Missão Diplomática da Palestina em Portugal

Missão Diplomática da Palestina em Portugal

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Bem-vindos à página da Missão Diplomática da Palestina em Portugal. Esperamos que esta seja útil e que responda às vossas questões.

O objectivo da Missão Diplomática da Palestina é reforçar os laços entre a Palestina e Portugal, os seus povos e governos, e encontrar o apoio da comunidade internacional, como forma de terminar com a ocupação israelita, mais opressiva da Palestina, com base no Direito Internacional.

08/06/2021

Atribuição da Medalha Municipal de Mérito – Grau Prata ao Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente que teve lugar no dia 1 de junho, em Palmela, na presença do Sr. Embaixador Nabil Abuznaid

18/05/2021

É normal?

″Portugal pode ser mediador para alcançar uma trégua entre Israel e Palestina″ 16/05/2021

"Os palestinianos têm sempre esperança. Dizemos que as coisas estão muito difíceis agora, mas vejo o Estado palestiniano a tornar-se numa realidade. Não sou o único a dizê-lo. Os meus filhos também."

″Portugal pode ser mediador para alcançar uma trégua entre Israel e Palestina″ O diplomata da Palestina em Portugal, que recusa condenar o Hamas, realça o papel do nosso país na presidência do Conselho da União Europeia e o de António Guterres na ONU para liderar um processo de mediação, alcançar uma trégua, e estabelecer negociações.

MPPM condena veementemente a violência sionista em Jerusalém 11/05/2021

A Missão Diplomática da Palestina valoriza e saúda a solidariedade do povo e das organizações portuguesas perante os tristes acontecimentos na Palestina

MPPM condena veementemente a violência sionista em Jerusalém O MPPM condena energicamente a violência do exército, da polícia e dos colonos israelitas sobre palestinos em Jerusalém e atribui toda a responsabilidade pela explosão de violência à ocupação por Israel e aos seus apoiantes.1. Os actos de violência que têm ocorrido com mais intensidade em...

Israel. Despejo de palestinianos 06/05/2021

Israel. Despejo de palestinianos Um manifestante palestiniano foi detido por polícias israelitas durante confrontos que precedem um julgamento, que envolve despejo de palestinianos, no bairro Sheikh Jarrah, na zona oriental de Jerusalém.

05/05/2021

Uma delegação da Missão Diplomática da Palestina, visitou o Núcleo do Norte de África e Ásia Ocidental da Biblioteca de São Lázaro na Junta de Freguesia de Arroios no dia 27 de Abril

Municípios pela Paz celebram o Desporto 07/04/2021

O seleccionador da Palestina participou no debate organizado pela Câmara do Seixal no Dia Internacional do Desporto ao Serviço da Paz

Municípios pela Paz celebram o Desporto O presidente do Comité Paralímpico e o seleccionador da Palestina participam no debate organizado pela Câmara do Seixal no Dia Internacional do Desporto ao Serviço da Paz, que se assinala hoje.

Photos 30/03/2021

Palestina
Dia da Terra
30 de março

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se à celebração do Dia da Terra com que o povo palestino lembra todos os anos a greve geral e as grandes manifestações contra a confiscação de terras, em que foram assassinados seis jovens na Galileia, a 30 de março de 1976, por tropas. Data que se tornou um marco na unidade patriótica do povo palestino em luta contra a ilegal ocupação por Israel de territórios palestinos e pelo direito a uma Palestina livre e independente.

Vai longo o rasto de sofrimento infligido ao povo palestino por décadas de ocupação israelita. De acordo com diversos relatórios, relativos a de 2020, verificaram-se: milhares de civis mortos e feridos pelo ocupante (2.021 por forças militarizadas e 104 por colonos, de janeiro a outubro); demolições de casas e outras estruturas (568, de janeiro a meados de outubro); restrições da liberdade de circulação (1.500 postos de controlo móveis erguidos entre abril de 2019 e março de 2020, além de 600 postos permanentes). Continuaram as prisões arbitrárias (havia um total de 4.207 detidos em setembro, incluindo 355 crianças em detenção administrativa sem acusação formal); o confisco de terras e instalação de colonatos (um total de 647.000 colonos até à data); constantes humilhações e arbitrariedades sobre a população palestina. E ainda o muro que o ocupante israelita construiu, 85% do qual dentro do território ocupado, isolando, assim, milhares de palestinos das suas terras agrícolas e tornando altamente restritivo o acesso de outros 11.000 a propriedades e serviços básicos que “ficaram” do outro lado da barreira de betão.

Apesar de ilegal e eivada de crimes de guerra à luz do direito internacional e de múltiplas resoluções das Nações Unidas a reafirmar o direito do povo palestino, a ocupação tem-se mantido sustentada no apoio político, financeiro e militar de sucessivas administrações dos Estados Unidos da América ao Estado israelita, a par da duplicidade da União Europeia. A Administração Trump continuou e aprofundou o legado anterior de promoção do domínio israelita sobre toda a região da Palestina histórica.

Para já, tudo indica que a Administração Biden se prepara para prosseguir com esse legado sob outra retórica. Propõe-se repor a ajuda aos refugiados palestinos, mas faz dependê-la de a Autoridade Nacional Palestina deixar de apoiar as famílias de palestinos presos pelo ocupante. Retorna ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, mas manifesta-se contra o julgamento de crimes de guerra israelitas pelo Tribunal Penal Internacional, e recusa-se a agir contra a expansão de colonatos. Afirma-se defensora da solução de «dois Estados» e do retomar de relações com a liderança palestina, mas tenciona manter a embaixada americana em Jerusalém e o apoio militar incondicional de mais de três mil milhões de dólares anuais a Israel, ao mesmo tempo que não questiona os chamados «acordos de normalização» concebidos pela anterior administração para enfraquecer a causa palestina.

Alicerçado no apoio norte-americano, o Estado israelita tem logrado alcançar até hoje alguns dos seus objetivos. No entanto, com a perseverante e heróica luta do povo palestino e a solidariedade internacional para com a sua legítima causa nacional, outros tempos virão, em que a justiça prevalecerá e o povo Palestino será livre e independente.

Neste tempo de incerteza e pandemia, mas também de esperança e confiança no futuro, o CPPC mantém-se ativamente solidário com o corajoso povo palestino na luta pelo fim da ocupação e pelo seu Estado nas fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental; pela libertação dos presos políticos palestinos nas cadeias israelitas e pelo respeito do direito de regresso dos refugiados palestinos. E convida as mulheres e homens democratas e defensores da paz a acompanhá-lo nessa solidariedade.

Viva a Palestina livre e soberana!

A Direção do CPPC

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