Toponímia de Lisboa

Toponímia de Lisboa

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DPC| NT - Departamento de Património Cultural - Núcleo de Toponímia
Palácio do Beau Séjour - Estrada de Benf**a, 368
1500-100 Lisboa

Quero saber da minha rua: http://www.cm-lisboa.pt/toponimia

10/06/2026
05/06/2026

INVESTIGAÇÃO
𝐋𝐚𝐫𝐠𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐮𝐫𝐯𝐨 𝐒𝐞𝐦𝐞𝐝𝐨

Por Edital de 18 de junho de 1926, deu-se conhecimento público de que, em sessão de 31 de maio de 1926, o Senado Municipal de Lisboa, «no intuito de evitar duplicação de nomes de ruas, pelos inconvenientes e confusões há muito conhecidos», resolveu dar aos arruamentos compreendidos entre a Estrada de Calhariz de Benf**a e a linha férrea do Oeste, as seguintes denominações, cabendo «ao Largo de D. Amélia, Largo Curvo Semedo».

Com o enorme contributo do prestigiado professor montemorense Vítor Guita, num artigo jornalístico publicado em 1988 na revista “Almansor”, e que passamos a citar com as devidas adaptações, f**amos a saber que «Belchior Manuel Curvo Semedo Torres de Sequeira, conhecido também pelo pseudónimo arcádico de Belmiro Transtagano, nasceu em Montemor-o-Novo a 15 de março de 1766. Faleceu em Lisboa, no Beato, em casa da sua filha Carolina, em 28 de dezembro de 1838, com a idade de 72 anos, com as faculdades mentais depauperadas e vitimado por doença».

Foi poeta português, fidalgo da Casa Real, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e moço fidalgo da Câmara do príncipe regente, sendo descendente, em linha direta, de D. Paio Gil Curvo, fidalgo do reinado de D. Afonso Henriques.

Pelo seu brilhantismo no estudo das Matemáticas, alcançou o posto de segundo-tenente do Real Corpo de Engenheiros. Foi encarregado de proceder ao levantamento da carta corográf**a do reino e de outras comissões de serviço, que desempenhou com plena aprovação, sendo este um precioso indicador da sua distinção como oficial da arma a que pertencia.

Curvo Semedo contraiu matrimónio por duas vezes: a primeira com D. Maria José Ludovice de Santa Bárbara e Moura, no ano de 1799, falecida em 22 de novembro de 1806; e a segunda, em 29 de agosto de 1809, com D. Gertrudes de Portugal da Silveira Walles de Varona de Góis e Menezes. Foi pai de oito filhos, quatro de cada casamento.

Por razões desconhecidas, abandonou a vida militar e escolheu um lugar mais pacífico, que lhe permitia dedicar-se à sua verdadeira paixão, as letras e a atividade literária, optando por ser escrivão da Alfândega de Lisboa. Passou então a entregar-se ao cultivo das letras e das suas musas, como se dizia naquele tempo, granjeando fama de ilustre poeta. Semedo foi um dos mais distintos membros da Nova Arcádia, onde recebeu o nome poético de Belmiro Transtagano, em homenagem a Montemor-o-Novo, sua terra natal.

A Academia das Belas-Letras de Lisboa, conhecida por Nova Arcádia, foi uma tertúlia literária criada em 1790, por iniciativa de homens como Curvo Semedo, Joaquim Severino Ferraz de Campos e Domingos Caldas Barbosa.

Os membros da Nova Arcádia reuniam-se, inicialmente, em casas particulares, f**ando particularmente célebres as sessões das quartas-feiras, mais conhecidas por Quartas-Feiras de Lereno. Estas realizavam-se em casa do conde de Pombeiro, onde se hospedava o padre Caldas.

Este movimento, empenhado em defender os princípios da simplicidade e em retomar o estilo bucólico, em contraponto com a exuberância do estilo barroco, durou pouco tempo, devido a diversos desentendimentos pessoais entre os seus fundadores e seguidores. Desse tempo destaca-se a obra “Almanaque das Musas”, da qual Curvo Semedo foi cofundador, publicação que pretendia reunir a produção da academia.

