ADGRD - Arquivo Distrital da Guarda

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ADGRD - Arquivo Distrital da Guarda Arquivo Distrital da Guarda, dependente da DGLAB, este último, tutelado pelo Ministério da Cultura.

Um Serviço Público com História…

A ideia da criação de um arquivo de âmbito distrital na sede de cada Distrito estava já patente no Decreto n.º 19.952 de 27 de Julho de 1931. O Decreto-Lei n.º 46:350 de 22 de Maio de 1965, criava e remodelava vários arquivos distritais entre eles o da Guarda, no entanto só quase duas décadas depois o Arquivo Distrital da Guarda abriria ao público. A 1 de Outubro de 1982, a Direcção Geral do Património do Estado, cede ao Instituto Português do Património Cultural, o edifício do antigo Convento de São Francisco da Guarda, que recentemente tinha deixado de ser quartel e sede do Regimento de Infantaria n.º 12. Após obras de adaptação numa pequena parte do edifício, o Arquivo Distrital da Guarda, começaria a funcionar em Setembro de 1984. A incorporação de documentação proveniente de diversos organismos públicos e privada, Claustros de
todo o Distrito, cedo quase esgotou a pequena capacidade de depósito de então. Uma recuperação mais profunda das alas sul e poente do edifício do antigo convento franciscano, veio dotar o Arquivo Distrital, a partir de Junho 1993, de uma capacidade de depósito para cerca 3 km de documentos, dispondo de uma ampla sala de leitura, de um espaço polivalente destinado a exposições e auditório, entre outros recursos.

PERSONALIDADES DO DISTRITO DA GUARDA | António Maria de SenaNo aniversário da sua morte, ocorrida em Arcozelo, Porto, a ...
14/10/2026

PERSONALIDADES DO DISTRITO DA GUARDA | António Maria de Sena

No aniversário da sua morte, ocorrida em Arcozelo, Porto, a 14 de outubro de 1890, destacamos o médico senense António Maria de Sena.
António Maria de Sena nasce a 1 de janeiro de 1845 em Seia, filho de António Maria de Sena e Ana Josefa (batizado a 12 de janeiro, nascido de onze dias, como consta do registo de batismo).
Começou por frequentar o Seminário de Coimbra, antes de estudar Medicina na Universidade de Coimbra, onde concluiu a licenciatura e o doutoramento, lecionando também a disciplina de Fisiologia. Defendeu a sua tese doutoral intitulada "Delírio Nas Moléstias Agudas". Após um período de estudos em França, regressou a Portugal e foi escolhido para primeiro diretor clínico do “Hospital de Alienados” Conde de Ferreira, no Porto. As viagens de estudo que realizou pela Europa permitiram-lhe contactar de perto com os métodos e práticas mais avançados no tratamento das doenças mentais. Promoveu um inquérito à escala nacional para avaliar as condições da assistência psiquiátrica, trabalho pioneiro que deu origem à marcante obra estatística "Os alienados em Portugal". Bateu-se incansavelmente pela aprovação da primeira legislação de saúde mental no país, que ficou conhecida como a "Lei Sena*", responsável por reorganizar a assistência psiquiátrica nacional com a criação e adaptação de quatro hospitais de referência (Coimbra, Lisboa, Porto e São Miguel). Foi casado com D. Isabel Carneiro de Morais e Sena. Faleceu prematuramente no Porto, com apenas 45 anos, deixando um legado inquestionável na história da medicina portuguesa.

*Lei Sena, aprovada a 4 de julho de 1889, foi o primeiro documento legal focado na assistência a alienados e na história da saúde mental em Portugal. Pretendia-se que a assistência dos alienados em Portugal fosse legislada e organizada, criando-se estruturas próprias para esse efeito. Contudo, as intervenções previstas a nível legislativo nunca foram concretizadas e o país manteve défices na assistência dos alienados até ao final do século XIX.
Registos de batismo da Paróquia de Seia, 1844-01-01/ 1847-12-31, Arquivo Nacional da Torre do Tombo | PT/TT/PRQ/PSEI08/001/B5

Fonte: Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental | https://rr.esenfc.pt/rr/index.php?module=rr&target=publicationDetails&pesquisa=&id_artigo=3820&id_revista=55&id_edicao=242).
Retrato: Por José Alberto Nunes - Museu da Misericórdia de Lisboa - https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=79579009

5 de outubro | Implantação da República 🏛️📜A Implantação da República, a 5 de outubro de 1910, pôs termo à Monarquia Con...
05/10/2026

5 de outubro | Implantação da República 🏛️📜

A Implantação da República, a 5 de outubro de 1910, pôs termo à Monarquia Constitucional em Portugal, transferindo o poder político para o Governo Provisório chefiado por Teófilo Braga. No distrito da Guarda, a transição para o novo regime ter-se-á materializado na receção de ordens telegráficas de Lisboa, na reorganização das autoridades locais e no cumprimento das primeiras diretrizes governamentais.
No Governo Civil da Guarda, o Livro de Correspondência Expedida ao Governo (1908–1912) guarda o testemunho visual e documental exato dessa viragem histórica: é ali que o fluxo contínuo dos registos para abruptamente para dar lugar a um cabeçalho solene, desenhado em traço firme: "Republica Portugueza. 5 d’outubro de 1910". Mais do que um ato simbólico, aquele título representava o nascimento de uma nova ordem burocrática, retomando-se apenas a 25 de outubro, a numeração dos ofícios expedidos para todo o distrito e para os ministérios em Lisboa.

