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APEXA ♿️
Associação de Apoio à Pessoa Excepcional do Algarve

A solidariedade e a compaixão são fatores transversais a todos os projetos.

A APEXA tem como missão desenvolver respostas adequadas à inclusão da pessoa com e sem deficiência nas áreas da, saúde, reabilitação, lazer, desporto, educação, formação e trabalho, promovendo o direito à igualdade de oportunidades e à melhoria da qualidade de vida, dando prioridade à satisfação e à realização pessoal dos utentes. Através da inclusão, a APEXA procura ser uma instituição de referência no Algarve, ao promover e desenvolver o capital Humano da região. A realização deste propósito Humanista é assente no respeito, solidariedade e inclusão como os nossos valores fundamentais, lutamos pela igualdade de direitos e inclusão plena das pessoas com ou sem deficiência. Assumimos como principais VALORES
►Inclusão
Procurar na prática, a inclusão das pessoas com e sem deficiência na sociedade e em pleno respeito pelos seus direitos. Através da procura de oportunidades, eliminação de barreiras sociais e promovendo a saúde, a educação, o desporto, a cidadania e a equidade para todos.

►Respeito
Respeito pelas necessidades encontradas, pela defesa dos interesses do Beneficiário dos seus direitos e dignidade. Oferecer um serviço de excelência sempre ao encontro do bem estar, qualidade de vida e realização pessoal e inclusão do beneficiário, sua família e restante comunidade.

►Solidariedade
Atestar a proteção social pela inclusão de pessoas em projetos solidários, em linha com um serviço humanizado, ético, confidencial e leal. A compreensão solidária pelo utente, está sempre presente.

A partir de agora, a Rede Algarve Inclusivo passa a ser dinamizada pelo OneBean.Para as empresas da rede, a mudança é pr...
21/10/2026

A partir de agora, a Rede Algarve Inclusivo passa a ser dinamizada pelo OneBean.

Para as empresas da rede, a mudança é prática. O trabalho de sensibilização, acessibilidade e empregabilidade inclusiva que fazíamos através do Inspira X passa a estar ligado a um contexto real de trabalho, onde pessoas com deficiência desenvolvem todos os dias competências de atendimento, produção e organização.

Isto muda a conversa. Uma empresa que pondera contratar ou adaptar processos deixa de partir de uma ideia abstrata de inclusão. Pode ver como funciona, com que apoio e o que é preciso ajustar.

Há empresas que procuram pessoas e pessoas que procuram uma oportunidade. Nem sempre se encontram. É esse problema de ligação que a rede existe para resolver.

Se a sua empresa quer integrar a rede, ou apenas perceber o que implica, fale connosco: [email protected] ou 910 629 341.

21/10/2026

Mecanismo Nacional de Monitorização da Implementação da Convenção identificou falhas em 15 áreas prioritárias, como acessibilidade, educação inclusiva, emprego, saúde, habitação e apoios à vida independente

Às vezes, o mais difícil é saber por onde começar.Recebeu um diagnóstico, notou uma dificuldade nova, ou sente que já nã...
19/10/2026

Às vezes, o mais difícil é saber por onde começar.

Recebeu um diagnóstico, notou uma dificuldade nova, ou sente que já não consegue fazer tudo sozinho. E não sabe a quem perguntar.

É para isso que serve o primeiro contacto com a APEXA. Ouvimos a situação, percebemos o que precisa e explicamos que respostas existem, nossas ou de outras entidades. Não é preciso ter tudo resolvido nem saber exatamente o que pedir.

Trabalhamos com pessoas com deficiência e com as suas famílias, no Algarve.

Fale connosco:
289 561 637
[email protected]

Conhece alguém que possa precisar desta informação? Partilhe.

No judo, a primeira coisa que se aprende é a cair.Parece estranho, mas faz sentido. Antes de projetar alguém, é preciso ...
19/10/2026

No judo, a primeira coisa que se aprende é a cair.

Parece estranho, mas faz sentido. Antes de projetar alguém, é preciso saber levantar-se. E isso aprende-se no tatami, repetição após repetição, com regras claras, respeito pelo parceiro e um cumprimento no início e no fim de cada combate.

É também por isso que o judo funciona tão bem como desporto adaptado. Trabalha o equilíbrio, a coordenação e a força. Dá estrutura e rotina. Obriga a confiar no outro e a lidar com a frustração de perder um combate. Pessoas com deficiência intelectual, visual ou motora encontram ali um espaço onde o corpo é desafiado e as regras são as mesmas para todos, ajustadas ao que cada atleta precisa.

