervenção. A todos, o nosso sincero obrigado! ❤️

É com este espírito de entreajuda, compromisso, dedicação e união que continuamos a trabalhar para proporcionar melhores condições e maior segurança às nossas crianças.

Porque uma Associação de Pais faz-se também de trabalho, disponibilidade e vontade de fazer acontecer.

❤️ Juntos pelas nossas crianças!

20/09/2026
15/09/2026

:::EDITAL:::

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

SESSÃO ORDINÁRIA DE 24/09/2026

14/09/2026

𝗣𝗦𝗗 𝗮𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗮𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝘃𝗼𝗻𝘁𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗼 𝗣𝗦

Foi hoje votado em reunião de câmara uma nova proposta de alteração ao Regulamento Municipal de Estacionamento e Parqueamento onde se inclui, entre outras medidas, a possibilidade de avença para os residentes.

Mais uma vez só a Coligação Barcelos Mais Futuro se mostrou ao lado dos barcelenses. O PS, incompreensivelmente, votou contra esta medida.

A atual proposta que introduz uma medida de evidente alcance social, através da criação de um dístico para residentes, procurando facilitar o estacionamento de quem vive nas zonas abrangidas e enfrenta maiores dificuldades no seu dia a dia, foi aprovada apenas com os votos favoráveis da Coligação.

Na atribuição dos 350 dísticos inicialmente previstos, será dada prioridade aos residentes que não disponham de garagem, às famílias com filhos até aos seis anos e às pessoas que tenham familiares com mais de 65 anos a seu cargo. Caso o número de pedidos prioritários não esgote os dísticos disponíveis, poderão ser admitidas outras candidaturas, sem aquelas limitações.

O PSD lamenta que o PS procure agora transformar esta matéria num instrumento de confronto político, contrariando uma orientação regulamentar que apoiou em 2024 e desvalorizando as melhorias introduzidas em benefício dos residentes.

O Partido Socialista, que em 2024 votou favoravelmente um regulamento sem qualquer objeção, vota agora contra uma proposta de alteração que contempla medidas mitigadoras para os utilizadores mais afetados, no caso os residentes.

A oposição tem o direito de fiscalizar e apresentar alternativas. E também tem o direito de não querer facilitar a vida aos barcelenses. Foi isso que o Partido Socialista optou por fazer.

O PSD mantém uma posição coerente: ordenar o estacionamento, melhorar a mobilidade, apoiar o comércio local e assegurar que quem reside no centro da cidade beneficia de condições mais justas.

Esta proposta resulta de discussão pública e do contacto direto com comerciantes, moradores e representantes associativos.
Barcelos precisa de uma oposição responsável, capaz de contribuir com propostas concretas, que melhorem a qualidade de vida dos barcelenses ao invés de uma oposição que instrumentaliza a política sem preocupação se isso piora ou não a vida dos barcelenses.

Nesse sentido o PSD, através dos seus eleitos, estará sempre na dianteira, ouvindo os cidadãos e decidindo em prol dos interesses da cidade e dos seus munícipes.

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