Curvo Semedo defrontou-se literariamente por diversas vezes, e durante vários anos, com Manuel Maria Barbosa du Bocage. Fruto desses desentendimentos literários próprios da época, viveram vários anos como inimigos irreconciliáveis, vindo a reconciliar-se já no leito de morte deste, falecido em dezembro de 1805.

Apesar de ter origem em famílias distintas, Curvo Semedo foi por duas vezes alvo de processos da Inquisição, o primeiro em 1803 e o segundo em 1819, com base em denúncias de posições heréticas e blasfemas. No primeiro processo, de 1803, foi apenas advertido pelo Tribunal do Santo Ofício. No segundo, acabou por não sofrer consequências, por se estar em vésperas da Revolução Liberal de 1820.

Curvo Semedo coligiu as suas obras em quatro volumes, intitulados “Composições Poéticas”. Os dois primeiros volumes apareceram em 1803. Mais tarde, em 1817, publicou-se o terceiro volume. O quarto volume, impresso em 1835, já não pôde ser revisto e corrigido pelo poeta, profundamente debilitado nas suas faculdades intelectuais.

Este último volume constitui, na realidade, o quinto das “Composições Poéticas” de Curvo Semedo, se contarmos com a “Tradução Livre das Melhores Fábulas de La Fontaine”, publicada em 1820, circunstância que levou a que Curvo Semedo f**asse conhecido como o La Fontaine português.

Bibliografia:
Baião, A. (1924). Episódios dramáticos da Inquisição portuguesa (Tomo II). Anuário do Brasil;
Braga, T. (1902). Bocage: Sua vida e época literária. Livraria Chardron;
Grande enciclopédia portuguesa e brasileira. (s.d.). Vol. VIII. Editorial Enciclopédia, Lda.;
Guita, V. (1988). Introdução. Almansor. Revista de Cultura, 6, 2.ª série.

Imagem:
DPC | 𝐍ú𝐜l𝐞o d𝐞 𝐓o𝐩o𝐧í𝐦i𝐚


01/06/2026

REVELAR LISBOA
📍𝐎 𝐁𝐞𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐁𝐚𝐫𝐛𝐚𝐝𝐞𝐥𝐚

Com início na Rua Fernandes da Fonseca, na freguesia de Santa Maria Maior, o Beco da Barbadela é um dos muitos arruamentos históricos da velha Mouraria que guardam memórias e curiosidades da Lisboa antiga.

Norberto de Araújo, nas suas célebres “Peregrinações”, conta-nos que no final do século XVIII o nome surgiu já como uma “corruptela” de “Barbaleda”, acabando por fixar-se como “Barbadela”.

Também em 1889, o topónimo surge registado nas atas do Município, associado a uma estalagem outrora existente no beco, testemunhando a vida quotidiana e popular deste emblemático bairro histórico.

Fonte: https://revelar.lisboa.pt
Imagem: Fot. Serôdio, A. Maia, Beco da Barbadela, 1966, Santa Maria Maior, Arquivo Municipal de Lisboa


28/05/2026

INVESTIGAÇÃO
𝐁𝐞𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞́

Seguindo pela Rua da Boavista, no lado norte, chegamos ao n.º 130 desta artéria da atual freguesia da Misericórdia. Ao atravessar o arco da entrada, surge uma escadaria que conduz ao pequeno beco que, segundo o olisipógrafo, jornalista e escritor Norberto de Araújo, apenas merece referência pela curiosidade da sua denominação.

Na obra “Peregrinações em Lisboa”, Norberto de Araújo entende que o topónimo derivará de um mesteiral, isto é, um homem de ofício, ligado à Casa dos Vinte e Quatro.

A Casa dos Vinte e Quatro foi criada a 16 de dezembro de 1383 por D. João I, então Mestre de Avis, com o objetivo de assegurar a participação dos mesteirais no governo da cidade de Lisboa. O organismo era composto por dois representantes de cada uma das doze corporações de ofícios da cidade, razão pela qual recebeu essa designação. A instituição acabaria por ser extinta já em pleno regime liberal, através do decreto de 7 de maio de 1834.

