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09/10/2026

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🔸️🔶️🔸️PSD_MEALHADA JSDO futuro também se constrói ouvindoA Juventude Social Democrata tem, desde a sua origem, uma missã...
05/10/2026

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JSD
O futuro também se constrói ouvindo

A Juventude Social Democrata tem, desde a sua origem, uma missão muito importante:
Dar aos jovens voz, espaço e responsabilidade na construção do futuro.
Ser JSD é muito mais do que defender ideias. É estar próximo, ouvir, participar, propor e ajudar a transformar preocupações em soluções.
Uma JSD forte é aquela que sabe conjugar autonomia e responsabilidade, identidade e articulação, renovação e experiência. Uma estrutura que faz parte de um projeto político maior, mas que deve também ter a sua própria voz, as suas próprias ideias e a capacidade de representar aquilo que os jovens realmente pensam e sentem.
Representar outros jovens é, acima de tudo, saber ouvi-los e perceber aquilo que esperam de quem assume essa responsabilidade.
É também criar pontes, trabalhar em conjunto e manter uma relação próxima e transparente com as estruturas do PSD, porque autonomia não significa isolamento e articulação não significa perder identidade.
Talvez seja essa uma das maiores riquezas da JSD:
- Poder ser um espaço onde diferentes opiniões se encontram, onde se aprende a fazer política com responsabilidade e onde cada jovem sente que a sua participação pode fazer a diferença.
Porque o futuro da política não se constrói apenas com quem já está.
Constrói-se também dando espaço a quem chega, ouvindo quem tem algo para dizer e preparando quem amanhã terá de assumir responsabilidades.
É assim que se renovam ideias, se fortalecem estruturas e se prepara o futuro.
Com participação, confiança, responsabilidade e espaço para todos aqueles que querem contribuir.

🔸️🔶️🔸️PSD_MEALHADAO dia 5 de outubro de 1910 marca a implantação da República em Portugal, na sequência da revolução ini...
05/10/2026

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O dia 5 de outubro de 1910 marca a implantação da República em Portugal, na sequência da revolução iniciada em Lisboa na madrugada de 4 de outubro. O movimento republicano levou à queda da Monarquia Constitucional e ao fim do reinado de D. Manuel II.

Na manhã de 5 de outubro, a República foi oficialmente proclamada da Câmara Municipal de Lisboa. A mudança de regime abriu uma nova etapa da história política portuguesa, marcada pela criação da Primeira República (1910–1926).

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03/10/2026

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Deputado do PSD Almiro Moreira quer legislação autárquica fundida num único código

O deputado do PSD Almiro Moreira defendeu no Parlamento a necessidade de simplificação da legislação autárquica com a criação de um único código, assegurando às autarquias melhores condições para servir as populações.

“A dispersão legislativa dificulta o trabalho dos eleitos e dos serviços e torna menos claro para os cidadãos o funcionamento das autarquias. Um código autárquico deve permitir reunir e harmonizar normas, eliminar contradições e burocracias, simplificar procedimentos, preservar a autonomia local e as garantias de transparência e fiscalização” – afirmou na conferência “50 Anos das primeiras eleições autárquicas”, realizada na Assembleia da República.

Almiro Moreira, Presidente da Comissão da Reforma do Estado e do Poder Local, defendeu que reformar o Estado passa por melhorar as condições em que as autarquias exercem as suas responsabilidades.

“Cinquenta anos depois, celebrar o poder local implica também reformar procedimentos e preparar o futuro”, afirmou, defendendo que a reforma deve articular-se com um financiamento local que considere as desigualdades de recursos e a capacidade de gerar receitas próprias dos diferentes municípios.

Na conferência, que reuniu mais de 200 autarcas, Almiro Moreira destacou ainda a importância de criar “melhores condições para que as pessoas possam escolher viver e trabalhar em qualquer parte do país” e melhores ferramentas para responder aos cidadãos.

Recordando as primeiras eleições autárquicas democráticas, sublinhou que o poder local deu às populações a possibilidade de influenciarem as decisões, exigirem respostas e escolherem, pelo voto, quem as representa.

