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CDU Fundão Página oficial da Coligação Democrática Unitária (CDU) - Fundão

🔍 À LUPA - A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 03❓QUEM   O DINHEIRO QUE PAGAMOS PELA ÁGUA?❓💧A água é um serviço público. Mas a sua expl...
27/10/2026

🔍 À LUPA - A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 03
❓QUEM O DINHEIRO QUE PAGAMOS PELA ÁGUA?❓
💧A água é um serviço público. Mas a sua exploração é um negócio privado.

👉 Desde 2011, a empresa Aquafundália – Águas do Fundão, S.A., ligada ao grupo Aqualia, explora os serviços municipais de abastecimento de água e saneamento do Fundão, ao abrigo de um contrato de concessão por 30 anos.

❓Como funciona este negócio❓
💧 Os consumidores pagam uma fatura que inclui água, saneamento, resíduos sólidos urbanos (lixo), taxas e impostos.
💧 A concessionária recebe as receitas das tarifas de água e saneamento, que constituem a principal fonte de financiamento da sua atividade.
💧A empresa suporta os custos de exploração, manutenção e investimentos previstos no contrato.
💧O contrato prevê mecanismos de reposição do equilíbrio económico-financeiro, que permitem proteger os interesses económicos da concessionária perante determinadas alterações das condições de exploração.

❓E o dinheiro que pagamos pelo lixo❓
💧A tarifa de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) é cobrada na mesma fatura, mas a respetiva receita é posteriormente transferida para o Município do Fundão, não constituindo receita própria da concessionária.
💧Assim, numa única fatura, pagamos diferentes serviços, mas nem todo o dinheiro tem o mesmo destinatário.

❓ Há, contudo, uma questão fundamental: Quanto do dinheiro pago pela água e saneamento é efetivamente aplicado na melhoria dos serviços e quanto contribui para os resultados financeiros da empresa❓

👉 A considera indispensável conhecer os custos reais da exploração, os investimentos realizados, os resultados financeiros da concessionária e a evolução das tarifas.

💧Porque quem a fatura tem o de saber para onde vai o seu dinheiro.

💧A ÁGUA TEM MEMÓRIA. EM TÓQUIO, TAMBÉM.👉 No Fundão, a população paga a fatura. Em Tóquio, Miguel Gavinhos apresentou a e...
25/10/2026

💧A ÁGUA TEM MEMÓRIA. EM TÓQUIO, TAMBÉM.
👉 No Fundão, a população paga a fatura. Em Tóquio, Miguel Gavinhos apresentou a experiência do concelho num seminário coorganizado pela , que a própria empresa enquadra na sua expansão no mercado japonês.

👉 Esta participação merece escrutínio político. O presidente da Câmara representa os , que precisam de respostas sobre o preço da água, a qualidade do serviço e as consequências da concessão.

👉 Ao apresentar o modelo local neste contexto, associa a autoridade do cargo à valorização de uma solução que lhe compete fiscalizar e avaliar em defesa do interesse público.

👉 A contradição de papéis é clara: quem deve fiscalizar a concessionária e defender os consumidores participa na promoção internacional do grupo que explora a concessão.

👉 A Aqualia é uma multinacional espanhola com uma estratégia de expansão comercial. Promover essa expansão não se confunde com apoiar a economia local nem constitui, por si só, um benefício para o Fundão.

👉 A relação do Município com a concessionária exige independência, transparência e exigência. Cabe à Câmara verif**ar o cumprimento das obrigações contratuais, avaliar os resultados e defender os direitos dos consumidores. Essa responsabilidade deve orientar a sua intervenção, também nos palcos internacionais.

👉 Os fundanenses precisam de uma Câmara exigente perante a concessionária e comprometida com quem e as consequências da concessão.

💧A água tem memória. E as escolhas também.

