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NO DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS DE QUINTA, REFORÇAMOS UM COMPROMISSO: NENHUM ANIMAL PODE FICAR PARA TRÁSA 2 de outubro assina...
02/10/2026

NO DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS DE QUINTA, REFORÇAMOS UM COMPROMISSO: NENHUM ANIMAL PODE FICAR PARA TRÁS

A 2 de outubro assinala-se o Dia Mundial dos Animais de Quinta. Este ano, a data assume um significado especial: com a Lei n.º 38/2026, de 3 de agosto, os animais passaram a fazer parte da resposta da Proteção Civil - da busca e salvamento à evacuação, ao abrigo e à alimentação em situações de emergência.

Perante incêndios, cheias ou outras catástrofes, bovinos, ovinos, caprinos, suínos e equídeos estão entre os animais mais vulneráveis. O seu porte, o número de animais por exploração e a dificuldade de os retirar em segurança tornam cada operação de salvamento especialmente exigente.

A lei já reconhece que os animais fazem parte da resposta às catástrofes. Agora, é essencial garantir os meios e a coordenação necessários para os socorrer.

Porque, em cada emergência, cada vida conta.

Todos os dias, animais errantes e assilvestrados enfrentam fome, doença, abandono e atropelamentos. Cada ninhada sem pro...
01/10/2026

Todos os dias, animais errantes e assilvestrados enfrentam fome, doença, abandono e atropelamentos. Cada ninhada sem proteção significa mais sofrimento e aumenta a pressão sobre os Centros de Recolha Oficial e as associações zoófilas.

Os municípios têm o dever de agir! Esta é, também, uma questão de saúde pública.

Adiar a resposta permite que mais animais nasçam sem cuidados, abrigo ou uma vida digna.

A captura segura, os cuidados médico-veterinários e a esterilização ajudam a prevenir doenças, incluindo zoonoses, e a promover comunidades mais seguras.

A saúde das pessoas, dos animais e do ambiente está interligada.

São necessários programas municipais permanentes que garantam:

• captura segura e humanitária;

• esterilização de cães e gatos;

• identificação e cuidados médico-veterinários;

• adoção responsável ou outras soluções adequadas.

Esterilizar evita novas ninhadas condenadas ao abandono.

Cuidar dos animais é proteger toda a comunidade.

Os municípios não podem continuar a adiar a resposta. Cada ação conta e cada animal protegido importa.

SE OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS TERRESTRES ACABARAM, PORQUE CONTINUAM OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS AQUÁT...
25/09/2026

SE OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS TERRESTRES ACABARAM, PORQUE CONTINUAM OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS AQUÁTICOS?

Os golfinhos, e outros mamíferos marinhos, são seres sencientes, inteligentes e profundamente sociais.

Em cativeiro são condicionados a executar comportamentos para entretenimento humano.

Se Portugal reconheceu que os animais selvagens terrestres não devem ser utilizados em circos/espetáculos de entretenimento, deve aplicar-se o mesmo princípio aos animais selvagens aquáticos.

Junte-se a esta causa. Partilhe esta mensagem.

CED EM TODOS OS MUNICÍPIOS: AGORA, ANTES QUE NASÇAM MAIS GATINHOS PARA SOFRERTodos os dias, novos gatinhos nascem nas co...
22/09/2026

CED EM TODOS OS MUNICÍPIOS: AGORA, ANTES QUE NASÇAM MAIS GATINHOS PARA SOFRER

Todos os dias, novos gatinhos nascem nas colónias, sem proteção e sem escolha. Enfrentam a fome, a doença, o frio, o calor, os atropelamentos e todos os perigos da rua. Muitos morrem antes de conhecerem qualquer cuidado. Outros sobrevivem apenas para continuar a reproduzir-se e a alimentar um ciclo de sofrimento que pode e deve ser interrompido.

Não podemos continuar a esperar. Cada ninhada que nasce sem proteção é uma emergência. Cada colónia sem acompanhamento é uma promessa de mais sofrimento.

A Provedora do Animal defende a implementação urgente de um programa CED - Captura, Esterilização e Devolução - obrigatório, permanente e devidamente financiado em todos os municípios, garantindo:

• esterilização sistemática e contínua;
• cuidados veterinários, vacinação e identificação;
• alimentação regular e abrigos adequados;
• monitorização permanente das colónias;
• apoio, reconhecimento e proteção aos cuidadores.

O CED não pode depender de campanhas ocasionais, da boa vontade de voluntários ou de recursos pessoais de quem cuida. É uma medida essencial para travar o nascimento de animais condenados à sobrevivência nas ruas, reduzir o abandono, proteger a saúde pública e construir comunidades mais responsáveis e compassivas.