O olisipógrafo Luís Pastor de Macedo, na obra “Lisboa de Lés a Lés”, apresenta outra perspetiva. Citando o Padre Carvalho da Costa, refere que, em 1712, o beco era conhecido como “das Galegas”. Recorda ainda que Júlio de Castilho, em “A Ribeira de Lisboa”, questionava quem seria Francisco André, nome associado ao local.

As hipóteses multiplicam-se. Pastor de Macedo menciona um Francisco André, capitão de navios no século XVIII, natural de Matosinhos e referido no antigo livro “Monstruosidades do Tempo e da Fortuna”. Refere igualmente outro Francisco André, documentado em 1634 na assinatura de atos públicos. Surge ainda a hipótese de um francês natural de Avinhão, casado com a lisboeta Antónia Rodrigues Roussada.

Perante versões tão distintas, permanece atual a interrogação lançada por Pastor de Macedo: qual destes Franciscos Andrés terá dado nome ao sítio? A resposta f**a, ainda hoje, em aberto.

👉Bibliografia:
Araújo, Norberto de, Peregrinações em Lisboa Vol. XIII p. 79. 1939;
Macedo, Pastor Luís, Lisboa de lés a lés. Vol. III;
Castilho, Júlio, A Ribeira de Lisboa, descrição histórica da margem do Tejo desde a Madre de Deus a Santos-o-Velho, Lisboa, 1893.

📷Imagem:
DPC | 𝐍ú𝐜l𝐞o d𝐞 𝐓o𝐩o𝐧í𝐦i𝐚


18/05/2026

INVESTIGAÇÃO
𝐑𝐮𝐚 𝐙𝐨́𝐟𝐢𝐦𝐨 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐨𝐬𝐨

Na Sessão de 3 de junho de 1897, na ausência do Senhor Presidente da CML, Zófimo Pedroso Gomes da Silva, e do Senhor Vice-Presidente, decidiu a CML que a via pública situada no Poço do Bispo, entre a Rua do Açúcar e a Rua Vale Formoso de Baixo, no então 1.º Bairro, passasse a ter a denominação de Rua Zófimo Pedroso, o que veio a constar de Edital de 13 de julho de 1897, o qual reconheceu esta atribuição pelos «valiosos serviços prestados ao Município pelo Dr. Zófimo Pedroso», sendo o referido Edital assinado pelo Vereador António Júlio Correia Guedes, que presidiu à Sessão Camarária de 3 de junho.

Zófimo Pedroso Gomes da Silva foi um reputado cirurgião médico da Real Companhia de Caminhos de Ferro, tendo chegado a chefe de serviço dessa instituição em 1904. De origem abastada, contraiu matrimónio com Mariana Justa Consiglieri, uma senhora de origem genovesa.

Desse casamento nasceu Zófimo Consiglieri Pedroso, reconhecido professor e diretor do Curso de Letras, escritor, ensaísta, etnógrafo e Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa, tendo exercido atividade política no mesmo partido do pai, o Partido Progressista, e posteriormente no Partido Republicano.

Zófimo Pedroso Gomes da Silva, que não deve ser confundido com o filho, foi um destacado membro do Partido Progressista, partido que resultou de um acordo político, denominado «O Pacto da Granja», firmado entre os dois grandes partidos da esquerda parlamentar de então, o Partido Histórico e o Partido Reformista, os quais se fundiram, formando o Partido Progressista em 7 de setembro de 1876.

Foi através do Partido Progressista que Zófimo Pedroso foi deputado nas Cortes do Reino, na legislatura de 1880 a 1882. Foi também, pelo mesmo partido, Vereador da Câmara Municipal de Lisboa de 1871 a 1878, de 1886 a 1890 e de 1892 a 1896, tendo vindo a ser Presidente da Câmara Municipal de Lisboa entre 1897 e 1898, sucedendo no cargo a Pedro Augusto Franco, primeiro Conde do Restelo.

