Org. Nac. Estudantes Socialistas Ensino Básico e Secundário

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A Organização Nacional de Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário (ONESEBS) é a estrutura representativa de todos os estudantes do Ensino Básico e Secundário filiados na Juventude Socialista. A ONESEBS gere a rede nacional de Federações Estudantis e de Núcleos de Estudantes Socialistas, pronuncia-se sobre as linhas gerais de orientação e intervenção politica da JS no Ensino Básico e S

02/09/2013

Comunicado

A Organização Nacional dos Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário (ONESEBS), enquanto estrutura representativa do orbe estudantil e voz ativa na defesa de um serviço educativo púbico de qualidade, não poderia deixar de manifestar-se contra mais um provável atentado que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) se prepara para fazer à Escola Pública.

O governo de coligação PSD/CDS-PP, no âmbito da criação de um novo regime jurídico para o ensino particular e cooperativo, sugere, entre outras disposições, a introdução do contrato simples de apoio às famílias, apontando, alegadamente, caminho para a introdução do “cheque-ensino”, e abrigando-se, para tal, no argumento de que será concedida às famílias a liberdade na escolha da via de ensino a adotar para os seus educandos - argumento ilusório, já que ninguém é efetivamente impedido pelo Estado de frequentar estabelecimentos de ensino privados.

A ONESEBS considera que a instituição do “cheque-ensino”, sob o pretexto da racionalização de custos e redução da despesa dos contribuintes, não é mais do que um reflexo suficientemente nítido de uma política educativa absolutamente refém de questões ideológicas, de cariz neoliberal, as mesmas que vão para além da austeridade imposta pelo memorando de entendimento com a Troika e que consecutivamente arrebatam recursos elementares à preservação de um sistema educativo público de qualidade e universal.

Julga a ONESEBS que o “cheque-ensino”, a ser, de facto, erigido, contribuirá para a cedência e expansão tendencial do primado da oferta educativa privada, através da qual se procede lentamente ao desmantelamento e desqualif**ação da rede pública de ensino, e na qual este governo teima em insistir.

A ONESEBS não f**a, por isso, alheia a estes factos, uma vez que a generalização desta medida se traduzirá num subterfúgio deliberado das verbas que, destinadas ao ensino público, passarão, ao invés, a ser direcionadas a colégios e escolas privadas, sendo estes, e as famílias de classe alta e média alta, os únicos beneficiários do “cheque-ensino” e da autonomia que o mesmo lhes confere na delineação de um real projeto educativo.

Assim, não estando garantida a igualdade de oportunidades aos alunos social e economicamente mais carenciados, a ONESEBS recusa determinantemente a ideia da integração do “cheque-ensino” nos modelos atuais do sistema educativo. Proceder-se à dualização da escola púbica é proceder-se, por isso, à sua gradual fragmentação e dissipação, e este é um cenário que rejeitamos verdadeira e irrevogavelmente.

O Núcleo de Coordenação ONESEBS

12/06/2013

Comunicado

Enquanto estrutura representativa e defensora incansável da comunidade estudantil, a Organização Nacional dos Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário (ONESEBS) não poderia deixar de manifestar o seu total desagrado quanto à atual conjuntura a que milhares de alunos se vêem sujeitos.

Motivada pela defesa do serviço público de qualidade, a ONESEBS está solidária com a causa que move os docentes e considera justif**ada a intenção da greve (anunciada no passado dia 17 de maio e agendada para o próximo dia 17 de junho), dada a situação atual da condição dos professores, agravada com as recentes medidas anunciadas pelo Governo, relativamente ao aumento da carga horária dos mesmos e às imposições subjacentes ao regime de mobilidade especial. Estas medidas comprometerão, inevitavelmente, a qualidade da escola e do serviço público prestado aos estudantes - muitos são os postos de trabalho que, embora necessários, serão extintos, tornando-se alarmante o número de profissionais docentes assim lançados para uma situação de desemprego onde já se encontra um milhão e meio de portugueses.

Contudo, a ONESEBS alerta, também, para a forma pouco razoável e anti-pedagógica sobre a qual decorrem as negociações entre Governo e Ministério da Educação e Ciência (MEC) e representantes sindicais dos professores. Assim, por forma a inverter este cenário de total instabilidade, que em nada beneficia a comunidade estudantil, e evitando submeter os alunos a consequências indesejáveis no que respeita aos resultados académicos, a ONESEBS apela ao bom senso e flexibilidade do Governo e MEC quanto às medidas supra mencionadas, para que em sinergia com os professores e seus representantes sindicais, alcancem, tão breve quanto possível, um consenso quanto à calendarização dos exames nacionais, determinantes à continuidade e conclusão do percurso académico de largos milhares de alunos, os mesmo que, lamentavelmente, se preparam agora sob um clima tumultuoso.

Distribuição Flyers ONESEBS 07/06/2013

Durante a manhã de hoje, nas escolas Secundária de Odivelas e Secundária da Ramada.

