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04/09/2026

Sem comentários!!!

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𝐌𝐢𝐠𝐮𝐞𝐥 𝐒𝐢𝐥𝐯𝐚, 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐠𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐒𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐩𝐨𝐢𝐨 𝐚̀ 𝐕𝐞𝐫𝐞𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨: «𝐄́ 𝐅𝐀𝐑𝐓𝐀𝐑 𝐕𝐈𝐋𝐀𝐍𝐀𝐆𝐄𝐌!»Na última reunião da Câmara Municipal ...
03/09/2026

𝐌𝐢𝐠𝐮𝐞𝐥 𝐒𝐢𝐥𝐯𝐚, 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐠𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐒𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐩𝐨𝐢𝐨 𝐚̀ 𝐕𝐞𝐫𝐞𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨: «𝐄́ 𝐅𝐀𝐑𝐓𝐀𝐑 𝐕𝐈𝐋𝐀𝐍𝐀𝐆𝐄𝐌!»

Na última reunião da Câmara Municipal de Ovar, os vereadores do Partido Socialista tomaram conhecimento da designação de mais um Secretário de Apoio à Vereação.
Até aqui, nada de extraordinário.
Apesar de haver enquadramento legal para a nomeação de dois secretários, pelo que é legítimo ao Presidente da Câmara fazer essas escolhas dentro desse mesmo quadro legal aplicável, os vereadores do Partido Socialista nunca contestaram, por si só, a existência ou a designação de Chefes de Gabinete, Adjuntos ou Secretários. São cargos de confiança política, para os quais a lei estabelece um regime próprio e dispensa, naturalmente, um procedimento concursal.
𝐎 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐨𝐥𝐡𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞, 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐦𝐞 𝐩𝐨𝐥𝐢𝐭𝐢𝐜𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐞𝐬𝐜𝐨𝐥𝐡𝐚.
O problema começa quando se pretende dar a uma dessas nomeações uma utilização que, aparentemente, nada tem a ver com as funções próprias de um Secretário de Apoio à Vereação.
Foi precisamente isso que nos surpreendeu.
Foi-nos transmitido que o novo Secretário de Apoio à Vereação, Miguel Silva, anterior Presidente da Junta de Freguesia de Maceda, eleito pelo PSD, iria exercer a sua atividade no âmbito do Gabinete de Proteção Civil.
E aqui temos de perguntar: como é que um Secretário de Apoio à Vereação passa a exercer funções numa unidade orgânica que não é o seu gabinete de apoio e que nem sequer reporta aos vereadores que secretaria?
Os membros dos Gabinetes de Apoio à Presidência e à Vereação não são trabalhadores integrados na estrutura orgânica municipal, nem dirigentes municipais. Exercem funções de confiança política e prestam apoio aos eleitos a quem estão adstritos, designadamente através de apoio administrativo, técnico ou de representação.
Não basta que os vereadores tenham competências ou responsabilidades que possam relacionar-se com a Proteção Civil para que os respetivos secretários possam ser colocados a exercer funções orientadas a essa unidade orgânica.
É uma diferença elementar.
Por isso, entendemos que esta nomeação, tal como nos foi apresentada, levanta sérias dúvidas quanto ao seu enquadramento legal e funcional e merece uma explicação cabal por parte do Executivo.
Não basta nomear.
É preciso explicar para quê, para onde e para fazer o quê.
E esta explicação, até ao momento, não nos parece convincente.
𝐄 𝐇𝐀́ 𝐌𝐀𝐈𝐒: 𝐓𝐑𝐄̂𝐒 𝐂𝐇𝐄𝐅𝐈𝐀𝐒 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐐𝐔𝐀𝐍𝐓𝐎𝐒 𝐓𝐑𝐀𝐁𝐀𝐋𝐇𝐀𝐃𝐎𝐑𝐄𝐒?

