Património Cultural da Madeira

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Museus e Património Cultural SRT - Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes
DRAC - Direcção Regional dos Assuntos Culturais - Madeira

Maratona Fotográfica Fnac Madeira - Vencedores 10/01/2013
Programa Serviços Educativos 2012/2013 19/11/2012

Programa Serviços Educativos 2012/2013

Programa Serviços Educativos 2012/2013 Programa Serviços Educativos 2012/2013 da Direção Regional dos Assuntos Culturais da Região Autónoma da MAdeira

APOM Natal 14/11/2012

Visitas guiadas e actividades lúdico-pedagógicas sobre o Natal

APOM Natal Visitas guiadas e actividades lúdico pedagógicas desenvolvidas pelos serviços educativos do Património Cultural da DRAC em parceria com a Casa-Museu Frederic...

Photos 07/11/2012

TIPOGRAFIA COMERCIAL
RUA DA QUEIMADA DE CIMA 9-9A
Fundada por Daniel Óscar da Silva em 1957, a Tipografia Comercial é das últimas tipografias da cidade do Funchal que continua a utilizar as máquinas originais. Atualmente tem apenas dois funcionários, o Sr. Marcelino, impressor, que trabalha na tipografia há 36 anos, e o Sr. Emanuel, compositor. Os trabalhos mais solicitados são a impressão de requisições, guias de remessa, cartões pessoais e convites de casamento. A Tipografia Comercial nunca imprimiu jornais ou revistas. As impressões de maiores dimensões eram os boletins meteorológicos. Os caracteres vieram de Espanha na altura em que adquiriram as máquinas, existindo carateres em chumbo (mais pequenos) e em madeira (maiores). Não se sabe ao certo quantos tipos de letra existem na tipografia, mas sempre que surge um pedido com um novo tipo de letra, esta é feita em computador e depois reproduzida através de zincogravura. Fotografia de Rui Camacho | DRAC. Foto: Sr. Marcelino, impressor.

MatrizPCI 05/11/2012

http://www.matrizpci.imc-ip.pt/matrizpci.web/AreaJovens/AreaJovensKit.aspx

"O Kit de Recolha de Património Imaterial foi concebido como instrumento destinado a promover a valorização do PCI por parte dos jovens, assim como a promover a iniciativa e/ou participação destes em ações de salvaguarda do património da respetiva comunidade.

Para além das Fichas para registo de manifestações de PCI (Saberes e Ofícios Tradicionais; Tradições Festivas; Tradições Orais), o Kit integra igualmente Fichas para registo de património material. Pretende-se assim sensibilizar os jovens para a necessidade da abordagem integrada do Património Imaterial e do Património Material, tal como preconizado pela UNESCO e como sublinhado pela legislação nacional para o setor do PCI.

O Kit é passível de utilização quer em contexto escolar, em particular nos 2.º e 3.º ciclos de escolaridade, quer em atividades formativas e pedagógicas promovidas por outras entidades, nomeadamente os Museus, através dos respetivos Serviços Educativos."

MatrizPCI

Photos 05/11/2012

Mercearia A Mercadora.
Rua do Hospital Velho 13
Espaços de referência da nossa história, as mercearias existem um pouco por toda a ilha. Vendiam o que a terra não dava. Os produtos secos (arroz, a massa, o grão, etc), o material escolar, os rebuçados e outros. Tudo era assente no rol e pago no final do mês. Todos recorriam à mercearia, as senhoras para comprar os produtos e os senhores para se reunirem junto ao balcão do bar, numa divisão à parte, onde eram servidos copos de vinho e de poncha. Atualmente, segundo os proprietários da Mercadora, que já lá estão há 12 anos (o antigo dono esteve lá 57 anos), as pessoas recorrem à mercearia para adquirirem ração para animais a peso e misturas de especiarias, feitas na casa. O dia mais movimentado é a sexta-feira, por causa da entrega de produtos no mercado. Os professores do continente, que se encontram destacados na região, também usam aquele espaço para se reunirem no final da semana. Os característicos armários de madeira com os cochos para as sacas com os produtos e o balcão, ainda permanecem, apesar de algumas pequenas alterações.
Fotografia de Roberto Pereira | DRAC .

Photos 29/10/2012

FÁBRICA DE CHAPÉUS DE SANTA MARIA

RUA DE SANTA MARIA Nº 233-237
Após aprender o ofício na antiga Chapelaria Trindade, à rua do Carmo, o Sr. Manuel Pestana e o seu irmão, Sr. João Pestana, atual proprietário (na altura com apenas 11 anos), abriram a fábrica em 1948 num espaço alugado na rua de Sta. Maria. Compraram máquinas usadas e começaram por fazer os chamados “chapéus de ceifeiras”, em trança de palha de trigo que vinha em tiras de 16 metros de Fafe. Experimentaram usar palha do Estreito de Camara de Lobos, mas com o tempo, esta escurecia. Quando era jovem, o sr. João cosia cerca de 80 chapéus por dia, atualmente faz 30/40. É o único na fábrica a costurar a palha. Depois de cosidos, para ganharem forma, os chapéus são engomados sobre uma forma de madeira. Os seus principais clientes são as mercearias e os feirantes. Os chapéus mais procurados são os “chapéus de carreiro”, que podem ser simples ou duplos (para o carreiro). No entanto, antigamente, também se vendiam muitos “chapéus de ceifeira” (para trabalhar no campo); de “coqueiro” (criança); chapéu de senhora (abas descaídas, com a aba da frente maior) e chapéu de senhor. Também faziam carapuças (o bordado era feito fora).Para salvar a fábrica, há 12 anos, tiveram de começar a fabricar bolsas e chapéus em tecido. Fotografia de Rui Camacho | DRAC. Na foto: Sr. João

RecolhimentoBJesus 27/10/2012

O Órgão

RecolhimentoBJesus Visita guiada ao órgão da Igreja do Recolhimento do Bom Jesus. Mestre Organeiro Dinarte Machado

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