Foi, em termos ideológicos, considerado um homem avançado para o seu tempo, tendo defendido a criação de uma cadeira de medicina legal e de toxicologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e nas Escolas Médico-Cirúrgicas de Lisboa e Porto, entre outras iniciativas nas áreas da saúde e da educação. Em virtude dessa intervenção cívica, o seu filho, Zófimo Consiglieri Pedroso, dedicou-lhe o livro “Brado Contra a Pena de Morte”, de 1874.

Zófimo Pedroso foi um notável cirurgião médico que aliou a sua profissão a uma intensa atividade política nas duas últimas décadas do século XIX, em especial ao serviço do Município de Lisboa, destacando-se nas áreas da saúde e da educação.

📌BIBLIOGRAFIA:
Câmara Municipal de Lisboa. (1897, 13 de julho). Edital da Câmara Municipal de Lisboa de 13 de julho de 1897;
Mónica, M. F. (Coord.). (2006). Dicionário biográfico parlamentar (1834-1910) (Vol. III). Lisboa: Assembleia da República;
Infopédia. (s.d.). “Pacto da Granja”.

Imagem: DPC | 𝐍ú𝐜l𝐞o d𝐞 𝐓o𝐩o𝐧í𝐦i𝐚


Photos from Toponímia de Lisboa's post 15/05/2026

INAUGURAÇÃO
𝐑𝐮𝐚 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐋𝐨𝐛𝐨 𝐀𝐧𝐭𝐮𝐧𝐞𝐬
Professor e Médico
1944 – 2016

Realizou-se ontem a cerimónia de inauguração da Rua João Lobo Antunes, na freguesia do Lumiar.

Após o descerramento da placa toponímica, e perante os inúmeros convidados, familiares e amigos reunidos no local, nomeadamente o Presidente Aníbal Cavaco Silva e o Cardeal Dom Manuel Clemente, usaram da palavra Ricardo Mexia, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Maria Lobo Antunes e Margarida Lobo Antunes, viúva e filha do homenageado, respetivamente, em representação da família, bem como Carlos Moedas, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que encerrou a cerimónia com a última intervenção.

Imagens:
CML | DPC | Núcleo de Toponímia


Photos from Toponímia de Lisboa's post 11/05/2026

DIVULGAÇÃO

Realiza-se na próxima quinta-feira, dia 14 de maio, pelas 18h00, a cerimónia de inauguração da 𝐑𝐮𝐚 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐋𝐨𝐛𝐨 𝐀𝐧𝐭𝐮𝐧𝐞𝐬, na Freguesia do Lumiar, homenagem toponímica da edilidade a um dos mais reputados neurocirurgiões portugueses e figura marcante da cultura nacional. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, cronista e ensaísta, distinguiu-se pela excelência clínica, pelo pensamento humanista e pela reflexão ética no exercício da medicina.

𝑁𝑜 𝑑𝑒𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒𝑟 𝑑𝑒𝑠𝑡𝑎 𝑎𝑡𝑖𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒, 𝑠𝑎̃𝑜 𝑐𝑎𝑝𝑡𝑎𝑑𝑎𝑠 𝑖𝑚𝑎𝑔𝑒𝑛𝑠 𝑒 𝑠𝑜𝑚 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑑𝑖𝑣𝑢𝑙𝑔𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑝𝑒𝑙𝑎 𝐶𝑀𝐿, 𝑒𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑐𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑜𝑢 𝑝𝑟𝑜𝑚𝑜𝑡𝑜𝑟𝑎, 𝑛𝑜𝑠 𝑟𝑒𝑠𝑝𝑒𝑡𝑖𝑣𝑜𝑠 𝑚𝑒𝑖𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑢𝑛𝑖𝑐𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜, 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠 𝑠𝑜𝑐𝑖𝑎𝑖𝑠 𝑒 𝑠𝑖𝑡𝑒𝑠 𝑖𝑛𝑠𝑡𝑖𝑡𝑢𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑖𝑠. 𝑈𝑚𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑑𝑖𝑠𝑝𝑜𝑛𝑖𝑏𝑖𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑜𝑛𝑙𝑖𝑛𝑒, 𝑜𝑠 𝑑𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑖𝑠 𝑠𝑎̃𝑜 𝑠𝑢𝑠𝑐𝑒𝑡𝑖́𝑣𝑒𝑖𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑟𝑒𝑚 𝑟𝑒𝑢𝑡𝑖𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑒 𝑑𝑖𝑓𝑢𝑛𝑑𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑟 𝑡𝑒𝑟𝑐𝑒𝑖𝑟𝑜𝑠.

