08/06/2026
O Papa Leão XIV está em Espanha e classificou os abusos se***is na Igreja como "uma chaga ainda aberta".
Em Portugal, essa chaga também existe. E as vítimas merecem mais do que palavras.
Em 2023, a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Se***is contra Crianças na Igreja Católica em Portugal concluiu que pelo menos 4.815 crianças foram vítimas de abusos por membros da Igreja Católica portuguesa desde 1950. A maioria tinha apenas 11 anos. Dos casos enviados ao Ministério Público, a maioria foi arquivada.
Isto não pode ser ignorado e não pode ser aceite de ânimo leve.
O catolicismo ensina a proteger os mais vulneráveis, a buscar a verdade e a fazer justiça. Quem abusou destas crianças não agiu em nome da Igreja, traiu-a. Traiu os seus valores mais fundamentais. E uma Igreja verdadeiramente fiel aos seus ensinamentos não pode ser defensora cega daqueles que, usando a sua autoridade, cometeram crimes horrendos contra a dignidade humana. A bondade e a justiça que o Evangelho proclama exigem exactamente o oposto: que a verdade venha à luz e que as vítimas sejam reparadas.
Mas a Igreja não esteve sozinha no silêncio.
A própria Comissão desafiou a Assembleia da República a ir mais longe. A Assembleia ficou em silêncio. O Estado que devia proteger estas crianças arquivou os processos, desviou o olhar e deixou os culpados sem consequências. Essa cumplicidade institucional é inaceitável.
O ADN não ficará em silêncio.
Propomos uma Comissão de Inquérito Parlamentar para apurar responsabilidades, garantir reparação às vítimas e avaliar o que falhou, tanto na resposta do Estado como da Igreja, perante estas denúncias durante décadas.
Os responsáveis máximos da Igreja Católica em Portugal têm de depor na Assembleia da República. Não como arguidos, mas como dirigentes de uma instituição onde milhares de crianças foram violadas na sua dignidade, muitas vezes em silêncio, muitas vezes com total impunidade.
Não basta investigar o passado. É preciso criar mecanismos concretos e permanentes para que estas atrocidades não se repitam e para que desta vez os culpados enfrentem consequências reais.
E dizemo-lo com clareza: este princípio aplica-se a todas as instituições religiosas, sem excepção. Nenhuma fé, nenhuma doutrina, nenhuma tradição justifica o silêncio perante o abuso de crianças. O Estado português tem o dever de proteger todos os cidadãos, independentemente da instituição onde o crime ocorreu.
Esta não é uma acção contra a Igreja, nem contra qualquer religião.
É uma acção pelas vítimas de ontem, de hoje e de amanhã.
Nenhuma instituição está acima da dignidade humana.
Nenhuma criança deve ficar sem justiça.
As vítimas esperaram décadas.
O Parlamento português não pode continuar a olhar para o lado.
07/06/2026
🚨Última hora🚨Foi revelado que a polícia de Hampshire tentou retratar Henry Nowak como o agressor apenas DIAS após o seu assassinato.
A esquadra tentou emitir um comunicado mesmo depois de ter provas suficientes de que Vickrum Digwa estava a MENTIR, e só foi travada depois de a família de Henry Nowak ter manifestado preocupação com a criação de uma narrativa falsa sobre Henry.
Foi TAMBÉM revelado que a polícia de Hampshire tentou FAZER COLAPSAR todo o processo por homicídio ao tentar emitir um comunicado com "desinformação" prejudicial para Henry enquanto o processo judicial já estava em curso.
Portanto, não só a sua negligência causou a morte do jovem Henry, como agora sabemos que a polícia de Hampshire fez o seu MELHOR para retratar Henry Nowak como um ra***ta violento e até tentou fazer colapsar o julgamento.
Para que isto não aconteça em Portugal, assina e partilha a Petição:👉 https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=ser-portugues
06/06/2026
🇵🇹10 DE JUNHO. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Neste dia o ADN convida-te a ir ao Parque da Cidade do Porto para festejarmos a nossa portugalidade.
🎉Tasquinha, música, cultura e portugueses de verdade, no Parque da Cidade, Entrada Principal, às 16h00.
Com Rey Brandão ao vivo.🎼
ADN Convida. Aparece.
Porque a pátria não se discute, celebra-se!
04/06/2026
Querem criminalizar piadas, tradições e até preferir comprar em lojas portuguesas.
A nova lei "anti-ódio" não combate o ódio — combate a liberdade.
O ADN diz NÃO à inquisição woke. 🇵🇹
👉 https://adn.com.pt/a-ditadura-do-wokismo-e-o-fim-da-sociedade-livre/
A Ditadura do "Wokismo" e o Fim da Sociedade Livre
Portugal caminha para o criminalizar humor, tradições e defesa da economia nacional. A nova lei 'anti-ódio' é o fim da liberdade de expressão.
04/06/2026
QUANTO VALE A NOSSA SOBERANIA?
PORTUGAL NA ONU COMO O "ALUNO BEM COMPORTADO"
O Governo desfaz-se em elogios pela eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, celebrando a vitória contra a Alemanha. Mas será mesmo motivo de orgulho nacional?
No xadrez geopolítico, as grandes potências não procuram parceiros soberanos, procuram executores previsíveis. Portugal não foi escolhido pelo seu "prestígio", mas por ser visto como o "menino bem-comportado" da comunidade internacional, o Estado que diz sempre que sim e abdica da sua soberania à primeira ordem.
Enquanto Paulo Rangel e Luís Montenegro festejam esta "ocasião histórica", a verdade é que Portugal foi escolhido porque é o "id**ta útil" perfeito para validar decisões que as potências pretendem impor. Um Estado que não cria fricção e se comporta como um fantoche diplomático.
O ADN defende um Portugal respeitado pela sua independência e pela coragem de dizer "não" quando a nossa soberania é posta em causa. Não precisamos de palmadinhas nas costas em Nova Iorque à custa da submissão do nosso País.
Queremos um Portugal soberano, não um lacaio internacional!