🔍 À LUPA - A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 02❓QUE SIGNIFICA UMA CONCESSÃO POR 30 ANOS❓💧 30 anos de gestão privada de um serviço púb...
22/10/2026

🔍 À LUPA - A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 02
❓QUE SIGNIFICA UMA CONCESSÃO POR 30 ANOS❓
💧 30 anos de gestão privada de um serviço público essencial.

👉 Em 2011, o Município do Fundão assinou com a Aquafundália – Águas do Fundão, S.A., ligada ao grupo Aqualia, um contrato de concessão da gestão dos serviços de água e saneamento por 30 anos, até 2041.

❓ O que ficou estabelecido nesse contrato❓
💧 30 anos de concessão, durante os quais a empresa explora os serviços municipais de abastecimento de água e saneamento.
💧 8 milhões de euros de investimento mínimo, previstos para os primeiros 8 anos da concessão.
💧 3 milhões de euros pagos inicialmente ao Município, como contrapartida pela concessão.
💧 Receitas provenientes das tarifas, pagas pelos consumidores, que constituem a principal fonte de remuneração da empresa.

👉 O contrato prevê ainda mecanismos de reposição do equilíbrio económico-financeiro, que permitem compensar a concessionária quando determinadas condições económicas da exploração se alteram.

👉 Isto signif**a que, durante 3 décadas, a gestão da água e do saneamento f**a sujeita a um contrato que estabelece direitos e obrigações, mas também mecanismos de proteção dos interesses económicos da empresa.

👉 15 anos depois, importa saber:
❓ Que investimentos foram efetivamente realizados?
❓ Como evoluíram as tarifas?
❓ Que benefícios concretos resultaram para os consumidores?

👉 A CDU defende uma avaliação pública e transparente do cumprimento do contrato, dos investimentos realizados e das suas consequências para o Município e para os fundanenses.

💧 Porque 30 anos não são apenas a duração de um contrato. São 3 décadas de compromissos que condicionam a gestão de um serviço público essencial.


🔍 À LUPA — A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 01❓ QUEM DECIDIU ENTREGAR A GESTÃO DA ÁGUA A PRIVADOS❓💧 Foi uma decisão política. Não um...
19/10/2026

🔍 À LUPA — A ÁGUA NO FUNDÃO N.º 01
❓ QUEM DECIDIU ENTREGAR A GESTÃO DA ÁGUA A PRIVADOS❓
💧 Foi uma decisão política. Não uma inevitabilidade.

👉 Em #2011 , a Câmara Municipal do Fundão decidiu entregar à empresa privada Aquafundália – Águas do Fundão, S.A., ligada ao grupo Aqualia, a exploração dos serviços municipais de abastecimento de água e saneamento por um período de 30 anos.

👉 A decisão foi tomada durante a presidência de Manuel Frexes ( ) e apresentada como uma solução para modernizar as infraestruturas, garantir investimentos e melhorar a eficiência dos serviços.

👉 O contrato previa um investimento mínimo de 8 milhões de euros nos primeiros oito anos e um pagamento inicial de 3 milhões de euros ao Município.

👉 Em contrapartida, a empresa passou a explorar os serviços e a receber as tarifas pagas pelos consumidores.

👉 A opôs-se a esta opção, defendendo que a água, enquanto bem essencial, deve permanecer sob controlo público e ser gerida em função do interesse das populações, e não da rentabilidade privada.

👉 A concessão não aconteceu por acaso. Resultou de uma escolha política, com consequências que se prolongam até hoje.

💧 Porque as decisões têm responsáveis. E os cidadãos têm o direito de conhecer a sua história.


📣 CDU FUNDÃO LANÇOU CAMPANHA "A ÁGUA TEM MEMÓRIA",  uma iniciativa de informação, esclarecimento e participação pública ...
17/10/2026

📣 CDU FUNDÃO LANÇOU CAMPANHA "A ÁGUA TEM MEMÓRIA", uma iniciativa de informação, esclarecimento e participação pública sobre a gestão da água no concelho.

