Nô Pensa Guiné-Bissau

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NÔ PENSA GUINÉ-BISSAU

18/05/2026

Episódio 2, A chegada dos Portugueses e o Domínio Colonial

17/05/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Domingos Joaquim Intchala, Iaia Blatcha Camara, Negro Valente, Ussumani Mané, Aiana Fernandes, José Sadjo, Benjamin Mendes Preira, Abdulai Balde, Sadjo Mané

13/05/2026

Episódio I - De Império de Mali a Reino de Gabú

19/02/2026

Faleceu, aos 92 anos, Amélia Rodrigues de Sá e Sanches de Figueiredo Araújo, combatente da Liberdade da Pátria e uma das figuras marcantes da luta pela independência de Cabo Verde e da Guiné-Bissau.
Conhecida como a "Voz da Luta", destacou-se como produtora, animadora e locutora principal da Rádio Libertação, desempenhando um papel central na mobilização e na chamada "guerra psicológica" contra o regime colonial.
Filha de mãe angolana e pai cabo-verdiano, Amélia Araújo nasceu em Angola, a 11 de Agosto de 1933. Estudou em Portugal, onde se casou com o cabo-verdiano José Eduardo de Figueiredo Araújo.
Durante a luta armada conduzida pelo PAIGC com vista à independência, afirmou-se pela voz que ecoava nas emissões da Rádio Libertação.
As suas primeiras experiências radiofónicas remontam a 1964, com o apoio do marido, dirigente do PAIGC e responsável pela área de informação. Em 1966, Amélia Araújo e quatro companheiros guineenses foram enviados por Amílcar Cabral para uma formação de nove meses na União Soviética. Um ano depois, com o apoio da Suécia, que ofereceu um emissor e um estúdio, foi criada a Rádio Libertação. As emissões começaram oficialmente a 16 de Julho de 1967, inicialmente com 45 minutos diários, divididos em três blocos de 15 minutos.

17/02/2026

O 17 de Fevereiro foi escolhido em homenagem ao Prof. Areolino Cruz, único professor de uma escola/internato em Cubucaré, sul do país, na época colonial na Guiné-Bissau.
O professor Areolino se tornou um herói nacional porque em 17 de Fevereiro de 1964, perdeu a vida na tentativa de salvar os seus alunos, durante um bombardeamento da aviação colonial a Cubucaré.
Por esse motivo, o Dia Nacional do Professor na Guiné-Bissau é comemorado no dia 17 de Fevereiro, proclamando, na vida e obra do herói nacional Areolino Cruz, a inspiração para os professores de hoje e amanhã.

05/02/2026

Um obrigado especial aos nossos novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Jeremias Indira Seidi, Quintino Nhasse, Adulai Seide, Mamajan Keita, Mhb Kevin de Bruyne, Sancun Djau, Andy Nalida Nalida, Eugêniobraima Sori Sanha, Juelse Jesus, Djalo Balde, Bati Papu Bati Papu Caraki, Edniuzer Cá, Na Bi Nabi, Mamadu Marena, Gomis Aroliana

31/01/2026

Amílcar Cabral afirmou que a luta de libertação é, antes de tudo, um ato de cultura. Para ele, lutar não era apenas enfrentar o poder colonial com armas, mas preservar e valorizar a identidade do povo. A cultura sustentava a resistência, fortalecia a consciência coletiva e impedia que a dominação apagasse a história, os valores e a dignidade do povo. Assim, a luta tornava-se também um processo de afirmação cultural e humana.












30/01/2026
Photos from Nô Pensa Guiné-Bissau's post 30/01/2026

A Nô Pensa Guiné-Bissau felicita todas as mulheres guineenses, reconhecendo o seu papel fundamental como líderes, educadoras, agricultoras, profissionais de saúde, comerciantes e agentes de mudança na construção de um país mais justo e agentes de mudança na construção de um país mais justo e igualitário.

30/01/2026

Hoje, 30 de janeiro, celebramos o Dia da Mulher Guineense, lembrando a coragem e o sacrifício de Titina Silá, que passou pelo rio de Farim durante a sua missão pela liberdade da nossa pátria. A sua determinação e coragem continuam a inspirar cada mulher da Guiné-Bissau, que todos os dias contribui para a nossa história, cultura e desenvolvimento. guardiã da nossa história, da nossa cultura e da continuidade do nosso povo. Desde o tempo da luta de libertação nacional até aos dias de hoje, as mulheres da Guiné-Bissau estiveram sempre na linha da frente, como combatentes, mães, educadoras, agricultoras, líderes comunitárias e agentes de mudança. Foram elas que sustentaram famílias, preservaram valores e mantiveram viva a esperança mesmo nos momentos mais difíceis da nossa nação.

A Nô Pensa Guiné-Bissau felicita todas as mulheres guineenses, reconhecendo o seu papel fundamental como líderes, educadoras, agricultoras, profissionais de saúde, comerciantes e agentes de mudança na construção de um país mais justo e agentes de mudança na construção de um país mais justo e igualitário.

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