No sábado, o Pavilhão Municipal de Castro Marim recebeu o 2.º Encontro de Judo Adaptado e Paralímpico, organizado pela Associação Distrital de Judo do Algarve com o Clube de Artes Marciais de Altura. Foram cerca de 35 atletas de clubes de todo o Algarve e de Ayamonte, do outro lado do Guadiana. Houve pesagem, aquecimento conjunto, combates a sério e medalhas.

Estivemos lá. E o que mais f**a não é o pódio. É ver atletas a entrar no tatami com a mesma concentração e a mesma vontade de quem treina há anos para aquele momento.

O desporto adaptado ainda tem pouca visibilidade e poucas oportunidades no Algarve. Cada encontro destes mostra que, com treinadores preparados e clubes de portas abertas, o lugar das pessoas com deficiência no desporto é dentro do tatami, não na bancada. Na APEXA, é um caminho que fazemos com parceiros, entre eles o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Conhece um clube da sua zona com uma classe de desporto adaptado? Partilhe nos comentários. Pode ser exatamente a informação de que outra família está à procura.

Há uma pergunta que muitos pais fazem em silêncio: quem vai cuidar do meu filho quando eu já não conseguir?Esta semana a...
02/10/2026

Há uma pergunta que muitos pais fazem em silêncio: quem vai cuidar do meu filho quando eu já não conseguir?

Esta semana assinalou-se o Dia Internacional das Pessoas Idosas. Nós lembramos quem cuida há décadas. Pais e mães que envelheceram ao lado de filhos adultos com deficiência. Continuam a organizar consultas, rotinas e apoios. E, muitas vezes, já precisam eles próprios de cuidados.

Este cansaço não é falta de amor. É o resultado de anos sem pausas e sem planos para o futuro.

Falar do futuro cedo não é desistir. É proteger a pessoa com deficiência e toda a família. Quem assume que responsabilidades. Que apoios existem. Que autonomia pode ser construída desde já.

No With.Care, acompanhamos cuidadores e famílias nestas decisões, com tempo e sem julgamentos.

Conhece alguém que cuida há muitos anos? Partilhe esta publicação com essa pessoa.

25/09/2026

O fim da escola não signif**a o fim das oportunidades.
A passagem para a vida adulta pode trazer muitas dúvidas, mas também abre portas a novos caminhos de aprendizagem, autonomia e participação na sociedade.
Neste vídeo, o Tito fala sobre Inclusão Escolar e Empregabilidade, aborda as oportunidades de formação, o emprego apoiado e a importância de valorizar as capacidades e os interesses de cada pessoa, também desmistif**a algumas ideias sobre a inclusão no mercado de trabalho.
No projeto Rede V.I.V.A., continuamos a partilhar informação prática e acessível para promover a autonomia, a inclusão e a igualdade de oportunidades.
Porque a inclusão não termina à porta da escola: continua na formação, no trabalho e na comunidade.
Este projeto é cofinanciado pelo IDiPD – Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência, I.P.
Se esta informação pode ser útil a alguém que conheças, partilha este vídeo.

Pessoas que passaram anos a ouvir que o mais importante era "ocupar o tempo". Como se o problema fosse preencher horas, ...
14/09/2026

Pessoas que passaram anos a ouvir que o mais importante era "ocupar o tempo". Como se o problema fosse preencher horas, não construir uma vida.

Não é. Trabalhar dá estrutura, mas dá sobretudo outra coisa: um lugar onde a pessoa é reconhecida pelo que faz, não pelo que lhe falta. Um adulto com deficiência que trabalha deixa de ser tratado como alguém que precisa de ajuda o dia inteiro e passa a ser alguém que contribui, que tem responsabilidades, que é esperado num sítio a uma hora certa. Isso muda a forma como a família o vê. Muda a forma como ele se vê.

O problema é que continuamos a tratar o emprego de pessoas com deficiência como um gesto de bondade da empresa que contrata, em vez de o tratar como aquilo que é: uma pessoa capaz, numa função onde é útil, com apoio adequado quando precisa dele. Isto não é caridade. É reconhecer competências que a maior parte das empresas nunca chegou a ver, porque nunca deu a oportunidade de as mostrar.

Também não ajuda a narrativa oposta, a da "superação inspiradora", aquela que transforma qualquer pessoa com deficiência que trabalha num exemplo de força de vontade. Isso também tira dignidade. Uma pessoa que trabalha não é um exemplo. É uma trabalhadora, ou um trabalhador, como qualquer outro, com as suas competências e os seus limites, tal como qualquer colega.

A pergunta que continua por responder é porque é que ainda há tantos adultos com deficiência, capazes e disponíveis, sem nenhuma oportunidade concreta de trabalhar. Não falta capacidade. Falta quem abra a porta.

📸Fotografia do Ricardo por Leandro França

Endereço

Escola Primaria De Valverde
Guia
8200-429

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