26/11/2025
Hoje, a partir das 14h30, frente à Assembleia da República!
Participa!
LEITURA PÚBLICA DA CONVENÇÃO
26 de novembro | 14h30 | Assembleia da República
No dia 26 de novembro, quarta-feira, estaremos à porta da Assembleia da República para dar voz à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, no mesmo dia em que o Parlamento discute o Orçamento de Estado para 2026, um Orçamento que, mais uma vez, ignora totalmente a Vida Independente e o Serviço de Assistência Pessoal (SAVI).
A ausência da Vida Independente no Orçamento não é apenas uma falha técnica: é um sinal político. E é precisamente por isso que a presença de todas as pessoas conta.
É preciso ocupar o espaço público e mostrar que este direito não desaparece porque o Estado escolhe não o incluir nas suas prioridades.
Queremos estar lá. Com todas as pessoas. E contigo também.
Deixamos abaixo os formulários essenciais, inscrições até 20 de novembro:
Quero ler a Convenção
Vagas limitadas, por ordem de inscrição. Confirmamos previamente se ficas entre as pessoas leitoras. Se já te inscreveste, não tens de o fazer novamente.
https://forms.office.com/e/LqXMZrFGyi
Quero ser pessoa voluntária
Apoio logístico, divulgação, organização, etc. – tudo o que faz esta ação acontecer. Se já te inscreveste, não tens de o fazer novamente.
https://forms.office.com/e/nGjUeH9L2b
Auscultação de necessidades
Em que é que podemos ajudar para que possas ir? Diz-nos o que precisas para estar presente. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance e das nossas pessoas voluntárias.
https://forms.office.com/e/Yw4w22S7xR
Transporte
Garantimos transporte do Porto e de Coimbra para a Assembleia e o regresso. Vagas limitadas, por ordem de inscrição, com confirmação prévia.
https://forms.office.com/e/h3r841gfnU
A Convenção tem força de Lei.
A Vida Independente não pode ficar para trás.
E nós continuamos a exigi-la no espaço político onde ela deve ser cumprida.
Contamos contigo!
Vão ter de nos ouvir!
24/10/2025
Elevador da Glória: o passa culpas constante para esconder responsabilidades A primeira reação do conselho de administração da Carris ao relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Rodoviários – GPIAAF sobre o gravíssimo acidente que vitimou 16 pessoas, é alijar responsabilidades, invocar desconhecimento e, pelo meio, anunciar a demissão de um trabalhador, dirigente intermédio. Afinal o que era repetido à exaustão - de que tudo tinha sido feito segundo as normas e tudo escrupulosamente cumprido – não é verdade. Diante das sucessivas falhas apontadas pelo relatório, a desmentir versões até agora dadas às perguntas que fizemos, Moedas apressa-se a dizer, mais uma vez, que não há responsabilidades políticas, só técnicas, e a e anunciar que não vai reconduzir a administração da Carris. Perante uma tragédia destas e toda a trapalhada que tem vindo a público perguntamos, afinal o que serão responsabilidades políticas! A cidade, a memória das vítimas e as suas famílias merecem melhor do que isto. É preciso, e com urgência, recuperar a confiança na Carris, no transporte público. A população que usa os transportes e estruturas de mobilidade precisa de saber que está em segurança num veículo, chegar a casa a salvo de falhas de manutenção. A CML era responsável pela fiscalização do elevador da Glória e é também quem define os critérios de manutenção, determinando os cadernos de encargos para os protocolos relativos a todos os ascensores e estruturas similares. É cada vez mais óbvio que os parâmetros de manutenção não foram cumpridos, não estão em consonância com a carga de uso atual, nem garantem o equilibro entre utilização local e externa deste meio de transporte. E há que tirar conclusões e agir. Já O que aconteceu no elevador da Gloria é o expoente máximo do modelo económico de gestão atual da cidade. Fizemos vários alertas, ao longo do mandato, para a descapitalização - evidente nos orçamentos municipais - e pelo desrespeito pela manutenção das estruturas básicas e essenciais. A cidade de fachada, de grandes eventos internacionais, não atingiu só os transportes. Deixou de lado muitos aspetos do quotidiano, encheu as ruas de lixo, os jardins abandonados, pisos nas ruas cada vez mais perigosos. Poupou onde, para nós, era preciso olhar com mais atenção. São opções políticas que Moedas tomou. Responsabilidades são responsabilidades, têm de ser assumidas por que tem a gestão municipal nas suas mãos.
14/10/2025
Nota CPL – balanço e desafios das autárquicas
A atual Lei eleitoral autárquica determina que a primeira pessoa da lista mais votada presida ao governo municipal. Nas eleições de dia 12 de outubro, a expressão do eleitorado traduziu-se pela continuidade da presidência da Câmara Municipal de Lisboa em Carlos Moedas – coligação “Por ti, Lisboa” – PSD/CDS/IL (41,69%= 8 mandatos, mais 17 mil votos do que em 2021, considerando a votação da IL naquele ano) e pela entrada do CHEGA no executivo municipal (10,10%= 2 mandatos, sendo o segundo vereador eleito por apenas 11 votos a mais do que a CDU).
Este cenário traz-nos grande preocupação.
(Leia mais no link)
Nota CPL – balanço e desafios das autárquicas | Cidadãos Por Lisboa
A atual Lei eleitoral autárquica determina que a primeira pessoa da lista mais votada presida ao governo municipal. Nas eleições de dia 12 de outubro, a expressão do eleitorado traduziu-se pela continuidade da presidência da Câmara Municipal de Lisboa em Carlos Moedas – coligação “Por ti...
10/09/2025
Mais uma vez…a Web Summit.
As prioridades de Carlos Moedas deixam as empresas municipais desprotegidas. Votamos contra.
08/09/2025
◾️ Sobre o Elevador da Glória - Comunicado
04/09/2025
O que aconteceu ontem no Elevador da Glória é uma catástrofe sem precedentes em Lisboa. Quinze vidas perderam-se, dezoito pessoas ficaram feridas, seis das quais em estado grave. É um número que nos choca e nos revolta, mas acima de tudo que nos enche de tristeza.
O Elevador da Glória não é apenas um postal turístico. É um equipamento de mobilidade da cidade, usado diariamente por quem cá vive e trabalha, tal como todos os outros transportes que nos ligam e nos servem. O que aconteceu não pode ser tratado como uma tragédia distante ou excecional: foi uma falha que atingiu diretamente a vida de lisboetas.
Hoje, o nosso pensamento está com as vítimas, com as famílias e amigos que vivem um luto insuportável, e com os feridos que continuam a lutar pela vida. A todas as equipas de socorro que responderam com coragem e humanidade, o nosso mais profundo agradecimento.
O tempo do luto e da memória vem primeiro. Mas não podemos aceitar que um património histórico e um serviço de mobilidade essencial à cidade sejam postos em causa por falta de investimento, de manutenção ou de responsabilidade. Esse tempo chegará, e aí teremos de ser implacáveis.
Lisboa merece segurança. Lisboa merece respeito.
30/07/2025
🟢 Proposta CPL aprovada hoje com votos contra do PSD/CDS