𝐷𝑢𝑟𝑖𝑛𝑔 𝑡ℎ𝑖𝑠 𝑎𝑐𝑡𝑖𝑣𝑖𝑡𝑦, 𝑖𝑚𝑎𝑔𝑒𝑠 𝑎𝑛𝑑 𝑠𝑜𝑢𝑛𝑑 𝑎𝑟𝑒 𝑐𝑎𝑝𝑡𝑢𝑟𝑒𝑑 𝑓𝑜𝑟 𝑑𝑖𝑠𝑠𝑒𝑚𝑖𝑛𝑎𝑡𝑖𝑜𝑛 𝑏𝑦 𝑡ℎ𝑒 𝐿𝑖𝑠𝑏𝑜𝑛𝑠´𝑠 𝐶𝑖𝑡𝑦 𝐻𝑎𝑙𝑙, 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑛𝑒𝑟 𝑜𝑟 𝑝𝑟𝑜𝑚𝑜𝑡𝑖𝑛𝑔 𝑒𝑛𝑡𝑖𝑡𝑦, 𝑖𝑛 𝑡ℎ𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑝𝑒𝑐𝑡𝑖𝑣𝑒 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑎, 𝑠𝑢𝑐ℎ 𝑎𝑠 𝑠𝑜𝑐𝑖𝑎𝑙 𝑛𝑒𝑡𝑤𝑜𝑟𝑘𝑠 𝑎𝑛𝑑 𝑖𝑛𝑠𝑡𝑖𝑡𝑢𝑡𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑤𝑒𝑏𝑠𝑖𝑡𝑒𝑠. 𝑂𝑛𝑐𝑒 𝑚𝑎𝑑𝑒 𝑎𝑣𝑎𝑖𝑙𝑎𝑏𝑙𝑒 𝑜𝑛𝑙𝑖𝑛𝑒, 𝑝𝑒𝑟𝑠𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑑𝑎𝑡𝑎 𝑖𝑠 𝑙𝑖𝑘𝑒𝑙𝑦 𝑡𝑜 𝑏𝑒 𝑟𝑒𝑢𝑠𝑒𝑑 𝑎𝑛𝑑 𝑑𝑖𝑠𝑠𝑒𝑚𝑖𝑛𝑎𝑡𝑒𝑑 𝑏𝑦 𝑡ℎ𝑖𝑟𝑑 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑒𝑠.


Photos from Toponímia de Lisboa's post 06/05/2026

IMPRENSA NA TOPONÍMIA
𝐀 𝐑𝐮𝐚 𝐝𝐨 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐜𝐨 𝐃𝐢𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐨𝐭𝐢𝐜𝐢𝐚𝐬

A antiga Rua dos Calafates, no Bairro Alto, freguesia da Misericórdia, passou a denominar-se Rua do Diário de Notícias por deliberação camarária e edital de 31 de dezembro de 1885, numa homenagem onde se assinalou o 21.º aniversário do jornal então ali sediado.

Artéria com raízes no século XVI e ligação à atividade tipográf**a desde o século XVIII, integrou espaços de impressão de referência na história da imprensa lisboeta, perpetuando a memória de uma das mais destacadas publicações nacionais, fundada em 1864.

👉Para saber mais consulte: https://revelar.lisboa.pt
📷Imagens: Arquivo Municipal de Lisboa
(fot Lima, Alberto Carlos, Rua do Diário de Noticias, Misericórdia, 191-)
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/DiariodeNoticias_1864/DiariodeNoticias.htm


Photos from Gabinete de Estudos Olisiponenses's post 29/04/2026
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Localização

Endereço


Palácio Do Beau Séjour/EStrada De Benf**a, 368 1500/100
Lisbon
1500-100LISBOA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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