👉 A CDU Fundão apresentou, no passado dia 15 de outubro, em conferência de imprensa, a campanha "A ÁGUA TEM MEMÓRIA", que decorrerá até fevereiro de 2027, com o objetivo de promover o conhecimento, o debate e a participação das populações sobre a gestão dos serviços de abastecimento de água e saneamento no concelho.

👉 Na apresentação, a CDU destacou a importância de esclarecer as decisões políticas que conduziram à concessão destes serviços a privados, os compromissos assumidos, a evolução dos preços e as consequências para os consumidores e para o Município.

👉 Articulando a divulgação de informação com a auscultação das populações e a apresentação de propostas, a campanha organiza-se em quatro fases:
💧 CONHECER
💧 COMPREENDER
💧 OUVIR
💧 PROPOR

👉 Entre as iniciativas anunciadas contam-se a série de publicações "À LUPA", dedicada a questões concretas sobre a gestão e os custos da água, a divulgação de estudos comparativos de tarifas, a edição de um número especial de O Barbilho e a realização de sessões públicas.

👉 A CDU pretende que esta campanha contribua para um debate informado, participado e esclarecedor sobre um serviço público essencial, cuja gestão tem consequências diretas na vida das famílias e no futuro do concelho.

👉 Porque a água é um bem essencial, a sua gestão deve estar ao serviço das populações e não dos interesses privados.

💦 A ÁGUA TEM MEMÓRIA. CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PARTICIPAR NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO

CDU FUNDÃO | 16 de outubro de 2026

16/10/2026

“Não sejam egoístas” disse ele a quem se manifesta por uma casa para viver, senhores do monopólio a habitação é um direito e aqui o único egoísmo é de quem nos manda calar.

Está em consulta pública, até 21 de outubro de 2026, o projeto reformulado da Central Solar   de   e das linhas elétrica...
12/10/2026

Está em consulta pública, até 21 de outubro de 2026, o projeto reformulado da Central Solar de e das linhas elétricas associadas.

A reformulação do projeto não elimina as já manifestadas pelas populações relativamente à destruição de habitats, ao abate de árvores, à ocupação de solos e aos impactos ambientais e paisagísticos no território.

A CDU Fundão considera indispensável que as populações sejam ouvidas e que as suas preocupações tenham consequências efetivas nas decisões.

A transição energética é necessária, mas não pode fazer-se à custa da destruição dos recursos naturais, da biodiversidade e da qualidade de vida das .

APELAMOS À PARTICIPAÇÃO DE TODOS!

Consulte a documentação, analise o projeto e apresente a sua opinião no portal Participa.

O PRAZO TERMINA A 21 DE OUTUBRO. NÃO DEIXE PASSAR ESTA OPORTUNIDADE!

EXPO FUNDÃO 2026: ENTRE OS NÚMEROS ANUNCIADOS E OS RESULTADOS POR DEMONSTRARO Relatório de Avaliação da EXPO Fundão 2026...
11/10/2026

EXPO FUNDÃO 2026:
ENTRE OS NÚMEROS ANUNCIADOS E OS RESULTADOS POR DEMONSTRAR

O Relatório de Avaliação da EXPO Fundão 2026 apresenta números expressivos sobre a participação, a atividade económica e a projeção mediática da iniciativa. Mas uma leitura atenta revela que parte signif**ativa dos resultados anunciados assenta em estimativas e pressupostos que exigem maior fundamentação, transparência e rigor.

A CDU Fundão reconhece a importância da EXPO na promoção do concelho, na valorização das atividades económicas e na dinamização cultural e social. Valoriza o trabalho dos expositores, trabalhadores, artistas, associações e demais participantes, bem como a divulgação pública de informação sobre a iniciativa.
Mas reconhecer o mérito da iniciativa não signif**a aceitar, sem escrutínio, os números e as conclusões apresentados pela Câmara Municipal nos relatórios divulgados.

