PS Limoeiro-Almirante Reis
Secção do Limoeiro-Almirante Reis, Concelhia de Lisboa, FAUL
25/04/2026
Abril em Lisboa sente-se nas ruas, no Largo do Carmo, no Terreiro do Paço, no Rossio, em cada lugar onde a liberdade ganhou voz.
É a memória viva de cravos nas mãos, de gente na rua, de esperança coletiva e de um país que escolheu a democracia.
Celebrar o 25 de Abril na nossa cidade é reconhecer essa história e garantir que os valores de liberdade, justiça e participação continuam presentes no nosso dia a dia.
Viva o 25 de Abril!
25/04/2026
O 25 de Abril é memória, é presente e é também futuro.
É o dia em que celebramos a Liberdade conquistada há 52 anos, a Democracia construída ao longo de mais de cinco décadas e os valores que nos unem. Num tempo em que, como nunca, a Liberdade e a Democracia precisam de ser cuidadas e defendidas todos os dias, sair à rua é um ato de participação e de compromisso com os valores de Abril. É afirmar que os cravos continuam viçosos, que a Democracia se defende com presença, com voz e com esperança num futuro solidário, inclusivo e em que ninguém fique para trás. No próximo sábado, dia 25, junte‑se a nós no Desfile da Liberdade e venha celebrar e defender Abril.
📍 Ponto de encontro: junto ao Edifício Diário de Notícias, Marquês de Pombal
🕝 Hora: 14h30
19/04/2026
PS elege Secretariado Nacional com 90% e Comissão Politica Nacional com 88% dos Lisboa, 19 abr 2026 (Lusa) – O PS elegeu hoje o novo Secretariado Nacional com 90% dos votos e a Comissão Política Nacional com 88%, considerando o presidente socialista que é possível continuar a “fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria”.
O presidente do PS, Carlos César, anunciou hoje aos jornalistas os resultados das eleições para os órgãos que decorreram, de forma eletrónica, durante a Comissão Nacional do PS, a primeira depois do congresso de consagração de José Luís Carneiro como secretário-geral do PS.
A lista do Secretariado Nacional do PS, órgão de direção mais restrito, foi eleita com 90,05% dos votos, 190 a favor, 11 contra e 10 brancos, enquanto a da Comissão Política Nacional foi escolhida com 87,68%, 185 na lista apresentada e 26 brancos.
“Esta Comissão Nacional foi importante, tanto num plano interno como num plano externo. No plano interno, porque permitiu a reinstalação de todos os órgãos do partido, na decorrência do último Congresso Nacional”, disse Carlos César.
Para o presidente do PS, os resultados das eleições para estes órgãos “exprimem, por um lado, a unidade forte que hoje tipifica a vida no Partido Socialista, sem prejuízo da diversidade que nos acompanha há precisamente 53 anos, e também a vitalidade que estes órgãos podem ter”, tendo em conta a “renovação impressiva que todos eles apresentam”.
“O Partido Socialista está, assim, em condições de prosseguir com coragem aquilo que tem procurado manifestar junto dos portugueses, e que é que é possível fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria. É possível ser uma boa oposição e ser reconhecido pelos portugueses como um partido capaz de fazer propostas, capaz de dizer como não deve ser feito, mas também como deve ser feito”, defendeu.
Sobre qual deve ser a relação do PS com o executivo de Luís Montenegro, César enfatizou que o seu partido é de "oposição ao Governo", mas tem a obrigação, como qualquer força partidária, "de contribuir naquilo que pode e naquilo que sabe para que o país tenha um bom governo".
"E um bom governo no sentido global, não especificamente deste governo, mas das responsabilidades de condução do país. Não faz sentido negar o diálogo, não faz sentido não dar retorno a todos os impulsos que podem conduzir a um consenso em relação às políticas no país. A nossa responsabilidade é a de saber ajudar, sem prejuízo de dizermos com clareza aquilo com o que não estamos de acordo", apontou.
Questionado sobre as declarações ao Observador de Duarte Cordeiro, ex-ministro dos governos de António Costa, que recuou na disponibilidade para fazer parte da Comissão Política Nacional do PS, porque quer ficar "menos comprometido" com líder do PS e ter mais "liberdade para discordar", o presidente do PS afirmou que a liderança de Carneiro "continua como começou".
"Foi eleita com uma larga maioria de votos no Partido Socialista, e naturalmente, como não foi com unanimidade, há pessoas que ainda não se associam por completo à sua forma de estar e de ser, mas isso é natural no Partido Socialista. A única coisa que eu temo no Partido Socialista são as votações de 100%", disse.
Perante a insistência dos jornalistas se esta posição de Duarte Cordeiro era um assumir de líder da oposição interna a José Luís Carneiro, o presidente do PS escusou-se a responder: "Não. Muito menos teria a ousadia de responder em nome do doutor Duarte Cordeiro, excetuando se fosse uma questão relativa ao Sporting, onde temos uma grande unanimidade. Portanto, não posso responder a isso".
JF // MAG // Lusa/fim
53 anos em 53 fotos 📸
𝟭𝟵 𝗱𝗲 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗹 𝗱𝗲 𝟭𝟵𝟳𝟯. Na clandestinidade, em Bad Münstereifel, nascia o Partido Socialista.🌹
Desde 1973 que o Partido Socialista é a casa de quem acredita num Portugal mais justo, mais igualitário e mais solidário. São décadas de conquistas, de avanços sociais e de um compromisso inabalável com os portugueses.
Hoje celebramos o que fomos, mas acima de tudo, o que queremos continuar a ser: a força do progresso.
𝟱𝟯 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝟱𝟮 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮
17/04/2026
Na sondagem que hoje foi tornada pública, o Partido Socialista lidera. Este é o caminho que queremos continuar a percorrer para recuperar a confiança dos portugueses.
Avançamos Juntos!
12/04/2026
Nota oficial do Partido Socialista:
1. O PS considera a derrota de Viktor Orbán um momento político de grande alcance para a Hungria e para a União Europeia. A concentração expressiva de votos no partido do candidato vencedor, Péter Magyar, demonstra que os eleitores húngaros optaram por convergir num movimento em que o voto útil de amplos setores progressistas e democráticos mostrou um peso determinante para tornar possível a alternância.
2. Este resultado prova que, mesmo após anos de erosão institucional, a democracia mantém a capacidade de se regenerar quando há mobilização cívica, sentido de responsabilidade coletiva e consciência da gravidade do momento político. Trata-se também de uma rejeição inequívoca de práticas que fragilizaram o Estado de direito e os padrões democráticos, ao mesmo tempo que exprime a recusa de interferências externas no processo democrático em curso.
3. Abre-se agora a expectativa de que a Hungria recupere uma relação plenamente alinhada com os princípios que definem a pertença europeia: uma prática institucional assente no Estado de direito, no respeito exigente pelos valores democráticos e numa participação construtiva nas decisões comuns, incluindo em matérias decisivas como o apoio à Ucrânia e a coesão estratégica da União Europeia.
Lisboa, 12 de abril 2026
02/04/2026
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