📂 Fundo: Governo Civil da Guarda

🔖 Código de referência: PT/ADGRD/ACD/GC/E-EB/001-004/00010

Imagem: https://share.google/mKT6z0jMcziyDQvrz

DOCUMENTO EM DESTAQUE | «Nome dos terceiros das tulhas e sorte dos foros, do Cabido da Sé da Guarda» (1831–1835)       A...
25/09/2026

DOCUMENTO EM DESTAQUE | «Nome dos terceiros das tulhas e sorte dos foros, do Cabido da Sé da Guarda» (1831–1835)

A administração do património rural e a cobrança de rendas em géneros constituíram, ao longo de séculos, o principal suporte económico das corporações eclesiásticas. Em destaque, apresentamos um livro de registo do fundo do Cabido da Sé da Guarda que documenta a rede de recolha de cereais e a subsequente partilha dos foros no território diocesano.
Este documento identifica os responsáveis locais, “terceiros” e “cabeceiros”, encarregues de recolher, medir e administrar os cereais nos celeiros (tulhas) do Cabido dispersos por herdades e freguesias da região. Integra também balanços anuais detalhados dos géneros arrecadados, discriminando produções de centeio, cevada, trigo, milho grosso e milho miúdo.
No mapa dos frutos recolhidos no ano de 1831, por exemplo, são discriminadas as quantidades entradas por povoações como Alvendre, Corujeira, Castanheira, Jarmelo, Maçainhas, Marmeleiro, Pêga, Vela ou Trinta. As medições surgem expressas em alqueires e respetivas frações tradicionais, incluindo ainda, no rodapé, notas sobre embargos de grão, o repartição dos frutos por 28 prebendas capitulares e a cotação dos preços de mercado praticados na época.
Pela riqueza dos seus dados, o documento constitui-se como uma fonte importante para o estudo da história agrária da região e da geografia fundiária do Cabido, preservando igualmente a memória toponímica e os nomes dos rendeiros, lavradores e oficiais locais envolvidos na gestão económica da catedral.

Fundo: Diocese da Guarda
Subfundo: Cabido da Sé da Guarda
Código de ref.ª: PT/ADGRD/DIO/DIOGRD-CABSG/001/00012
https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/491b6bad2dbf47228944f1bbbe674339

EM CARTAZ |  “A Luz Vem do Alto”, de Henrique de CamposNo dia 20 de setembro de 1958, foi apresentada, no Cine-Teatro da...
20/09/2026

EM CARTAZ | “A Luz Vem do Alto”, de Henrique de Campos

No dia 20 de setembro de 1958, foi apresentada, no Cine-Teatro da Guarda, a produção cinematográfica portuguesa "A Luz Vem do Alto", filme realizado por Henrique Campos e com interpretações de Maria Dulce, Roberto Camardiel, Felix Fernandes, entre outros.
O filme conta a luta entre dois amigos: um, simboliza a mais profunda incredulidade quanto à religião; outro, o padre Manuel, suporta os insultos com estoica resignação, mas não desiste de lhe incutir palavras de fé, na esperança de recuperar a sua alma para Deus.
Numa atmosfera patética, em que cada um defende o primado das suas crenças, sentem-se envolvidos por um feixe de circunstâncias ligadas a um segredo de amor, com desfecho inesperado e desconcertante
Esta produção foi selecionada para representar Portugal no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (Donostia), em Espanha, ainda hoje, um dos mais prestigiados e antigos eventos mundiais do setor, realizado anualmente em setembro.