Na mesma reunião, a Câmara aprovou o estatuto remuneratório do Coordenador Municipal de Proteção Civil, cuja designação compete igualmente ao Presidente da Câmara.
Os vereadores do Partido Socialista não deixaram de manifestar as suas reservas relativamente a esta escolha, nomeadamente quanto à adequação do perfil e da experiência às exigências das funções.
Mas, neste caso, entendemos que o enquadramento foi apresentado e, por isso, damos o benefício da dúvida.
Esperamos, sinceramente, que o Coordenador Municipal de Proteção Civil faça um bom trabalho e cumpra a missão que lhe está confiada.
O problema é que, olhando para a estrutura que está a ser criada, há uma pergunta que se impõe, nomeadamente quantas pessoas são necessárias para coordenar a Proteção Civil Municipal?
Porque, aparentemente, a resposta deste Executivo é:
Três chefias.
Um Coordenador Municipal de Proteção Civil.
Um Secretário de Apoio à Vereação.
Um Coordenador Técnico.
Três pessoas em funções de coordenação/chefia.
E quando procuramos, nos documentos previsionais, pelos trabalhadores que efetivamente vão executar o trabalho...
não os encontramos (descontamos os trabalhadores afetos ao específico Gabinete Técnico Florestal).
É difícil não perguntar:
Afinal, quem é que vai trabalhar?

𝐂𝐄𝐑𝐂𝐀 𝐃𝐄 𝟏𝟐𝟎 𝐌𝐈𝐋 𝐄𝐔𝐑𝐎𝐒 𝐏𝐎𝐑 𝐀𝐍𝐎 𝐄𝐌 𝐓𝐑𝐄̂𝐒 𝐂𝐇𝐄𝐅𝐈𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐔𝐌𝐀 𝐀𝐒𝐒𝐄𝐍𝐓𝐀𝐃𝐀!

Façamos as contas.
Coordenador Municipal de Proteção Civil: 3.965,80 € / mês
Secretário de Apoio à Vereação: 2.662,64 € / mês
Coordenador Técnico: 1.913,06 € / mês
E este último valor pode ser superior em função da evolução remuneratória aplicável e, por isso, aplicamos o valor mínimo.
Estamos, assim, perante um custo mensal superior a 8.500 euros apenas nestas três posições.
Isto representa mais de 100 mil euros por ano de custo total.
Cerca de 120 mil euros por ano para três chefias.
E, mais uma vez, a pergunta permanece: Onde estão os trabalhadores para executar as funções?
Porque Proteção Civil não se faz apenas com coordenadores, secretários e chefias.
Faz-se com pessoas no terreno, capacidade operacional, prevenção, planeamento, meios e resposta.

𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐧𝐨́𝐬, 𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐚 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐭𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐂𝐢𝐯𝐢𝐥, 𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐫𝐞𝐠𝐮𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐚 𝐦𝐮𝐥𝐭𝐢𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐡𝐞𝐟𝐢𝐚.

Um Coordenador Municipal de Proteção Civil deve coordenar, organizar, dirigir e assegurar a operacionalização da estrutura e, para nós, é o adequado e o suficiente.
Não precisamos de uma pirâmide de chefias. Precisamos de capacidade para trabalhar.

“𝐄́, 𝐅𝐀𝐑𝐓𝐀𝐑 𝐕𝐈𝐋𝐀𝐍𝐀𝐆𝐄𝐌!”