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27/09/2026

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🔸️🔶️🔸️PSD_ Mealhada 📌 NÓS PERGUNTAMOS.❓ QUEM EXPLICADA AQUISIÇÃO DE PATRIMÓNIO À MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDANa Assembl...
22/09/2026

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📌 NÓS PERGUNTAMOS.
❓ QUEM EXPLICA

DA AQUISIÇÃO DE PATRIMÓNIO À MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA

Na Assembleia Municipal de 21 de setembro, o deputado Paulo Jorge Rafael Silva do PSD Mealhada voltou a colocar no centro do debate aquilo que deve estar no centro de qualquer decisão municipal:
- As pessoas e a qualidade de vida no nosso concelho.
Foram levantadas questões concretas sobre habitação, mobilidade, educação, desporto, saúde e apoio social, porque os mealhadenses precisam de respostas, prazos e obras concretizadas, não apenas de anúncios.

PATRIMÓNIO SIM. MAS COM ESTRATÉGIA.
O PSD Mealhada considera positiva a aquisição do Cineteatro Messias, enquanto investimento no património e na cultura. Mas a aquisição é apenas o primeiro passo.
Depois de um investimento de 1,6 milhões de euros, é legítimo questionar:
- Quanto custará a recuperação e modernização?
- Como será financiada?
- Haverá apoios externos?
- E qual será o investimento total?
A mesma preocupação se aplica a outros imóveis municipais. Não basta comprar património. É necessário definir uma estratégia, uma utilização e perceber qual o benefício concreto para a população.

UMA MAIORIA ABSOLUTA NÃO É UM CHEQUE EM BRANCO
Uma maioria absoluta dá estabilidade, mas também aumenta a responsabilidade de quem governa.
O PSD Mealhada continuará a questionar, fiscalizar e contribuir para o debate democrático, defendendo mais transparência, diálogo e abertura ao contraditório.
Porque, no final, a pergunta que deve orientar cada obra, cada aquisição e cada investimento é simples:
- O que está a ser feito pelas pessoas?
A Mealhada não se mede apenas pelo património que compra ou pelas obras que inaugura. Mede-se pela qualidade de vida que proporciona e pelas oportunidades que cria para o futuro.
As pessoas devem estar no centro das decisões.

19/09/2026

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🔸️🔶️🔸️PSD_ Mealhada Assembleia Municipal, o que é  e para que serve?A Assembleia Municipal é o órgão deliberativo e fisc...
02/09/2026

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Assembleia Municipal, o que é e para que serve?

A Assembleia Municipal é o órgão deliberativo e fiscalizador do Município. A sua principal função é acompanhar, discutir e fiscalizar a ação da Câmara Municipal, garantindo transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Compete-lhe, entre outras funções, aprovar o orçamento e as contas do Município, apreciar as principais políticas e decisões municipais, analisar a atividade da Câmara e questionar o Executivo sobre a sua atuação.
Em democracia, a Assembleia Municipal assume, por isso, um papel essencial: representar os cidadãos, fiscalizar quem governa e contribuir para que as decisões do Município sejam tomadas com rigor, transparência e responsabilidade.

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🔸️🔶️🔸️PSD_ Mealhada 23 ANOS DE MEALHADA CIDADEUma conquista, uma história, uma responsabilidadeHoje, 26 de agosto de 202...
26/08/2026

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23 ANOS DE MEALHADA CIDADE
Uma conquista, uma história, uma responsabilidade