Cada esterilização evita sofrimento. Cada dia de atraso significa mais ninhadas, mais doença e mais mortes.

Esterilizar é prevenir sofrimento.
Cuidar é assumir responsabilidade.
Agir agora é salvar vidas.

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SOCORRER E RESGATAR ANIMAIS EXIGE FORMAÇÃO.Desde 2023, a Provedora do Animal promove formação especializada em emergênci...
21/09/2026

SOCORRER E RESGATAR ANIMAIS EXIGE FORMAÇÃO.

Desde 2023, a Provedora do Animal promove formação especializada em emergência e resgate animal, preparando os profissionais que atuam no terreno para responderem com segurança, coordenação e eficácia.

Os animais fazem agora parte da Proteção Civil. Esta mudança na lei exige capacidade real para os proteger, socorrer e resgatar.

O resgate de equinos, bovinos e outros animais de grande porte, em terra ou na água, não pode ser improvisado. Exige conhecimento técnico, equipamento adequado, coordenação e treino.

🚨 Duas formações teóricas e práticas:

📅 1 de outubro — Porto e Vila Nova de Gaia

Dirigida a militares da GNR, Bombeiros Sapadores e a Médicos Veterinários Municipais.

📅 3 de outubro — Torres Novas

Dirigida a Bombeiros e Médicos Veterinários Municipais.

Estas iniciativas resultam da colaboração entre a Provedora do Animal, a DGAV, a GNR, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Escola Nacional de Bombeiros, os Bombeiros Voluntários de Torres Novas e o Centro de Competências em Emergência, Resgate e Resiliência Animal - CCERRA.

Formar quem atua no terreno é essencial para proteger os animais, os operacionais e a população.

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Se os animais já integram a resposta da Proteção Civil, é urgente criar os meios para os socorrer.Incêndios, cheias, sis...
17/09/2026

Se os animais já integram a resposta da Proteção Civil, é urgente criar os meios para os socorrer.

Incêndios, cheias, sismos e outros acidentes graves exigem assistência aos animais na proximidade da ocorrência e em condições de segurança operacional.

A Provedora Nacional do Animal propõe desde 2021 a criação de uma rede pública de ambulâncias veterinárias, clínicas móveis e hospitais veterinários de campanha, para o socorro animal em situações de emergência e catástrofe.

Reitera ao governo atual estas propostas!

Estas unidades permitiriam realizar triagem, estabilização, primeiros cuidados, tratamento e apoio à evacuação de animais de companhia, equídeos e animais de espécies pecuárias. Em emergência, cada minuto conta: os animais devem ser estabilizados antes de percorrerem longas distâncias.

Se os animais já integram a resposta da Proteção Civil, é urgente criar os meios para os socorrer.

Em períodos de normalidade, estas unidades poderão ainda reforçar os Centros de Recolha Oficial na esterilização de cães e gatos, sobretudo nas zonas mais populosas e nos territórios mais recônditos.

Clínicas Veterinárias Móveis: Se são possíveis nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Brasil, porque não em Portugal? P...
15/09/2026

Clínicas Veterinárias Móveis: Se são possíveis nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Brasil, porque não em Portugal?

Portugal já não pode adiar uma resposta eficaz à reprodução descontrolada, ao abandono e à sobrelotação dos abrigos. A Provedora do Animal propõe, com caráter de urgência, a criação de um enquadramento legal para unidades médico-veterinárias móveis de esterilização, assente em cinco pontos fundamentais:

1. UMA RESPOSTA EXCLUSIVAMENTE PÚBLICA
Não se destinam à prestação de serviços médico-veterinários privados. São um instrumento de política pública, sob responsabilidade do Governo Central e das autarquias, para responder a um problema que exige ação coordenada e permanente.

2. DESTINATÁRIOS BEM DEFINIDOS
Destinam-se exclusivamente a cães e gatos errantes ou assilvestrados e a animais de famílias economicamente carenciadas, garantindo que a falta de recursos não impede o acesso a uma medida essencial de prevenção.

3. RESPONSABILIDADE DOS MUNICÍPIOS
As autarquias têm responsabilidade no controlo das populações de animais errantes, na prevenção da sobrepopulação e na proteção da saúde animal e da saúde pública. Para cumprir essa responsabilidade, precisam de instrumentos adequados, acessíveis e capazes de chegar a todo o território.

4. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE MÉDICO-VETERINÁRIA
As unidades devem ser devidamente concebidas, equipadas, licenciadas e fiscalizadas, garantindo cirurgia, anestesia, biossegurança, recuperação e acompanhamento pós-operatório. Urgência não pode significar falta de rigor: é possível agir depressa com segurança e responsabilidade.

5. ESTERILIZAR PARA PREVENIR
Estas unidades podem chegar onde as respostas atuais não chegam, reforçar os Centros de Recolha Oficial e reduzir de forma concreta a reprodução descontrolada, a sobrelotação, o abandono e o número de animais errantes. Cada esterilização realizada é uma ninhada que pode ser evitada e uma vida que pode deixar de ser condenada ao abandono.

A esterilização não é uma medida secundária nem pode continuar a ser adiada. É uma responsabilidade pública, uma resposta urgente e um instrumento essencial de saúde e bem-estar animal e de saúde pública. Portugal precisa de agir agora.

Provedora Nacional do Animal reforça junto da DGAV: Esterilização é saúde pública. Em reunião com a Direção-Geral de Ali...
10/09/2026

Provedora Nacional do Animal reforça junto da DGAV: Esterilização é saúde pública.

Em reunião com a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), a Provedora do Animal reforçou que a esterilização de cães e gatos não é apenas uma medida de controlo da reprodução: é uma responsabilidade sanitária dos municípios - uma medida de saúde pública.

A esterilização é essencial para reduzir a sobrepopulação e o número de animais errantes, permite prevenir o abandono, aliviar a sobrelotação dos Centros de Recolha Oficial e diminuir os riscos de transmissão de doenças.

Os municípios devem assegurar programas permanentes e devidamente financiados de esterilização, articulados com a identificação, vacinação, desparasitação e vigilância sanitária. A resposta não pode depender apenas de campanhas pontuais, das famílias, das associações ou dos cuidadores.

A esterilização é mais do que controlo da reprodução: é uma responsabilidade municipal de proteção animal e de saúde pública.

03/09/2026

Preparar antes da emergência salva-vidas animais

Numa emergência, não há tempo para improvisar. Incêndios, cheias, sismos ou outras catástrofes podem exigir uma evacuação imediata.

Ter um Kit de Emergência Animal preparado permite agir rapidamente e garantir as necessidades básicas do animal durante, pelo menos, 72 horas.

Para os animais de companhia, o kit deve incluir transportadora, trela, coleira ou peitoral, água, alimento, medicação habitual, material básico de primeiros socorros, boletim sanitário, número do microchip, contatos que facilitem a sua recuperação caso se perca.

Para os animais de produção e equinos, devem estar previamente asseguradas reservas de água e alimento, identificação atualizada, meios adequados de contenção e transporte e um plano de evacuação, alojamento alternativo e assistência veterinária.

Preparar, identificar e planear são medidas que reduzem riscos e salvam vidas.

A emergência não avisa. Evacuar cedo é sempre mais seguro do que resgatar tarde.

Bem-vindos à página oficial de Facebook da Provedora do Animal.

Na entrevista ao programa “Pais e Filhos”, da TSF, a Provedora do Animal apresenta Tito, a história de um animal abandon...
01/09/2026

Na entrevista ao programa “Pais e Filhos”, da TSF, a Provedora do Animal apresenta Tito, a história de um animal abandonado que sente o medo, a solidão e a falta de proteção.

Através do seu olhar, as crianças compreendem que nenhum animal escolhe ser abandonado e que todos merecem cuidado, segurança e uma vida digna.

Ao longo de doze momentos, o livro aborda o bem-estar animal, os cuidados de saúde, a adoção responsável e o compromisso de cuidar durante toda a vida.

Tito é uma ferramenta educativa para as escolas e para a partilha entre pais e filhos, ajudando a transformar conhecimento em empatia e responsabilidade.

Porque a prevenção do abandono começa na infância, quando ensinamos que um animal não é um objeto, mas um ser senciente que depende das nossas escolhas.

Disponível em braille, pictogramas, áudio e Língua Gestual Portuguesa, foi pensado para incluir e chegar a todas as crianças.

Mais do que uma personagem, Tito dá voz aos milhares de animais abandonados que continuam à espera de proteção e de uma família.

Educar para o respeito pelos animais é formar cidadãos mais conscientes, solidários e responsáveis.

A educação não apaga o sofrimento de quem já foi abandonado, mas pode impedir que outros animais tenham o mesmo destino.

Saiba mais na TSF https://www.tsf.pt/programa/tsf-pais-e-filhos?ep=18110847

Endereço

Ministério Da Agricultura E Mar, Praça Do Comércio
Lisbon
1149-010

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