É isto que está a acontecer na chamada “Casa de Todos”?
Criam-se cargos. Distribuem-se funções .Multiplicam-se chefias. Aumenta-se a despesa corrente.
E depois dizem-nos que não há dinheiro suficiente para investir.
Há dinheiro. A questão é saber onde se decide gastá-lo.
E cada euro comprometido em despesa corrente é um euro que deixa de estar disponível para investimento, para equipamento, para trabalhadores, para resposta às necessidades dos cidadãos e para construir o futuro do Município.
É esta a prioridade?
Três chefias para uma estrutura que precisa, antes de mais, de capacidade operacional?
É difícil não recordar o velho «É FARTAR VILANAGEM!».
Porque enquanto se pede aos cidadãos que compreendam as limitações financeiras do Município, o Executivo parece encontrar sempre espaço para mais um cargo, mais uma função, mais uma nomeação.
Para nós, esta não é uma questão de nomes. É uma questão de prioridades.
E as prioridades dizem muito sobre quem governa.
Ovar precisa de menos lugares para acomodar e de mais capacidade para executar.
Precisa de menos despesa corrente e mais investimento.
É por isso que os vereadores do Partido Socialista continuarão a fiscalizar, a questionar e a denunciar todas as decisões que entendam não servir o interesse público.
Porque governar não é distribuir.
Governar é escolher.
E esta escolha, para nós, está errada.
Os vereadores do Partido Socialista
Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira

30/08/2026

𝐒𝐢𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐟𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐑𝐮𝐦𝐨!

Uma gestão orçamental responsável tem de ter flexibilidade. As alterações orçamentais, permutativas ou modif**ativas, são instrumentos legítimos para ajustar dotações, corrigir previsões e adequar o orçamento à execução da estratégia política.
O problema não está, por isso, em alterar o orçamento. Está em alterá-lo constantemente sem coerência, sem explicação e sem um rumo reconhecível.
Em Ovar, assistimos à criação e eliminação sucessiva de projetos, investimentos e despesas, muitas vezes num curto espaço de tempo, sem que se perceba o que mudou, qual a razão da decisão ou, sobretudo, qual a estratégia que lhe está subjacente.
Hoje prevê-se um parque infantil; poucos meses depois, desaparece do orçamento.
Hoje inscrevem-se 100 mil euros para 2027 e 500 mil euros para 2028 para habitação destinada a jovens; seis meses depois, essa intenção é abandonada.
Hoje aponta-se para a criação de um equipamento cultural; amanhã essa prioridade é substituída pelo reforço de uma esquadra de polícia.

𝐈𝐬𝐭𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐟𝐥𝐞𝐱𝐢𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥. 𝐄́ 𝐟𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐞𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐚.

Um orçamento municipal não pode ser apenas uma lista de intenções que se altera ao sabor das circunstâncias. Deve traduzir prioridades políticas, compromissos assumidos e uma visão clara para o desenvolvimento do concelho.
𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐚𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐚𝐦 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐦, 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐬𝐮𝐛𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐞𝐦 𝐩𝐫𝐢𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐦 𝐞 𝐬𝐚𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐬𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐜𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐜𝐞𝐭𝐢́𝐯𝐞𝐥, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐢𝐜𝐚 𝐞𝐯𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞𝐦 “𝐧𝐚𝐯𝐞𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚̀ 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚”.
E uma Câmara Municipal que navega à vista não transmite confiança, não garante previsibilidade e não constrói futuro.
Ovar precisa de mais do que sucessivas alterações ao orçamento. Precisa de prioridades claras, planeamento, compromisso e capacidade de execução.
Porque governar não é anunciar hoje para desistir amanhã.
Governar é saber para onde se quer ir e ter um rumo para lá chegar.
E é precisamente esse rumo que, infelizmente, continua a faltar a Ovar.
𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫!

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Os Vereadores do Partido Socialista

Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira

27/08/2026

𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦 “𝐢𝐦𝐩𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨” 𝐩𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥

Continua a senda dos trabalhos adicionais nas obras municipais.
Todos percebemos que, numa obra, podem surgir contratempos. Acontece. Há sempre alguma surpresa escondida atrás de uma parede, debaixo de um chão ou, aparentemente, debaixo de um telhado.
O problema é quando as surpresas deixam de ser surpresa.
Quando falamos de situações previsíveis, recorrentes e que dependem apenas de bons levantamentos, projetos adequados e algum cuidado na preparação das obras, já não estamos propriamente perante imprevistos. Estamos perante coisas que, com o devido respeito, era suposto prever.
𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚, 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐯𝐞𝐳, 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐧𝐨 𝐏𝐚𝐯𝐢𝐥𝐡𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐕𝐚́𝐥𝐞𝐠𝐚: 𝐚𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥, 𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐮𝐦𝐚, 𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐮𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐟𝐢𝐛𝐫𝐨𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨.