1. ATIVIDADE ECONÓMICA: ESTIMATIVAS NÃO SÃO RESULTADOS COMPROVADOS

O relatório anuncia 2,23 milhões de euros de circulação económica bruta, incluindo cerca de 1,32 milhões de euros de atividade económica direta no recinto.
A estimativa das vendas dos 140 participantes económicos baseia-se em apenas 55 respostas a um inquérito, complementadas por outros dados e pressupostos. A extrapolação utilizou o limite superior dos intervalos de faturação, podendo sobrestimar os resultados.
Acrescem 250 mil euros de consumo complementar, calculados através da atribuição de cinco euros a cada uma das 50 mil participações estimadas, sem demonstração suficiente de que estes consumos não estejam já incluídos nas vendas consideradas.

A CDU não questiona a utilização de estimativas. Questiona a sua consistência, os critérios adotados e a ausência de informação suficiente para verif**ar os resultados.

2. PARTICIPAÇÃO: 50 MIL ENTRADAS OU UMA HIPÓTESE DE CÁLCULO?

As 50 mil participações anunciadas não resultam de uma contagem sistemática, mas da adoção de uma média de cinco mil participações diárias durante os dez dias da EXPO.
O próprio relatório reconhece que não se trata de visitantes únicos. Esta estimativa serve, contudo, de base a outros cálculos económicos, designadamente o consumo complementar no recinto e a atividade gerada fora dele.

Quando uma estimativa serve de fundamento a outras estimativas, a incerteza dos resultados aumenta e deve ser claramente apresentada.

3. CONTAS PÚBLICAS: 650 MIL EUROS DE CUSTO TOTAL, 356 MIL DE ENCARGO MUNICIPAL

A EXPO custou cerca de 650 mil euros, e não 356 mil euros, como foi afirmado na Assembleia Municipal. O relatório apresenta uma despesa pública total de 649.644,79 euros, parcialmente compensada por 293.442 euros de receitas e financiamento, f**ando um encargo líquido municipal de 356.202,79 euros.
O custo é o valor total gasto na realização da EXPO. O encargo líquido é o valor que ficou a cargo do Município depois de descontadas as receitas e o financiamento obtido. Confundir estes dois conceitos transmite uma ideia errada sobre o verdadeiro custo da iniciativa.
Acresce que o relatório não discrimina suficientemente as despesas nem esclarece se foram contabilizados todos os recursos humanos, materiais e outros meios municipais utilizados.
Também o rácio de mobilização económica próximo de oito não representa rentabilidade financeira nem signif**a que cada euro gasto tenha gerado oito euros de riqueza.

A transparência exige distinguir claramente quanto custou a EXPO, como foi financiada e quanto ficou efetivamente a cargo do Município.

4. PROJEÇÃO MEDIÁTICA: VISIBILIDADE NÃO É RETORNO ECONÓMICO

Os 7,8 milhões de visualizações digitais constituem um indicador de projeção da iniciativa, mas não correspondem necessariamente ao mesmo número de pessoas alcançadas.
Também os 642.919 euros de equivalência publicitária não representam receitas municipais, dinheiro recebido pelas empresas ou riqueza efetivamente criada no concelho.
O próprio relatório distingue estes indicadores dos fluxos económicos. Contudo, a apresentação de uma «dimensão económica e mediática global» próxima de três milhões de euros pode induzir em erro, ao agregar vendas estimadas, impactos económicos indiretos e valorização da exposição mediática, como se todos representassem riqueza efetivamente gerada. São valores de natureza distinta, que não devem ser confundidos com receitas reais ou benefícios económicos comprovados.

Divulgação e notoriedade são importantes, mas não demonstram, por si só, benefícios económicos efetivos.

5. UM RELATÓRIO DE 52 PÁGINAS: MUITA IMAGEM, INFORMAÇÃO AINDA INSUFICIENTE

O relatório tem 52 páginas, cerca de metade exclusivamente dedicadas a fotografias e registos visuais. A documentação fotográf**a tem interesse enquanto memória da iniciativa. Contudo, contrasta com o espaço relativamente reduzido dedicado à apresentação das contas, à fundamentação das estimativas económicas e à demonstração dos resultados.