Hoje, 26 de agosto de 2026, assinalam-se 23 anos sobre a elevação da Mealhada à categoria de cidade.
É uma data que merece ser celebrada, mas também recordada com rigor.
Porque as conquistas de uma terra não acontecem por acaso. São resultado de pessoas que, em determinado momento, acreditaram que era possível ir mais longe e tiveram a coragem de transformar essa vontade em ação.
A história da Mealhada Cidade tem um nome e uma data que não podem ser esquecidos.
A 4 de julho de 2002, o deputado do PSD Gonçalo Breda Marques apresentou na Assembleia da República o Projeto de Lei n.º 107/IX/1, propondo a elevação da vila de Mealhada à categoria de cidade.
O projeto era inequívoco:
“A vila de Mealhada, no concelho de Mealhada, é elevada à categoria de cidade.”
A proposta não ficou pelo anúncio ou pela intenção política.
Seguiu o processo legislativo na Assembleia da República e viria a ser aprovada por unanimidade, dando origem à Lei n.º 70/2003, de 26 de agosto, que formalizou a elevação da Mealhada à categoria de cidade.
Foi um momento importante na história administrativa e política do nosso concelho.
E é precisamente por isso que, 23 anos depois, entendemos que esta data deve ser mais do que uma cerimónia ou uma nota no calendário.
Deve ser também um momento de memória.
Memória para reconhecer aqueles que trabalharam para que a Mealhada desse esse passo.
Memória para lembrar que a condição de cidade não é apenas um título.
E memória para perceber que cada geração recebe uma Mealhada construída pelas gerações anteriores e tem a responsabilidade de a deixar melhor às gerações seguintes.

SER CIDADE É MUITO MAIS DO QUE TER UM TÍTULO
A elevação a cidade trouxe reconhecimento institucional, mas também deveria representar uma ambição.
A ambição de uma terra que quer crescer.
Que quer atrair investimento.
Que quer criar emprego.
Que quer defender o seu comércio e as suas empresas.
Que quer oferecer melhores serviços públicos.
Que quer fixar jovens e famílias.
Que quer valorizar as suas freguesias, o seu património, a sua cultura e as suas potencialidades.
Uma cidade não se mede apenas pelo número de habitantes ou pelo estatuto administrativo.
Mede-se pela qualidade de vida que proporciona, pelas oportunidades que cria e pela capacidade que tem de olhar para o futuro.
E aqui reside a verdadeira responsabilidade de quem hoje governa.
Celebrar o passado é importante.
Mas não pode servir para esconder as perguntas que o presente nos coloca.
- Que Mealhada queremos daqui a 10, 20 ou 30 anos?
- Queremos uma cidade mais dinâmica ou uma cidade que perde comércio e atividade?
- Queremos atrair jovens ou continuar a vê-los partir?
- Queremos criar condições para as empresas investirem ou limitar-nos a gerir o que existe?
- Queremos afirmar a Mealhada na região ou aceitar que outros territórios avancem mais depressa?
Estas são as perguntas que uma comemoração como esta também deve suscitar.

UMA DATA QUE PERTENCE A TODOS
O PSD Mealhada não reivindica para si aquilo que pertence a todos os mealhadenses.
A Mealhada Cidade é de todos.
É de quem aqui nasceu e de quem escolheu aqui viver.
É de quem trabalhou e trabalha diariamente para fazer crescer o concelho.
É dos empresários, comerciantes, trabalhadores, agricultores, associações, instituições e autarquias.
É das gerações que lutaram pela Mealhada que temos hoje.
Mas reconhecer o contributo concreto de quem tomou a iniciativa política que conduziu à elevação da vila a cidade não é dividir a história, é respeitá-la.
É por isso que, nesta data, o PSD Mealhada recorda o papel desempenhado pelo deputado Gonçalo Breda Marques e por todos os que contribuíram para que o processo chegasse a bom porto.

23 ANOS DEPOIS...
Passaram 23 anos.
A Mealhada mudou.
O concelho mudou.
Portugal mudou.
E os desafios de hoje são necessariamente diferentes dos de 2003.
Mas uma coisa permanece igual:
Uma terra só progride quando acredita que pode fazer melhor.
Foi essa ambição que esteve na origem da elevação da Mealhada a cidade.
É essa mesma ambição que devemos recuperar para o futuro.
Porque ser cidade não pode ser apenas uma condição administrativa.
Tem de ser uma atitude.
Uma atitude de ambição, de responsabilidade, de exigência e de futuro.
23 anos de Mealhada Cidade.
Hoje celebramos uma conquista.
Recordamos quem a tornou possível.
E renovamos o compromisso de continuar a trabalhar por uma Mealhada com mais oportunidades, mais desenvolvimento e mais orgulho na sua identidade.
Parabéns, Mealhada.
Parabéns a todos os mealhadenses.

Endereço

Mealhada
3050

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