Duas.
Nada que não se visse!!!

E lá vão mais três dezenas de milhares de euros para corrigir o lapso.
Esperemos que o Pavilhão de Válega não comece agora a seguir o caminho de outras obras municipais, como o Esmoriztur, o D. Maria II, entre outras de que poderíamos falar, e muito.
F**a, por isso, o apelo e o alerta: que esta não seja mais uma obra em que o orçamento vai descobrindo, aos poucos, aquilo que os projetos deveriam ter descoberto antes.
Porque os recursos públicos não são elásticos.
E o dinheiro que se gasta a corrigir o que podia e devia ter sido previsto é dinheiro que deixa de estar disponível para fazer mais e melhor.
𝐏𝐥𝐚𝐧𝐞𝐚𝐫 𝐛𝐞𝐦 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐥𝐮𝐱𝐨. 𝐄́ 𝐮𝐦𝐚 𝐨𝐛𝐫𝐢𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨.
E f**a o aviso para o futuro! Que o desperdício de recursos públicos não se transforme numa regra.

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Os Vereadores do Partido Socialista

Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira

23/08/2026

𝐑𝐞𝐮𝐧𝐢𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨

Sinalização horizontal junto ao edifício do antigo Cinema, chuveiros a sul na praia do Furadouro, poluição da Ria, abandono da praia do Areínho e da estrutura do Vela Areinho.

Passou uma semana… e os chuveiros continuam a “caminho”.

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Os Vereadores do Partido Socialista

Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira

20/08/2026

𝐑𝐞𝐮𝐧𝐢𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔

Queremos um espaço público melhor: mais cuidado, mais qualif**ado, com mais brio e atenção, que valorize e enalteça a identidade e a qualidade de vida das nossas Freguesias.
Um dos concelhos mais bonitos do país tem de ser também um concelho onde se cuide melhor do espaço público e do território. Não basta ter património, paisagem e lugares de enorme beleza. É preciso cuidar deles, mantê-los e valorizá-los.
O desleixo e a falta de intervenção são, em muitos casos, demasiado evidentes e não podem continuar a ser a marca da gestão do nosso espaço público.
Cuidar melhor das nossas Freguesias é respeitar quem nelas vive. É dar-lhes dignidade, reforçar a sua identidade e estar à altura daquilo que Ovar merece.

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Os Vereadores do Partido Socialista
Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira

14/08/2026

Assembleia Municipal, sessão extraordinária de dia 31 de julho.

𝗣𝗥𝗢𝗣𝗢𝗦𝗧𝗔 𝗗𝗔 𝟯ª 𝗔𝗟𝗧𝗘𝗥𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗔 𝗘𝗦𝗧𝗥𝗔𝗧𝗘́𝗚𝗜𝗔 𝗟𝗢𝗖𝗔𝗟 𝗗𝗘 𝗛𝗔𝗕𝗜𝗧𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 . 𝗗𝗢 𝗠𝗨𝗡𝗜𝗖𝗜́𝗣𝗜𝗢 𝗗𝗘 𝗢𝗩𝗔𝗥

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O Grupo da Assembleia Municipal do Partido Socialista

David Oliveira
Ana Marta Matos
Martim Costa
Vasco Colares Pinto
Sérgio Emanuel Oliveira
Vanessa López
Sérgio Filipe Oliveira
Alzira Santos




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10/08/2026

Assembleia Municipal, sessão extraordinária de dia 31 de julho.

