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Os Lucros Milionários Que Paguem A Crise Manutenção dos Mupis no concelho da Maia.
22/09/2026

Os Lucros Milionários Que Paguem A Crise Manutenção dos Mupis no concelho da Maia.

O Bloco de Esquerda pede intervenção urgente no caso do mau cheiro e do aparecimento de baratas em Águas SantasEm poucos...
05/08/2026

O Bloco de Esquerda pede intervenção urgente no caso do mau cheiro e do aparecimento de baratas em Águas Santas
Em poucos dias, a Maia foi notícia por causa de questões que afetam a saúde pública e que apesar de fazerem agora as manchetes dos jornais, não são novidade. Isso dobra a gravidade da situação
Na última semana, o Jornal de Notícias trouxe a público dois problemas que põem a nu a insalubridade ambiental e falta de saúde pública para a população da freguesia de Águas Santas: um refere-se ao mau cheiro provocado pela ETAR de Parada; o outro diz respeito à proliferação de baratas que invadem ruas e casas.
Não é novidade que o ambiente é uma prioridade para o Bloco de Esquerda. O concelho da Maia tem-se desleixado nesse particular, dando preferência à construção de condomínios de luxo que nada acrescentam a quem escolheu a nossa terra para viver. Para cuidar dos nossos e dos que cá estão, por questões profissionais e outra, é preciso cuidar da saúde pública, antecipando e combatendo situações como estas. Imagem: Notícia Jornal de Notícias

Sempre atento às lutas por uma vida melhor, o Bloco de Esquerda Maia esteve hoje junto dos trabalhadores da AAPICO, em p...
02/04/2026

Sempre atento às lutas por uma vida melhor, o Bloco de Esquerda Maia esteve hoje junto dos trabalhadores da AAPICO, em protesto contra a aparente indiferença da administração da empresa perante as suas necessidades.

COMUNICADO - Bloco de Esquerda solidário com os trabalhadores da AAPICO, em grevedesde dia 30 de marçoO Bloco de Esquerd...
01/04/2026

COMUNICADO - Bloco de Esquerda solidário com os trabalhadores da AAPICO, em greve
desde dia 30 de março
O Bloco de Esquerda faz questão de expressar a sua solidariedade para com
os trabalhadores da empresa AAPICO, especializada em componentes
automóveis, em greve desde segunda-feira, dia 30 de março. O Bloco
lembra que uma política que fomente a precariedade não pode ser o
caminho para qualquer empregador, salientando o aumento notório – e
diário – do custo de vida, que apenas o Governo continua a fingir não ver,
sendo urgente a correspondente melhoria das condições de trabalho,
nomeadamente dos salários de quem produz o que a empresa irá depois
comercializar.
Saliente-se que o sindicato a que os trabalhadores em causa estão afiliados
– SITE-Norte – pede um aumento de 60 euros mensais nos vencimentos.
Não será esse valor um exagero se pensarmos na acima-citada situação
atual, com o preço do cabaz de produtos essenciais, bem como dos
combustíveis, a escalar, todas as semanas, para valores inéditos. A greve
não se limita a reivindicar aumentos salariais, mas também a demonstrar o
repúdio dos trabalhadores pelo infame pacote laboral que a maioria de
direita quer impor ao país.
Por considerar a luta justa, o Bloco de Esquerda Maia irá deslocar-se
amanhã, 2 de abril, último dia de paralisação, à empresa, para conversar
com os trabalhadores e mostrar presencialmente a sua solidariedade.
Maia, 1 de abril de 2026
Comissão Coordenadora Concelhia da Maia

O Bloco de Esquerda associou-se à Qualifica para promover o esclarecimento da população mais jovem acerca dos valores de...
25/03/2026

O Bloco de Esquerda associou-se à Qualifica para promover o esclarecimento da população mais jovem acerca dos valores democráticos e das lutas a travar no setor da Educação (e em tudo o que o afeta), mas principalmente para escutar os seus anseios e tentar ajudar. Acreditamos que a tolerância, a igualdade de oportunidades e a formação cívica também passam por estes espaços e pela partilha de experiências neles fomentada.

O Bloco de Esquerda expressa séria preocupação quanto ao estado atual do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil ...
25/02/2026

O Bloco de Esquerda expressa séria preocupação quanto ao estado atual do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil (PMEPC) da Maia, que permanece desatualizado. O documento foi aprovado pela Comissão Nacional de Proteção Civil em 2014 e revisto em 2015, sendo recomendada revisão periódica. No entanto, desde a última data, não foi realizada qualquer atualização.
Esta circunstância é considerada grave e incompatível com a responsabilidade que o Município deve assumir na salvaguarda da população, especialmente perante as intempéries e fenómenos climáticos extremos que têm afetado o país e que nos últimos anos têm tido maior impacto para as populações.
Num município como a Maia, marcado por vulnerabilidades específicas — como zonas industriais de grande dimensão (Zona Industrial da Maia, Zona Industrial da Granja, entre outras), áreas urbanas e florestais suscetíveis a incêndios, risco de cheias provocados por incrementos súbitos do caudal de cursos de água como o Rio Leça, importantes vias rodoviárias (A41, A3, EN14) e linhas ferroviárias, além de infraestruturas críticas de distribuição elétrica e comunicações e (relevantíssimo) uma área considerável do Aeroporto Francisco Sá Carneiro — torna-se inadmissível que o principal documento de proteção civil não seja regularmente revisto e ajustado à realidade atual. A falta de atualização pode provocar inconformidades com a legislação em vigor, deficiências na identificação dos riscos reais do território, um inventário desatualizado de meios e recursos disponíveis, e fragilidades na coordenação operacional em situações de emergência.



COMUNICADOChegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda – Maia, através do JN, a triste notícia de que a empresa Ficocable...
03/02/2026

COMUNICADO

Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda – Maia, através do JN, a triste notícia de que a empresa Ficocables, sediada no concelho, useira e revezeira na arte de desrespeitar os direitos dos seus assalariados, vai, mais uma vez, colocar em lay-off cerca de 600 trabalhadores. A situação durará até agosto deste ano, ou seja, aproximadamente meio ano.

Alegadamente, a empresa detida por um grupo catalão refugia-se na “retração do setor” dos componentes para a indústria automóvel, com uma “diminuição significativa das encomendas”.

Ao longos dos últimos anos (2024 e 2025), a Ficocables tem recorrido sistematicamente a este método, deixando para a Segurança Social – ou seja, para os contribuintes – a responsabilidade de pagar parcialmente os ordenados dos trabalhadores colocados em lay-off.

Tendo em conta que não terão sido tomadas todas as medidas possíveis antes da drástica solução, o Bloco de Esquerda vem reprovar a atitude lamentável da Ficocables, mostrando total solidariedade para com os funcionários em questão. Ao mesmo tempo, exigimos esclarecimentos da parte da entidade empregadora, bem como ação da parte das autoridades responsáveis pelo respeito dos direitos laborais.
(Imagem retirada do Jornal de Notícias de 3 de fevereiro de 2026)

Maia, 3 de fevereiro de 2026

Dia 11, vamos fazer ouvir a nossa voz contra uma reversão nas leis do trabalho, a anulação de direitos conquistados com ...
07/12/2025

Dia 11, vamos fazer ouvir a nossa voz contra uma reversão nas leis do trabalho, a anulação de direitos conquistados com suor, ao longo de décadas. Dia 11, adere à Greve Geral para esmagar o Pacote Laboral do governo de direita.

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Maia
4470-114

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