Um relatório de avaliação deve permitir não apenas conhecer o que aconteceu, mas compreender, analisar e verif**ar os resultados alcançados.

6. RECOMENDAÇÕES PARA FUTURAS EDIÇÕES: ORIENTAÇÕES PERTINENTES, MAS POUCO CONCRETAS

O relatório apresenta recomendações pertinentes, que a CDU valoriza, mas sem prioridades, metas, responsáveis ou prazos definidos, apoiadas num inquérito com apenas 108 respostas.
É signif**ativo que se recomende para futuras edições aquilo que faltou em 2026: contagem rigorosa de visitantes, dados sobre vendas e acompanhamento dos negócios realizados.
Reconhecer estas necessidades implica admitir as limitações da avaliação apresentada.

As recomendações devem traduzir-se num plano concreto de melhorias, com objetivos, prazos e indicadores verificáveis.

7. O QUE FICOU PARA A ECONOMIA LOCAL?

Apresentada como iniciativa de promoção económica e empresarial, importa avaliar os resultados da EXPO para além das vendas estimadas durante os dez dias: que negócios se concretizaram, que contactos tiveram continuidade, que benefícios foram comprovados para a economia local e que compromissos resultaram das Fundão Talks?

O relatório não permite responder suficientemente a estas questões, essenciais para avaliar os benefícios duradouros da iniciativa.

A CDU EXIGE TRANSPARÊNCIA, RIGOR E RESULTADOS VERIFICÁVEIS

A CDU Fundão reconhece os benefícios culturais, sociais e económicos que a EXPO poderá ter proporcionado, mas exige contas claras e distinção entre resultados comprovados, estimativas e benefícios por demonstrar.

É necessário divulgar despesas e receitas, fundamentar as estimativas, avaliar os benefícios para a economia local e definir melhorias futuras.

Importa saber o que a EXPO efetivamente gerou, quem beneficiou e que resultados f**aram para o concelho. Promover o Fundão é importante, mas mais importante ainda é garantir benefícios duradouros para a economia local e para a população.

Fundão, 11 de Outubro de 2026

CDU — Coligação Democrática Unitária | Fundão

💰 CMF: CONTAS À VISTA X👉 O   de   de 2026 prevê vários postos com competências em comunicação, jornalismo, relações públ...
11/10/2026

💰 CMF: CONTAS À VISTA X

👉 O de de 2026 prevê vários postos com competências em comunicação, jornalismo, relações públicas, marketing, imagem e multimédia.

👉 Ainda assim, a Câmara contratou , por 365 dias, serviços de website, redes sociais, imprensa, discursos, campanhas, fotografia, audiovisual e imagem institucional.

👉 Valor: 20.136 €

❓ A pergunta é simples: Se estas competências existem na estrutura municipal, porquê contratá-las externamente durante um ano ❓

❓Necessidade especializada ou externalização de funções permanentes❓

‼️CDU Fundão - Cada euro conta.

💰 CMF: CONTAS À VISTA IX👉 Som. Luz. Vídeo. Palcos. Estruturas. Stands. Catering. Alojamento. Logística.👉 Ao longo dos me...
10/10/2026

💰 CMF: CONTAS À VISTA IX

👉 Som. Luz. Vídeo. Palcos. Estruturas. Stands. Catering. Alojamento. Logística.

👉 Ao longo dos meses, a Câmara vai contratando diferentes componentes necessárias à realização dos seus eventos.

👉 Cada contrato pode ter uma justif**ação.

❓Mas há uma questão anterior a todos eles: Se sabemos que todos os anos haverá eventos, por que razão muitas destas necessidades continuam a ser contratadas separadamente❓

👉 Planeamento permite antecipar necessidades, agregar quando adequado, promover concorrência e comparar preços.

👉 A questão não é fazer ou não fazer eventos.

👉 É saber se o dinheiro público está a ser utilizado com , e .

‼️ Contratar é necessário. Planear também.

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Fundão
6230

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