“Os alunos não devem ter nenhum contacto com esta Constituição”, diz Fernando Negrão 16/05/2013

Sobre o ensino da Constituição durante o ensino obrigatório:

A ONESEBS defende que o contacto dos estudantes com as matérias constitucionais pode, efetivamente, ser útil à formação do aluno enquanto cidadão e ator político se os moldes de integração da medida supra mencionada forem atentamente revistos, por forma a enquadrá-la devidamente na estrutura curricular letiva.

“Os alunos não devem ter nenhum contacto com esta Constituição”, diz Fernando Negrão O parlamento debate hoje se a Constituição deve ser ou não estudada nas escolas e o mais certo é a proposta ser inviabilizada com os votos contra do PSD e do CDS. O presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Fernando Negrão, defende, em declarações ao i, que “os alunos não devem ter nenhum…

Flyer ONESEBS 16/05/2013

Flyer_Onesebs_Red

Car@s Camaradas,

Como forma de aproximação aos nossos estudantes e à realidade que enfrentam, a ONESEBS apresenta-vos o novo flyer promocional da estrutura e das metas a que se propõe alcançar.

Lançado no Congresso do Partido Socialista, está agora disponível a todas as concelhias.

Estoril Conferences '13 01/05/2013

No âmbito da Cimeira da Juventude e da iniciativa "I Will", promovida pela Rotterdam School of Management/Erasmus University em parceria com o Banco Mundial, a ONESEBS esteve presente no 1º dia da 3ª Edição das Conferências do Estoril - aquele que é um evento onde se reúnem individualidades das artes, à politica e economia; onde se reúnem líderes mundiais e Prémios Nobel tendo em vista a discussão e partilha de ideias sobre os desafios da Globalização.

Photos 25/04/2013

ONESEBS marca presença na marcha do 25 de Abril!

Educação: Uma Escola Democrática em Mudança 04/04/2013

Na sequência das comemorações do Dia do Estudante (24 de Março), a ONESEBS disponibiliza os registos fotográficos, decorrentes da conferência "Educação: Uma escola democrática numa sociedade em mudança".

Tendo tido lugar no passado dia 27 de Março, a tertúlia que contou com a participação do SG da JS, João Torres, do ex-SG da JS Pedro Delgado Alves, e do Coordenador da FAL-ONESES, Duarte Sapeira, como oradores, foi dotada de uma enorme multiplicidade de questões, abrangendo, não só, o Ensino Básico e Secundário, como também, o Ensino Superior.

A ONESEBS reconhece o atraso com que a publicação está a ser feita, não deixando de considerar, no entanto, a extrema importância da atividade supra mencionada.

A todos os que estiveram presentes e que foram, assim, testemunhas deste profícuo debate, a ONESEBS agradece e espera convosco poder contar nas próximas iniciativas!

Untitled album 04/04/2013

Conferência NES Maria Lamas "Qualif**ações e Saídas Profissionais"

23/03/2013

COMUNICADO ONESEBS

No passado dia 5 de fevereiro de 2013, conforme publicado no Despacho n.º 2162-A/2013, foi determinado o calendário de exames nacionais para o ano letivo 2012/2013. No entanto, à comunidade estudantil, apenas agora está a ser transmitida a informação em voga.

De acordo com o Despacho supra mencionado, à ONESEBS parece, cada vez mais, evidente que o nosso Ministério da Educação e Ciência está alheio da realidade estudantil. O aluno, que deveria estar no centro do processo de ensino e aprendizagem, volta a ser preterido, desta vez, por uma sucessão atípica dos exames nacionais, que o sujeita a efetivar dois exames sem qualquer dia de intervalo ou mais do que um exame no mesmo dia, com um interregno de, exclusivamente, 30 minutos.

A título de exemplo, verif**a-se que, no curso de Línguas e Humanidades, os exames nacionais de Filosofia e de Geografia A, correspondentes à 1ª fase, foram agendados para 20 e 21 de junho, respetivamente, confirmando-se situação homóloga no curso de Ciências e Tecnologias, com as disciplinas de Física e Química A e Filosofia.

Quanto à 2.ª fase, os alunos serão, então, confrontados com a realização de exames às disciplinas de Geografia A e de Filosofia, num mesmo dia, com um intervalo entre ambos de apenas 30 minutos, sucedendo-se o mesmo com os exames de Física e Química A e de Filosofia.

Face ao cenário apresentado, a ONESEBS considera, portanto, que este calendário de exames nacionais e suas sobreposições é absolutamente inflexível e antipedagógico, uma vez que descura as reais necessidades dos alunos, impedindo uma rigorosa e ef**az preparação para os exames, e em nada contribuindo para a obtenção de resultados desejáveis.

Assim, e na qualidade de representante do interesse e sucesso académico dos nossos jovens estudantes, solicita a ONESEBS esclarecimentos, ao Sr. Ministro da Educação, Prof. Nuno Crato, sobre a génese da adoção de esta calendarização de exames, pois o êxito na concretização dos mesmos é determinante à conclusão do ensino secundário, bem como à progressão para o ensino superior, não podendo, por isso, f**ar, deste modo, comprometida.

O Núcleo de Coordenação ONESEBS 2013/03/23

Untitled album 15/03/2013

Distribuição Flyers E.S.Prof. José Augusto Lucas, Oeiras

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