Fundo: Delegação Distrital da Inspecção dos Espectáculos, Espectáculos Visados Código de ref.ª: PT/ADGRD/ACD/DIE/003/0019/000164

Relação dos professores primários pertencentes ao círculo escolar de Pinhel |1919   No dia em que muitos alunos iniciam ...
14/09/2026

Relação dos professores primários pertencentes ao círculo escolar de Pinhel |1919

No dia em que muitos alunos iniciam um novo ano escolar, partilhamos, do fundo do Governo Civil da Guarda, a relação dos professores primários pertencentes ao círculo escolar de Pinhel, do qual faziam parte os concelhos de Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo e Pinhel.
Este documento, datado de 14 de abril de 1919, foi remetido, ao governador civil, pelo inspetor escolar António Justino Ferreira, em cumprimento da circular data de 11 de abril.
Durante a Primeira República, o modelo de fiscalização republicano (instituído pela grande reforma da instrução primária de 29 de março de 1911 e mantido pelas reorganizações de 1918/1919) dividia o território continental em dezenas de círculos escolares. Cada círculo agrupava concelhos contíguos, exatamente como o círculo escolar de Pinhel, que reunia Pinhel, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo.
Os inspetores escolares eram os agentes de campo encarregados de visitar as salas de aula, fiscalizar os métodos pedagógicos laicos e republicanos, controlar a assiduidade e remeter essas listas detalhadas de professores e escolas.
Embora o Ministério da Instrução Pública já existisse nesta data, os Governadores Civis continuavam a desempenhar uma autoridade administrativa e executiva central nos distritos, articulando com as inspeções e exigindo dados exatos para aferir a eficácia da rede escolar e o combate ao analfabetismo.
Este e outros documentos pertencentes a outros círculos escolares do distrito, podem ser consultados no serviço presencial de leitura do ADGRD.

Fundo: Governo Civil da Guarda
Subsecção: Instrução Pública
Código de ref.ª: PT/ADGRD/ACD/GC/I-IC/0001
https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/b8bf2c85947449abb39b5ccf324700d2

PERSONALIDADES DO DISTRITO DA GUARDA |  | Henrique Pinto de Balsemão (1897–1964)        Nascido na Guarda, freguesia de ...
09/09/2026

PERSONALIDADES DO DISTRITO DA GUARDA | | Henrique Pinto de Balsemão (1897–1964)

Nascido na Guarda, freguesia de São Vicente, a 9 de setembro de 1897, e batizado na paróquia da Sé (registo n.º 45/1898) Henrique Pinto de Balsemão, era filho de Francisco Pinto Balsemão, natural de Alfaiates, Sabugal, e de Luzia Patrício, natural de Sé, Guarda.
Casou com Maria Adelaide van Zeller de Castro Pereira, descendente em linha direta de D. Pedro IV de Portugal (D. Pedro I do Brasil) através da linha de Rodrigo Delfim Pereira, filho bastardo que o imperador teve com Domitila de Castro e Canto Melo (a Marquesa de Santos) em 1922-05-30
Henrique Pinto Balsemão, empresário, faz parte da memória histórica da região e da genealogia de uma das famílias de maior relevo no panorama nacional do século XX, sendo pai de Francisco José Pereira Pinto Balsemão (1937–2025) que se destacou na política como cofundador do PPD/PSD, deputado à Assembleia Constituinte, Ministro de Estado Adjunto e Primeiro-Ministro de Portugal entre 1981 e 1983 (à frente dos VII e VIII Governos Constitucionais) e teve igualmente um impacto pioneiro no setor dos media, tendo fundado o semanário Expresso em 1973 e a SIC em 1992, a primeira estação de televisão privada no país, consolidando o grupo de comunicação social Impresa.
Preservar e dar a conhecer estes registos é essencial para compreender as dinâmicas sociais e familiares da Beira Alta e o seu impacto na história contemporânea portuguesa.

Registo de batismo n. º45/1898 da paróquia da Sé, Guarda | PT/ADGRD/PRQ/PGRD42/001/00039

Mais informação seguindo a ligação: https://digitarq.arquivos.pt/actorDetails/07721eb79675414a98f98e9bcfd25288

8 de setembro | Dia Internacional da Literacia       O Dia Internacional da Literacia celebra-se anualmente a 8 de setem...
08/09/2026

8 de setembro | Dia Internacional da Literacia

O Dia Internacional da Literacia celebra-se anualmente a 8 de setembro, tendo sido instituído pela UNESCO em 1966. A data destaca a literacia como um direito humano fundamental e uma ferramenta essencial para a dignidade, a justiça social e o desenvolvimento sustentável.
Ler e escrever nem sempre esteve ao alcance de todos. Nos documentos históricos do ADGRD, é frequente encontrar a expressão “não assina por não saber escrever”.
No registo de casamento de José Felizes com Maria Joze, realizado a 23 de fevereiro de 1865, na igreja de Santa Maria de Celorico da Beira (registo n.º 4/1865), o prior Joze Mendes de Almeida termina o registo com a seguinte referência:

“E para constar lavrei em duplicado este assento, que depois de ser lido, e conferido perante os conjuges, testemunhas, e pais da Nubente, o assignei com o Nubente, e primeira testemunha, deixando os outros de fazelo por não saberem ler nem escrever.”

Neste Dia Internacional da Literacia, recordamos como um simples assento paroquial nos mostra uma realidade, não tão distante, onde assinar o próprio nome ainda era um privilégio.