𝗣𝗟𝗔𝗡𝗢 𝗗𝗘 𝗣𝗥𝗘𝗩𝗘𝗡𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗘 𝗥𝗜𝗦𝗖𝗢𝗦 𝗗𝗘 𝗖𝗢𝗥𝗥𝗨𝗣𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗘 𝗜𝗡𝗙𝗥𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦 𝗖𝗢𝗡𝗘𝗫𝗔𝗦 . 𝗠𝗨𝗡𝗜𝗖𝗜́𝗣𝗜𝗢 𝗗𝗘 𝗢𝗩𝗔𝗥

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O Grupo da Assembleia Municipal do Partido Socialista
David Oliveira
Ana Marta Matos
Martim Costa
Vasco Colares Pinto
Sérgio Emanuel Oliveira
Vanessa López
Sérgio Filipe Oliveira
Alzira Santos




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05/08/2026

Período Antes da Ordem do Dia, reunião de dia 18 de julho.

𝗥𝗲𝗹𝗮𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗥𝗲𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀 . 𝗤𝘂𝗲𝘀𝘁𝗶𝗼𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗰𝗹𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗦𝗼𝘂𝗻𝗱𝘄𝗮𝘃𝗲𝘀 (exercício académico IPAM)

Quando as decisões não são devidamente fundamentadas e não se conhecem os seus impactos positivos ou negativos … Agimos por intuição, e a responsabilidade executiva exige muito mais…
Deixamos esta questão para reflexão!

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𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚. 𝐁𝐚𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐢𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐞 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐬𝐢𝐠𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨.𝐎 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐈𝐍𝐄𝐌 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐚𝐯𝐚𝐧...
01/08/2026

𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚. 𝐁𝐚𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐢𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐞 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐬𝐢𝐠𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨.

𝐎 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐈𝐍𝐄𝐌 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐚𝐯𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝟓𝟔 𝐚𝐦𝐛𝐮𝐥𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝐦𝐞𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐦𝐞́𝐝𝐢𝐜𝐚 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐨 𝐩𝐚𝐢́𝐬.

𝐎 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐚̃𝐨 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐟𝐞𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬.

Depois de termos perdido o Serviço de Urgência, de continuarmos sem um Serviço de Atendimento Permanente 24 horas e de assistirmos ao encerramento de Unidades de Saúde Familiar durante anos, perguntamos: o que mais nos querem retirar?
O acesso à saúde é um direito fundamental. Não aceitaremos que Ovar continue a ser tratado como um concelho de segunda.
Perante mais esta ameaça, é inaceitável o silêncio e a passividade do executivo municipal. Quem foi eleito para defender os interesses dos vareiros tem a obrigação de atuar, de fazer ouvir a sua voz e de exigir ao Governo que recue nesta decisão.
Chegou o momento de colocar os interesses do concelho acima das conveniências partidárias. É tempo de enfrentar os governantes do próprio partido, sempre que estejam em causa os direitos da nossa população.

Ovar é um concelho com forte tecido industrial, milhares de trabalhadores, uma extensa faixa costeira, elevada densidade populacional, importantes eventos culturais e desportivos e um fluxo signif**ativo de visitantes ao longo do ano. Estas características exigem mais capacidade de resposta na saúde e na emergência médica, não menos.
Na verdade, o concelho necessita de reforçar os seus serviços de saúde, recuperar uma resposta de urgência e garantir meios de emergência adequados à realidade do território. Reduzir ambulâncias é seguir precisamente o caminho contrário.

𝐄𝐬𝐭𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐬𝐞́𝐫𝐢𝐨. Não aceitaremos que mais um direito seja perdido perante a indiferença de quem tem responsabilidades políticas. Os Vareiros merecem respeito, merecem segurança e merecem cuidados de saúde à altura das suas necessidades.

𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝗮 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐫. 𝐄𝐬𝐭𝐚́ 𝐧𝐚 𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨.

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