PT/ADGRD/PRQ/PCLB19/002/00007 – Registos de casamentos da paróquia de Santa Maria de Celorico da Beira, 1865.

Curiosidade | Licença de porta aberta       Sabia que no passado, para estabelecimentos de cariz comercial, como as merc...
26/08/2026

Curiosidade | Licença de porta aberta

Sabia que no passado, para estabelecimentos de cariz comercial, como as mercearias, cervejarias, casa de pasto, cafés, hospedarias, estalagens e pensões que estavam abertos ao público, era necessária uma licença emitida diretamente pelo Governador Civil?
Ao abrigo da legislação do século XIX (como as Leis de 1869, 1872 e a Portaria de 1879), o funcionamento de estabelecimentos comerciais dependia do pagamento de uma taxa e da emissão destas licenças autorizadas pelo Estado, as conhecidas licenças de porta aberta.
No Livro de Registo de Licenças, 1888-01-11/1925-09-26 (PT/ADGRD/ACD/GC/H-HC/004/00001), preservado no fundo do Governo Civil, é possível encontrar, entre outras licenças concedidas pelo Governador Civil as denominadas de Porta aberta.

Consultando o documento referido encontramos, no dia 5 de setembro de 1899, o registo da concessão de licença de porta aberta ao Grémio Artístico Sande e Castro*, pelo período de 4 meses.

Estes registos são verdadeiras preciosidades para a história local e para compreender a vida quotidiana das nossas terras há mais de um século.

* "A Casa de recreio da Rua Direita, que passou a chamar-se Grémio Artístico Sande e Castro, e no qual ocorriam serões musicais e bailes familiares, num ambiente modesto mas respeitável, frequentado sobretudo por famílias de empregados do comércio e dos serviços públicos."

Fonte: «Carta Dominical», por Jesué Pinharanda Gomes, consultado em 31/07/2026 em https://capeiaarraiana.pt/2015/12/13/92177/ #:~:text=Deste%20facto%20edit%C3%A1mos%20o%20%C2%ABRegulamento%20Interno%20para,Castro%20deixados%20%C3%A0%20Guarda%20e%20ao%20distrito.

🎬Em cartaz | "Cantinflas Aviador" No dia 18 de agosto de 1959, no Cine-Teatro da Guarda, foi apresentado o filme “Cantin...
18/08/2026

🎬Em cartaz | "Cantinflas Aviador"

No dia 18 de agosto de 1959, no Cine-Teatro da Guarda, foi apresentado o filme “Cantinflas Aviador” com interpretações de Cantinflas (Mario Moreno), Ángel Garasa, Andrés Soler, entre outros.
Em Portugal, Cantinflas, tornou-se um enorme fenómeno de popularidade em meados do século XX, deixando uma marca profunda na cultura popular e no imaginário do cinema no país, tornando-se numa figura acarinhada por sucessivas gerações de portugueses.

Fundo: Delegação Distrital da Inspecção dos Espectáculos, Espectáculos Visados

PT/ADGRD/ACD/DIE/003/0019/000139

Documento em destaque | 1838 Livro que hade servir para as Tutorias dos Orffaons do Distrito de Cazal de Cinza1838-01-01...
14/08/2026

Documento em destaque | 1838 Livro que hade servir para as Tutorias dos Orffaons do Distrito de Cazal de Cinza
1838-01-01/ 1838-12-18
Do fundo do Juízo de Paz de Casal de Cinza, destacamos o “Livro que hade servir para as Tutorias dos Orffaons do Distrito de Cazal de Cinza”. Este livro regista a nomeação de tutores e a gestão dos bens das crianças que ficavam sem proteção paternal (tutorias dos órfãos da freguesia de Casal de Cinza e suas anexa, que eram: Gonçalo Bocas, Arrifana, Carpinteiro, Casal de Cinza, Casas da Ribeira, Criado, Gata, João Bragal e Pessolta).
A Carta Constitucional de 1826 estabeleceu os juízes de paz, essencialmente destinados a promover a conciliação de pessoas desavindas e evitarem os recursos a tribunais superiores.
A Lei de 15 de outubro de 1827 institui juízes de paz em cada freguesia ou capela curato do reino, definindo-os como magistrados eletivos que presidiam ao Juízo Conciliatório.
O Decreto de 16 de maio de 1832 institui um distrito de juiz de paz para cada freguesia.
Posteriormente, em 1836, o Decreto de 29 de novembro determina: “os distritos dos juízos de paz” que compreenderão uma ou mais freguesias até perfazerem 200 fogos.

Código de ref.ª PT/ADGRD/JUD/JPCCZ/00001
Consulte o documento na íntegra seguindo a ligação: https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/b76da8d32e6245bebab87a2e2e19d7f6

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